Texto sobre Voce Mesmo

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Ao cabo de muito refletir sobre a justiça das coisas, não chego a compreender como é que uns ainda no ventre da mãe estão destinados a serem felizes por toda a vida, ao passo que outros são atirados para a roda e só conhecem tribulações durante todo o tempo que se demoram por este mundo de Cristo! E, entretanto, a vida é isto, e às vezes até qualquer imbecil é protegido pela sorte.

A sociedade não pode existir, a menos que haja um poder controlador sobre o apetite e a vontade. Quanto menos desse poder existir internamente, mais deverá ser imposto de fora. Isso está ordenado na eterna constituição das coisas: que homens de mente imoderada não podem ser livres. Suas paixões forjam seus grilhões.

Durante muito tempo, o debate sobre pessoas com deficiência foi limitado ao campo da assistência. Hoje, precisamos ampliar essa conversa para os espaços de inovação, comunicação e tomada de decisão. A diversidade de experiências é uma das maiores fontes de criatividade que existem, e quando pessoas com deficiência participam de forma ativa desses processos, não estamos apenas promovendo inclusão, estamos ampliando as possibilidades de futuro.

São Pedro(Apóstolo Pedro) o Apóstolo de Cristo ensinava sobre a servidão do pecado, mas mantinham os ritos das obras da Lei(Torá) e São Paulo(Apóstolo Paulo de Tarso) ensinava sobre a servidão espiritual que é mais profunda e que escraviza pela Torá e pelas demais religiões ou espiritualidades pagãs os devotos, e que a Graça(Gnose) de Cristo é a que liberta de tudo, inclusive da igreja e do sistema judaico-cristão Sionista de Israel, essa última que quase nenhuma igreja prega.

⁠As más conversações são como uma diarreia verbal, na qual um indivíduo derrama sobre o outro todo o lixo que não foi capaz digerir. Assim como utilizamos os nossos cinco sentidos para analisar um alimento antes de o ingerirmos, se faz necessário fazer uso do discernimento espiritual, durante determinados assuntos e aprendizados. Contudo, a Bíblia nos compara a vasos de barro que escondem tesouros espirituais, não à vasos sanitários.

354🙏🌹Quando exercitamos a paz, o perdão, o amor e cultivamos a luz sobre nossas vidas, fazendo o bom uso de nossas ações trilhando sempre no bom caminho, buscando sempre a justiça divina com resignação de tudo que vivemos confiando na luz suprema no criador, temos a blindagem que nos protege contra o mal que nos perseguem no dia a dia tentando nos sugar para regiões trevosas e a oração nos dá equilíbrio espiritual necessário para continuarmos no exercício da fé...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

Deus está agindo sobre mim !!! Meus pensamentos e obcessões ... Ele é meu psicologo e meu horizonte..sou seu aprendiz, muda-me, vou ser feliz como sempre fui .. cada minuto de reflexão me convenço mais, que sou capaz de não sofrer e vou conseguir.. tudo tem seu tempo, tudo tem um sentido e se pode fazer por que não fazer ? Se nunca foi assim, por que deixar que assim continue..e hoje é o grande dia de mudar.. voltar a ser o que sempre foi. Ainda tenho tempo, espero, mas tempo é vida e para ser vivida com felicidade e discernimento de suas ações, fazendo coisas que tragam prazeres bons para todos, e assim fazer que os seus momentos sejam sempre de pura felicidade e assim será !!!

O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.

Reconhecemos que existem diversas limitações, porém, quando nos for questionado sobre a razão de não termos concluído uma tarefa, não devemos apresentar desculpas. Em vez disso, devemos buscar soluções, recorrendo ao apoio dos demais, pois nenhum trabalho em equipa é realizado individualmente.

Em tempos de pandemia cabe repensarmos sobre quem somos e de que forma estamos vivendo: como agregadores ou como destruidores? O Universo tem sua dinâmica própria, tal como o Planeta Terra, que independe de nossa existência. Lembremos que apenas fazemos parte da Natureza e não estamos acima dela, assim como os demais organismos, desde a mais simples colônia de fungos e bactérias. Não somos superior a "Gaia", pelo contrário, dela dependemos, do ar, da água, da terra, do fogo, dos minerais e todo alimento que ela produz. A espécie humana carece refletir urgentemente acerca do que tem feito da sua própria "casa". Uma hipótese, partindo da Teoria da Seleção Natural, é de que esse sistema ecológico tão rico e complexo está buscando alternativas de reequilíbrio e autorregulação frente ao excesso populacional, já somos mais de 7 bilhões, há tempos sobrecarregando os recursos naturais, devastando florestas, poluindo rios, lagos, exagerando no consumismo, produzindo montanhas de lixo, etc. As mudanças climáticas estão cada vez mais intensas e desajustadas, os ciclos irregulares. Até quando vamos tratar conservação e consciência ambiental como algo menos importante se é o que precisamos pra sobreviver? Se nós enquanto espécie somos tão egoístas a ponto de não sabermos preservar, então que ela mesma (mãe natureza) se regenere e faça o que for necessário.

O ser humano moderno proclama força, mas organiza a existência sobre alicerces frágeis: depende de dispositivos, oscila no íntimo, mendiga validação e evita a própria solidão. Teme a morte a ponto de esvaziar a vida — protege-se tanto que já não vive. Recusa o frio da realidade, tratando a lucidez como ameaça. E, assim, prefere a fantasia da invulnerabilidade — confortável, negociável — à verdade incontornável: a fragilidade não é falha, é condição. Negá-la não fortalece; apenas afasta do que se é.

⁠Pensando bem, a perfeição não existe e a quase perfeição também quase não existe. Refletindo sobre isso, percebo que a perfeição é um conceito ilusório, e a quase perfeição também é difícil de ser alcançada. Será que o quase perfeito é apenas uma forma de imperfeição? Logo, a perfeição pode ser vista como a imperfeição que existe entre eu e você.

Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.

Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.

⁠O mundo moderno é o produto de uma inversão, da vitória ao menos provisória do profano sobre o sagrado, ele surge de uma ruptura do laço que mantinha o homem unido ao além do homem, ao homem unido ao supra-humano, laço que humanizava e cujo o rompimento tem por consequência seu recuo aos níveis inferiores do ser e que assim cai em camadas mais densas de esquecimento de sua verdadeira natureza e também um sinal que a sociedade irá se esquecer dele, o homem moderno se encontra obstruido do divino, do fundamento do touro e ele se encontrar marginalizado, esquecido, traído, tratado como um boi no pasto que se orgulha da sua miséria,o mais delicioso ser para o abate.

O vento não sabe para onde sopra, e as nuvens, essas viajantes indecisas, vagueiam sobre montanhas que já nasceram velhas. Gigantes caminham por um mundo pequeno demais para seus passos, deixando marcas que se confundem com vales. Os moinhos giram, mas quem move a pedra? A ampulheta de areia farinha mede tempo que não existe, enquanto um girassol, tolo e fiel, dança para um sol que nem sempre comparece. Sobre tudo isso paira um corvo de asas coloridas, único espectador que entende a piada: vivemos presos a rodas que inventamos, a contadores que esvaziamos, a gigantescas ilusões de grandeza dentro de horizontes que cabem na palma da mão.

Gosto de me debruçar sobre biografias daqueles que criaram caminhos... Que fizeram e fazema diferença, se colocando como agentes de transformação de realidades - com a certeza de que o pódio é um lugar chamado dignidade, honradez... Que fazem do propósito - que é dado por Deus - a base primeira dos seus sonhos.

No original grego, Paulo não estava falando sobre uma vida sem fracassos. Ele estava olhando para tudo o que viveu e dizendo que não abandonou a fé no meio do caminho. Houve perdas, rejeições, lágrimas e momentos em que continuar parecia mais difícil do que desistir. O combate não era contra pessoas. Era contra o desânimo, o medo e tudo aquilo que tentava roubar sua esperança. Porque existem batalhas que ninguém vê. Feridas que ninguém conhece. E às vezes somos nós. Tentando continuar em pé por fora... enquanto por dentro já estamos travando uma guerra há muito tempo.

Jesus não estava falando apenas sobre aprender algo novo. A palavra usada aponta para uma verdade que revela, confronta e transforma. Porque muitas vezes não estamos presos ao que aconteceu conosco, mas ao que carregamos desde então. Culpas que não soltamos, feridas que escondemos e dores que aprendemos a disfarçar. A verdade liberta porque ela traz à luz aquilo que passamos anos tentando esconder. Porque existem prisões que não têm grades. E às vezes somos nós. Parecendo livres diante de todos... enquanto por dentro ainda estamos presos ao que nunca conseguimos enfrentar.

Quando perguntam sobre a escravidão respondo sem hesitar, jamais acabou, continua existindo, apenas foi "democratizada"; hoje as senzalas são individuais, navios negreiros atravessam ruas, grãos ainda são a base da alimentação e as únicas mudanças: os escravos seguem voluntariamente aos trabalhos, são de todas as etnias e acreditam realmente que são livres. São miseráveis "guerreiros do pedaço de pão".