Texto sobre Sol
Do que adiantaria mandá-los ir para aquele lugar onde não bate o sol, se já estão indo sem que eu precise fazer isso? Hoje, seria o mesmo que desejar-lhes boa sorte. Eu optei por apertar o botão do "tanto faz", ser higiênico e manter o distanciamento social. Permito-me apenas o mínimo de socialização. Estamos juntos e misturados, mas sem grudar!
"Diga-me com quem andas e direi quem és"
Bom dia, minha flor, raio de sol a brilhar,😍❤️
Teus olhos são estrelas que não param de encantar.✨❤️
No seu olhar singelo vejo tanto carinho,
Que enfrento qualquer dia com amor no caminho.😍❤️
Teu olhar belo, feito amoroso poema,❤️
Com um piscar, você vira qualquer cena, tipo a garota de Ipanema 😍❤️
E é tão doce que me faz sorrir,
Como brigadeiro delícia, que não dá para dividir.✨✨
E para essa manhã vou te presentear,
Com versos fofos que vão te animar.😍❤️
Ri comigo, minha musa, pois sou tão sortudo,
De ter seu olhar lindo, meu mundo é tão miúdo.😍❤️
Espero que seu dia seja leve e doce como seu jeito,
E que cada momento alegre se torne perfeito.❤️
Você é única, ninguém pode negar,😍❤️❤️
Com esse olhar belo, só você para despertar.🤭
Que seu dia seja incrível, assim como o seu olhar,
Cheio de risos e amor para compartilhar😍❤️
Você é a estrela do céu ✨a sereia do mar 🌊 Perfeição que faz qualquer um se apaixonar 😍❤️
Contrastes
Na escuridão da noite,
brilha a estrela solitária,
Enquanto, durante o dia,
o sol traz a luz necessária.
No Contrastes das estações,
frio e calor se entrelaçam,
em um ciclo eterno,
onde as mudanças se abraçam.
Na dança dos opostos,
encontramos a riqueza,
Que nos envolve e nos ensina,
a vastidão da natureza.
Contrastes moldam nossa jornada,
a cada dia sem cessar,
Trazendo lições valiosas,
a cada novo despertar.
Na complexidade dos contrastes,
encontramos a verdade,
Que a vida é uma mistura
de sombras e de claridade.
O Sol de Plástico
O sol de plástico brilha no meu quarto, Um sorriso amarelo, falso e barato. Ele não aquece, não traz o calor, Mas finge que tudo está bem, no meu interior.
As flores de papel, sem perfume ou vida, Decoram a mesa, em cores frias e sem alívio. A música que toca, um ritmo sem alma, Um som artificial, que me deixa em calma.
A risada que sai, um eco vazio, Um teatro de sombras, um palco de ilusões. A felicidade, um véu que me cobre, Escondendo a tristeza, as dores e as dores.
Mas a noite chega, o sol de plástico se apaga, E a escuridão revela a verdade que me amarga. O sorriso se quebra, a máscara cai, E a dor me invade, sem mais disfarçar.
Então me pergunto, em meio à solidão, Se a felicidade é apenas uma ilusão? Se o falso alegre é um escudo que me protege, Ou um veneno que me consome, a cada dia que se esvai?
Aquele que persegue
Antes do sol nascer você me visita
E caminha comigo pela casa
Pela porta, pela rua, ao longo da manhã
A tarde seca e quente até a noite
Que mesmo com a sua presença se torna fria.
A noite, me perturba o sonho
Invade minha realidade
Destrói o cenário
Pinta e borda em cima do meu.
Como pode ter regado os sentimentos,
E me deixado partir assim?
Ah cabeça por horas pensa, pensa, pensa
Os olhos ardem e umedecem
As pontas dos dedos, as mãos...
O peito rasga a dor da saudade
Que de tão grande, não cabe ali
Ela borda e transborda noites e noites
Sem me deixar dormir.
Quando há de passar?
Ora vento que tudo leva
por que não o leva?
Ora tempo que tudo cuida
Por que não cura?
Ora chuva que tudo molha
Por que não carrega?
Setembro
O sol beija o dia
seus raios irrigam a terra
e brota o florescer de esperança
Ô setembro, tão poético
onde a vivacidade das cores
bordam nos meus olhos
reflexos, perplexos
o cortejo do beija-flor
que desenha no céu o amor
estação de opulência
liberta a essência
misturas de desejos
na fluidez do vento
faz pirueta
brinca com o dia
chove em sorrisos
e renova a vida
@zeni.poeta
Você escolheu desistir... Se entregar, se render para as advesidades naturais. O seu "sol interno" não brilha mais!
Só resta agora a dor, o ódio e a mágoa. Culminando na doença física que você próprio(a) criou no mundo astral e mental. Você tanto fez, que conseguiu plasmar a energia em matéria.
Nessa "Vibe" baixa, a depressão se faz presente em sua vida. Não pede licença, nem bate na porta. Simplesmente entra com tudo na tua alma. Toma as rédeas da sua vida. Ela se impõe e você aceita, baixa a cabeça. Perdeu autonomia, só responde a dor emocional e obedece.
Como um escravo de si mesmo.
UMBANDA...CAMINHO,VERDADE, AMOR
É o sol que aquece nossa alma,
A estrela que brilha no horizonte
Trazendo à nossa vida o despertar
O novo amanhecer,
Como pássaros a revoar
Na busca do seu querer,
Em asas abertas, repousar no Senhor.
Caridosa, aconchegante
Calorosa, confortante.
Energia a transmutar.
Acalma o peito,
A dor que machuca,
O ar que sufoca,
As pegadas desejosas de seguir,
E se encontrar.
Pérola reluzente,
Contagia o mundo
Deslumbrante,
É natureza.
Enriquece a vida
Com sabedoria,
Simplicidade, de pés no chão.
Veste branco, estimula a mente,
Ensina o amor.
Ela é uma flor que encanta,
Essência que embriaga
Com sua música, o seu canto,
Em forma de oração.
Tambores que anunciam,
Trazem amigos, irmãos,
Falanges do bem,
Irradiando luz,
Em seu ambiente de fé.
Lágrimas que correm dos olhos,
Ventos, ventarolas nas águas encontrar,
Brados, gargalhadas, sorrisos infantis a brincar.
Magias, curas,
Conselhos, ensinamentos,
Orientar,
Sua benção que vamos dar.
Tudo é vibração,
No terreiro a pisar.
Seus tambores tocam,
Ecoam nas partes mais intima do ser,
Balança sim,
Balança todos nós.
Tudo é respeito,
Tudo é sublime,
Tudo é gratidão,
A nossa mais nobre religião.
Frio, gêmeo do sol, todavia, quente, provindo da lua.
Ó, areia torturante, cujos mares me são sufocantes, de mim tenha piedade.
Ó, céus anuviados, encoberta minha face, tampa meus olhos, beija-me de sombras e ventos ruidosos.
Tu me vens, e logo vais-te.
Tu enches-me, e logo esvazias-me.
Aqui te encontrei, e aqui meus olhos não a ti enxergam.
Ó! Por qual terra andaria tal perna? Acaso o vento esfria seu corpo? O sol esquentá-lo-ias sua face?
Será o vazio nascido por teu espírito, frio, imenso, adorador do calor e do conforto?
Acaso dize-me que não há existência do meu ser?
Respondei-me, tu que andas entre o sol e a lua, por que partes em meu lamento? Por que minha voz não a ti clama? Por que minhas pernas não para ti caminham? Por que meus olhos marejam, choram, brilham quando em ti penso? Por que meu vazio chama por ti? Seria eu incompleto, necessitado de ti? Se, porventura, meu amor não vem suficientemente para ti, por qual razão o teu amor me vem suficientemente a mim?
Aqui ficarei, com o vazio gerado.
O barro lamacento em algum canto de horizontes desolados.
Meu corpo sente, meu coração chora, meus pensamentos mentem.
Frio eu sinto, todavia, o calor me aquece; de donde vens, ó calor que me segue?
O tempo escoa, como águas da chuva no solo.
Abençoada terra, a qual cai lágrimas doces, germinando teu solo.
Outra semente, a dita antecessora de brotinhos, distendê-lo-ia.
Eu quero que a gente viagem juntos.
Eu quero estar ao seu lado quando o sol nascer.
Eu quero levar café pra você na cama todos os dias.
Eu quero vê o seu sorriso empolgante.
Eu quero sentir o seu beijo molhado.
Eu quero te ter presente a cada segundo.
Eu quero gritar para o mundo inteiro o quanto "Eu te amo".
Enquanto isso não acontece, eu fico imaginando!
O amor de Deus não floresce em apenas uma estação, mas sim, é constante como o sol que brilha em todas as estações do ano.
O amor de Deus é como uma fonte inesgotável de bondade e compaixão, que se renova a cada amanhecer.
Assim como as estações do ano se sucedem, o amor divino nos acompanha em todos os momentos das nossas vidas.
Sempre guiando-nos e protegendo-nos em cada estação, com sua luz calorosa.
Que possamos sempre nos lembrar desse amor eterno, e nos inspirar a compartilhá-lo com todos ao nosso redor.
Título: A Abelha e a Borboleta
Num colorido jardim, onde o sol dançava entre as pétalas das flores, viviam uma abelha chamada Zuzu e uma borboleta chamada Bella. Zuzu era conhecida por sua diligência incansável, enquanto Bella era famosa por sua graça e beleza.
Um dia, enquanto trabalhava diligentemente coletando néctar, Zuzu viu Bella flutuando graciosamente de flor em flor, sem uma preocupação no mundo.
"Invejo sua liberdade, Bella", disse Zuzu com um suspiro. "Enquanto eu trabalho duro, você desfruta das delícias do jardim sem um único pensamento para o futuro."
Bella sorriu suavemente para Zuzu e respondeu: "Cada um de nós tem seu próprio papel neste jardim, querida amiga. Enquanto você trabalha para manter nosso lar próspero, eu ajudo a espalhar a beleza das flores."
Zuzu refletiu sobre as palavras sábias de Bella enquanto continuava seu trabalho árduo. Com o passar do tempo, ela percebeu que a harmonia do jardim dependia tanto de sua diligência quanto da leveza de Bella.
E assim, Zuzu e Bella aprenderam que cada criatura tem seu propósito único no mundo, e é a combinação de seus esforços que torna o jardim verdadeiramente magnífico.
Moral da história: Cada um de nós tem um papel importante a desempenhar na sociedade, e é através da cooperação e do respeito mútuo que podemos alcançar a verdadeira grandeza.
BELA GALÊGA
Ó Minha bela galega
Você é o sol que reluz a minha vida
É a estrela mais brilhante do céu
É a siriús na água refletida
Uma doçura do suave mel
Ó minha bela galega
Com suas mechas de cor amarela
São fios de ouro a cintilar
Uma rosa, uma aquarela.
Que exala o perfume no ar
Ó minha bela galega
Você é a luz que me ilumina,
pois no frio me dar calor,
nos meus sonhos és minha sina,
pois de mim só tens amor.
O “Testemunho” de Deus
Sob o sol, onde o tempo flui sem cessar,
Velozes correm, mas nem sempre vencem a jornada.
Fortes batalham, mas nem sempre triunfam na peleja,
Sábios anseiam, mas a fome ainda os assola.
A fortuna, caprichosa, foge aos prudentes,
E a glória, tão almejada, escapa aos instruídos.
Pois o tempo, impiedoso, e o acaso, inescrutável,
Afetam a todos, sem distinção, indistintamente.
No testemunho de Deus, a vida se desvenda,
Humilde diante da incerteza que nos cerca.
Reconhecemos Sua mão, sábia e invisível,
Guiando nossos passos em meio à escuridão.
Assim, na dança do destino, encontramos fé,
Na soberania divina que rege o universo.
Em cada revés, em cada vitória incerta,
Descansamos, confiantes, no amor que nos protege.
É como sonhar acordado... Se eu escrevesse sobre o nascer e o pôr do sol, sobre o amor e a morte, sobre toda a imensidão da dor e da alegria, isso faria de mim um poeta?
Não, não quero suas flores, não desejo seus aplausos, nem seu reconhecimento. Tudo me parece tão desconexo e tenro nesta manhã. Mas ainda assim não desejo suas flores, e não tente cruzar esta linha, pois você já a cruzou antes, já cruzou várias vezes.
Não, não me faça chorar, não nesta manhã tão solitária, é como se eu houvesse perdido minha juventude e, não, você não entenderia. E por favor, também não me faça sorrir, deixe-me apenas em total apatia.
Não me veras mergulhar nesta manhã nem em euforia, nem em agonia. Apenas leve-as daqui, suas flores, elas me lembram de como perdi parte de minha juventude. São memórias, são flashs inconsistentes, lembranças de um tempo melancólico.
Isto pode ser uma revelação à luz da manhã, bem como isto pode ser uma maldição de um longo período noturno. São muitos invernos, são sementes que nunca desabrocharam, são anos que se perderam em meio a imensidão de noites muito longas e dias muito curtos.
Às vezes vejo que ainda estou preso, nesses dias tão vazios, nessas melancólicas manhãs que trazem todo um vazio que gostaria de apagar, ou não sei ao certo, se gostaria de apagar ou ressignificar, enquanto isso sigo escrevendo...
Talvez algum dia aceite suas flores, mas este dia não será hoje. Se esse dia chegar, será um dia como hoje, uma manhã, onde tudo estará igual, mas tudo estará tão diferente, será um novo nascer do sol, que dissipa e ressignifica todo o vazio de tudo aquilo que não posso alterar, trazendo um sabor completamente novo, ao mesmo tempo antigo, com o velho gosto de minha doce infância, e um frescor gostoso de uma nova juventude.
Pode ser que nesse dia seja tarde demais, tarde para agradecer os aplausos, tarde para sentir todo seu reconhecimento e mais tarde ainda para aceitar suas flores, é o preço que terei que pagar, por ter me mantido durante tanto tempo preso a esses tempos mortos, é o preço que tenho pagado...
São as flores que trazem tristezas, os anos de dor e os dias de glória, são as lágrimas e os sorrisos daquele que escreve, sobre um tempo que se foi, sobre um tempo que ficou aqui e agora. Apenas não me peça para prometer nada, apenas não me peça qualquer coisa que exija sacrificar mais do que já sacrifiquei, apenas deixe-me aqui a sonhar acordado nesta manhã.
A IMAGEM
Quando eu não mais existir,você meu amor
Pode me ver no pôr do sol,apreciando o luar,
Vendo um barquinho a velas no mar numa noite de inverno.
Quando eu não mais existir,você meu amor,
Pode me ver ao ouvir o canto dos passarinhos,
Ouvindo o barulho das ondas do mar...
Quando eu não mais existir,você meu amor,
Pode me sentir na noite fria de inverno.
Somente assim,tu buscarás a mim pra te aquecer.
Estarei no teu coração!
Sempre que você meu amor me ver,
Serás tomado pela emoção,e tuas lágrimas darão um banho em teu corpo,
E isso será o meu toque,o meu abraço,que te aliviará da saudade.
Não consigo viver sem você,
É como o sol sem seu brilho,
A lua sem seu encanto,
O mar sem sua onda.
Você é a essência da minha existência,
O motivo do meu sorriso,
A inspiração dos meus dias.
Sem você, o mundo perde a cor,
Os dias se arrastam sem sentido,
E a vida perde a graça.
És a luz que ilumina meu caminho,
O abraço que acalma minha alma,
E a razão do meu amor.
Não consigo viver sem você,
Pois em ti encontro toda a plenitude
Que faz pulsar o meu coração
Quando o sol esmaece no poente
Faz do céu aquarela avermelhada,
Dá lugar para a lua prateada
Que ilumina o caminho pro nascente,
Quando o sol aparece novamente
Se parece com o dia terminando,
O crepúsculo vai vermelhando,
E o nascer também tem sua beleza,
Tudo isso é Deus e a natureza,
Que nos faz o milagre e vai mostrando.
(Léo Poeta)
Gosto das manhãs de sol
e vento fresco
Olhar o azul do céu
me traz um turbilhão de sentimentos.
O som dos passarinhos,
das árvores grunhindo,
ao som de mpb, com um gato do lado dormindo.
Sentimento de paz que essa cena me trás.
Porém, gosto das tardes frescas
como em um pôr do sol no domingo.
O mundo parece ficar em silêncio
e sempre me perco em meus pensamentos.
Me amarro nas noites.
Noites chuvosas, frescas ou calorosas.
Tudo isso tem cheiro de boas memórias, as noites são mais vividas
e é aí que as pessoas se perdem em adrenalinas.
Mas amo mesmo as madrugadas.
Nas madrugadas que vivem os poetas
que vivem procurando saber se as palavras e frases estão corretas
quando as coisas na vida parecem estar incertas.
É nas madrugadas que o silêncio fica
É nas madrugadas que muitos se amam, se odeiam,
se conhecem, se apaixonam.
É na madrugada que têm mais vida.
É na madrugada
que se ouve um choro de uma criança mais alto
Ou que você consegue dar mais carinho pro seu gato
depois de um dia cansado.
Na madrugada
vivem os artistas.
Os compositores acham maneiras de sua canção se encaixar em um som
e os poetas rimam todo o embaralho de sua "gratidão" ou "solidão".
Na madrugada não tem fingimento,
somos quem somos por dentro.
Madrugadas são vividas
para aqueles que ainda procuram algo na vida.
' RIO SEM ÁGUA '
eu sem você, sou noite
sem um céu estrelado .
Sou dia sem chuva ou sol
Apenas um dia nublado
Eu sem você sou passarinho
Sem ninho,
com asa quebrada
Sem ter onde pousar
Eu sem você sou noite escura
Sem o brilho do luar
Sou um rio sem água....
sem você sou não sou nada
Apenas um viajeiro
Procurando encontrar
Um mar de onda agitada
Sorrindo das tristuras da vida,
Terminando aqui minha jornada !
