Texto Sobre Silêncio
Os Pensamentos que Voam pelo Vasto Céu do Silêncio
Determinados pensamentos ganham asas no vasto céu do silêncio; conduzidos pelos ventos da madrugada ou, às vezes, de outros momentos do dia; seus voos são intensos, graças a euforia e a adrenalina — o desejo pensativo pelos versos de uma linda poesia, que faz entrar numa fenda do tempo; que ressignifica temporariamente a realidade, a qual passa a ser movida por sentimentos até que aquele silêncio seja, infelizmente, quebrado pelo bom senso de um despertar sensato.
Onde a Sinceridade não é Bem-vinda, o Silêncio passa a ser uma Opção
A sinceridade nem sempre é bem-vinda, mesmo por aqueles que dizem valorizá-la, pois, muitas vezes, preferem a mentira, daquelas que afagam; então, a depender da situação, o silêncio é uma ótima alternativa: melhor não dizer nada e manter a sua paz protegida.
A Face do Silêncio que Deve Ser Quebrado
O silêncio certamente tem mais de uma face: a tranquilidade distante dos conflitos, a omissão de um sofrimento, o desconhecimento de uma triste realidade, a melodia que a alma precisa ouvir em um determinado momento, uma zona de conforto atraente e inapropriada ou aquela sensação confortável que não deixa a mente ficar esgotada.
E quando uma paixão desenfreada toma conta, uma das consequências é a falta de amor-próprio — que pode resultar em uma prisão silenciosa devido a uma inconsistência de reciprocidade e uma frequência de angústia numa falsa tradução de felicidade, onde sempre apenas um dos lados luta e faz a sua parte.
Nesse caso tão danoso, o quanto antes, em alguma oportunidade, o silêncio tem que ser quebrado, o desgosto do desrespeito deve ser reconhecido e logo ser rejeitado, caso contrário, será cada vez mais destrutivo. Portanto, não deve permanecer camuflado debaixo de migalhas de afetos ou de sentimentos fingidos.
Não é nada fácil ter seus princípios e valores violentados, principalmente por quem tanto se ama, mas é exatamente isso que faz ser um privilégio encontrar paz na violência, enxergar o conforto verdadeiro: o reconhecimento da própria existência, da importância da mutualidade, que um laço sadio não tem prisioneiros e que os sinais estão nos detalhes.
O SILÊNCIO PROVOCANTE DE UMA SEDUÇÃO SEM VULGARIDADE
A doçura e a audácia estão juntas na tua sedução assim como a beleza das tuas curvas e a profundez da tua alma. Coração intenso seletivo — uma forte chama que não se apaga, mas que aquece no momento certo após ser naturalmente conquistada. Um fervor de renascimento.
O atrevimento do teu olhar é hipnotizante, chama para perto sem usar palavras — um silêncio provocante que transmite calma e confiança. Claramente, estás segura a respeito daquilo que precisas: uma ocasião intensa de loucura com as tuas sensações correspondidas.
Sedutora atípica, pois a vulgaridade não fica exposta, é a tua elegância que permanece explícita com apenas algumas partes da tua delicadeza à mostra — as pistas para chegar até um paraíso, onde o passar do tempo não importa e os desejos são recíprocos. Paixão avassaladora, venustidade irresistível.
Nas Linhas do Silêncio
No avesso dos dias, onde o mundo faz barulho,
Encontrei um espaço de escuta e refúgio.
Olhar atento, paciência que acolhe,
Que aceita o inverno e espera que a folha brote.
Decifrar o que sinto não é linha reta,
Mas sua presença é bússola certa.
Entre a mente que voa e o peito que sente,
Você me ensina a olhar para a frente.
Minha gratidão não cabe em receita ou papel,
É o laço bonito entre a terra e o céu.
Obrigada por não desistir de entender,
E por ser, nesse mundo, um porto para o meu ser..
.. pensei 🩷 listei ..
A Melodia do Agora
Há uma beleza sagrada no silêncio de um fim de tarde, quando o barulho do mundo do lado de fora finalmente se cala.
É o cheiro do café fresco que abraça a cozinha, a luz suave que entra pela janela e a certeza de que não preciso provar nada para ninguém.
Viver de verdade é encontrar o equilíbrio na simplicidade dos dias, sem pressa, sem personagens, apenas respirando fundo e sabendo que o coração encontrou o seu porto seguro. A vida se acomoda quando a alma aquieta.
Não é pressa, é imensidão.
Sempre fui o silêncio que repara,
o olhar que filtra e separa
o que é ruído da real canção.
Se antes eu olhava a vida da janela,
hoje eu transbordo e ocupo o salão.
A maturidade me fez seletiva,
me deu a régua, o prumo e a direção:
só entra o que soma, só fica o que é chão.
Dizem que o tempo acalma os passos,
mas em mim ele acelerou o sentir.
Fiquei mais viva, mais inteira, mais densa;
ganhei o mundo ao expandir.
Minha mente é um universo sem fronteira,
onde o conhecimento faz morada e raiz.
Sou o mistério de quem observa na beira,
e a certeza de quem sabe o que diz.
Créditos _ Amanda Tamiris da maia
Escolhi um caminho guiado pelo propósito:
troquei as distrações rasas pelo silêncio dos livros.
Meu foco é o estudo: aprendo, evoluo e compartilho o que sei.
Sei exatamente a imensidão do meu valor,
e que a verdadeira elegância nasce de dentro para fora.
Olho ao meu redor sabendo que o mundo precisa de direção,
e que muitos jovens só precisam de uma oportunidade
e do conhecimento para prosperar
Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?
' MÃE '
Mãe é sorrir , cuidar e amar,
É também em silêncio
De saudades chorar.
Mãe um amor tão profundo,
Que Deus nos deu de presente
Como anjo neste mundo .
Mãe é colo, Abraço, amor que abriga
Que castiga mas também é amiga
Desde o ventre, o coração
Esse amor interliga
Mãe, pequenina palavra
amor incondicional que não se descreve
Um amor infinito que nunca prescreve
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei 9.610/98
Registro:N° 122958067065
"QUERIA"
Queria ser o fim de tarde
Abraçando a noite que chega
no silêncio, sem alarde;
Queria ser uma chuva fina
Que molha a terra,
Imaginando teus lábios
molhando os meus.
Queria seguir contigo até a eternidade,
Sem nunca dizer adeus.
Queria ser sim, um vento suave
A tocar tua boca
Com um imensurável carinho
Que me prenda a ti
E cada dia se renova.
Maria Francisca Leite ✍🏻
Direitos Autorais Reservados
A AMPULHETA
Um a um, os grãos de areia deslizam em silêncio pelo estreito caminho da Ampulheta.
Não há como interromper esse movimento.
Tampouco podemos trazer de volta o grão que já chegou ao fundo.
Talvez seja justamente por isso que a Ampulheta carregue um significado tão profundo em sua simplicidade: ela nos revela aquilo que tantas vezes deixamos de perceber o tempo continua passando enquanto a vida acontece.
Não somos donos do tempo.
Somos apenas viajantes que, por um breve instante, percorrem sua existência.
Compreender isso não deveria nos causar medo, mas despertar em nós uma nova maneira de viver.
Dar importância a uma conversa sincera.
Valorizar cada oportunidade de aprender.
Cuidar de quem caminha ao nosso lado.
Reconhecer a riqueza escondida em cada instante presente.
Afinal, o verdadeiro ensinamento da Ampulheta talvez não esteja nos grãos que já ficaram para trás, nem naqueles que ainda aguardam sua queda.
Talvez esteja naquele único grão que atravessa o estreito caminho neste exato momento.
É no agora que a vida acontece. É no agora que nossas escolhas ganham significado.
O tempo transforma momentos em lembranças, mas as ideias podem permanecer vivas através das gerações.
E tu? Se pudesse reservar o tempo da sua Ampulheta somente para aquilo que tem verdadeiro valor, o que escolheria colocar no centro da sua existência?
Tem um momento na vida em que o silêncio do outro começa a fazer barulho dentro da gente. É curioso isso, porque o silêncio em si não diz nada, mas a nossa mente… ah, essa não suporta o vazio. Ela é como uma escritora ansiosa, dessas que não dormem enquanto não terminam a história, mesmo que precise inventar metade dela.
Quando alguém fica mais quieto, mais distante, a gente não observa apenas… a gente interpreta. E interpretar, quase sempre, é correr o risco de exagerar. Eu mesma já me peguei criando enredos dignos de novela das nove, com direito a traição, abandono emocional e até diálogos que nunca aconteceram. Tudo isso enquanto a outra pessoa talvez só estivesse cansada, distraída ou simplesmente vivendo um dia ruim.
A mente não gosta de lacunas. Ela vê um espaço em branco e já pega a caneta. Só que ela não pergunta se pode escrever. Ela vai lá e escreve do jeito que acha mais coerente com os nossos medos. E é aí que mora o perigo. Porque raramente a mente preenche os vazios com leveza. Ela prefere o drama, o alerta, a defesa. Como se estivesse tentando nos proteger, mas, no fundo, só nos deixa mais inquietas.
E o mais irônico é que quanto menos informação a gente tem, mais certeza a gente sente. É quase uma coragem ilusória. A pessoa não respondeu direito, pronto, alguma coisa está errada. Ficou mais calada, pronto, tem algo acontecendo. E assim, sem perceber, a gente começa a reagir a histórias que nunca foram confirmadas.
Só que viver assim cansa. Cansa porque a gente sofre por antecipação, cria distâncias que talvez nem existam e, às vezes, acaba tratando o outro com base em algo que só aconteceu dentro da nossa própria cabeça. É como brigar com um fantasma e sair machucada no final.
Talvez o grande aprendizado aqui seja respirar antes de concluir. Nem todo silêncio é rejeição. Nem toda distância é abandono. Às vezes, é só… silêncio mesmo. E talvez confiar um pouco mais no que é real, no que foi dito, no que foi construído, seja um ato de maturidade emocional que a gente vai aprendendo aos poucos, tropeçando nas próprias suposições.
No fim das contas, nem tudo que a mente cria merece palco. Algumas histórias precisam ficar onde nasceram… dentro da cabeça da gente, sem virar verdade na vida real.
E se você gosta desse tipo de reflexão que abraça, cutuca e faz pensar ao mesmo tempo, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Tem muita coisa lá que parece ter sido escrita exatamente para esses dias em que a mente resolve falar alto demais.
Tem um tipo de silêncio que abraça. Ele chega devagar, como quem senta ao nosso lado sem pedir licença, mas também sem invadir. É aquele silêncio confortável, de quem não precisa preencher tudo com palavras porque a presença já basta. Esse silêncio é casa. É descanso. É paz.
Mas existe um outro. E esse… esse não avisa quando muda de forma.
De repente, o que antes era aconchego vira ausência. O que era pausa vira distância. E a gente começa a perceber que o silêncio já não acolhe, ele pesa. Ele cria um espaço estranho entre duas pessoas que antes se encontravam até no olhar. Agora não. Agora o olhar passa, escorrega, evita. E ninguém fala nada. E esse nada vai crescendo, como mato em terreno abandonado.
A verdade, meio dura, meio inevitável, é que o amor não respira bem dentro desse silêncio constante. Amor precisa de ar. E o ar dele é a conversa, mesmo quando ela é imperfeita, atravessada, meio sem jeito. Porque falar é se mostrar. E se mostrar é manter a ponte de pé.
Quando o silêncio vira regra, a gente começa a imaginar coisas. A mente, que já não é muito confiável, vira roteirista de tragédia. Um atraso vira desinteresse. Um cansaço vira frieza. Um dia ruim vira falta de amor. E ninguém confirma nada, porque ninguém fala nada. E assim, o que poderia ser resolvido com uma frase simples, vira um abismo inteiro.
Eu penso que amar também é ter coragem de quebrar o silêncio. Mesmo com a voz trêmula. Mesmo sem saber exatamente quais palavras usar. Porque o risco de falar errado ainda é menor do que o risco de não falar nada.
O silêncio, quando prolongado, não protege o amor. Ele desgasta. Ele cria versões diferentes da mesma história dentro de cada cabeça. E quando a gente vê, já não está brigando com a pessoa, está brigando com a ideia que criou dela.
E talvez o amor não acabe de uma vez. Ele vai ficando baixo, como uma música esquecida tocando no fundo, até que ninguém mais escuta.
No fim, não é sobre nunca ficar em silêncio. É sobre não morar nele.
Porque amor que é vivo mesmo… faz barulho. Nem que seja um sussurro dizendo “ei, eu ainda tô aqui”.
Agora me conta, você também já sentiu esse tipo de silêncio que afasta aos poucos? E se quiser mergulhar em mais reflexões assim, passa no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu te espero lá.
Na ausência, teu nome é chama, que arde sem se apagar. Cada silêncio é um grito contido, cada noite, um mar sem fim.
Tentei vestir a razão, mas ela se desfaz em tuas lembranças. A maturidade é frágil diante do coração, que insiste em te chamar, mesmo no vazio.
A saudade é amante ciumenta, não aceita despedidas, não conhece limites. Ela invade como tempestade, me arrasta para o centro do teu olhar.
E eu, perdido em tua ausência, te encontro em cada sombra, em cada perfume esquecido, em cada palavra que não disse.
Se o tempo é cruel, o amor é eterno. E mesmo longe, teu abraço é o destino que nunca se desfaz.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A dor é ferida, mas também é portal. É silêncio, mas também é grito. É sombra, mas pode ser aurora. E talvez seja justamente por isso que ela nos humaniza: porque nos lembra que viver é atravessar, e que cada cicatriz é também uma inscrição de resistência, uma marca de que seguimos, apesar de tudo.
Tatianne Ernesto S. Passaes
O Silêncio da Vida Autêntica
Viver é, antes de tudo, um ato íntimo. Cada instante, cada viagem, cada encontro com o mundo carrega em si uma plenitude que não necessita de testemunhas. A vida não é espetáculo, não é vitrine, não é palco. É presença.
Escolher não se expor é escolher a liberdade. É recusar o olhar que julga, o aplauso que condiciona, a aprovação que aprisiona. É compreender que a experiência só se torna verdadeira quando não é fragmentada em imagens, nem transformada em mercadoria de consumo social.
Há quem precise da plateia para sentir-se vivo. Mas essa dependência revela uma carência: a busca incessante por confirmação externa, como se o valor da existência estivesse fora de si. Quem vive para ser visto, vive para os outros. Quem vive para si, encontra no silêncio a sua fortaleza.
Não se trata de inspirar, convencer ou ensinar. Isso também seria uma forma de exposição. Trata-se apenas de existir — intensamente, discretamente, plenamente. A vida que não se publica é a vida que se guarda, e justamente por isso, é a vida que se preserva.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Entre o Espetáculo e o Silêncio
Há existências que se erguem sobre o palco. São vidas que se alimentam da visibilidade, que transformam cada gesto em performance e cada instante em proclamação. Cercadas de amigos, festas e aplausos, parecem plenas de movimento e alegria. Mas por trás da música alta e das luzes cintilantes, há um vazio que não se confessa: a solidão.
Nessa vida, as necessidades pessoais tornam-se supremas, superiores a qualquer vínculo — filhos, pais, companheiros. O mundo gira em torno do desejo de ser visto, desejado, celebrado. A festa é refúgio, mas também prisão: companhia efêmera, vínculos superficiais, afeto substituído por euforia. No fim da noite, quando o silêncio retorna, resta apenas a ausência. A afirmação de que se está só “por opção” é narrativa defensiva, sustentada por padrões inalcançáveis de um parceiro ideal. O brilho fora compensa o vazio dentro, e a superioridade proclamada é apenas máscara para a fragilidade interna.
Mas há também outra forma de existir: aquela que se retira do palco e encontra força no silêncio. Essa vida não precisa de plateia, não depende de aplausos, não busca confirmação externa. Cada instante é vivido em sua plenitude, não como espetáculo, mas como presença. A viagem não é conteúdo, é vivência. O encontro não é performance, é intimidade. O cotidiano não é vitrine, é verdade.
Na sociedade da visibilidade, escolher a invisibilidade é um ato de resistência. É afirmar que nem tudo precisa ser mostrado, que há dimensões da vida que só fazem sentido no silêncio. Quem não precisa ser visto é livre: livre das expectativas, dos julgamentos, das comparações. Livre para errar sem plateia, para acertar sem aplausos, para existir sem máscaras.
Assim, temos dois modos de ser:
O da festa interminável, que parece abundância, mas termina em solidão.
O do silêncio autêntico, que parece ausência, mas revela plenitude.
Entre o espetáculo e o silêncio, cada um escolhe o modo como deseja existir. Mas é no silêncio, e não na festa, que a vida encontra sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em ser visto, mas em ser.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Diário da alma
Hoje, escolhi o silêncio.
Não como ausência, mas como refúgio.
Existe um lugar dentro de mim que não precisa ser explicado, nem exposto, nem compartilhado — apenas sentido. E foi para lá que eu fui. Sem avisar, sem deixar rastros, sem olhar para trás.
Cansei de traduzir sentimentos em palavras rasas para que outros pudessem entender. Nem tudo foi feito para ser compreendido… algumas coisas só existem para serem vividas em segredo, no íntimo, onde o mundo não alcança.
Aprendi que a paz não faz barulho.
Ela não pede atenção, não disputa espaço, não se exibe. Ela simplesmente chega… e fica.
E foi nesse silêncio, nesse afastamento quase invisível, que eu me reencontrei. Sem máscaras, sem versões editadas, sem necessidade de ser aceita.
Hoje, não preciso mais ser vista.
Porque finalmente aprendi a me enxergar.
E, pela primeira vez… isso basta.
"Que eu entenda Deus que o Teu silêncio não é abandono, mas um momento de fortalecer a minha fé, ter confiança e amadurecimento espiritual em Ti. Traga sempre a minha memória que estáis ao meu lado segurando minha mão e não permitindo que eu caía. Como diz em Tua palavra: 'Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus' (Salmos 46:10). Que esse versículo se aplique cada dia no meu espírito me trazendo paz porque eu sei que este silêncio é o Teu convite para entrar na sala do Trono; confiar e orar, pois o silêncio do Senhor é cuidado, jamais negligência. Amém!"
—By Coelhinha
