Textos Bíblicos

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O caos como elemento transformador.


Na Bíblia, no Livro de Gênesis, é citado que Deus criou a luz no primeiro dia. Ao ver que era boa, Ele separou a luz das trevas. Isso indica que as trevas existiam antes da luz, e foi necessário criá-la para distinguir o dia da noite. O caos, embora visto como elemento destruidor e perturbador, é também a força propulsora do crescimento e da evolução. Valorizamos a paz porque testemunhamos os horrores da guerra, valorizamos a saúde por termos passado pela doença, e valorizamos a vida ao nos depararmos com a morte. Reconhecemos a bondade ao confrontar a maldade. Criamos curas para as doenças, buscamos soluções para os desafios da vida e elaboramos leis para moderar o comportamento social. E há o ditado: “Depois da tempestade, vem a bonança.”
Friedrich Nietzsche afirmava que é necessário "ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela dançante".
Observo que toda criação surge da necessidade de superar obstáculos; a evolução resulta dessa superação, promovendo crescimento e inovação contínuos.
Mas tudo que envolve o caos também envolve a busca por novas soluções e, por fim, um posterior retorno ao caos. Esse ciclo se retroalimenta continuamente, criando um padrão de repetição e instabilidade constante.
Vivemos em um mundo de fórmulas prontas. Apesar das melhorias hoje existentes, buscamos criar sempre, novos problemas. Novas situações surgem diariamente, incluindo questões comportamentais, síndromes, tendências e tecnologias, que se misturam e influenciam nossos padrões de vida e comportamento.
Temos muitas vezes a exata compreensão do que é certo e errado, e navegamos pelos dois caminhos. Um misto de realização e culpa sempre há de perseguir aquele que caminha. Se somos capazes de entender essa dualidade, então surge a pergunta: por que muitas vezes insistimos em algo que nos faz mal? A resposta é complexa, pois envolve quem somos, o que desejamos e os valores que atribuímos às pessoas e as coisas.
Como exemplo uma pessoa que se entrega a um vício. Ela sabe que esse hábito prejudicial lhe trará problemas, mas se arrisca. É como se inconscientemente a pessoa dissesse para si: A minha vida está muito boa, então, eu vou ali caçar um problema! Ou, a minha vida está ruim, então vou destruir ela um pouco mais!
Por fim, o caos é uma constante em nossa vida, e por ser uma constante, temos que aprender a lidar com ele. A busca de soluções perpassará pelo conhecimento que cada um tem do seu próprio problema, e ao entendê-lo, descobrir quais serão as ações necessárias para resolvê-los. E como se por ironia da vida, a cada ação posta uma ação contrária nasce, e com ela um novo problema. Isso faz parte do equilíbrio, tão necessário a ordem universal.
Compreender que as fases ruins existem, e que elas sempre orbitarão próximas a nós, não é fator de desânimo, ao contrário é um chamado a superação e posterior evolução.


Acredite!
Gratidão.
Massako 🐢

ALLAN KARDEC. O APÓSTOLO DA VERDADE E DA TERNURA ESPIRITUAL.
Allan Kardec não pertence apenas à memória histórica do Espiritismo. Pertence à intimidade moral da humanidade. Sua presença atravessa os séculos como uma dessas consciências raras que ensinaram sem humilhar, corrigiram sem endurecer e sofreram sem abandonar a serenidade diante de Deus.
Durante muito tempo, muitos imaginaram Kardec como uma figura severa demais para o afeto, quase aprisionada numa racionalidade inflexível. Entretanto, aquilo que chegou até nós acerca de sua vida íntima revela precisamente o contrário. Revela um homem profundamente humano. Sensível. Delicado. Afetuoso. Um espírito que carregava responsabilidades imensas sem perder a capacidade de sentir as dores alheias.
Sua inteligência jamais destruiu sua ternura.
Kardec possuía a firmeza dos grandes educadores e, ao mesmo tempo, a brandura silenciosa daqueles que compreendem a fragilidade humana. Era rigoroso com princípios, porém misericordioso com pessoas. Corrigia ideias sem ferir consciências. Defendia a verdade sem transformar a doutrina numa arma de vaidade intelectual.
Talvez aí resida uma das maiores belezas de sua existência.
Ele não era um homem inacessível.
Era um homem fatigado que continuava trabalhando.
Era um espírito sobrecarregado que prosseguia servindo.
Era alguém que conhecia as angústias da alma e, ainda assim, permanecia fiel ao dever.
Sua célebre prece de aflição continua emocionando consciências porque nela não encontramos um missionário distante das dores humanas, mas um homem atravessando regiões difíceis do próprio espírito. Quando confessa sentir-se confuso, ansioso e interiormente perturbado, Kardec aproxima-se de todos aqueles que já enfrentaram noites silenciosas de exaustão emocional.
E mesmo cansado, não se revolta.
Mesmo abatido, não acusa.
Mesmo aflito, não abandona Deus.
Ele ora.
Pede discernimento.
Pede força moral.
Pede humildade para transformar sofrimento em aprendizado espiritual.
Há uma grandeza quase sublime nisso.
Num século marcado por disputas intelectuais e orgulho filosófico, Kardec escolheu a introspecção moral. Em vez de buscar culpados exteriores, investigava a própria consciência diante da Providência Divina. Sua espiritualidade não era teatralidade religiosa. Era disciplina interior. Era fé amadurecida pela razão e suavizada pela caridade.
E talvez seja impossível não sentir profunda comoção ao perceber que dentro daquele educador monumental ainda existia algo extremamente puro. Uma espécie de menino espiritual buscando repouso em Deus após o peso esmagador das responsabilidades humanas.
Seu coração não endureceu diante das lutas.
Sua alma não secou diante das perseguições.
Seu ideal não tombou diante do cansaço.
Kardec trabalhou incessantemente. Respondeu cartas. Consolou aflitos. Orientou grupos. Auxiliou necessitados. Administrou dificuldades materiais. Organizou obras gigantescas enquanto enfrentava desgaste físico e emocional quase contínuo. Havia noites de exaustão. Havia preocupações silenciosas. Havia saudades íntimas jamais verbalizadas inteiramente. Ainda assim, ele prosseguia.
Não porque fosse um homem sem dores.
Mas porque compreendia que a verdade exige perseverança.
Sua vida inteira parece ter sido um testemunho de renúncia serena. Uma existência consumida pelo dever moral, pela educação espiritual das consciências e pelo desejo sincero de aliviar o sofrimento humano.
Por isso sua lembrança permanece tão viva.
Não apenas como filósofo.
Não apenas como educador.
Mas como presença moral.
Como consciência amiga.
Como um desses raros espíritos que conseguem aproximar razão e compaixão sem destruir nenhuma delas.
Kardec venceu o cansaço sem abandonar a dignidade.
Venceu as dores sem perder a delicadeza.
Venceu as saudades sem permitir que a amargura lhe tomasse o espírito.
E talvez seja exatamente por isso que ainda hoje tantos corações sentem sua presença como um amparo silencioso atravessando gerações.
Sua grandeza não nasceu da ausência de fragilidade.
Nasceu da coragem de permanecer fiel à luz mesmo carregando o peso humano das próprias lágrimas.
Por: Marcelo Caetano Monteiro.
Fontes.
Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
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Sabe, porém, isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. 2Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, desleais, 3sem afeição natural, não dispostos a acordos, caluniadores, sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade, 4traidores, teimosos, enfunados [de orgulho], mais amantes de prazeres do que amantes de Deus, 5tendo uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém, falsos para com o seu poder; e destes afasta-te. 6Pois, dentre estes surgem aqueles homens que se introduzem ardilosamente nas famílias e levam cativas mulheres fracas, sobrecarregadas de pecados, levadas por vários desejos, 7sempre aprendendo, contudo, nunca podendo chegar a um conhecimento exato da verdade

Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio.
Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia.
E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos.

Paulo de Tarso
Bíblia, Coríntios 3, 18-20

⁠Noemi não segurou Orfa.(Rute 1:14)
O pai não pode impedir seu filho pródigo de ir. (Lucas 15:3)
Paulo tampouco conseguiu impedir Demas de partir. ( 2 Timóteo 4,9)

"Lute por aquilo que Deus te deu, mais não gaste energia com algo que no momento não é para você segurar."

—By Coelhinha

2 Co 3:1 – 4:18
VERSÍCULO CHAVE

2Co 4:18 “Assim, fixamos os nossos olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.

CONCORDÂNCIA

2Co 4:16 “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia.

2Co 4:8-11 “De todo lado somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal.”
STRONGS


COMENTÁRIO NVI

As experiências e circunstâncias desta vida, muitas vezes dolorosas e desconcertantes, são o que o crente tem de visível diante de si; mas não passam de fenômenos no cortejo passageiro da nossa era caída, sendo por isso mesmo, temporárias e fugazes. Fixar os olhos nessas coisas visíveis nos levaria a perder o ânimo (v.1,16). Em contrapartida, as realidades invisíveis, não menos reais por ser invisíveis (cf. Hb 11:1,7,26,27), são eternas e imperecíveis. Por isso, olhamos para o alto, não para as aparências transitórias do cenário deste nosso mundo (v. Fp 3:20; Hb 12:2)

⁠E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. (Mateus 24:11)
Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. (2 Coríntios 11:13)
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. (Mateus 7:15)
O hipócrita com a boca destrói o seu próximo, mas os justos se libertam pelo conhecimento. (Provérbios 11:9)
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)

Inserida por ArcelioPreissler

"A Bíblia foi interpretada para justificar práticas más tal como, por exemplo, a escravidão, a carnificina de prisioneiros de guerra, os sádicos assassinos de mulheres acusadas de serem bruxas, punição capital por centenas de ofensas, poligamia e crueldade com animais. Foi usada para encorajar a crença na mais grosseira superstição e para desencorajar o livre ensino de verdades científicas. Nós não devemos nunca esquecer que, bem e mal, fluem da bíblia. Ela, portanto, não está acima da crítica."

O estudo da Bíblia dará vigor ao intelecto. Diz o salmista: "A exposição das Tuas palavras dá luz e dá entendimento aos símplices." Sal. 119:130. Muitas vezes tem-me sido perguntado: Deve a Bíblia tornar-se o livro mais importante em nossas escolas?" Ela é um livro precioso e admirável. É um tesouro que contém jóias de grande valor. É uma história que descerra perante nós os séculos passados. Sem a Bíblia estaríamos entregues a conjeturas e fábulas no tocante às ocorrências dos tempos antigos. Dentre todos os livros que têm inundado o mundo, por mais valiosos que sejam, a Bíblia é o Livro dos livros, e merece o mais profundo estudo e atenção.

Mme. Magloire chamava o naturalmente de Vossa Alteza. Um dia, levantou-se da poltrona e foi à biblioteca procurar um livro que estava numa das prateleiras mais altas. Como o Bispo era de baixa estatura, não o alcançou. - Mme. Magloire - disse -, traga-me uma cadeira. Minha Alteza não chega àquela altura.

"⁠O conceito bíblico de graça comum enfatiza pontos em comum entre nós, cristãos, e nossos colegas de trabalho que têm crenças diferentes das nossas. Assim, cristãos e não-cristãos podem partilhar aprendizado e conhecimentos, podem usufruir juntos os avanços no seu campo de trabalho e admirar os profissionais mais habilidosos, não importa a fé que professem."

Apóstolo Paulo foi exemplo de humildade em ação. Embora tenha sido talvez o maior defensor de Cristo que já existiu, ele ainda se considerava o "menor dos apóstolos" e o "principal" dos pecadores (1 Coríntios 15:9; 1 Timóteo 1:15). Ele sempre incentivou aqueles que seguiam a Cristo a imitar a humildade de Jesus, encorajando-os, e também a nós, a não fazer nada “por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo”, adicionando também que não devemos nos limitar a cuidar dos nossos próprios interesses, mas também dos interesses dos outros (Filipenses 2:3-4; Romanos 12:10). Essa é a essência da humildade.

Porém esteja você alinhado com Deus. Se o seu coração não pulsa exatamente com essa Bíblia, então há algo errado, há algo errado. Não importa o que a sua igreja diz, você não pode entrar através disso. Você terá que entrar pelo que Deus disse. Este é o Livro de onde você será julgado, a Bíblia. Permaneça com Ela!

Se você está em um relacionamento sério ou não, ninguém precisa saber. Pois já diz na Bíblia: "O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar". (1 Pedro 5:8) Já parou pra pensar que tomar reconhecimento diante dos homens não serás reconhecido diante de Deus? Então viva para Deus, cuide primeiro do seu relacionamento com Deus, esse relacionamento sim é mais importante do que qualquer outro.

Diante da narrativa bíblica em Êxodo 33.17, cabe-nos incluir o maior de todos os amigos ao nosso círculo, aquele que nos inseriu a existência, e nos propõe uma carreia profícua e esplendorosa. Diante dEle e com Ele, todos os desafios se tornam em grandes oportunidades para o nosso crescimento e desenvolvimento pessoal, familiar, profissional, social e inclusive o religioso.

Olhem, sou católico mas não sou praticante. Leio a bíblia e acredito que a religião somos nós. O que temos que saber e que devemos guardar os mandamentos andando nas leis de DEUS. E importante ir à igreja, pois é uma casa de oração. Mas garanto a vocês que religião não define o carácter de uma pessoa. Nunca vamos saber quem presta ou não presta. Se vai dar certo ou errado em um relacionamento de religiões diferentes. O que sabemos é que somos seres humanos, temos falhas igual a todas as pessoas. São as nossas ações que nos mostra quem realmente somos.

⁠Deus do universo, dos céus, (segundo estudiosos sobre o assunto, a Bíblia fala sobre três tipos de céus: o céu, o qual é nossa atmosfera, onde estão as nuvens; o céu, o espaço, onde as estrelas estão; e o céu espiritual, o qual é a habitação de Deus e dos anjos. Deus não mora nas nuvens, ele mora no céu espiritual). Pai, tu reinas neles todos, és o soberano sobre tudo. Tende misericórdia de nós, os seus filhos que pela fé aprendemos a todo instante como recebermos suas graças. Abençoe a sua criação, a todos nós e os nossos entes queridos. Amém!

⁠Ao abrir a Bíblia, é fundamental deixar de lado preconceitos, ideologias e opiniões próprias. Se você examina as Escrituras com a mente já influenciada por suas crenças e interpretações pessoais, corre o risco de projetar no texto essas ideias, em vez de compreender a mensagem verdadeira e transformadora que Deus revela!

Observe atentamente seus sentimentos e reações. Sempre se pergunte por que algo o incomodou, entristeceu, irritou ou provocou tanto. Será que essa reação é realmente justificável? Muitas vezes, essas emoções estão ligadas à inveja, ao ciúme, ao orgulho, ao sentimento de rejeição, à baixa autoestima, entre outros problemas que todos nós podemos enfrentar. Identificar e reconhecer essas fraquezas é o primeiro passo para entender que precisamos da ajuda de Deus para sermos libertos e termos nossa natureza e caráter transformados!

Muitos usam frases de filósofos e intelectuais famosos para dar mais peso às suas ideias, como se a opinião desses homens tornasse algo verdadeiro. Mas, no fim, são apenas seres humanos — inteligentes, porém limitados e sujeitos a erros. Se queremos uma base segura, devemos recorrer à Palavra de Deus. Citemos Davi, Salomão, Paulo — homens inspirados pelo Espírito Santo — e o próprio Jesus, cuja sabedoria é perfeita e infalível!