Texto sobre Sonhos
O poeta e os sonhos!
Estranho é tão estranho, nunca sai do meu canto, mas viajei entre prantos, em sorrisos, em outros portos aportei, numa viagem tão bela, estive em outras épocas, de um escravo sofrido bom amigo me tornei, viajei por entre mares, fui a tão lindos lugares, em guerras também passei, amei tantos lindos corpos, sofri por vários amores, belezas tanto as guardei, vesti corpos tão estranhos, matei roubei e fiz danos, amores eu propaguei, fui beato e muito incrédulo, de Deus, tanto eu duvidei, estranho o poeta é estranho, quando traz a sua pena e a molha em tintas faceiras, viajas como ninguém, foge das realidades, muda! E cria tanta coragem, o mundo não fica além, se quero voltar no tempo, abaixo meus pensamentos, visto um corpo e volto a um passado, onde posso ter reinado, ou ser mesmo um João ninguém, assim me dita a caneta, a pena que triste pena, voou e se foi além, mares e tantos lugares, em segundos, o rabiscar marca fundo, sou outro corpo a passar. Queria eu descrever, que o poeta tem a liberdade, não depende de passagem, viaja a bel prazer, se futuro ou passado, apenas um papel molhado, molhado de tinta, a se escrever! Assim viajo em outros mundos, sou amigo de um tudo, da morte a um bom prazer, poeta estranho poeta, assim queria aqui eu me descrever...
(Zildo de Oliveira Barros) 20/05/15 manhã
MULHER!
Sonhos lindos tu sonhastes nesta vida, em busca de amores seus, acordou de um pesadelo, em uma noite de breu! Nem estrelas e nem a lua, apenas um poema meu, que dizia simplesmente, a vida não lhe acolheu, dos amores passageiros, nem um rei e nem um plebeu! Apenas os tristes ais que o poeta escreveu...
(Zildo De Oliveira Barros) 25/06/13 12h39
Classificados
Vendo sonhos
Vendo amores
Vendo inspirações
Vendo sorrisos
Vendo gargalhadas
Vendo você me vendo
Vendo ideias
Vendo inquietações
Vendo agonias e aspirações
Vendo céus poéticos
Vendos luas e nuvens poéticas
Coberturas de estrelas poéticas
Até poesia eu vendo
Vendo ribaltas de plástico
Rotundas de plástico
Refletores com varas de plástico
Bambolinas de plástico
Lanternas mágicas de plástico
Até atores de plástico eu vendo
Vendo aparições
Vendo notícias
Vendo vidas
Vendo você me vendendo
Vendo visão
Vendo tato
Vendo olfato
E compro paladar
Vendo tudo
Vendo mundos
Vendo fundos
E a única coisa que não ando vendo é talento.
Aleksandro Silva
SER ENCANTADOR
Olho e vejo a mulher dos meus sonhos, ela me atrai com respeito e faz-me sentir completo. Não sei o que há nela que me surpreende desse jeito, quando tento enxergar algo além de uma simples mulher, noto que o meu despertar é ela mesma, assim, sem apetrechos.
Essa mulher me sacia com seu olhar e me acalma com sua doce voz, um minuto com ela abastece meus pensamentos durante meses. Deus presenteou-me com alegria, a alegria de saber que não sou de aço, mas de carne, Ele tirou meu coração da caverna e me tornou capaz de enxergar a luz da Sua criação.
A docilidade da específica dama permite que seu estereótipo se torne algo secundário e inferior ao seu subjetivo, mesmo ela sendo linda, sua beleza interior sobre sai. Gostar dela transcende quaisquer interesses comuns e egoístas, porque o desejo que tenho de ser feliz é o próprio desejo de fazê-la.
Quanto ao que sinto, não consigo nem mesmo classificar dentro de uma linguagem de sentidos triviais, logo, prefiro denominar graça. Ousar dizer que é amor seria raso, pois todas as tentativas são insuficientes para que prove tamanha atribuição; como o amor é uma atitude, me esforçarei para que minha ação o prove.
À medida que as etapas forem superadas surgirão designações, as quais, a gratificação de cada pódio assume o próprio nome das etapas, hora amiga, hora namorada, hora noiva e hora esposa, onde tudo dependerá dos processos que forem ultrapassados.
"Labirinto da Alma"
Dentro do coração humano existe um labirinto,
Feito de sonhos, medos e desejos ocultos.
Cada curva revela um espelho do passado,
E cada porta guarda um segredo profundo.
As paredes são feitas de memórias quebradas,
E o chão é marcado por passos hesitantes.
No centro, uma chama vacila em silêncio,
Uma luz que guia, mas nunca revela tudo.
Os que entram nesse labirinto solitário,
Enfrentam demônios moldados pela própria mente.
Cada vitória é um passo em direção ao equilíbrio,
Mas a saída nunca é onde se espera.
No fim, o labirinto não é prisão,
Mas um caminho para autodescoberta.
E aqueles que o enfrentam sem medo,
Encontram a paz no caos interno.
A MÚSICA EM VOCÊ
(Karin Raphaella Silveira)
Seus ideais, seus sonhos
Suas expectativas, sua sede de vida
Mantém viva em mim, a chama da admiração
Seus olhos e seus olhares
Na gana incessante brilham ao ajudar o semelhante
Ao ver em sua música
A cura da alma, o despertar para dentro.
A música como a alegria do encontro
Como o pretexto do momento
Como a utopia de suas esperanças
Como a busca pelo que lhe falta.
Sua felicidade festeja em minha alma
Pois também fiquei feliz por saber que também feliz o fiz.
Encanta-te a minha suavidade, assim como me encanta a sua alegria
A música nos une a uma só nota.
A nota do amor!
Amor por mim calado, amor por mim desejado;
Amor reprimido, amor sentido;
Amor doido, amor dilacerado;
Mas ainda assim... amor
Amor escancarado, amor ouvido
No sopro suave do nosso eterno silêncio...
O silêncio do olhar!
Levo à vida na carona dos meus sonhos
Um passageiro de desejos inviáveis
Sigo à vida na euforia dos meus contos
Um viajante de enredos impossíveis
Vivo à vida na garupa dos meus feitos
Um possuinte de entrechos memoráveis
Cumpro à vida na penumbra dos meus tombos
Um transeunte de desfechos detestáveis
Como culpado por planos não cumpridos
E bendito por façanhas imprevistas
Sou um retalho de cenários ambíguos
Que abraça à vida entre o caos e o juízo
Dos cortes da vidas... Dos não que sentiu.
O corpo violado, violantada, dilacerada os sonhos sumiu. Como fênix ressurgiu!
Com raça!.. de vítima incapaz, tornou-se Mulher, Mãe Capaz Incrível... Modelo, Jornalista, Produtora e também Professora na passagem Atriz. Negra que Milita, Ativista, hoje bititas, que faz do seu caminho o que sempre quis.
Quem ela é..? Ela é Rogeria Cardeal Hta a quem a vida não pode negar.!
*De: Rogeria C. Hta*
Jamais permita que as pessoas comandem a sua vida, principalmente no tocante aos seus sonhos de conquista...
Jamais permita que elas imponham seus próprios desejos, não ouça ideias e sugestões "ancoradouras", não seja escravo das circunstâncias, que às vezes podem ser destruidoras...
Não fique parado diante da possibilidade de uma grande conquista, pois o mundo é todo seu, as oportunidades estão por toda parte, basta apenas observar com cuidado e harmonia...
Algumas pessoas querem apenas que você seja limitado igual a elas, desta forma, uma visão mais ampla do mundo sobre as suas possibilidades, causa uma estranheza para quem é escravizado, aquele que está no campo das ideias, mas sempre viveu fechado!
'JOSÉ ERA SINOPSE'
José era sinopse,
linhas vazias,
extinção.
Apanhara estrelas,
sonhos avulsos.
Jogara com o destino.
Equilibrou partidas.
Abandonou-as.
Caiu,
levantou-se...
José era sinopse
Imbuíra melancólicas pressuposições,
caminhos tortuosos,
veredas.
Correra de encontro aos ventos,
equilibrando-se em cordas,
fumaredas.
Sem orações,
abraços,
ou reiterações...
José era sinopse,
mas transformou-se é compêndio,
documentários.
Fixou amor,
caracteres,
permanência.
Redige a própria história.
Com seus conglomerados temas,
tenta haurir reflexões,
escrever trajetórias,
poemas...
'SONHOS'
Nas noites veementes,
tenho você p'ra segurar-me à cama,
enroscando caminhos traçados,
novos atalhos...
Tudo será suavizado,
quando ampara-me aos teus braços,,
e as palavras sôfregas flutuarem,
cultivando metáforas...
Sonho letargias à amada invenção,
e tantos outros axiomas.
Descabidos devaneios,
ter-se tempo à uma nova paixão?
Não sei!
Tudo dura tão pouco.
Talvez - crianças roucas,
amores em vão!
Debruço o paisagismo na velha cama acolchoada,
e a alma,
já cansada,
retangular...
Quer imensidão,
Novos amplexos.
Arraigar o concreto.
Despertar...
'FALTA'
Do cheiro das escolhas que brotavam nossos sonhos. Das bocas
mesclando a vereda dos passos. Dos sorrisos abrasivos que queimavam serenamente os dias sedentos, mãos entrelaçadas, corpos misturados...
Das estradas que se encontravam na neblina, com suas curvas
intermináveis e longas. Da contaminação dos dias afortunados, Dos olhares que se consumiam colados, noites quentes e febris...
Do quarto que gritava. Da chama nos 'eus' que queimava. Das
almas que se faziam recíprocas dissipando palavras, atiçando a
paixão. Dos tijolos estáveis levantados um a um, paredes sólidas...
Agora cinzas, os discursos empoeirados falam do tempo, promovendo falta/geada/calafrio. Tudo tóxico! Inflama o presente, não cicatriza o grito. Vai queimando a pele, transformando-se em ritos...
'SONHOS'
Sempre tive sonhos. Repetitivos. De sonhar com os mesmos lugares. Os mesmos tons. As mesmas pessoas. Os mesmos fantasmas. Paisagens duplicadas. Sonhos bons. De aflições. Já sonhei-os por repetidas vezes. Cinco, dez ou vinte vezes. Talvez mais.
Desde muito tempo, ainda criança, sempre sonhara voando. Com asas. Batendo os braços. Viajei para vários lugares em segundos. Vislumbrando os lugares que ficara sempre abaixo. Com suas luzes amarelas. Centenas ou milhares de árvores verdes. Olhos cerrados pela velocidade do vento. A sensação é extraordinária: Liberdade. Emancipação. Emoção.
Quando acordo e lembro-me que fora o sonho de anos atrás, fico alegre. Pasmado. Sinto-me criança que não degusta doces há décadas. Eles nunca envelhecem. São tão reais. Parece que estive naqueles lugares em uma outra vida. Que fora minha morada. Ou que será. Não sei! Somos tão íntimos...
'QUADROS'
Pincelo quadros como quem esculpi sonhos intocáveis.
Faço traçados diluindo curvas,
lacunas,
eixos.
Talho sonhos tal qual a quem escreve poesias,
que a cada toque,
desfaz-se fugaz à imagem passada...
Imagens recriadas envoltos às linhas que revivem bruscamente.
Metamorfoses de mãos e suas injustas proporções em molduras,
pensamentos.
Fixados nas velhas paredes,
estranhamente modernos.
Velhos quadros,
no ontem rabiscados,
fluem pelas veias como correntes,
ascendentes,
hodiernos...
Gero quadros/transições tornando-se passadouros,
ausentes.
Porém,
Insisti-lo-ei aos sonhos de outrora,
à beleza,
à vida,
à angústia da criança que chora sem saber.
Mãos que tremem sem querer,
são quadros desejando mutações,
aquarelas,
tantas outras formas,
novas telas.
Você...
Escrito por Willas Gavronsk e Risomar Silva.
'O QUE NÃO VIVI...'
Há caminhos que eu nunca trilhei, escolhas que nunca fiz e sonhos que ficaram guardados no fundo do meu ser, na caixa de Pandora, não sei! Em momentos de silêncio, penso nas esquinas que nunca dobrei e nas oportunidades que deixei aos ventos, talvez por receio, medo. A vida se apresentou com diversas possibilidades, mas nem todas abracei, hoje sinto...
Horas que se perderam entre dúvidas e certezas, percebo os risos que não compartilhei e os amores que não vivi. Olho para trás e vejo um mosaico de decisões não tomadas, de palavras não ditas. Cada passo hesitado me trouxe até aqui, e me pergunto como seria se tivesse seguido outros segundos...
Se a vida fosse diferente, se o destino mudasse seu curso, será que encontraria mais felicidade? Ou seria apenas um observador em outra realidade, ainda buscando sentido? A reflexão sobre o que poderia ter sido me acompanha, mas não define meus sonhos alcançados...
As vidas que não vivi se apresentam como sombras do passado, ecos do que poderia ter sido, gritados. No entanto, o destino que escolhi, encontro pedaços de paz e momentos vagos. Aceito as imperfeições e as escolhas que fiz, pois foram elas que moldaram meu presente, meu tudo, afagos...
A vida é o que é, com todas as suas incertezas e belezas, não posso mudá-la. Não pode ser moldada ao nosso querer, mas podemos aprender a apreciá-la em sua essência e bondade. A cada dia que passa, encontro mais razões para seguir em frente, mesmo que o caminho nem sempre seja claro, repleto de sublimidade...
A aceitação do presente, com suas alegrias e dores, é o que me permite viver plenamente o meu mundo. O futuro é uma página em branco, e cabe a mim preenchê-la com experiências, instantes, aprendizados fecundos. A vida que não vivi permanece como um mistério, mas a vida que escolhi é o que realmente importa e é realmente profundo...
'SONHOS II...'
Abstratos como o infinito, os sonhos tornam-se insípidos, contornando lembranças de uma criança pintando o vazio de uma jornada. Despovoados, sorrisos praticam ideias irônicas, sem pinceladas num quadro já exausto. Nas telas, inversões de um humano dubitável...
Já não temos mais sonhos daqueles de quando éramos filosofias. Já não vemos mais voos. Chutamos pedras, dores no estômago, esperanças, alegrias. Músicas vitais vomitam contusões infindas. No escuro, sentimos lembranças do velho tempo na superfície, homicida nexo...
Os sonhos estão impregnados na palma da mão. Jogados aos ventos. Subindo montanha, descendo despenhadeiros, perdidos nos túmulos daqueles esperançosos. Sonhos são flagelos de uma essência ácida, mórbida. Alegrando os dias sobrenaturais...
"Além da Culpa, a Vida Recomeça"
Não sou o erro antigo de ninguém
Nasci com sonhos, sede e coração
Se a dor do mundo às vezes me detém
Também me guia a luz da compaixão
Fizeram-me acreditar que fui condenado
Que a alma era falha desde o nascer
Mas descobri que a vida é aprendizado
E cada um planta o que está disposto a colher
A culpa vêm, mas não tarda a ir embora
Pois cada um escreve a própria estrada
Se há sombras que mostram o outrora
Há sóis que curam sem pedir nada.
Então, eu sigo simples, mas inteiro
Sou fruto novo e livre, verdadeiro.
Houve manhãs
em que acordei
E pensei
que após uma noite de sonhos
Eu havia retornado em outro corpo
Em outra vida
Outra parada
Parecia simplesmente
Que eu acordei na vida errada
Passava horas e horas
Sentindo que eu apenas
Alguém que era menos que nada
Noutras horas me sinto
Voando ao sabor do vento
Passageiro de uma nuvem
Simplesmente
Algo que evapora
Some
Vai embora
Não chove e nem morre
Há momentos
Em que a decisão de tudo isso
Pousa finalmente em minhas mãos
E posso pensar mais calmamente
E escolho sonhar
Que sou nuvem que chove
E quando acaba a tempestade
Percebo que floresci
Nos galhos de linda parreira
E que ainda existe escolha
Alguma coisa que não tive
Por toda uma vida
Após a chuva
e depois de tão longo caminho
Eu posso ser suco de uva
E me resta a opção de ser vinho
Trilhar em paz o restante da estrada
Onde nunca mais
Ninguém há de me olhar
E não ver nada.
Edson Ricardo Paiva.
Sonhou e acordou
E dormiu e não sonhou
E por não saber sonhar
Seguiu sonhando
Os sonhos mais errados desta vida
Aprendeu a subir em árvores
E descobriu o modo certo
de atravessar as ruas sem morrer
E mesmo sem cair das árvores
Aprendeu melhor que ninguém
A ser alvo das dores
Que se sentia ali mesmo, no chão
E tentaram roubar-lhe a alma
Quiseram-lhe apagar
O brilho dos olhos
Muito fizeram
Pra tirar-lhe a poesia, que fluía
Mas ela estava no mundo
Seus olhos simplesmente viam
Machucaram-lhe a palavra
Segundo a segundo
Plena e claramente o afogaram
Num pântano infecundo
Quebraram-lhe os cântaros
Temiam que ele fosse um pássaro
Que fingia tanto bem ser homem
Mas de homens e pássaros
Só prende-se corpos
Ambas as almas voam
Nisso destoam de tudo mais:
Enxergar o vento que não se vê
E faz voar
O coração que seja leve
Mas não há nada neste mundo
Que os leve à força
Ou que lhes apague a maneira de sonhar
Nem dinheiro no qual se apeguem
E assim trilhou seu rumo
Sonhando, voando e vivendo até morrer
Como seguem seus rumos
Os pássaros
E os homens sem costume
de terem os sonhos aprisionados.
Edson Ricardo Paiva.
Sonhos.
Tem gente que sonha
Tem sonhos que vem a nós
Todo mundo sonha, enfim
Nada que se sobreponha
Às estrelas, que nos encobrem as vidas
Estradas atrozes
Um pouco de poesia
Sobre umas coisas poucas
Uma leveza inexistente
Que se houvesse
De sonhos não carecia
Nem de espera
Um cuidado que parecia excessivo
E não era
Era a gente imaginando a vida
Pouco sabia além
A bem da verdade, nada sabia
Pra tudo mais
Um pouco de poesia
A torná-la mais leve
Nada que se sobreponha
Aos sonhos que não acontecem
Mas teremos pra sempre
A noite, estrelas, palavras que não foram ditas
Ou que talvez tinham sido
Não nas horas em que a gente
Tanto precisava ouvi-las
Um breve devaneio
O olhar desatento
Pensamento errado na hora certa
Todo mundo sonha, enfim
Assim como também desperta.
Edson Ricardo Paiva.
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