Texto sobre Sol
LUZ DO SOL
Luz do sol que irradia na alma.
Canções que transbordam calma.
Dia bonito combina com poesia.
Sensações que despertam frenesia...
E uma vontade louca de viver.
E de sentir. Se permitir. Fascinar.
Deixar de ser refém do medo.
Consentir a vida transformar.
Luz que brilha lá fora...
Também reflete dentro do peito.
E faz a gente voltar a acreditar.
Pois, se ter coragem for defeito.
Eu prefiro 'errar' direito...
Do que apenas existir,
Ou passar a vida sem sentir.
Sem sonhar, sem amar...
Fim
Carol Brunel
Janela
Da janela eu vejo um raio de sol, que penetra suavemente através da cortina e encobre meu quarto de luz!
Da janela, quando aberta, eu escuto o barulho dos pássaros…
Da janela, eu vejo a vida correndo lá fora.
Da janela, eu sinto a brisa beijar o meu rosto!
Eu me levanto, preparo meu café e da janela, eu rezo para que alguém venha sussurrar em meu ouvido, dizendo que ama.
Da janela, eu avisto os meus sonhos
Da janela, eu sinto a vida que é bela!
O dia se vai, mas a vida prossegue.
O sol se despede no horizonte, tingindo o céu de cores que anunciam o fim de mais uma jornada.
Tudo é passageiro… as dores, as alegrias, os encontros e despedidas.
E, ainda assim, a vida teima em seguir adiante, como um rio que nunca cessa seu curso.
Cada instante carrega em si a promessa de renovação.
O que hoje parece eterno, amanhã se dissolve na memória, dando espaço ao novo que chega.
A vida é feita de ciclos: de partidas e chegadas, de silêncios e de vozes, de quedas e recomeços.
E é justamente nessa impermanência que reside sua beleza.
Porque, mesmo quando tudo parece se perder, a vida insiste em florescer.
Ela nos lembra que cada fim é também um começo,
e que, no ritmo constante do tempo, sempre haverá espaço para esperança, para sonhos, para renascer...
Eu a amo profundamente, com a força de um oceano que nunca se esgota, com a luz de um sol que nunca se apaga.
Ti quero com toda a minha alma, como quem deseja o ar para respirar, como quem precisa da esperança para viver.
Desejo sua presença todos os dias da minha vida, pois cada instante ao seu lado é eternidade, é poesia que se escreve no silêncio dos olhares.
Sinto, em cada segundo, a intensidade desse amor que me move, que me guia, que me faz sonhar com mundos onde só existe você e eu.
Você é o motivo dos meus passos, a melodia que embala meus pensamentos, a estrela que ilumina minhas noites.
E se o tempo ousar passar, que passe devagar, para que eu possa viver infinitamente cada detalhe da sua existência, cada sorriso, cada toque, cada suspiro.
Pois amar você é mais que destino: é milagre, é promessa, é a razão pela qual minha alma se veste de eternidade...
Gosto...
Gosto da chuva preguiçosa fim da tarde
Gosto do sol em férias no camarim
Gosto de café quente no domingo q'arde
Gosto do amor traquino que nasceu em mim.
Gosto da biqueira desordeira fugindo ao vento
Gosto do vento nos cabelos faz cafuné
Gosto do céu cinzento enigma em pensamento
Gosto do amor entrelaçado por que der e vier.
Gosto do tico tico a dançar no fio bambo
Gosto do campo em flor explodir na primavera
Gosto do teu sorriso na pele em jambo
E da esperança repetindo oh Quem me dera....
Leonice Santos.
Se quiser me ver
Olhe para o horizonte quando o dia amanhecer.
Não sou o sol,
nem o tempo.
De tudo isso, sou um elemento,
uma pequena parte,
poeira ao vento.
Mesmo assim, lembre de mim
ao contemplar a majestade do colibri.
De tal forma, brilho no mundo
como um vaga-lume,
perdido de amor,
rico da luz interior.
Meu Criador, tão fecundo,
me fez pequeno
num universo grandioso.
Lembre-se disso
ao olhar nos meus olhos imensamente brilhosos.
Gratidão é o que eu sinto ao ver o sol se pôr...
Saber que em meio a tantas dificuldades, dissabores,
conflitos, não me faltou sabedoria para driblar um
por um. Poder contemplar o findar do dia é uma
satisfação que não tem preço, ainda mais quando
se fecha um dia com a sensação de missão cumprida.
Graças te dou meu Senhor e meu Deus, que me iluminou
e me sustentou debaixo de suas asas.
Seja Luz
Amanhanhecer e observar o dia
É motivo de alegria
Sol na janela me desperta
Mas temos um alerta
Viver na Paz para não machucar
Aqueles que um dia nos fizeram chorar
Perdoar e sua alma elevar
Seja Luz para nossa vida evoluir
Ainda não quero partir
Sejamos sempre pessoas com coração puro
Não esqueçamos que em um instante tudo pode estar escuro .
Trabalhamos com toda seriedade e honestidade
Em qualquer canto da cidade
Converse com seu amigo , para demonstrar que ele conte contigo.
Vivo para não maltratar ninguém
E isso me faz bem
Queremos ser luz na vida de alguém
Semeamos o bem sem olhar a quem
Assim não seremos refém
De um mundo de guerras e impurezas
Mas uma coisa tenho certeza
Estou leve e com muita pureza
Seja você também luz
Pra que essa vida que conduz
Os leva bem distante daqui
Qdo teremos que partir
Seja Luz !
Aqui e onde preciso for
Jamais causará dor
E viva com amor .
Seja Luz
Amanhecer e observar o dia
É motivo de alegria
Sol na janela me desperta
Mas temos um alerta
Viver na Paz para não machucar
Aqueles que um dia nos fizeram chorar
Perdoar e sua alma elevar
Seja Luz para nossa vida evoluir
Ainda não quero partir
Sejamos sempre pessoas com coração puro
Não esqueçamos que em um instante tudo pode estar escuro .
Trabalhamos com toda seriedade e honestidade
Em qualquer canto da cidade
Converse com seu amigo , para demonstrar que ele conte contigo.
Vivo para não maltratar ninguém
E isso me faz bem
Queremos ser luz na vida de alguém
Semeamos o bem sem olhar a quem
Assim não seremos refém
De um mundo de guerras e impurezas
Mas uma coisa tenho certeza
Estou leve e com muita pureza
Seja você também luz
Pra que essa vida que conduz
Os leva bem distante daqui
Qdo teremos que partir
Seja Luz !
Aqui e onde preciso for
Jamais causará dor
E viva com amor .
Sempre na esperança de um clima favorável
O Sol esquentando cada vez mais
Tenho pena das plantas e dos animais
Esse povo sofre demais
Vem desde a época dos nossos ancestrais
Já foram escravos , massacrados e torturados
Aqui nessa terra o povo batalha
E ainda somos vistos como vagabundos
Por aqueles que se acham donos do mundo
Venham viver nossas vidas
Não sobreviveriam um dia .
Aqui no Sertão temos a força de um Leão
Diferente de vocês que não aprenderam dividir o pão
A hipocrisia dessa elite que diz:
Vencemos por meritocracia
Não é isso que vejo , é muita ironia
Falam em Jesus e agridem o irmão
E ainda sim, querem salvação
Aqui não vem água do céu
Só a folha seca em meu Sertão
Uma rachadura no chão
Tenha piedade e compaixão
Precisa a história entender
Ao invés de apenas nos ver sofrer
Ajoelho aos pés dessa cama
O que Deus tem pra nós por esse povo que o clama.
"A cada manhã
um novo sol,
olha para mim,
e sinto que
me sorri,
me encoraja a
viver tudo,
o que posso e mereço.
Viver essa vida intensamente...
Dançando,
Cantando...
Amando...,
pois a vida é
uma dádiva,
um milagre,onde
acordo todos os dias
com fé,e sei
que serei
FELIZ!!!"
Tati Oliveira-10.04.2013
Fim do dia
Chegou o fim do dia
E você não me esperou
Dessa vez
O Sol caiu
A Lua não apareceu
Os pássaros dormiram
Foram para seu ninho
E eu fiquei aqui
Sem saber de você
E talvez seja melhor
Os dias fazem sentido sem você
Preciso buscá-la
Onde quer que esteja
Minha saudade sempre te encontra.
Jean César
Eu te vejo no sol do meio dia
Brilhante e forte, cheia de alegria
Eu te ouço sempre que a chuva cai
Entra pelos ouvidos e do pensamento não sai
Eu cheiro teu perfume nas flores de jasmim
E em oração peço pra Deus "traga ela pra mim"
Eu te reconheço das páginas de um livro antigo
É perfeita, singular. Materialização do perigo (...)
Teus olhos são como miragens,
Teu sorriso é tão belo e brilhante quanto os brilhos do sol e da lua,
Teus lábios são como diamantes que a cada vez mais aumentam meu desejo
Tua voz é mais bela que o canto do melhor rouxinol
Teu corpo me chama pra uma dança até a lua
Meu coração chama o teu pra uma dança até o amor e nunca mais sair de lá
Tu és como um anjo que desceu do céu
Um anjo que roubou meu coração
Tu és o anjo mais belo do mundo.
O ser humano se ergue como um sol imaginário, desejando irradiar sua presença e ser contemplado por todos.
Busca incessantemente o olhar alheio, como se a própria existência dependesse da aprovação que recebe.
Não satisfeito em brilhar, transforma-se em espelho: reflete aparências, imita gestos, veste máscaras.
Na ânsia de ser visto, confunde brilho com reflexo, essência com superfície.
E, paradoxalmente, mesmo vivendo cercado pela luz, não encontra tempo para ser luz.
Prefere o espetáculo da aparência à profundidade da verdade.
Prefere o clarão efêmero ao fogo silencioso que ilumina de dentro.
Assim, o ser humano se perde na ilusão de ser estrela, quando poderia ser chama.
Se perde em querer ser visto, quando poderia simplesmente ser.
Mais uma vez!
Mais uma vez, o sol visita a janela,
e o dia acorda com cheiro de promessa.
A brisa sopra mansa sobre a alma,
lembrando que viver é graça e não pressa.
Mais uma vez, posso recomeçar,
refazer o que a pressa desfez,
sorrir onde chorei, plantar onde errei,
e ver Deus me guiando outra vez.
Mais uma vez, o café tem sabor de vida, a mesa simples, o pão, o olhar,
A gratidão no ordinário quando o coração acredita que a rotina é uma forma de Deus se revelar.
Mais uma vez, respiro, penso e agradeço,
porque até o comum é divino quando há amor.
Cada manhã é um gesto de Deus dizendo:
“Filho, te dou nova chance e novo ardor.”
Mais uma vez... e que bênção seja assim!
Viver, cair, levantar e seguir.
Pois toda repetição do bem é semente e quem planta fé, colhe a vida e o existir.
"Quando o Sol se avergonha no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo.
Ela se via como Ouro de Ofir, mas era só uma bijuteria, ouro do tolo.
Quando a vislumbrei, conclui meu hara-kiri, ela não teve dó; teve dor, ela não teve zelo; ela agiu com dolo.
A infância, a juventude, são tão boas, a inocência é tão doce, sinto falta da minha ignorância, sinto falta das vezes em que fui tolo.
Quando se ama, quando se envelhece, percebe-se que até mesmo a ausência de algo pode ser doloroso.
Um cheiro, um beijo, um olhar, uma carícia, aquele 'eu te amo', um corpo.
Quando o amor nasce, floresce em um só peito, em um só coração, é um sentimento natimorto. Recordo-me de nós, das vezes em que tentei, das vezes em que, mesmo sem errar, errei, e só me vem o desgosto.
Paguei, ah sim, mas paguei por todas as iniquidades, pecados desta e de outra existência: já não devo mais nada ao Deus, deixe minh'alma longe de outra vida com ela, Pai, não quero esse martírio, de novo.
Se fui feito para ela, então, me desfaça, Pai, destrua minha existência, me faça rastejar pelos sete infernos, mas não me faça olhar uma outra vez na constelação daquele olhar, o de minh'alma, o poço. Sei que errei, fui parvo, pecador, boêmio, nunca um bom moço.
Mas, mesmo que o Senhor, por sobre os céus, castigasse Lúcifer com o amor incondicional àquela mulher, eu rogaria para que, com o de muitas faces, fosse mais piedoso.
Nem mesmo ele merece o castigo que eu, um mero mortal, experimento dia após dia, um inverno após o outro.
Meu coração sangra ao lembrá-la, sinto meu peito roto.
Eu a escuto em toda voz, toda brisa tem seu cheiro, todo beijo tem o macio dos lábios, eu a vejo em todo rosto.
Disseram-me, certa vez, que eu estava somente apaixonado; era melhor o atestado de insanidade, terem me trancado como um louco.
Ela não ama, Pai, ela é incapaz, e, por amá-la em demasia, torno-me um ser extremamente odioso. Indiferente à dor alheia, se não posso ter o que mais almejo, por que poderia qualquer outro?
É errado, meu Deus, eu sei, mas ela me tornou um ser invejoso.
Percebo que era falácia, dela, cada choro.
E uma vez mais, eu a amaldiçoo.
Eu, que tentei ser o melhor homem que ela poderia ter ao lado, hoje parece que lancei meu espírito ao dos sentimentos, o esgoto.
O Sol parece já estar nascendo, devaneei, uma vez mais, com o copo cheio, até que tu, sobre o céu, me mates, eu hei de sofrer mais um pouco.
Pois, quando o Sol nos sorri no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, A Oração do Desesperado
"Como eu queria, o descampado e o pôr do sol ao fundo.
Um beijo, um abraço e, em meus braços, o meu mundo.
Como eu queria, o fim de tarde, enfrentar a noite sem preocupações, as velas, o jantar e, sobre mim, sua pele, o veludo.
Eu queria tanto, mas meu querer é tão pouco e, para tê-la, eu daria tudo.
O negro dos seus olhos, o castanho do cabelo, o rosa da boca, o olhar taciturno.
A madrugada me invade, lembro de ti, meu peito acelera, eu sei que deveria, mas não te repugno.
Imagino nós dois, tolice minha, velejo nas lembranças e, uma vez e outra mais, me afundo.
Você é a única mulher que amei, a única mulher que amo e, mais uma vez, me puno.
Me puno, por não esquecer o que deveria ter sido esquecido, não matar o que jamais deveria ter nascido, ter temido, o do nosso amor, o luto.
Me pego reflexivo: não é amor, nunca foi, não pode ser, é algo absurdo.
Talvez seja uma doença, uma insanidade, uma psicose, um surto.
Ao vê-la, eu deveria ter sido cego; ao ouvi-la, sido surdo.
Olho para a árvore do nosso sentimento, não a reconheço, seca, esquálida, morta, com galhos tortuosos e, nem mesmo, quando fora vívida, dera algum fruto.
Talvez, o nosso fim, tenha sido culpa minha, confesso, que, por vezes, sou deveras obtuso.
Nunca almejei riquezas, sou um homem simples, o pouco pra mim é luxo.
Tudo que eu queria, era somente aquele descampado, você em meus braços e o pôr do sol ao fundo..."
O Despertar do Efêmero
Sob o pálido sol de dezembro, desvelou-se-me o arcano, O veredito inexorável que a carne, em silêncio, ocultara: Eu, que por tanto tempo fui espectador do ocaso humano, Vi, enfim, que a foice do tempo também por mim esperara.
Contemplei a linfa das fontes secar sob o sólio do estio, Vi a carcaça do bruto e a fronde do carvalho ao chão, Mas em meu peito habitava um delírio, um soberbo desvio, De julgar-me eterno em meio à universal devastação.
Pois agora, que o fado me fita com olhos de abismo, Não há lugar para o tédio ou o repouso do espírito; Rompeu-se o cristal da inércia, cessou o anacronismo, Sou um vulcão de urgências sob um céu infinito!
Urge-me o peito por amar, com a sede dos condenados, Desejo o domínio das águas e o governo do veloz aço; Quero o riso que fere e os prantos por mim derramados, Sentir a vida vibrar antes do gélido e último abraço.
Não me falem de espera, de amanhã ou de tardança, Pois o tempo é um rio que em mar de nada deságua; Quero o martírio do afeto, o triunfo e a esperança, Viver em um átimo o que o século consome em mágoa.
Que a pressa me guie! Que o sangue pulse em rito de guerra, Pois descobri, entre as sombras, a luz que a alma consome: Só vive deveras quem sabe que é apenas pó desta terra, E que o sopro divino é o que escreve, no vento, o seu nome.
Lua e Sol
Ele é a lua,
silencioso, inteiro no mistério,
brilha sem prometer calor,
aprendeu a existir sozinho no escuro.
Eu sou o sol,
chego cedo demais,
ilumino sem pedir licença,
amo em voz alta,
aqueço até quando tenho medo de queimar.
Ele se esconde quando sente demais,
eu fico quando tudo aperta.
Ele aprende a sobreviver no silêncio,
eu transbordo porque sentir é o meu jeito de viver.
Às vezes nos encontramos no horizonte,
naquele instante raro
em que noite e dia se tocam
sem se ferir.
E ali… tudo faz sentido.
Mas logo o mundo gira.
Ele volta a ser lua.
Eu volto a ser sol.
Não porque não exista amor,
mas porque nem todo brilho foi feito
para permanecer no mesmo céu.
Ainda assim,
se um dia ele olhar para cima
e sentir saudade do calor,
vai saber:
eu nunca deixei de nascer.
E se eu olhar para o céu à noite
e vê-lo inteiro,
vou lembrar que nem toda distância
é ausência.
