Texto sobre Voce Mesmo
O chamado Divino não é sobre o que carregamos no bolso, mas o que carregamos no espírito. A coroa - a graça - aquela plenitude foi do agrado do Pai que N'Ele habitasse para ser impartida em nós. Por isso deixe as pessoas competirem com você - você não entre em competição com elas. Elas estão perdendo tempo. Apenas conheça o teu horário da oração do dia e da madrugada - conheça apenas teu tempo de busca. Aqueles que buscam competição com você estão a perder seu Lembre-se sempre: quando você carrega a Graça não precisa entrar na disputa de coisa alguma. Não busque troféus nesta terra, nem valorização nesta terra. Graça é Graça. Se ninguém te reconhecer na sua própria terra, vão te reconhecer na Europa, na Ásia. Se teu chamado for para a América existe uma localização exata para o seu ministério.
hoje é dia da Palavramiga e o sapinho mochileiro Gabiróba reflete sobre o tempo, talvez por ser hoje o dia do descobrimento do Brasil. Como o tempo voa, quando estamos cheios de alegrias e felicidades e conquistas, quando estamos sendo e vivendo o melhor de nós e até deixa a impressão que temos tempo para tudo e somos donos de todo tempo do mundo. Mas, quando as coisas não vão muito bem já começamos reclamar do tempo e ficamos com a sensação que não dá tempo pra nada e que os outros tem mais tempo que nós. Mas a questão é que alguns podem ter mais dinheiro que outros, mais saúde talvez. Mas o tempo é igual para todos, use bem o seu tempo...e sempre terá tempo para fazer o bem. Gabiróba, o sapinho viajante decidiu que sempre é tempo se seguir em frente...e seguiu...pulando e cantando alegremente.
Construir sobre a terra alheia é aceitar que o dono pode mudar as regras a qualquer momento. A autonomia não está em ter acesso, está em possuir a origem. Quem não controla a fonte do seu sustento está sempre à mercê do vento. A liberdade começa onde a rastreabilidade se instala. Protocolo Hidra
A aurora derramava sinos líquidos sobre os jardins do horizonte. Eu me via cada vez mais longe. O silêncio demorava lentamente os excessos do tempo, que era farto alimento de futuro. As sombras vestiam túnicas de safira e esquecimento. Era um momento solene. A memória recolheia as estrelas caídas da noite e o vento levava nas mãos invisíveis o aroma das distâncias. Eu buscava um equilíbrio de constância na lua bordada de rendas de prata nos cabelos da noite. Eu observava com atenção e muito pouco entendia, mas sentia que me desfazia de antigos olhares suspensos no pôr do sol. O céu repousava sua melancolia sobre as sombras da montanha e eu não me entristecia. Seguia alegre e minha única tristeza era saudade. Saudade do que vivi ou saudade do que sonhei. Mas foi intenso e o meu ser não se bastava. Como as mãos não se entrelaçavam havia uma dor lilás em meu peito. Mas faz sol e o dia convida à produção, velhas sementes plantadas no chão no ensejo de se fazer comunhão e eu beijava o altar e murmurava orações na transcendente vontade de ser o agora espiritual, embora tão pouco sei, de Deus e desse ser celeste que povoa meus olhos de anil. A primavera chegou e florescem lírios, açucenas, begôneas, girassóis. As flores de maio em seu resplendor se colorem com cores variadas, roxas, rosas, brancas, laranjadas. A saudade é uma flor fora de estação. Talvez seja outono e eu me entretenho em varrer flolhas douradas que numerosas pousam na terra verdade. A saudade é a nossa busca de sentido na vida. É mais fácil eleger uma pessoa amada do que reconhecer que dentro de nós mora um pouco de nada. E no vazio buscamos mil respostas ao amanhecer. E reconhecemos que não somos completos e ainda assim somos capazer de amar e ser feliz. É o que a poesia diz. Mas andemos ligeiros, pois o tempo passa sorrateiro e apaga as fotos antigas e esquecemos na face que muda o ser que se julgava especial. Envelhecemos. E o tempo passa mais rápido. Ser feliz é, então, uma urgência, se os minutos se esvaem nos traços de nosso rosto, no modelar de um novo corpo. O destino escrevia caligrafias de fogo nos mapas da eternidade. A saudade florescia em flores amarelas e ausentes. Seja feliz no presente.
Não adianta o ano ser novo se ainda teimamos viver o espírito velho! Que possamos refletir sobre o nosso eu,nossa alma,nossas atitudes,nossos sentimentos...O ano só será novo se mudarmos nossas mentes e atitudes diante da vida e ŕdos obstáculos Qua haja mudanças em nosso interior e esta refletirá na vida cotidiana para o nosso bem.Que venha o ano novo e que ele realmente se NOVO...É nós também.
Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.
Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.
Vivemos em uma época, muito conturbada com um excesso de informações sobre muita coisa. No entanto, entre verdades, mitos e mentiras disponibilizadas na rede internacional de computadores, a internet global alguma coisa fica mas a grande maioria se desfaz em pouco tempo, pelos próprios absurdos que elas são. Com isto a humanidade, fica cada vez mais órfã de sabedoria diante da super poluição mental e visual de desinformações, que nos afastam para o crescimento, resgate e o avanço tecnológico que o planeta e a humanidade consciente, tanto precisa.
Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.
Gosto de ver os estudos sobre as neurodivergencias dentro da nova realidade contemporânea, dissolvendo toda a antiga e tradicional oposição, entre a ciência e a fé. Evidenciando seus pontos de identidade e a semelhança da sua busca para uma explicação e por seguinte uma melhor compreensão do mundo e da vida humana. Incorporar a contribuição de vários estudos Interdisciplinares da mente, da consciência e do espirito, nos diversos modos de conhecimento. Com um foco central e especial na ciência, na saúde, na psicossomática, na psicologia comportamental e na psicanalise, por meio das artes, ciências das curas e terapias holísticas, ciências sociais embebidas de colaboração, afetividade e espiritualidade.
Continuando sobre as antigas comemorações do 13 de Maio, e o 20 de Novembro, que existem contradições históricas via viés políticos se Zumbi, existiu ou não. Só sei que avisei ao meu saudoso grande amigo e mestre Darcy Ribeiro, que a cabeça escultórica colocada na Praça Onze no RJ via PDT, não era dele, pois segundo alegações ele era Banto e é sim uma replica escultórica de um príncipe Argelino ou Nigeriano, exposta originalmente e ate hoje, no Museu Nacional de Londres. Enfim, com poucas pesquisas e estudos sérios e avançados sobre os elementos da cultura afrodescendente no Brasil e a inconsistente programação politica tudo vale e aceitam o que a cultura estrangeira colonial, diz.
Sobre gravuras nas artes plásticas, existe uma antiga discursão acadêmica, sobre varias obras de grandes artistas e quanto seus valores. Para muitos, o que vale é a imagem gerada pela impressão e para outros o que vale é a matriz da qual elas foram tiradas. Isto acontece a vários anos, cito como exemplo as gravuras de Rembrandt Van Rijn (Leida, 15 de julho de 1606 – Amsterdam, 4 de outubro de 1669) que foi um pintor e gravurista holandês. As suas gravuras tiradas por ele no século XVII, tem um alto valor mas as tiradas das matrizes originais, pelos nazistas na década de 1940 tem valores irrisórios e muitas das vezes, maldosamente foram tiradas em papel ordinário. O que vale é a imagem ou a matriz.
Falando um pouco sobre as antigas publicações nas artes plásticas, entre livros, revistas, jornais e catálogos, onde apareciam ilustrações de gravuras, pinturas, esculturas e desenhos. No processo de diamagração das publicações, as imagens eram feitas por fotolitos e posteriormente acrescentadas por um editor, que não conhecia de fato as obras de arte. Sendo assim era muito comum, aparecerem fotolitos invertidos assim como medidas diferentes que não correspondiam ao tamanho original da obra. Por mais eram feitas por editoras conceituadas, mesmo depois de varias revisões antes da publicação de arte, os erros apareciam, da mesma forma em artigos de jornais e revistas sobre determinada obra.
A grande dificuldade acadêmica de um estudo fiável mais profundo sobre a cultura cigana ou melhor falando sobre a cultura Rom e Sintos consiste no dialeto universal do povo que é apenas oral não tem uma escrita formal. Sendo assim o Rom, romany, romans, ou romani sendo uma língua indo-ariana, originária do norte da Índia, falada pelo povo Rom e outros grupos ciganos na Europa e nas Américas. Este dialeto, é proveniente do grupo lingüístico indo-europeu do norte da Índia e do Paquistão, tais como o sânscrito, o prátcrito, o maharati e o punjabi. Hoje dentro dos estudos antropológicos modernos, correlacionam o dialeto Rom sendo originário do sânscrito e do punjabi falados no antigo continente Hindu, antes da separação que criou o Paquistão.
A lua derramava pérolas de silêncio sobre os jardins abandonados da memória. O crepúsculo bordava fios de cobre na veste fatigada do horizonte. As rosas aprendiam a morrer com a elegância das estrelas cadentes. A Via Láctea era um rio antigo escorrendo pelas veias da eternidade. O sol acendia incêndios de ouro no campo adormecido da manhã. As constelações floresciam como lírios luminosos no pomar do infinito. O tempo caminhava descalço sobre as pétalas frágeis dos instantes. A saudade possuía a cor violeta das últimas flores do verão. O vento carregava cartas invisíveis entre continentes de esquecimento. Os relógios mastigavam lentamente as migalhas douradas dos dias. A lua prata cantava sobre os ombros adormecidos da noite. As nuvens navegavam como cisnes errantes pelos mares profundos do firmamento. O amor distante era uma estrela cuja luz persistia mesmo após o desaparecimento do astro. O relógio da praça derramava minutos sobre as pedras antigas como folhas de outono levadas pelo vento. As constelações pareciam jardins suspensos florescendo nas varandas do infinito. O tempo possuía dedos pacientes que esculpiam ausências nas margens da memória. A saudade florescia entre ruínas douradas de verões esquecidos. As árvores erguiam orações verdes para as galáxias silenciosas. O sol escondia coroas de fogo entre os cabelos metálicos dos trigais. A lua era um espelho quebrado refletindo fragmentos dispersos da eternidade. As estrelas migravam lentamente pelo céu como pássaros de cristal atravessando oceanos invisíveis. O amor se afastou como um navio dissolvendo-se nas névoas dos séculos. O tempo derramava neve invisível sobre os jardins da juventude. Os relógios eram monges silenciosos celebrando a liturgia das despedidas. O vento recolhia pétalas dispersas dos calendários esquecidos. A aurora despertava sinos líquidos nos vales da esperança. As flores compreendiam aquilo que os homens raramente aceitam: toda beleza carrega em si a semente da partida. A Via Láctea brilhava como uma cor luminosa sobre a pele escura da noite. Enquanto os continentes dormiam sob mantos de sombra, as constelações velavam o repouso dos séculos. A distância estendia oceanos entre nossas mãos desencontradas. As rosas guardavam em suas pétalas o perfume de futuros que jamais floresceram. O céu escrevia poemas efêmeros com nuvens destinadas ao esquecimento. E eu permanecia imóvel sob o carvalho solitário, observando as estrelas nascerem uma a uma, como se cada luz distante fosse uma lembrança regressando dos confins da eternidade. O amor permanecia distante, mas sua luz continuava através da noite, como a luz antiga das estrelas. As flores caíam ao chão como cartas que a primavera já não podia responder. O tempo passava como um cervo branco atravessando a floresta da existência. As constelações observavam em silêncio os naufrágios do amor humano. A impermanência caminhava entre os jardinsvestida de outono na madrugada dos sonhos.
Desde a escola, aprendemos sobre guerras, conquistas, impérios, invasões, traições e disputas por poder. Decoramos nomes de reis, generais e governantes que mudaram o rumo da história através da força, do medo ou da dominação. Mas pare para pensar: quantas aulas foram dedicadas às pessoas comuns que salvaram vidas em silêncio? Quantas vezes nos ensinaram sobre aqueles que dividiram o pouco que tinham, que escolheram a honestidade quando a corrupção parecia mais fácil, que construíram pontes enquanto outros levantavam muros?
A pergunta não é por que ouvimos tanto sobre os vilões. A verdadeira pergunta é: será que estamos prestando atenção suficiente aos heróis que cruzam nosso caminho todos os dias? E mais importante ainda, quando ninguém estiver olhando, você está escolhendo ser parte do problema ou parte da solução?
A meditação sobre a cruz não é a simples lembrança de um patíbulo antigo, mas a revelação mais pungente da lógica divina, que o Amor, para ser completo, precisou do maior dos sacrifícios. Penso nas incontáveis glórias que adornavam a Divindade e na Sua voluntária renúncia a toda majestade, trocando o esplendor eterno pela fragilidade humana e, finalmente, pela dor do lenho ensanguentado, um ato de desprendimento tão radical que redefine o conceito de misericórdia. Não existe medida humana para calcular a profundidade desse abismo de Graça, é um amor que se fez ponte, custando a própria Vida, e que por isso exige, da minha alma resgatada, o tributo eterno.
A vida cristã não é sobre religiosidade vazia ou rituais sem significado, mas sim sobre a intimidade profunda e o relacionamento sincero de um filho com o seu Pai celestial, que nos acolhe incondicionalmente. A nossa morada, o nosso tesouro e o nosso maior desejo é a Sua presença, e o nosso coração se recusa a ser um templo silencioso, entregando-se como um altar vivo de adoração e serviço. Toda honra e toda glória pertencem a Ele, e a nossa jornada se resume em buscar o sobrenatural, permitindo que o Seu Mover nos consuma por inteiro.
"E eu poderia passar horas falando sobre cada detalhe seu que eu amo. Poderia passar dias só te beijando e abraçando. Ou semanas te agarrando. Poderia passar meses com você. Só com você. Te mimando, te agradando, te querendo. Mas a verdade é que eu poderia passar vidas, só te amando."
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