Texto sobre Voce Mesmo
Escrevo sobre autoconhecimento, espiritualidade e as transformações silenciosas da consciência. Acredito que toda dor é um chamado à evolução e que escrever é um modo de iluminar o caminho de si mesmo. Sou pausa e movimento. Escrevo para lembrar à alma o que ela já sabe, mas que o ruído do mundo a fez esquecer.
No original, a ideia de “cansados” não fala apenas sobre alguém sem forças fisicamente. Fala sobre pessoas sobrecarregadas por dentro, pressionadas emocionalmente e esmagadas pelo peso da própria vida. Jesus não estava oferecendo apenas descanso para o corpo. Estava oferecendo alívio para almas que já não conseguiam continuar sozinhas. Porque existem cansaços que o mundo não percebe… mas Deus percebe. E às vezes somos nós. Tentando permanecer fortes para todo mundo… enquanto a alma já está pedindo descanso há muito tempo.
O Salmo 23 nos diz que há unção que é derramada sobre a cabeça da ovelha, representa a restauração da autoridade espiritual, através do Espírito Santo em um verdadeiro avivamento. Demonstra uma provisão espiritual, capaz de satisfazer o desejo por uma espiritualidade que faz transbordar o cálice: restauração e restituição!
O Natal não é sobre luz ou esperança; é o inventário anual da falência moral. É o momento em que a sociedade confunde o vazio existencial com o vazio debaixo da árvore, tentando preencher com compras e excessos o buraco deixado por uma vida que, no fundo, não tem propósito algum além do consumo.
Quando alguém encontra Deus, sua vida se firma sobre rocha sólida. O coração descansa como criança nos braços da mãe. Tudo muda de lugar: aquilo que parecia enorme perde importância, e só Deus se revela verdadeiramente grande. A quem encontra Deus acontece como a quem ama pela primeira vez: corre, voa, sente-se renovado. As dúvidas continuam na superfície, mas no fundo da alma reina a paz. Já não importa tanto a situação exterior. O essencial é isto: Deus está presente. Deus é Deus.
Eis que eu me questionava o que é a vida então? A vida é uma ponte suspensa sobre o abismo do desconhecido. O seu escultor é o tempo inerente das passagens, de quem parte sem bagagem no último trem da existência. A memória é um jardim de folhas douradas, do verde que já é passado. A esperança é uma estrela distante. O amor é uma constelação errante que brilha a cada instante. A consciência é um farol na neblina, só se pode ver a pouca luz que ilumina. O destino é um rio subterrâneo, que nos leva e nos trás, nos dá e nos tira. A saudade é um oceano sem margens, que transborda em nossas almas. A existência é uma chama exposta ao vento, que trás alegria ou sofrimento. Mas sejamos amenos. O tempo recolhia as flores do verão e a madrugada abriu lentamente suas pálpebras. Na terra, uma montanha carregava segredos milenares, enquanto a chuva escrevia cartas sobre os telhados. O tempo carregava confidências antigas sussurradas em silêncios. A memória chamava meu nome, e eu seguia esquecida de mim. O crepúsculo despia seus mantos dourados na eternidade silente. O perfume da existência se vestia da voz aveludada do vento, que tinha o sabor cristalino da esperança. O silêncio azul da madrugada ouvia a melodia prateada da chuva. Ao amanhecer, a claridade macia da paz se fez nos jardins floridos, e se sentia o aroma luminoso dos lírios. A doce tristeza da saudade era o brilho perfumado das lembranças. E eu construia minha morada entre a luz e a sombra. E entre o ruído e o silêncio eu encontrei sentido, pois o princípio e o fim habita a existência. A luminosa escuridão da alma divagava no silêncio que gritava na paz inquieta dos sábios.
No original hebraico, Gideão não estava apenas falando sobre sua posição na família. Ele estava revelando a forma como enxergava a si mesmo. Quando Deus o chamou para liderar, sua primeira reação não foi coragem. Foi insuficiência. Gideão acreditava que havia pessoas mais preparadas, mais capazes e mais importantes do que ele. Por isso sua resposta carrega um peso tão humano. Porque muitas vezes o maior obstáculo não está diante de nós. Está dentro de nós. E às vezes somos nós. Diminuindo aquilo que Deus pode fazer... porque não conseguimos enxergar valor em quem nos tornamos.
Hoje, ao refletirmos sobre o passado, nos deixamos envolver por lembranças de músicas, pessoas, filmes e novelas que marcaram nossas vidas. É comum achar que os momentos bons não se repetirão, mas, na verdade, isso é apenas uma ilusão da nossa mente. Na realidade, nada mudou; seguimos sem apreciar o presente e, com o tempo, lembramos dele como se fosse perfeito no futuro!
"A mãe é o primeiro solo sobre o qual a vida floresce. E, assim como a árvore nunca se desvincula completamente da terra que a nutriu, os filhos carregam consigo, por toda a existência, sinais visíveis e invisíveis daquela que lhes deu a vida. Mesmo quando ela já não está ao alcance dos olhos, continua presente nas profundezas do ser, como a raiz que sustenta a árvore sem jamais aparecer."
Em algumas situações, Jesus primeiro vai te fazer andar sobre as águas bravias, para depois acalmar a sua tempestade, Já em outras ele vai dormir tranquilamente na poupa do barco enquanto o barco se enche de água esperando você acordá-lo, porém em ambas as situações é necessário ir até ele"
O chamado Divino não é sobre o que carregamos no bolso, mas o que carregamos no espírito. A coroa - a graça - aquela plenitude foi do agrado do Pai que N'Ele habitasse para ser impartida em nós. Por isso deixe as pessoas competirem com você - você não entre em competição com elas. Elas estão perdendo tempo. Apenas conheça o teu horário da oração do dia e da madrugada - conheça apenas teu tempo de busca. Aqueles que buscam competição com você estão a perder seu Lembre-se sempre: quando você carrega a Graça não precisa entrar na disputa de coisa alguma. Não busque troféus nesta terra, nem valorização nesta terra. Graça é Graça. Se ninguém te reconhecer na sua própria terra, vão te reconhecer na Europa, na Ásia. Se teu chamado for para a América existe uma localização exata para o seu ministério.
hoje é dia da Palavramiga e o sapinho mochileiro Gabiróba reflete sobre o tempo, talvez por ser hoje o dia do descobrimento do Brasil. Como o tempo voa, quando estamos cheios de alegrias e felicidades e conquistas, quando estamos sendo e vivendo o melhor de nós e até deixa a impressão que temos tempo para tudo e somos donos de todo tempo do mundo. Mas, quando as coisas não vão muito bem já começamos reclamar do tempo e ficamos com a sensação que não dá tempo pra nada e que os outros tem mais tempo que nós. Mas a questão é que alguns podem ter mais dinheiro que outros, mais saúde talvez. Mas o tempo é igual para todos, use bem o seu tempo...e sempre terá tempo para fazer o bem. Gabiróba, o sapinho viajante decidiu que sempre é tempo se seguir em frente...e seguiu...pulando e cantando alegremente.
Construir sobre a terra alheia é aceitar que o dono pode mudar as regras a qualquer momento. A autonomia não está em ter acesso, está em possuir a origem. Quem não controla a fonte do seu sustento está sempre à mercê do vento. A liberdade começa onde a rastreabilidade se instala. Protocolo Hidra
A aurora derramava sinos líquidos sobre os jardins do horizonte. Eu me via cada vez mais longe. O silêncio demorava lentamente os excessos do tempo, que era farto alimento de futuro. As sombras vestiam túnicas de safira e esquecimento. Era um momento solene. A memória recolheia as estrelas caídas da noite e o vento levava nas mãos invisíveis o aroma das distâncias. Eu buscava um equilíbrio de constância na lua bordada de rendas de prata nos cabelos da noite. Eu observava com atenção e muito pouco entendia, mas sentia que me desfazia de antigos olhares suspensos no pôr do sol. O céu repousava sua melancolia sobre as sombras da montanha e eu não me entristecia. Seguia alegre e minha única tristeza era saudade. Saudade do que vivi ou saudade do que sonhei. Mas foi intenso e o meu ser não se bastava. Como as mãos não se entrelaçavam havia uma dor lilás em meu peito. Mas faz sol e o dia convida à produção, velhas sementes plantadas no chão no ensejo de se fazer comunhão e eu beijava o altar e murmurava orações na transcendente vontade de ser o agora espiritual, embora tão pouco sei, de Deus e desse ser celeste que povoa meus olhos de anil. A primavera chegou e florescem lírios, açucenas, begôneas, girassóis. As flores de maio em seu resplendor se colorem com cores variadas, roxas, rosas, brancas, laranjadas. A saudade é uma flor fora de estação. Talvez seja outono e eu me entretenho em varrer flolhas douradas que numerosas pousam na terra verdade. A saudade é a nossa busca de sentido na vida. É mais fácil eleger uma pessoa amada do que reconhecer que dentro de nós mora um pouco de nada. E no vazio buscamos mil respostas ao amanhecer. E reconhecemos que não somos completos e ainda assim somos capazer de amar e ser feliz. É o que a poesia diz. Mas andemos ligeiros, pois o tempo passa sorrateiro e apaga as fotos antigas e esquecemos na face que muda o ser que se julgava especial. Envelhecemos. E o tempo passa mais rápido. Ser feliz é, então, uma urgência, se os minutos se esvaem nos traços de nosso rosto, no modelar de um novo corpo. O destino escrevia caligrafias de fogo nos mapas da eternidade. A saudade florescia em flores amarelas e ausentes. Seja feliz no presente.
Não adianta o ano ser novo se ainda teimamos viver o espírito velho! Que possamos refletir sobre o nosso eu,nossa alma,nossas atitudes,nossos sentimentos...O ano só será novo se mudarmos nossas mentes e atitudes diante da vida e ŕdos obstáculos Qua haja mudanças em nosso interior e esta refletirá na vida cotidiana para o nosso bem.Que venha o ano novo e que ele realmente se NOVO...É nós também.
Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.
Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.
Vivemos em uma época, muito conturbada com um excesso de informações sobre muita coisa. No entanto, entre verdades, mitos e mentiras disponibilizadas na rede internacional de computadores, a internet global alguma coisa fica mas a grande maioria se desfaz em pouco tempo, pelos próprios absurdos que elas são. Com isto a humanidade, fica cada vez mais órfã de sabedoria diante da super poluição mental e visual de desinformações, que nos afastam para o crescimento, resgate e o avanço tecnológico que o planeta e a humanidade consciente, tanto precisa.
Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.
Gosto de ver os estudos sobre as neurodivergencias dentro da nova realidade contemporânea, dissolvendo toda a antiga e tradicional oposição, entre a ciência e a fé. Evidenciando seus pontos de identidade e a semelhança da sua busca para uma explicação e por seguinte uma melhor compreensão do mundo e da vida humana. Incorporar a contribuição de vários estudos Interdisciplinares da mente, da consciência e do espirito, nos diversos modos de conhecimento. Com um foco central e especial na ciência, na saúde, na psicossomática, na psicologia comportamental e na psicanalise, por meio das artes, ciências das curas e terapias holísticas, ciências sociais embebidas de colaboração, afetividade e espiritualidade.
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