Texto de admiração por uma pessoa especial
Eu admiro e respeito quem é autêntico de verdade , porque estas pessoas carregam com elas a autoridade e não passam despercebidas .
Admiro quem sabe ser ele mesmo com força e determinação , com coragem , porque a autenticidade consiste na humildade , simplicidade e na elegância de alma , nos posicionamentos diante da vida sem medo .
A autêncidade , é uma consciência límpida no conhecimento próprio , entre qualidades e defeitos , um território vasto que somente nós podemos percorrer diariamente suavizando as arestas e os desníveis caso necessário .
Isso é um merito , porque estamos todos entrelaçados há hábitos e costumes que nos fazem regredir quando não conseguimos nos empenharmos .
Admiro e respeito quem independente da posição social , ética ou moral sabe se posicionar com essa tal elegância.
Admiro quem não necessita de validação e aplauso, que caminha com leveza e naturalidade .
Fascínio puro.
E é exatamente ai que tudo faz sentido, tudo se transforma diante do mundo e do universo neste conhecimento e autoridade .
Mas não podemos esquecer que Deus se faz presente , porque a verdade tem força , luz e poder , tem brilho próprio , encanto e o próprio universo se encarrega de destacar.
Simone Vercosa
Entre o Acaso e a Lealdade
Admiro aquilo que o tempo não apressa,
o que floresce sem precisar de promessa,
o que chega sem anúncio ou explicação
e, sem perceber, faz morada no coração.
Há encontros que parecem obra do acaso,
mas deixam a alma fora do compasso.
Basta um olhar, um gesto, uma sintonia,
e o mundo ganha outra poesia.
Aprendi que não se colhe qualquer flor,
nem se confunde a beleza com o amor.
Há flores que encantam pela aparência,
outras que ensinam o valor da paciência.
Pois amar também é saber esperar,
é admirar sem querer aprisionar,
é oferecer abrigo, não uma prisão,
é ter raízes sem perder a direção.
E a lealdade, ah… essa não faz alarde,
não muda de rosto quando a vida arde.
É permanecer inteiro na ventania,
ser verdade mesmo quando ninguém vigia.
O tempo revela o que o encanto esconde,
se a presença é abrigo ou apenas passagem,
se o sentimento sabe aonde ir
ou se veio somente para nos confundir.
Por isso, se um dia florescer no meu jardim,
que seja por vontade, não por obrigação.
Não quero uma flor que permaneça por mim,
mas uma que escolha ficar por convicção.
E se o acaso nos cruzar outra vez,
que o tempo nos conte o que ainda não disse.
Que haja admiração em cada amanhecer,
lealdade nos dias difíceis
e amor suficiente para deixar florescer.
Pois sou jardineiro, mas também sou jardim.
Tenho flores que o mundo ainda não viu.
E aprendi que o mais bonito, enfim,
não é colher uma flor…
É merecer que ela floresça ao teu lado,
mesmo quando ninguém pediu.
Nas gôndolas da política-espetáculo só há aquilo que os apaixonados admiram: criadores de conteúdos.
Não de ideias nem caminhos.
Muito menos de soluções.
A política, que deveria ser o espaço mais rígido do pensamento coletivo — onde conflitos reais da sociedade são encarados com responsabilidade — foi lentamente convertida num palco onde o que importa não é governar, mas performar.
O político deixa de ser um mediador de interesses públicos para tornar-se um personagem que precisa alimentar diariamente a máquina da visibilidade.
Nesse mercado, a coerência vale menos que o engajamento.
A profundidade perde para a viralização.
E o compromisso com a realidade torna-se um obstáculo para quem precisa produzir narrativas rápidas, emocionais e constantemente inflamáveis.
Assim, a política vai sendo reorganizada como um grande shopping de convicções prontas: cada público escolhe a vitrine que mais agrada ao seu afeto, ao seu medo ou à sua raiva.
E, como bons consumidores, muitos já não querem ser confrontados com fatos — preferem apenas ser abastecidos com conteúdos que confirmem suas paixões.
O resultado é uma curiosa inversão: nunca se falou tanto de política, e talvez nunca se tenha pensado tão pouco sobre ela.
Porque quando a política vira entretenimento, o cidadão vira audiência.
E quando o cidadão aceita ser apenas audiência, o poder agradece — afinal, plateias não governam, apenas aplaudem ou vaiam conforme o roteiro do dia.
No fim das contas, o problema não está apenas nas prateleiras dessa política-espetáculo.
Está também nos consumidores que já não procuram estadistas, pensadores ou construtores de futuro.
Procuram apenas o próximo conteúdo que lhes retroalimente seu viés de confirmação.
Talvez a polícia recuperasse a Admiração, o Respeito e o “Sinônimo de Idoneidade” que já ostentou por muitos anos se conseguisse se libertar do corporativismo e combatesse criminosos escondidos nela com a mesma rigidez — necessária — que tenta combater fora dela.
A confiança pública nunca foi construída apenas sobre fardas, distintivos ou autoridade.
Ela nasceu, sobretudo, da percepção de que havia homens e mulheres dispostos a proteger a sociedade até mesmo dos próprios desvios internos.
Quando essa coerência desaparece, a instituição deixa de ser vista como guardiã da ordem para se tornar alvo de desconfiança, medo e questionamentos.
O corporativismo, quando ultrapassa o limite da lealdade saudável entre colegas, transforma-se em blindagem moral.
E nenhuma instituição sobrevive intacta quando passa a proteger seus erros em nome da própria imagem.
O silêncio diante da corrupção, da violência injustificada ou do abuso de poder não preserva a honra da polícia — corrói lentamente aquilo que ela tem de mais valioso: sua credibilidade.
A população compreende que policiais enfrentam riscos, pressões e realidades extremas.
Compreende também que a Maioria dos profissionais exerce sua função com muita dignidade e muito sacrifício — até da própria vida.
Mas é justamente por isso que a omissão diante dos maus agentes se torna ainda mais grave.
Cada criminoso protegido dentro da corporação destrói um pouco do esforço daqueles que vivem honrosa e honestamente sob a segunda pele do braço armado do Estado.
Nenhuma instituição conquista respeito verdadeiro exigindo obediência cega; ela o conquista demonstrando integridade, mesmo quando isso dói internamente.
A coragem de investigar, punir e expulsar quem desonra a missão policial talvez seja o único caminho capaz de reconstruir a ponte quebrada entre parte da sociedade e aqueles que deveriam só protegê-la.
Porque a autoridade sem ética impõe medo.
Mas a Autoridade com justiça inspira Confiança.
Aos que não desonram a segunda pele do Glorioso braço armado do Estado, nem a pretexto de passar pano para desvios de conduta de seus pares, meu Eterno carinho, admiração e respeito.
Força e Honra!
Às vezes,
tudo que um idiota mais precisa é encontrar outro mais idiota para admirá-lo.
Talvez seja essa a engrenagem silenciosa de muitas ilusões.
A incompetência, quando encontra admiração cega, deixa de se perceber como limitação e passa a se fantasiar de genialidade.
O aplauso indiscriminado não corrige erros; apenas lhes dá palco.
O problema não está apenas em quem se considera acima de tudo e de todos, mas também em quem entrega sua admiração sem qualquer senso crítico.
Afinal, toda vaidade precisa de um espelho, e toda arrogância cresce quando encontra quem a testemunhe sem questionamentos.
Vivemos tempos em que a convicção costuma valer mais do que o conhecimento, e a popularidade frequentemente pesa mais do que a verdade.
Nesse cenário, pessoas despreparadas podem tornar-se referências simplesmente porque encontraram uma plateia ainda menos disposta a pensar.
Isso serve como um alerta para todos nós.
Antes de admirar alguém, vale perguntar se estamos reconhecendo virtudes reais ou apenas sendo seduzidos por discursos, carisma ou certezas vazias.
E, antes de buscar admiração, talvez seja mais sábio buscar autocrítica.
A verdadeira inteligência não precisa de bajuladores para existir.
Ela se fortalece no diálogo, aceita ser questionada e aprende com os próprios erros.
Já a tolice, quando encontra aplausos, costuma apenas fazer mais barulho.
Quase todo mundo lendo — quase ninguém interpretando. Seria um começo admirável, se o fim não negasse os meios.
Vivemos a curiosa contradição de uma época em que a informação nunca esteve tão acessível, mas a compreensão parece cada vez mais escassa.
Lemos frases de efeito, compartilhamos pensamentos, colecionamos citações e reproduzimos discursos com uma facilidade impressionante.
Mas, entre o contato com as palavras e a assimilação de seus significados, existe um abismo que nem sempre estamos dispostos a atravessar.
Porque ler é um exercício dos olhos; interpretar é uma disposição da consciência.
É uma questão de querer…
A leitura nos apresenta às palavras, mas é a interpretação que nos confronta com aquilo que elas exigem de nós.
E talvez seja justamente aí que muitos desistam.
Afinal, compreender de verdade não significa apenas reconhecer a beleza de uma ideia, mas aceitar o desconforto de perceber o quanto ela questiona nossas certezas, denuncia nossas incoerências e expõe nossas conveniências.
É relativamente fácil admirar um texto sobre empatia.
Difícil é exercê-la quando o outro pensa diferente.
É simples compartilhar uma reflexão sobre humildade, desde que ninguém toque no nosso orgulho.
É confortável aplaudir discursos sobre respeito, até que a liberdade alheia contrarie aquilo que julgamos correto.
Há quem leia sobre amor sem aprender a cuidar, sobre liberdade sem respeitar escolhas, sobre justiça sem abandonar privilégios e sobre humanidade sem conseguir enxergar a humanidade de quem está do outro lado.
Não por falta de acesso às palavras, mas, muitas vezes, por excesso de apego às próprias convicções.
O problema, portanto, não está necessariamente na ausência de leitura, mas na resistência à transformação que uma leitura verdadeira pode provocar.
Afinal, interpretar exige mais do que inteligência: exige honestidade para reconhecer que nem sempre estamos certos, maturidade para rever posições e conceitos, e coragem para permitir que uma ideia nos modifique.
Talvez por isso tantas pessoas saibam citar grandes pensadores, mas tão poucas consigam traduzir seus ensinamentos em pequenas atitudes.
Confundimos conhecimento com sabedoria, eloquência com consciência e a capacidade de falar sobre virtudes com a disposição de praticá-las.
Eis uma das maiores ironias do nosso tempo: podemos terminar um livro e continuar exatamente no mesmo lugar em que estávamos antes de abri-lo.
Podemos atravessar centenas de pensamentos sem permitir que nenhum deles atravesse nossas certezas.
No fim, a leitura só cumpre plenamente seu propósito quando deixa de ser um hábito dos olhos e se torna um compromisso com a maneira como enxergamos o mundo.
Porque não basta compreender o que está escrito; é preciso perceber o que aquilo revela sobre nós, sobre os outros e sobre a responsabilidade que carregamos diante do que aprendemos.
Talvez a maior prova de que alguém realmente interpretou uma boa leitura não esteja naquilo que consegue explicar, mas naquilo que já não consegue continuar fazendo sem se questionar.
Afinal, de que adianta ter acesso a tantas palavras capazes de nos tornar melhores se continuamos encontrando justificativas para permanecer os mesmos?
Quase todo mundo lendo.
Quase ninguém interpretando.
E, entre uma coisa e outra, a humanidade segue acumulando conhecimento, enquanto ainda tropeça no básico: aprender a transformar aquilo que sabe naquilo que vive.
"Quando aquela admiradora disse-me - entre baforadas - que eu deveria ter programa na TV, meus olhos encheram-se de lágrimas e eu indaguei: 'Outro programa na TV?' As lágrimas devem ter sido por causa da fumaça nos meus olhos, tal qual na canção "Smoke gets...!"
Frase Minha 0462, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Agora!!
Vá la na rua...
Admire comigo esta Lua
Mesmo distante...
O mesmo brilho, a mesma intensidade
Te sinto aqui, de verdade!!
Meu coração, agora desperto
Une-se a trilogia
Um momento só nosso
Eu, tu e a magia
A Lua que vejo
Só faz aumentar o desejo
De te ver bem de pertinho
Te receber em meus braços
Acolher, dar carinho
Tirar todo rancor
Amor se paga com amor
Sem cárcere ou sofridão
Tem que ser leve!
Trazer conforto e paixão
Assim como a noite de Lua
Que traz luz a escuridão
Assim como sinto tua falta
E sempre te guardo em meu coração.
Mania que jamais esqueço.
Eu e essa mania de admirar as estrelas, mesmo quando elas se escondem através do véu. Durante minha infância eu costumava fazer grandes pedidos sempre que caía uma em algum lugar. E que eu me lembre, elas nunca se escondiam.
Hoje, parece que tudo mudou, a noite tem menos estrelas, pelo menos aqui na cidade, pois, a luz intensa ofusca o lindo brilho delas. São poucas as pessoas que olham para elas, deve ser por isso que elas se escondem.
Quem dera se todos tivessem essa mania, afinal de contas, vocês já repararam como cada estrela tem um fulgor diferente, uma vivacidade única? São milhões de pontinhos de luz espalhadas num azul fascinante. Mesmo perdidas por entre as nuvens, elas jamais perdem a majestade.
O segredo do Anjo
Ele não sabia, mas ela estava o admirando secretamente.
Com os olhos semiabertos, Samantha tentava definir os traços do estranho homem que a observava dormir. Ela nunca tinha trocado uma palavra se quer com ele, mas o conhecia muito bem desde... Bem, desde que nasceu. Ou ao menos desde que ela começou a lembrar das coisas. Quer dizer, ela o viu a vida inteira.
Ele sempre aparecia para olhá-la depois que ela ia dormir. Todas as noites, durante dezesseis anos. E ela, guiada pela sua intuição infalível, o sentia perto de si. E era exatamente no momento em que o sentia – como rajadas de um sopro quente e adocicado – que ela abria os olhos de leve, apenas o suficiente para compartilhar do momento. Caso ela resolvesse abrir demais os olhos, ele desaparecia tão facilmente quanto surgia, assim como fez há tanto tempo atrás, quando ela acordou de um pesadelo no meio da noite e teve apenas o vislumbre dos cachos dourados desaparecendo na escuridão.
Então se manteve inerte na cama, com a respiração leve, para que ele não desconfiasse de sua consciência. Enquanto ele a observava, a noite lá fora caía em gotas de chuva. E Samantha começou a sentir que, se pudesse ficar assim pra sempre, não se importaria. Desde que ele continuasse ali, secretamente a zelar por ela.
Nostalgia
Saudade do tempo em que eu te olhava, admirando e procurando um jeito de ficar menos tímida ao te ver sorrir,
E eu me olho no espelho e já não me vejo,
Eu caminho por aí e já não ando com os pés,
E eu tenho um coração que bate forte aqui dentro, mas, ele já não é meu.
Saudade me leva por aí ao correr da chuva,
Saudade me atrai sempre pra algo em que eu não sei ser feliz sem te ter por perto,
A saudade sempre judia de mim,
Deixa-me com frio nos dias chuvosos, sem você pra me aquecer,
Ela me faz ser repetitiva com termos que eu odiava repetir,
Porém, agora, eu nem sou eu se não repetir o repetitivo umas cem vezes ao dia.
E pra que me serve a saudade?
Se tratando de um Amor puro, recíproco e verdadeiro, a saudade me serve de balança. Nela eu meço o “MAIS” E O ”PRA SEMPRE”.
E o “MAIS”, está sempre a pesar mais que o “PRA SEMPRE”, entretanto,
O “PRA SEMPRE“ está sempre a pesar mais que o “ MAIS”.
Esse mistério...
Me atraí,me seduz,me desperta,
me envolve e me acalma.
Fico a admirar,
mas com receio da descoberta
fico só a observar.
Confio desconfiando, desejando
o desconhecido.
Te admiro e me fascino,
minha sina...
Quem és tu?
Em qual devo me apegar?
Será que posso mesmo me
assegurar, ou devo me resguardar?
Quando quiseres te mostrar,
diga para mim,quem tu és...
e o que quer de mim?
Sempre tive uma enorme admiração pela fotografia.
Na infância, mesmo sem entender por muitas vezes me peguei admirando foto abstratas de artistas como Wassily kandinsky, Mondrian e Malevich.
Achava fascinante a cartela de cores que cada um deles exibia em particular e maneira como formatavam sua genialidade, posso dizer que a partir dessas observações
o meu gosto pela fotografia se acentuou grandemente
A Partir desse princípio, posso dizer que sempre estive inserido dentro da fotografia, e que minha sensibilidade ganhou maiores formatações na adolescência quando pude executar com mais originalidade tudo aquilo que eu observava na sociedade.
Quantas pessoas gostam da minha pessoa, e quantas não gostam, quantas tem admirações e quantas não admiram?
Coloca na balança!
Tenho meus erros e defeitos, mas tenho orgulho de tudo que já enfrentei e venci.
Estou seguindo pela estrada, não sei até onde eu vou, mas estarei indo cada vez mais longe, fazendo parada por onde eu sempre lutei conquistar, indo em direção do destino que sempre procurei chegar, sem querer passar por cima de ninguém, sem querer aproveitar de ninguém e sempre de cabeça erguida e consciência limpa.
Admiro-ti, teu jeito de saber o que fala mesmo sem saber
Amo sua cara de sono, quando acorda
Me apaixono por cada sorriso da sua boca
Adoro sua comida sem sal
Me vicio em sua presença todos os dia que estamos juntos
Até gosto de suas manias, já nem sei viver sem sua birras
Mas……
Odeio sua facilidade em me esquecer
Detesto a falta que me faz na minha vida, mas mesmo assim eu a Amo.
Hoje simplesmente queria alguém para admirar enquanto dorme como em um sonho mágico que se faz real.
Hoje gostaria de ser olhado somente por carinho por alguém visse meus contos de fadas se tornar realidade em seu mundo.
Hoje gostaria de sentir a doçura de um doce olhar de uma criança ao ver seu doce desejo.
Hoje gostaria de sentir a intensidade de uma palavra que não exista mais que explique o que sinto.
Hoje gostaria de viver o limite do impossível mas sem saber o que me espera por La.
Hoje precisava de alguém mesmo sem saber se me entenderá....
Simplesmente hoje... so hoje.....
Quando estiver sentado, admirando a varanda da sua vida, preste atenção, meu filho, às flores pequeninas que escondem-se sob as grandiosas.
Quase invisíveis, no entanto, elas têm as cores mais belas e fortes, pois não estão expostas às luzes do mundo e conservam sua antenticidade.
Seja assim também você.
Talvez nem todos holofotes estejam dirigidos à sua pessoa.
E isso acontece justamente porque você é precioso, único, e lhe quero original.
Somente boas mãos lhe tocarão.
Somente bons olhos lhe encontrarão.
E somente boas pessoas serão tocadas por sua bela visão!
Eu queria mandar beijos para quem eu admiro, para quem eu amo, para quem me faz rir, para quem atravessa uma parede por mim, para os que me inspiram, para as mães de bebês fofos, para as gateiras e gateiros, para minha família, para meu afetos, minha gata.
Também quero mandar beijos para os honestos. Para os íntegros, para os fiéis, para os legais, amáveis e carinhosos, para os meus anjos da guarda, para meus amigos virtuais, para minha Guru Profissional, para os que não jogam papel na rua, para os que não xingam no trânsito, para os que não bloqueiam cruzamento, para os que não dirigem após beberem. Para os que não falam mal da vida alheia e para os que tem muita coisa para fazer, casa pra cuidar, trampo pra dar conta, para os amigos de hidro e da dança, para os vizinhos, para os vendedores de sinal. Queria mandar beijos para quem marcou minha infância, minha juventude, minha fase adulta. Queria mandar beijos eternos para o Papa João Paulo II que tive o PRAZER de conhecer. Quero mandar beijos pra minha mãe, pro meu pai e pra você.
Não me acho criativa mas admiro criatividade alheia.
Gosto de frases boas, aquelas de autoajuda mesmo que levantam qualquer astral e ressuscitam defuntos. Gosto de fotos criativas, aquelas em que você olha, rir e acha o máximo. Gosto de piadas inteligentes que não tenham pornografias nem humor negro. Gosto de roupas e estilos diferenciados nada mendigo. Gosto de contemplar blogs interessantes e inteligentes, algo que me agrega valor e que me inspire. Gosto de Amor com criatividade, aquele amor que te renova, que te mima, que te paparica sem ter aquele lance de segurança absoluta tipo: ele já é meu, pra quê fazer algo a mais.
Gosto de livros interessantíssimos, que prendem, focam, aqueles que faz você borrar rímel de tanto chorar, te faz ser o personagem que você se identificou, te faz ficar acordada querendo devorar o livro para saber como acaba e depois te dar gosto de saudade.
Quer amar sem limites? Tenha um filho.
Quer dinheiro? Arranje um emprego.
Quer sentir amor, admiração e gratidão? Olhe pra sua mãe.
Quer crescer? Tome biotônico fontoura ou estude.
Quer namorar? Apaixone-se.
Tudo na vida é simples assim, pra ser feliz não precisa previsões, grandes estudos científicos ou cálculos aritiméticos, basta traças seus projetos e seguir em frente.Ah, você vai cair as vezes, bata a poeira e siga. Com todo mundo é assim e com você não vai ser diferente.
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