Texto sobre Voce Mesmo
Havia uma mulher que vivia sobre um palco. Ela não caminhava pelas ruas da alma alheia como quem busca encontros, mas como quem encena. Seus gestos não eram diálogos, eram ensaios.
Suas palavras vinham com pausas medidas, silêncios calculados e olhares coreografados. Vivia para ser vista, não para ver. Queria aplauso, não presença.
Precisava de plateia, não de vínculo.
Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos...
O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias...
Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras...
E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta…
A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu.
Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda.
A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos.
E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou,
a voz que se perdeu no labirinto das horas.
Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais.
Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito,
do “eu te amo” abortado antes de nascer…
E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo
e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós.
E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano,
como se a casa inteira sentisse tua ausência.
As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos,
arrastam memórias como correntes antigas.
E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu
um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo.
Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio
saindo da boca de quem deseja e não tem.
A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza
E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos
como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina.
Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem,
tão rápidos que machucam
E o coração esse velho sobrevivente
bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto.
Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada
Adoção!
Muitos trazem nos pensamentos enganos sobre a adoção,
Nem imagina em verdade, como que funciona então,
Quando o coração avisa, que por ai vem irmão!
Já estavas preparado, destes não escapas não...
Recebes ai no teu meio, achando ser devoção,
Pensas que faz caridades, mas cuidado meu irmão!
Aquele que hoje te chega, vindo por outras mãos,
Na realidade é seu. Pode ter isto, como boa razão...
Estavas bem registrado, em tempos que longe vão,
Escolhas que escolhestes nestas formas de irmãos,
Que entraram em suas vidas de outros vindos então!
Colocando em seu caminho! Pagando os atrasados, que devias meu irmão...
Quero que tenhas na mente e também no coração,
Por não ter gerado, este que trazes hoje nas mãos,
Escolhestes em outros tempos terminar esta missão,
Que no hoje abraçastes, carregando ao coração...
Dar guarida e ensinamentos! E alimentando, também.
Provar que estava certo á aquele que te confiou o bem,
Não falharás nesta vida! E ainda dizendo amém,
Agradecendo o Cristo, pagando os seus vinténs...
Que ficaram em algumas dividas, que às vezes, tu nem lembras não!
Mas por bondade divina teve outra ocasião,
De resgatar seu passado, como forma de benção,
Abraçando estas crianças, e dando lhes educação...
Peço a você meu amigo que estejas em situação!
Cuidar bem destes pequenos com amor e devoção,
Nunca deixar de ensinar que Jesus é a solução,
Que os caminhos pra esta vida seguem junto com o perdão...
Independentemente da cor, do sangue, dos corações!
Todos somos mesmo irmãos, queira sim ou queiras não,
Do teu ventre ou de outro, o que mandas é a educação,
Esparramando o amor, seus filhos serão então...
(Zildo de Oliveira Barros.30/12/11)
CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEMPO – A trilogia do Viver
O inesperado pode roubar-nos o presente; as mudanças, desviar-nos completamente do futuro; mas o PASSADO jamais nos é tirado, por onde quer que sigamos e até o último momento.
A relevância do FUTURO não consiste em vê-lo concretizado ou não, mas em emprestar sabor ao presente e converter-nos em molas propulsoras para buscá-lo neste exato e mais recente amanhecer.
O PRESENTE só faz sentido como resultado direto de toda uma história que construímos para chegar até ele, e atinge seu ponto máximo quando cada partícula do agora chega plena de prazer no exato momento entre o último que se foi e o primeiro que o seguirá.
O choro vem silenciosamente como a água de um pequeno riacho caminha sobre as pedras, o peso de cada gota é o peso de cada lembrança, momentos bons e felizes que não voltam mais.
O preço da culpa e o peso de se entregar tanto.
A saudade que bate é como uma marreta, que faz o coração entrar em uma tempestade imparável, aquele fio se cortando e ver tudo aquilo e não poder fazer nada, é oque faz pensar que não tem mais volta.
Outro dia, enquanto meditava sobre os acontecimentos da vida, compreendi que tudo o que se planta é o que, inevitavelmente, se colhe.
Se alguém semeou ódio, rancor, inveja, ignorância ou blasfêmia; se humilhou, enganou, tirou vantagem ou zombou do próximo — pode ter certeza: a colheita virá.
E quando ela chegar, não reclame dos frutos, pois serão exatamente iguais às sementes que você plantou.
A vida é justa — cada gesto retorna no tempo certo, como resposta do universo àquilo que um dia oferecemos.
Ser o que não se é
é caminhar sobre espelhos partidos,
onde cada fragmento distorce o ego
e afasta o passo da própria essência.
A vida não adianta nem atrasa
quando se veste de ilusões:
apenas pesa —
vira um fardo de dias nublados,
um silêncio que rói devagar
por dentro da alma.
O espírito desconhece duplicidades;
não carrega duas faces
nem divide seus destinos.
Ele é inteiro, indivisível,
feito de uma única verdade,
e só floresce quando abandona a mentira.
Viver é despir-se das máscaras,
permitir que a luz da autenticidade
rompa as sombras que nos cercam.
Porque somente na verdade
a alma repousa em paz,
e o coração finalmente respira.
'PARÁGRAFOS'
Às vezes acordo na madruga e
ponho-me a pensar sobre o universo.
O meu universo.
Tão fechado.
Tão inóspito.
Aos meus tímpanos barulhos vários
e à minha inquietude o frio matinal.
Sou levado a filmes que
repetidas vezes já o assisti.
A melancolia e o desespero assombra-me.
Encoraja-me.
Olho para o reflexo embaçado no espelho.
Penso: já não sou o mesmo do café da manhã de ontem.
A cama há muito está vazia, exceto por uma sombra
que durante décadas não se achou.
Encontra-se perdida.
É uma alma penada com decreto temporário.
Aprisionada.
Não a prisão destinada aos malfeitores.
Quisera fosse.
É a prisão do inacabado.
Do incômodo.
Do inconformismo.
Eu queria saber
Por que é que eu insisto em me perguntar
Sobre coisas que não tem resposta
É como morrer mil vezes
Enquanto se vive uma vida
Que nem chega a ser assim ...
Tão longa
O mundo esconde o valor das coisas
Enquanto a vida vai vendendo
O que não vale quase nada
Até que um dia
Vem o tempo e nos desvenda
A esses e a tantos segredos
Carregados de mais perguntas
Somos cegos
Seguindo os caminhos traçados
Guiados pelas vozes de lobos vorazes
Que a bem da verdade sempre foram
Muito mais cegos do que nós
Não percebem, não sabem
Que aquilo a que se busca
Não se pode alcançar
É como um raio de luz colorido
Caindo do Sol pela manhã
E o azul do Céu, que desaparece
No momento em que a gente o toca
Felicidade, uma ilusão
O brilho da Estrela deixou de estar lá
E a vida não é como se pensa
Durante a guerra sempre os rios congelam
E os seus invernos são mais frios
Parece que foi sempre assim
A vida nos nega um sorriso
Justamente nos momentos
Em que tudo que mais se precisava
Era de um sorriso, simplesmente
Eu queria ter palavras
Pra explicar que não tenho respostas
Tem dias que o que mais desejo
É saber a verdade das verdades
Mas a única palavra que me vem
Me causa o querer e a vontade
de não querer saber mais nada.
Edson Ricardo Paiva.
Crônica sobre a Literatura Portuguesa
Herdaram o mito a poesia e o drama, são todas às experiências da humanidade, que se transformaram em literaturas curriculares ou grandes livros que são difundidos na forma do criacionismo. As experiências da humanidade são materiais da cultura dos povos, por meios descritos ou imaginários. Assim se fez o homem, a memória a fé a crença e as experiências até a morte. A morte leva o homem ao sufoco pelo clarão do fogo ou pela coroa d’água, mas não pelo entendimento. Não existindo a presunção da morte nem a passagem dela existe; o que existe é apenas o imaginário do inicio e fim e o “Meio”. Para a criação da carne existiu um diário imaginário contido em prazeres ilimitados com as experiências contadas em prosas e versos, poesias e dramas. Deus desfila a carne nas entrelinhas do imaginário anseio do homem, do êxtase o diabo, construído pelas circunstâncias naturais dos ciclos das vidas. Como pode o resto de eu compreender o a idade o meio e o fim de tudo! Como pudera eu morrer sem compreender as promessas das liquidações das contas! Como pudera...
Calçadas ao mundo.
Andamos sobre concreto, mas muitas vezes tropeçamos na própria indiferença. Calçadas que deveriam ser caminhos, setornam muros que se erguem sem aviso.
O cadeirante encontra barreiras, o cego tropeça no invisível, o idoso sente o peso do mundo que outros ergueram sem perceber.
Não é só pedra ou cimento, éfalta de olhar, de cuidado, de consciência.
O ego sobe alto, enquanto a empatia fica no chão.
Cada passo é responsabilidade, cada gesto é construção. Não fique esperando só pela prefeitura da sua cidade. Seja você a pessoa que fará a diferença, será que você vai esperar
Seu filho, sua mãe ou alguém que você ama sofrer para fazer a calçada acessível?
UM POUCO DE MIM
Certa ocasião escrevi sobre a morte e reportei que a mesma era uma questão de opção. Na mesma senda, nossa vida também é repleta de oportunidades. Hoje, dia que para mim é como qualquer outro, apesar de estar encerrando mais um de tantos ciclos, reflito o que consegui conquistar e, sem qualquer sombra de dúvidas, primeiramente, a dignidade de estabelecer objetivos: escolares, familiares, fraternais, amorosos, de trabalho, projetos, enfim, aquilo que dependa de mim. Não me entendam como uma “mônada” isolada, que se julga capaz de conquistar o universo tateando sozinho na sua escuridão. Bem certo de que a solidão nos remete à reflexão, entretanto, as ações que mais nos permitem a evolução são aquelas que envolvem objetivos e ensinamentos coletivos. Apesar de ter o rótulo do filho mais folgado, nem sempre as coisas foram fáceis, ao que agradeço às orientações deixadas por meus pais, exemplos de superação, sonhos e realizações. Comparadas às provações que a vida lhes apresentou, deveria dizer que não tive sequer um grão de areia como obstáculo, em face do deserto pelo qual os mesmos tiveram que superar. Para tanto, família, trabalho, obstinação e amor, auxiliaram a matar a sede para a travessia. Aliás, quem caminha sedento e, a conta-gotas, com paciência e obstinação, vai buscando energias para chegar ao oásis, bem sabe que este é um caminho sem fim. Ao longo desse intervalo terreno, muitas situações inusitadas já passei. Várias “picadas” foram abertas nesse andar, muitas, deixando “grosseiras” provocadas por alguma aroeira no caminho. “Enxertos” desafiando as relações da própria natureza, como dar uma mãe (“Vaca Chaleira”) a um terneiro órfão (Takamanakira). Outro dia conto mais sobre isso, com detalhes. A tarefa diária, antes do “colégio”, não era lá das mais admiradas para um guri de parcos anos de idade – nem se fale nos dias de geada -, contudo, ao mesmo tempo, mostrava avanços inexplicáveis naquela relação que nasceu resistente, usando-se, inicialmente, a força de “acessórios” como cordas (sogas), maneias e palanques, até que um simples acompanhar daquele ritual mágico, se transformava em uma bela cena de total adaptação e, porque não dizer, evolução.
Afinal evolução de quem?
Nesse caminho vi nascer flores dos braços de minha mãe que, a malho, ferro e fogo, cortava e moldava arranjos que, mais tarde, eu via desfilar em bailes nas cabeças e vestidos de muitas “moçoilas” de minha geração. De alguma forma, eram “essas flores” que garantiam a minha presença em alguns desses eventos festivos. Muitas outras flores e projetos vi enfeitarem a vida dessa “jardineira”, o que daria um livro que não me atrevo a, sequer, principiar. O meu pai, por sua vez, altivo, nunca, jamais, me deixou sem amparo nos momentos mais difíceis que a adolescência insistia em “me aprontar”, mesmo acidentes que envolviam alguma “remontagem” material. Sabe-se lá se eu teria ou terei com meus filhos a mesma tolerância. Caso eu falhe, certamente, não estarei seguindo as diretrizes que me foram confiadas.
Seguimos lutando para vencer cada obstáculo!
Aos meus amados irmãos, agradeço a conjunção de esforços, de todas as formas: física, espiritual, material, emocional etc. Até mesmo às acaloradas brigas, onde sempre levava a pior, pois os “cascudos” vinham em cascata, dos maiores até o menor - no caso - eu mesmo! Aprendi muito e, como já ouvi dizer, vivi na “folga” em relação a muitos percalços ou carências que talvez tenham tido mais do que eu. De qualquer sorte, mais “liso” ou não, tenho a convicção de que fui “curtido” nessa santa troca de cumplicidade, desde as “pescarias” capitaneadas pelo pai, onde eram transformadas em “engenharias de aramados” que acabaram “tramando” homens de verdade! Obrigado a todos vocês: Pai, Mãe e meus Irmãos!
A lição disso tudo: “cultura”! Tanto a do cultivo da terra quanto do campo das letras; em ambas a arte da semeadura, da plantação, do cuidado, do controle das pragas e das rezas elevadas ao alto.
Graças aos exemplos que tive, sempre traduzo cultura como forma de comunicação, não só através de um modo eloquente e rebuscado, mas aquele em que se adapta ao meio onde estejamos, permitindo que haja entendimento: desde um diálogo com um heroico peão de estância, até o mais refinado desembargador em algum tribunal desse país.
Com essa “grande bagagem”, tive o alicerce seguro para sair de casa aos 14 anos, morar “sozinho” com meus irmãos, saindo dos braços de um lar, buscando um horizonte que dependesse somente de mim. Saído de uma escola onde a religiosidade era o mote central para a realidade de uma escola pública que, logo em seguida, emendei com o sonho de uma faculdade de direito, também pública.
Os amigos: onde teriam estado? Em tudo que me move! Os verdadeiros! Os de ocasião, nem os contaria!
Claro que nominá-los seria um desrespeito! Entretanto, a força motivadora desse laço extenso e infinito que se chama amizade é uma das insuperáveis demonstrações da presença de um Ente Supremo.
O mais incrível de tudo isso é que olho para as décadas que passaram e tenho a alegria de registrar que muitos amigos, de longa data, permanecem no meu convívio diário, que distância ou tempo nenhum separam. Outros tantos, agregaram-se nesse rol com uma intensidade que os coloca como partícipes das amizades que parecem transpor nossa própria existência terrena.
Até mesmo aqueles que partiram para o oriente eterno, tenho sempre vivas as lembranças boas e até passagens tragicômicas, que me fazem rir da vida quando ela nos apronta!
Acadêmicos, colegas de aula, colegas de especialização, de mestrado, colegas de trabalho etc. Nossos rastros ficaram vivos em cada lugar que passamos.
Aqueles que, eventualmente, não consegui agradar, tenham em mente que nunca tive como desiderato de vida fragilizar a vida dos outros, nem mesmo em pensamento.
Toda discussão que envolve rotular as pessoas procuro passar ao longe, pois sou adepto da discussão de ideias e não de preconceitos!
Porém, na lição de Confúcio, em os Anacletos, um aprendiz indagava ao mestre: uma injúria se paga com uma boa ação? Ao que o mestre respondeu: uma injúria se paga com retidão, afinal, com o que se pagaria, então, uma boa ação?
Nesse contexto, faço breve conexão sobre o perdão, que é algo salutar, em certa medida. Todavia, o perdão reiterado pode significar conivência, acabando por ceifar uma oportunidade daquele que necessita alguma evolução.
Aos meus filhos, não vou dedicar muito do que aqui escrevo, pois espero registrar a cada dia minha gratidão em gestos de amor e de carinho, que nos fortalecem para seguir empreendendo nessa aplicação Divina, cuja rentabilidade pode não dar inveja aos economistas mas me tornam uma pessoa repleta e muito rica: riquíssima!
Enfim, já plantei árvores, já escrevi livros e tenho meus amados filhos!
Com franqueza e escusas pelo lugar comum, minha maior ambição é a velha máxima popular de continuar agregando vida aos anos e não anos à vida!
Certa ocasião, em algum tempo dessas “décadas”, escrevi:
“Meu único amor
é amar ter muitos amores
este é o meu jeito de ser
‘eta’ jeitinho danado
me arrumou mais você”.
Clamo que não me entendam mal sobre o sentido de amor acima referido, pois deve ser entendido na plenitude que o amor merece.
Faz tempo que escutamos - e acreditamos - em “tempos modernos”, bem decifrados pelo poeta Lulu Santos. Contudo, se faz necessário impulsionar, na realidade, “um novo começo de era, de gente fina elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não...”.
Assim, com o “tempo voando e escorrendo pelas mãos”, vou encerrando esse pensar comigo mesmo, que ouso dividir com todos que me acompanham ao longo desses anos.
Espero, sinceramente, tenham servido para abrandar as arestas e imperfeições que tenho, nessa luta diuturna para tentar mitigá-las, para me tornar, cada vez mais, digno de conviver com pessoas tão especiais como vocês.
Obrigado a todos, TODOS MESMO, que me permitiram refletir para um sentido e para um sentimento, que ele seja: EVOLUÇÃO!
Alfredo Bochi Brum
Demagogia sobre o que pensa quem oferece um prato de comida;
O que é um prato de comida?
Primeiro dia diz; necessitado
Segundo dia; coitado
Terceiro dia; compreendo
Quarto dia; acomodado
Quinto dia; abuso
Sexto dia; preguiça
Sétimo dia; invasão
Um mês depois; usocapião
✍️ Nunca delegue os cuidados sobre si mesmos a ninguém, isso é Amor Próprio e Auto Estima saudável. Quando esperamos cuidados de outras pessoas, já adultos, há sempre um Amor Próprio maculado oculto.
Quando alguém se propõe a cuidar de outras pessoas sem interesse a cobrança será inevitável. E quase sempre há um interesse maculado de amor.🕉️🦋🌹❤️💌
Sabe gente,
eu tenho lido por aí, muito textos sobre ingratidão. E devo dizer que eu também, muitas vezes já escrevi. Mas também já postei aqui, textos em que eu dizia que se tivesse que fazer por uma pessoa tudo que já fiz, mesmo sem retribuição, eu faria. Faria sim!
Se eu tiver que doar a minha atenção, o meu tempo e o meu coração. Com certeza faço tudo novamente.
Mesmo que a pessoa um dia esqueça de tudo que eu já fiz por ela. Mesmo que não venha da parte dela, à gratidão.
De coração, eu faria! (Sem hipocrisia).
Porque sempre tem uma razão, mesmo que a gente desconheça. Mesmo as vezes ficando com o pé atrás, porque não somos perfeitos em nada.
Pois quem pede é o nosso coração.
E como nada é em vão...
Deus sempre recompensa aquele que faz o bem pelo seu irmão.
Nada é perdido!
E como na vida, tudo que vai, volta. A gente sempre acha alguém que também baterá na nossa porta quando precisarmos, assim como já aconteceu comigo.
Então, não tenha receio em fazer a sua parte. Reparte o seu coração quando for preciso.
"À medida que o ocaso do ano se aproxima, somos convocados a refletir sobre a jornada percorrida. O tempo, inexorável e fugaz, nos apresenta a oportunidade de avaliar os ciclos que se encerram e os que estão por vir. É um momento de introspecção profunda, em que podemos contemplar os acertos e desacertos, as conquistas e as derrotas, as alegrias e as lágrimas.
Neste limiar entre o fim e o começo, somos instados a fazer um balanço da nossa existência. Quais foram os propósitos que nos guiaram? Quais foram os sonhos que cultivamos? Quais foram as escolhas que fizemos? E, mais importante, quais são as lições que podemos extrair dessas experiências?
A passagem do tempo é um convite à reflexão, à autoanálise e ao autoconhecimento. É um momento para questionar nossos valores, nossos objetivos e nossas prioridades. É um momento para nos reconectar conosco mesmos e com o mundo ao nosso redor.
À medida que encerramos um ciclo e nos preparamos para abrir outro, somos chamados a renovar nossos propósitos e a redefinir nossos caminhos. É um momento de esperança e de renovação, em que podemos reescrever nossa história e criar um futuro mais alinhado com nossos sonhos e aspirações.
Que possamos aproveitar essa oportunidade para refletir, aprender e crescer. Que possamos encontrar a sabedoria para discernir o que é verdadeiramente importante e a coragem para seguir em frente com determinação e propósito. Que o novo ciclo que se aproxima seja um tempo de bênçãos, de realizações e de crescimento para todos nós."
Que a força da vida seja bênção constante sobre cada ser humano.
Que cada amanhecer traga edificação, crescimento e luz, moldando a essência para dias melhores.
Que a rotina não seja peso, mas caminho de vitória, onde a esperança floresce e a paz se estabelece.
Que o coração se fortaleça em bondade, e que a vida vivida seja testemunho de amor, fé e superação.
Que cada passo seja guiado pela sabedoria, e cada escolha seja semente de prosperidade.
Que dias melhores não sejam promessa distante, mas realidade diária, presente em cada gesto e em cada respiração.
Permitam-me compartilhar algumas palavras sobre este dia.
Não se trata de religião, mas do que representa uma estrela em nossas vidas: um objetivo a ser alcançado. Assim como foi para os magos, trata-se de um propósito que importa, que faz diferença — um objetivo de luz, que traz coisas boas, que é universal, que nos eleva, a nós e à nossa equipe.
É um momento para se importar com a dor do outro, para refletir, retomar as energias, estar com a família — que, durante boa parte do ano, se sacrifica e torce pelo nosso sucesso. É tempo de ajudar os mais frágeis ao nosso redor.
Este é um momento especial do ano. Desfrutem de tudo: dos presentes, das guloseimas, dos amigos. Mas, principalmente, sintam o Espírito Santo ou o espírito de Natal.
Dedique alguns instantes a si mesmo e ao agradecimento. A gratidão é sagrada.
Feliz Natal!
Um versículo bíblico muito usado para falar sobre amizade, inimigos e aprendizado espiritual é estes:
Provérbios 27:17
“Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu amigo.” Fala sobre amizades verdadeiras que nos fortalecem e nos fazem crescer.
Mateus 5:44
“Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.” Ensina que até os inimigos têm um papel no nosso crescimento espiritual.
Provérbios 19:20
“Ouça os conselhos e aceite a disciplina, e no fim você será sábio.”
Romanos 8:28
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.”
Jesus sempre ensinou que o caminho da vida é amar e perdoar. Mas não entenda perdão com andar contigo, abraçar você, e festejar com você.
Jeremias 17:5
“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem,
que faz da carne mortal o seu braço
e aparta o seu coração do Senhor.” Esse versículo ensina que colocar a confiança total nas pessoas, e não em Deus, leva à frustração espiritual.
Salmos 1.1
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios,
não se detém no caminho dos pecadores,
nem se assenta na roda dos escarnecedores.” Aqui Deus alerta sobre más influências, zombaria e pessoas que desprezam princípios.
Um versículo bíblico muito usado para falar sobre amizade, inimigos e aprendizado espiritual é estes:
Provérbios 27:17
“Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu amigo.” Fala sobre amizades verdadeiras que nos fortalecem e nos fazem crescer.
Mateus 5:44
“Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.” Ensina que até os inimigos têm um papel no nosso crescimento espiritual.
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