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⁠.|.Assim como um grande Mestre da Arte primordial, a Natureza nos apresenta uma partitura que une seus diversos elementos, facilitando a interpretação. Além disso, ela nos oferece uma escultura inacabada, um convite à participação livre, sem restrições. Com os olhos vendados, somos lembrados do valor de uma tradição que preserva suas riquezas, guiados pela intuição, a qual é a amiga do essencial. Essa jornada nos leva a explorar seus labirintos, com a única saída sendo a inspiração que flui no presente, sem a necessidade de produzir réplicas repletas de amarras que não vão para além da porta.

Não importa se estamos produzindo arte formal ou não; todos nós vivemos como artistas. Distinguimos, filtramos e coletamos dados, depois selecionamos uma experiência para nós e para os outros com base nesse conjunto de informações. Não importa que façamos isso de forma consciente ou inconsciente. Pelo mero fato de estarmos vivos já podemos nos considerar participantes ativos do processo contínuo de criação.

Rick Rubin
O ato criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2023.

Você vale ouro ...nunca deixe que digam que vc não é especial ... vc é relíquia.. obra de arte esculpida por Deus...não aceite menos . .. nao viva de migalhas ... não implore atenção, afeto ... nunca desça do salto alto .. levanta cabeça, se vista de alto estima ..vc é poderosa ... e nao precisa provar nada pra ninguém... Deus já te fez vencedora ..

Viver um dia por vez é a arte de focar no que está ao nosso alcance agora. É sobre acordar e decidir que este dia será bem vivido, independentemente do que ele traga. É sobre respirar fundo, aceitar os desafios como degraus para o crescimento e celebrar as pequenas vitórias que colorem nossa jornada...

"Na definição de pessoas, formo a minha própria teoria; só há dois tipos: consumidores de arte e feitores da mesma... O que só consome, engole a seco as ideias do outro, aniquilando assim àquelas suas adormecidas. O feitor, delicia-se com aquilo que criou e ainda por cima alimenta os gostos de seus adeptos!"

​"Viver na metrópole é a arte macabra de estar cercado por milhões de organismos vivos e, ainda assim, a única conexão estável que você possui é com o Wi-Fi da cafeteria. O ser humano urbano é um animal que evoluiu para suportar tudo, exceto o silêncio da sua própria irrelevância."

Toda arte para ser genial tem que ser livre mas a maioria dos artistas por mais criativos, que muitas vezes nos pareçam vivem amarrados sobre uma matrix ética, moral e social, imposta pela sanidade do habitat em que vivem. Por conta disto Arthur Bispo do Rosário, enlouquecido reconstruiu o mundo com a arte, sem nunca se denominar artista. Ele não faz decoração entre cores e formas, são arquivos do mundo reorganizado por ele, por uma missão espiritual concedida, para se vestir e mostrar a Deus no Juízo Final.

A arte brasileira começa a perceber que as historias mais características e indicativas ao sucesso, tem origem no cotidiano de pessoas simples do universo popular e comum. A potencialidade das artes e da cultura brasileira, formada pelas historias das pluralidades é em si uma fonte lúdica inigualável, desde que não sejam contaminadas pelos estrangeirismos e ditames ultrapassados dos modelos tradicionais, que já não deram certo.

A Arte se manifesta no sangue e no espírito dos que são indomados, que não se submetem ao julgamento de qualquer um, a Arte vive naqueles que reconhecem a beleza no caos monstruoso. Bruxas não domesticam sua fera interior, não limitam sua liberdade, enfim, bruxas são plenas em si mesmas e, portanto, não deixam na mão de outros o seu poder.

A arte não tem limites simplesmente transcende fronteiras e a arte está em tudo o que existe, basicamente eu sou o artista da minha realidade sendo ela em cor vermelha ou preta o que importa é o fascínio do momento vivenciado por mim, é a arte pode ser a minha faca ou a poesia o deslumbre da minha existência.

⁠Sensualidade discreta de uma arte calorosa que inibe facilmente a frieza com uma forte emoção que passa por todo o seu corpo a partir da veemência do seu coração, irrefutavelmente, uma mulher de muitos encantos, físicos e os da sua essencialidade, uma farta inspiração em curvas e verdades, composição sedutora de uma naturalidade expressiva, que esbanja vitalidade, dessarte, uma sapiência divina.

⁠Ela é semelhante a uma arte de van Gogh que pra ser apreciada de verdade, é necessário ter bastante atenção e, em nenhum momento, subestimá-la, pois foi moldada por várias fases da vida, sendo assim, possui várias camadas e, hoje, também pode ser comparada a uma borboleta que não voltará a ser lagarta, já que, mesmo tendo a doçura e entusiasmo de uma menina, possui a esperteza e a veemência de uma mulher, portanto, permiti a vivência com várias vidas em único ser.

Amar uma mulher é a arte de decifrar seus silêncios e ser o eco de suas alegrias. É ser o amigo que ouve, o companheiro que entende e, acima de tudo, o amor que liberta. Amar de verdade é torcer para que ela alcance o topo do mundo, mesmo que, naquele pedaço de sonho, o caminho dela precise ser trilhado sem você.

Desde o começo, nunca consegui ver a arte em simplicidade como um mero comercio estético, de ter, ver, fazer, comprar e vender. Sempre vi a arte com incontáveis complexidades, tais como uma plataforma, ferramenta, meio e caminho de expansão dos diversos estados de consciência, exercício de dialogo sensorial, linguagens simbólicas coloridas não verbais e códigos milenares de aprendizado, inclusão, questionamentos e aperfeiçoamentos vibracionais, espirituais e "etéricos" perante todos, tudo e a todos multiversos.

Uma grande perda, que o mercado de arte e antiguidades consumidor hoje no Brasil, em geral, comete. Um imoral crime histórico, artístico, museológico e estético. Pois os especuladores, só visam o teor da prata e o peso, para encaminharem para o desmanche a fogo...um crime, que as próximas gerações vão cobrar, do tanto de belo e artístico que destruíram no mercado brasileiro por mera cobiça venal. Entendo que precisam vender mas dobrar o valor de peso das obras de arte em prata, é uma forma digna de valorizar a arte da prata e afugentar os incorretos especuladores, em nome da arte.

A boa arte deve ser sempre apolítica, satirizar, denunciar, gritar e criticar mas tudo de forma sutil e inteligente, nunca bater de frente contra nenhum regime e instituição. Na verdade é isto que difere e ressignifica os verdadeiros artistas universais de todos os tempos dos meros manipuladores de tintas, movimentos e idéias artísticas, oportunistas de ocasião.

Até para uma profissional e duradoura restauração de uma obra de arte, o particular precisa de um acompanhamento de quem tem vários anos de experiência no mercado de arte e de cultura. Por que assim, pode deparar com um mero recuperador, que vai fazer atrocidades estéticas com o item, ficando aparentemente bem bonita mas perdendo grande parte e muitas vezes, o seu total valor como obra de época, histórica, de arte ou item colecionável. O pior é que certas ações em alguns casos, são irreversíveis. o proprietário deixa de ter uma obra de valor para ter apenas uma bugiganga, decorativa mas sem valor algum.

Existem dois tipos de restauração de uma obra de arte. Uma mais rápida e bem mais barata, que o consertador, utiliza se de materiais de baixo preço sem qualquer responsabilidade na preservação e integridade com a obra, que visualmente parece ter bom resultado. E a outra, que é geralmente bem mais lenta e custa bem mais caro, em que o restaurador gabaritado, utiliza se dos materiais originais profissionais, com responsabilidade na preservação do original, respeitando a técnica do autor, que visualmente, mesmo aos olhos de profissionais, é quase imperceptível.

Realizamos vários projetos pioneiros de arte pública na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro em parceria com a extinta Rio Arte e vários artistas brasileiros, a exemplo o renomado artista e designer gráfico brasileiro, Aloísio Magalhães, muitos em parceria com o Vicariato Oeste, com o eterno e saudoso amigo, o sacerdote católico Manoel Max Lin Rodrigues, mais conhecido como padre Max,sobre a batuta do saudoso amigo o renomado poeta Gerardo Mello Mourão, ficcionista, político, ensaísta e biógrafo brasileiro, considerado uma das figura-chave tanto da epopéia nacional quanto de toda literatura lusófona. Gerardo, era pai do saudoso artista contemporâneo, o escultor, desenhista e artista performático contemporâneo, Tunga.

Atualmente, nos princípios da arte contemporânea, o erudito e o popular se entrelaçam. Da mesma forma que a arte digital e o artesanato se comunicam. Não existem mais paradigmas tradicionais entre os opostos, existem sim experimentações de novas linguagens, para o alcance maior do lúdico entre os formais apreciadores e os emergentes divergentes.