Textos de Amizade árvore da Amizade

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⁠Há um pássaro nesta árvore do corpo, que dança no êxtase da vida.

Ninguém sabe onde está, e quem poderia saber o que sua música significa?

Ele aninha onde os galhos projetam sombras profundas;

Ele vem no crepúsculo e voa ao amanhecer, e nunca diz uma palavra do que pretende.

Ninguém pode me dizer nada sobre este pássaro que canta no meu sangue.

Não é colorido ou incolor;

Não tem forma nem contorno;

Fica sempre na sombra do amor.

Ele vive dentro do Inalcançável,
do Ilimitado, do Eterno,
e ninguém pode dizer quando vem ou quando vai.


Kabir diz: “Companheiro buscador,

O mistério deste pássaro é maravilhoso e profundo.
Seja sábio; lute para saber onde este pássaro vem descansar.”

⁠Sarcasmo e Arvore

Com dificuldade
Ergo-me

Na saudade do amigo
Que
Se perdeu na eterna saudade

Daquele espelho
Me olhando
Tomo o café da manhã

À minha e à sua vontade
O gigantesco abismo
Goza a delícia de ser

Lábios roxos
Assim passeio por ele
Sem sua infantilidade

Onde a cobra fuma
Seu moderado cigarro
Admirando seu ventre

Trazendo o sol batido de vento
Enquanto o mar tece a trama
Imóveis na solidão

Juntos a novos anjos cativos
Na luta de classes

Honorárias prisioneiras
Mulheres
Que o simples toque pode romper

Por um momento
Todos e infinitos talentos em seu seio
Maior que a força contida no ato
Na móvel linha do horizonte

Se eu colher os frutos da árvore onde ⁠todos também vão, certamente colherei frutos podres e ruins, ou nada encontrarei. Portanto, se eu colher aonde todos desconhecem, colherei frutos bons e doces.

Assim também é o bom ouvinte: se ele ouvir quem sempre é ouvido, será tolice e receberei contos com soberba e orgulho. Mas, se eu ouvir oque sempre ouve, receberei sabedoria e conselhos úteis.

⁠Por vezes, amar é subir
Nos galhos secos
De uma árvore alta.

Virá o medo do galho se quebrar,
De cair e se machucar no chão seco.

Amar é um risco que assumimos
Todas as vezes que subimos
Em galhos secos.
É preciso ter coragem,
Tanto para subir,
Quanto para descer.

Você cortou a árvore
Para não precisar subir
Nos nossos galhos secos.

Foi nesse dia que eu entendi
O real significado de
Covardia.

⁠Um ninho apareceu em minha árvore... e esta tão bem tecelado com diversas matérias primas que o torna camuflado...
Tenho ficado a contempla-lo, tentando entender as maravilhas da criação...
Quer me parecer que seja uma ninho de uma toutinegra, pois sua plumagem é de coloração azul-arroxeada, com variações de marrom dourado, Sua barriguinha é rosada e este pássaro tem uma pequena “sobrancelha” que parece ser cinza e por vezes a fugir para o branco....
Hoje deparei me com uma situacao, Ja vejo duas cabecinhas irrequietas com vida a mecherem-se, na expectativa que a mãe trague alimentos, acredito que dai a uns dias ja poderão estar batendo as asas ensaiando o primeiro voo...
Nao tenho como, ensaio um sorriso e esboco-o na face e oferece-o a natureza por presenciar isto...
-Contemplar as pequenas vissitudes é fantástico ...
-Por outro lado uma aguinha aparece a balançar nos meus olhos, saber que ha passaros presos em gaiolas, feito gente em prisões, sem sequer que tenham cometido crime algum...
-ja reparastes que os passaros aos nossos olhos parecem-nos tão livres, nao é ?
-Eles Remetem-nos ao pensamento, de que quando algo lhes intristece, ou vem se defraudados, eles voam para longe...onde podem expantar seus males e cantar a dor que lhes aflige sem que mais ninguém oiça...
Diz me, porque não aprendemos com os pássaros a sermos livres ?
- Pois embora nós vivendo em gaiolas abertas, temos receio de voar...
Condenados estamos sempre a viver entre o livre e o preso... livres, para os que souberam ser ausados batendo as asas voando e seguindo a voz do seu coração ...
- Presos, para os que se contiveram-se e no fim defraudadados compreendem que tudo ficou por ser feito, e por ganhar forma...

⁠Uma árvore...
Uma alma viva...
Sua essência é mesma que sua no teor do universo...
Palavras são parte de suas lágrimas...
No sonho do início só é mais semente entre milhares que vão encontrar a vida...
Mesmo assim tem alguém tentando corta seu corpo sua alma para fazer carvão...
A dor é sentida por todos seres viventes...
Seres viventes que envolve início da vida.
Nossas almas sempre são muito ligadas a natureza.
Neste momento complexo as pedras falam seus momentos bons e angustiantes...
Suas casas no morro alimentam a imaginação...
No desfrute das eras somos apenas um momento na história....
Para contar a história somos o propósito que dá numa morte repentina...
No abraço sem querer somos o espírito na causalidade.
Imaturos sentimentos que pairam na árvore abatida na floresta morta....
Será que mundo sempre foi assim tão cruel..?
Mais a dentro seus anéis no caule desta árvore diz que vivemos mil anos...
Suas histórias eram momentos em suas flores levadas ao vento...
Nas madrugadas lágrimas de emoções entre amantes...
Que deram anjos espalhados pelos momentos bons nos sonho de escritores e poetas em seus sonhos.
O terreno de um mundo sem limites... Respiramos mais uma vez...?
As obras do acaso transmitem muito desejo de amar tanto que o amor é parte da imesidão...

Ninguém planta uma semente e no dia seguinte a encontra como uma bela árvore. Uma mulher precisa aguardar normalmente 9 meses para uma criança nascer. A noite também não surge do nada, nem o amanhecer. Uma grande chuva começa com pequenas gotas... E tudo nos dá um sinal de que algo irá acontecer, nada é de repente.
Quem sabe que tudo na vida foi feito assim mesmo, com uma necessidade de esperar um pouco ou o tempo necessário, jamais acha que Deus se atrasa e que um sonho está custando a chegar. Seja paciente, pois enquanto estiver vivo você precisará aguardar alguma coisa, por menor que seja. O que importa continuar aproveitando a jornada enquanto espera. Não se desespere, apenas aguarde, uma hora o seu objetivo será realizado. Se já fez a sua parte, simplesmente aguarde. Só não desista, mesmo se não estiver vendo nada no momento.

Que a luz do sol ao entardecer nos esclareça.
Que a beleza de uma árvore no outono nos abrace;
e que as mais belas paisagens nos enlace.
Desejo que um chão de folhas secas nos mostre o caminho.
E que no amanhecer um céu nublado nos contemple;
E que aquele vento nos envolva.
Me abrace apertado, me cuide, me proteja.
Simplesmente me ouça.
Uma coisa te peço; de mim nunca se esqueça.
Desejo que as coisas simples nos acompanhe, nos aconteça.
Diga que guardará minhas lágrimas uma a uma numa caixinha,
e quando elas necessitarem rolar, diga que não estarei sozinha.
Me cativa, me sorria, seja minhas asas, minha euforia.
Diga baixinho ao pé do meu ouvido, que meu sorriso lhe deu sentido.
Pegue minha mão e coloque-a no seu coração e diga que tudo dará certo;
Me fale que ao me ver sorrindo de longe, você sorriu, e que ao me ver triste, você sentiu.
Diga o que está aí dentro guardado.
Diga o que quiser dizer, mais simplesmente me diga.
Mais me diga com palavras, porque quando dizes com o olhar, eu nem se quer consigo pensar.

Vou subir num balanço de corda amarrada num galho d'arvore e ali vou sonhar que sou um pássaro
Sem vôos demasiado altos nem tampouco rasantes
Serei como um beija flor
Pairando no ar para beber o néctar da flor
Após o impulso, subir com a perna bem esticada
Sentindo que o ar me chega leve
E, lá do alto, pedir aos céus que não me falte forças ao dobrar os joelhos para voltar e num novo impulso, alçar outro vôo. Leve, confortável, alegre!

Olhem bem que interessante a descrição dessa árvore que resistiu à ressaca em Itaipuaçu. Deus é tão perfeito e certeiro em todos os sentidos que, embora tenha permitido que a ressaca acontecesse onde esta árvore de aparência tão frágil se fixa, a ressaca passou e ela continuou ali, firme e forte, onde Deus a plantou! Contrariando sua aparência e a expectativa de todos que não conhecem as suas características radiculares, resistiu às turbulências e permaneceu ali: Forte e importante para o meio ambiente em que está inserida.

Conclusão: Não importa se você se sente frágil ou não parece resistir às tempestades que todos passarão em algum momento, se Deus te plantou neste lugar neste momento, é porque você reúne todas as qualidades necessárias para sair vitorioso (a) disso! A natureza nos prova isso o tempo todo, basta tirar a venda dos olhos, olhar ao redor e sentir com o coração!

O impossível de Deus se torna possível para nós mediante nossa relação íntima com Ele, assim como nossa entrega ao que Ele espera de nós: obediência, missões cumpridas, fé destemida, amor por Jesus Cristo e fiel cumprimento de todas as lições passadas por Ele! Milagres acontecem todos os dias mediante a nossa fé em um Deus tão justo e misericordioso! Basta acreditarmos e observarmos mais! 🙏🏻

Que Deus nos plante somente onde possamos ser fortes e resistentes! Que nenhuma tempestade seja capaz de nos fazer desistir ou arrancar o que temos de melhor! E que nossas raízes estejam sempre fincadas na palavra de Deus! E que delas, brotem somente o que Deus espera de nós! Que nossos frutos, além do (s) nosso (s) filho(s) propriamente dito (s), sejam também as pessoas que, através do Espírito Santo, foram e serão alcançadas por nós para continuarem e alastrarem a obra de Deus! 🙏🏻❤️

Uma ressaca, uma árvore e muitas lições! Deus é mesmo perfeito!

(Aline M. Abdalah)

Sempre que a vejo sob os galhos desta àrvore
Seca e murcha como um cadáver
A aflição me consome como veneno
Pois, no cinza de teu olhar, vejo algo além de um céu carregado
Posso ver o olho do furacão, elevando sua fúria às auturas
Igualando o oceano ao purgatório.

Mas que aperto! Não basta apenas a agitação do mar
E nem a ira dos ventos,
Sobrevoam nuvens negras como a morte em sua cabeça
Transbordando não água, mas lágrimas,
Devorando o rubi de tua face,
Agora sob uma enchente de dores!


Eu imploro, pare de sangrar
Nesse mar tão linda alma não merece se afogar
E nem sobre uma lápide seu nome estará
Pois em meu barco hei-de te levar
Chore agora, para não se afogar depois.

A Árvore Que Caiu na Rua de Olavo Bilac

Na esquina da Rua Olavo Bilac

morava uma árvore sem pressa.

Tinha quase meio século de existência,

galhos como braços de mãe,

sombra de abrigo,

e folhas que falavam com o vento

em língua de antigamente.

Os meninos a escalavam

como quem sobe a infância,

os velhos se encostavam nela

como quem repousa a memória.

Pardais faziam festa entre seus ramos,

e um sabiá cantava no fim da tarde,

pontualmente, como um sino natural.

Mas vieram os homens.

Sem nome, sem rosto.

Vieram à noite,

no dia 31 de dezembro de 2024,

quando a cidade brindava o novo ano

sem saber que perdia o que era eterno.

Vieram com motosserras

e um caminhão grande

para levar as galhadas

como quem apaga um traço da história.

Destruíam um legado inteiro

ambiental, urbanístico, afetivo

quando a polícia chegou.

Foi flagrante.

Foram presos.

Mas o crime já estava consumado.

A árvore símbolo de resistência,

de paz, de memória

jazia no chão.

Na rua que leva o nome de Bilac,

poeta da pátria e da civilidade,

a pátria verde tombou

sem discurso,

sem flor,

sem justiça.

As crianças acordaram sem sombra.

O sabiá partiu em silêncio.

E o novo ano nasceu mais seco,

mais quente, mais triste.

No lugar da árvore,

ficou o vazio

e uma placa: Estacionamento.

A sabedoria é uma bênção? Para os religiosos, comecemos em Gênesis: qual árvore provém o fruto proibido, a árvore da vida eterna ou a árvore da sabedoria e do conhecimento? A da sabedoria. Antes dela havia inocência; depois, consciência, culpa, dor e morte. E por esse pecado pagamos até hoje, o conhecimento inaugura a queda. Então, como isso seria uma bênção, se começou através de um pecado?

Quanto mais se sabe, menos se sabe; e quanto mais se questiona, aos poucos as coisas vão perdendo o sentido, se é que um dia já tiveram sentido. Vamos caindo em contradições e dilemas, perguntas sem respostas.

Mas por que seria uma bênção algo que é constante e inalcançável como o amor?

A saudade é como voltar a um
rio que já não tem peixe,
é sentar-se à sombra de uma
árvore que já não dá frutos,
mas ainda abraça com sua
quieta proteção.

Estar vivo é isso:
é sentir saudade, é temer a perda,
é compreender que tudo passa —
e que nós também passaremos.

Até lá, seguimos vivendo,
e viver exige coragem para sentir
tudo o que a alma insiste em tocar.

Nove em cada dez pessoas conhecem o atalho que lhes convém: sacodem a árvore, apanham os frutos que caem e seguem adiante com a sensação de vitória imediata. Esse gesto é prático, rápido e recompensador no curto prazo. Mas o atalho não cria raízes, e o que nasce de atalhos costuma murchar quando o vento muda.
Plantar é um compromisso silencioso com o futuro. Exige terra preparada, sementes escolhidas, rega constante e a paciência de quem aceita que o tempo tem ritmo próprio. Enquanto o sacudir da árvore celebra a pressa, o plantio honra o processo: cultivar é investir em algo que ainda não existe, é aceitar a incerteza e trabalhar mesmo sem garantia de colheita imediata.
Quem vive apenas de atalhos paga um preço invisível. Frutos colhidos sem preparo são passageiros, relações superficiais, resultados frágeis. A pressa transforma oportunidades em miragens e cria uma cultura de consumo instantâneo onde o valor real do esforço se perde. A longo prazo, a falta de preparo corrói confiança, esgota recursos e impede a construção de legados.
Escolher plantar é escolher responsabilidade. É preferir o trabalho que não aparece nas manchetes, as horas que não viram curtidas, o suor que não rende aplausos imediatos. É entender que o verdadeiro poder está em semear com intenção e em esperar com disciplina. Quem planta hoje garante frutos amanhã; quem só sacode a árvore vive sempre à mercê do que já caiu.
Não se trata de demonizar a eficiência, mas de reconhecer que eficiência sem fundamento é ilusão. Cultive o hábito de plantar: prepare o solo, escolha bem as sementes, cuide com constância. O tempo fará o resto, e a colheita será sólida, digna e sua.

A árvore

Sua semente, é a que floreia o seu redor. Cada gesto é uma flor, cada palavra é uma ferramenta, alguns preferem regar com lagrimas, outros com suor, desde que tenha amor. A beleza define a primavera, regada com o choro de Deus. Podemos fazer da nossa vida um belo jardim, desde que haja o cuidado e o manuseio com lagrimas e suor do coração. A se transformar num jardim de árvores enormes.

Embaixo de uma árvore, um menino acariciava um cachorro,
cachorro de pelos dourados com o sol que esverdeava folhas
folhas amassadas e quebradas pela bola arremessada que atingiu a árvore,
árvore que continha folhas, e ao redor do menino
um adulto que, obeso, reluta em levantar
o menino observa o adulto, homem que toca, que acaricia a própria barriga
o menino, em veloz movimento, toca o braço do homem
o homem, em espanto, escuta do menino: "Por que não está feliz nesse belo dia? Se levante."
o homem, com uma lágrima tímida, recita: "Não posso, não sou belo."
o menino acaricia o seu cachorro e diz: "Sabia que tem dias que é difícil acariciá-lo assim? Pois, se não remove o excesso de pelo, torna-se espesso e sufocante."
o homem mais uma vez acaricia a própria barriga, apertando como se quisesse arrancá-la, e recita: "Não é a mesma coisa, jovem menino."
o menino, em um belo sorriso, recita: "Eu nunca pude fazer sozinho, mas hoje cortei um pouco, somente um pouco. Você também consegue."
o menino se levanta, ao segurar o braço do senhor, o cachorro o auxilia e o senhor se levanta
a árvore que confrontava, agora brincava com a sombra, o homem que acariciava a barriga surgia magro, estendendo a mão ao menino, que em sombra era um belo rapaz.

Filho, algumas pessoas avistam uma árvore com interesse.
Aproximam-se buscando sombra para o cansaço, alimentam-se do fruto, recuperam as forças…
e, assim que se sentem bem, atiram o caroço contra ela.

Observe a vida dessas pessoas.
Elas não avançam, apenas transitam.
Vivem de árvore em árvore, de ajuda em ajuda, de relacionamento em relacionamento.
São incapazes de reconhecer a própria inutilidade, porque fogem do confronto.
Preferem culpar pessoas, culpar contextos, culpar circunstâncias.

Agora, observe a árvore.
Ela permanece firme, mesmo ferida.
Continua frutífera, mesmo rejeitada.
E segue grata, porque sabe quem é
independente de quem se alimenta dela.

A ÁRVORE DA MONTANHA


Tudo que tira a paz é invisível aos olhos.
Está ali porque os sentimentos alimentam.
Navegar pela alma é encontrar despojos das batalhas diáriase fazer deles troféus na estante da vida!


A mão invisível que protege e toca
é a mesma que sacode a árvore.
Faz das ações um caminho denso, calcado em pedregulhos.
Quero solo sólido na solitude do eu,
afastar-me da solidão, alicerçar o trilho...
Tento ser eu.


Ouvir dizer: "Nenhum homem é uma ilha;
cada partícula do continente, uma parte da terra.
Se um punhado some ao mar — como monturo,casa de estranhos ou além da minha própria —,a morte de qualquer homem diminui-me,porque sou parte do Ser. Não perguntes por quem os sinos dobram:
eles dobram por ti." Eu me dobro por ti...


A arte está no olhar. O êxito de contemplar-see projetar ilusões ou realidades no que aprazé nosso triunfo diário.
Eu, daqui, observo minha árvore em jardim sem pomar.
Minhas sacudidelas falham. Isso convence:todos os dias, a mão invisível a testa,vê-la imperturbável, raízes firmes.


Então, danço com ela, entoando canção ao vento,desvencilhando folhas mortas do chão...
Se quisesse abalá-la com mãos próprias, fracassaria.
Sou grão de mostarda, germinando em terra árida,na estação errada... O vento invisível a perturba,dobra-a como quer.


Quem nos salvará da ira vindoura?
Quem nas trincheiras ao teu lado?


— E isso importa?


— Mais que a própria guerra.


Estamos curvados, atados por mãos invisíveis...


Eis o grande Leviatã.

A história do Diabo e do Cavalo:
Um cavalo estava amarrado a uma árvore.
O diabo veio e o soltou.
O cavalo entrou na horta de camponeses vizinhos e começou a comer tudo.
A mulher do dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e matou o cavalo.
O dono do cavalo viu o cavalo morto, ficou enraivecido e também pegou seu rifle e atirou contra a mulher.
Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do cavalo.
Os filhos do dono do cavalo, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês.
O camponês, em represália, os matou.
Aí perguntaram ao diabo o que ele havia feito e ele respondeu:
– “Não fiz nada, só soltei o cavalo”.


O diabo faz coisas simples...
Porque sabe que se o nosso coração está sujo, a nossa maldade faz o resto.