Texto sobre Música
Garotas espertas não amam, não têm medo das coisas, não ouvem tal música só porque tá na moda, não usam salto alto só pra se sentirem maiores que as outras. Garotas espertas não confiam em qualquer um, não deixam de sorrir só porque disseram que ser metida é legal. Garotas espertas gostam do que gostam e conseguem fazer com que todo mundo as entenda, e entende o gosto dos outros. Garotas espertas se divertem, e nem sempre precisam sair de casa e encher a cara pra isso. Garotas espertas não têm medo de mostrar seus sentimentos, mas fazendo todo mundo ficar com medo delas. Garotas espertas não se fazem de burras só porque é mais fácil. Elas sabem que são raras, e por isso não deixam que nenhum idiota as trate como qualquer uma.
" O telefone toca, eu atendo, a Alanis canta a minha música preferida, eu ouço alguém do outro lado da linha me chamar de maravilhosa e me encher de elogios. É óbvio que esses elogios são só para me levar pra cama. Tenho vontade de desligar o telefone, é uma pena eu ter acordado de bom humor. Então, o deixo falar... E ele continua a conversa falando de minhas qualidades sem ao menos respirar a cada elogio direcionado a mim. É incrível ver o quanto as pessoas se esforçam, elas até tentam, mas não conseguem alcançar um milímetro do meu coração. Acabam por tornarem-se apenas o que são: banais. E eu escuto a Alanis cantar o trecho da música mais linda de todas: " Eu sou um doce trabalho inacabado, erroneamente rotulada e subnutrida. Tratada como uma rosa sendo uma orquídia... " E eu tenho vontade de mandar esse cara pra aquele lugar só por ele estar atrapalhando a minha canção que eu tanto amo, me falando essas baboseiras que eu poderia até repetí-las de tanto já ter ouvido de outros caras. Porém, resolvo deixar pra lá, não vai adiantar nada mesmo. Deixa ele pensar que acredito em tudo o que fala. Os homens não gostam de mulheres espertas. Eles têm medo dessas mulheres. Um pouco por seu lado machista, mas um tanto por serem burros mesmo. É até divertido ver o quanto eles são incompetentes. E eu continuo sendo essa chata, desbocada e nem aí pra nada. Quero mesmo é que tudo se dane, que o mundo exploda e eu vire pó e cinzas. Afinal, essa é a única certeza que temos na vida: a certeza de que morreremos e ponto final. Acabou. Sem finais felizes, sem príncipes, sem gente 'pé no saco', sem vida, sem nada. Apenas pó e cinzas, jogadas ao vento, onde desaparecerão e não significarão mais nada. "
Ineditamente, hoje ouvi música e não quis você aqui. No quê eu pensei? Na plenitude; em mim; na minha alma. Fechei os olhos, cantei bem alto. Enxerguei um vazio que não me causava dor. E nada. NADA de você aparecer nos meus anseios. Mudei de música, talvez essa não fosse inspiradora o suficiente. Deixei o ritmo me envolver. E nada de você. Entendi, que nesse momento, a única companhia que eu realmente quero é a minha.
Hoje, vi uma foto do meu ex com a sua 'namorada' e uma frase da musica do natiruts e passou um fime na minha cabeça em tudo que aconteceu conosco e fiquei pensando o que tinha acontecido com todo aquele nosso amor que agora esta todo pra ela, tao rapido assim, em um piscar de olhos. Como se fosse coisa banal. Como tem gente ruim nesse mundo, fiquei pensando, como que ele ousa a fazer isso comigo? Como disse que me amava, que morria de ciumes de mim e todas aquelas coisas romanticas pra depois não olhar mais pra mim, como existe pessoas que tem a capacidade de fazer isso com os outros no mundo? Vce conhece uma pessoa, aparentemente legal, divertida, simpatica, começa a conversar com ela e descobre uma pessoa maravilhosa, se apaixona, namora ate que essa pessoa mostra realmente quem é e brinca com os seus sentimentos, ai a nossa obrigação é seguir enfrente como se nada estivesse acontecido porque o mundo não para pra concertar o nosso coração, porque não há nenhum sabio que sente do nosso lado em uma praça e diga-nos o que fazer como nos filmes, ai se a gente chora, sente saudades, quer saber o porque de tudo isso as pessoas dizem "ela é criança, ela não entende que a vida é assim, não sabe como as coisas funcionam, como são as regras lá fora" que regras? Regras para ser feliz? Ninguem pensa em ser feliz, hoje todos pensam em passar por cima de todos, ngm vê o mundo maravilhoso que Deus nos deu, só pensam em si, não há sentimentos mais. E depois, eu tenho a cabeça pequena, eu que não entendo as coisas, eu que sou fraca. Mais é o mundo que esta errado! Não sou eu que tenho que me adaptar a ele, são as pessoas que tem que melhorar o seu ponto de vista e ver que esta errado a forma como tratam os sentimentos alheios.
...Tenho meus motivos para ser critica em relaçao a musica , pois musica é a Arte de combinar os sons de maneira lógica e coerente, onde se propicia um contexto sonoro rico em significados !sejam criteriosos e observem oque vcs estao ouvindo e considerando MUSICA ,pois podem estar confundindo MUSICA com LIXO SONORO ..."
A música é minha válvula de escape, meu remédio favorito, com ela as dores somem e os problemas são esquecidos. Só há uma solução quando estou triste ou com raiva, ligo meu celular ou ponho meu fone de ouvido e viajo, pra onde e quando eu quiser, a quando escuto posso estar do seu lado, como posso estar em uma noite estrelada do topo de uma montanha, depende muito do meu humor… Posso estar em outro planeta, longe de toda a negatividade desse mundo, como posso estar bem pertinho de quem amo, mesmo sem a pessoa saber, mas quando a música acaba, o sonho se vai. E eu volto a escutá-la, o sonho volta, a imaginação volta a florescer e nesse momento me pergunto: Cadê a dor? Ela levou, junto com o vento, com as ondas do mar, creio que já tenham estourado como uma bolha de sabão, depois de uma longa jornada pra longe de mim. Tchau dor e, obrigado música.
Ela era mistério puro , quebra cabeças bem complicado , incógnita, ela era indecifrável, música para os ouvidos..ela não era pra qualquer um .. ela era frito vinho caro ... nem todos a decifram, nem todos tem paladar aguçado, nem todos valorizam um bom livro pelo seu conteúdo..nem todos nasceram pra apreciar a boa música..e por ela ser uma joia rara .. nem todo mundo nasceu conquistar todo esse tesouro ...
Eu sou como aquela tal música cortada que parou no refrão perfeito que todos esperavam. Sou como uma imagem de uma paisagem maravilhosa, que insiste em não carregar. Sou como um espelho que mal chegou a refletir e foi quebrado. Sou como um CD arranhado que parou na melhor música. Sou como uma caneta que ficou sem tinta no meio de um texto importante. Sou como um caderno molhado depois de levar chuva. Sou como um quadro sem cor, esperando para ser pintado. Sou como um cristal que se despedaçou e de nenhuma maneira volta a ser o mesmo. Sou como o barro esperando para ser moldado. Sou como um vaso vazio esperando para ser preenchido. Sou como uma folha seca caída no chão, esperando o vento levar. Sou apenas um corpo ocupando um espaço no mundo; apenas um corpo vazio de sentimentos; apenas um corpo pairando sobre a terra, sem esperanças, sem sorte, e o pior: sem amor.
“What’s love got to do with it?” Começou a tocar assim que liguei a TV. A música estava nas redes sociais e agora em minha TV, como se precisasse ser ouvida, compreendida, assimilada por mim e eu estivesse fugindo dela. Ela dizia para eu não pensar, para me jogar mesmo sem ter certeza do que iria acontecer amanhã. E quando é que temos certeza? Eu tenho resistido à música assim como tenho negado dar um nome para isso que eu sinto. Porque se eu der um nome se torna real. Mas o que o amor tem a ver com isso, certo? O que a paixão tem a ver? Eu só estou um pouco boba quando falo com ele e só. Eu só estou um pouco sentimental mas deve ser por causa dos remédios que estou tomando e não tem nada a ver com Tina Turner, Sade, ou em como me arrepio inteira quando as mãos dele tocam meu corpo.
Amor é aquela música que toca em silêncio, mas que a gente sente no coração. É o vento que bagunça o cabelo e traz um sorriso inesperado, é o abraço que encontra o lugar certo entre o medo e a coragem. O amor, ah, o amor, é como aquele livro favorito que a gente nunca cansa de reler, descobrindo sempre um detalhe novo, uma emoção que parecia escondida nas entrelinhas. É o pôr do sol que pinta o céu de laranja e rosa, prometendo que o amanhã vai ser ainda mais bonito. Amar é se perder na melodia de um olhar, é deixar que a vida dance no ritmo dos nossos sonhos. Porque no fim das contas, o amor é tudo o que nos faz sentir vivos.
Como toda boa música, você ainda me deixa com vontade de dançar, penso em você toda hora como se eu estivesse dando play toda vez que a música acabasse. Porque eu não quero que acabe é como se todo dia a música tivesse um novo significado e todo dia eu encontro um significado para gostar de você. Eu tenho convicção que você nasceu pra morar no meu coração.
Felicidade é ter amigos, uma cerveja geladinha e muita musica... Felicidade é poder estar aqui, ou ali quem sabe... Felicidade é ter uns trocados no bolso pra comprar besteira... Felicidade é andar a esmo fingindo ter um rumo... Felicidade é poder deitar sem nada dever, nem a quem temer... Felicidade é desfrutar da natureza, um por ou nascer do sol... Felicidade é chegar em casa apertado e o banheiro estar desocupado... Felicidade é saber que se é feliz por um momento e esse momento é eterno... Felicidade é falar esse monte de baboseira essa hora da manhã só porque me sinto feliz.
É estranho gostar de musica classica,sem saber tocar qualquer instrumento,gostar de rock,coca,cigarro,whisky,de caras malucos mais sensatos sem algum ponto,gostar de pessoas boas,desenhos animados até a vida adulta,de paraisos da mente,de um unico amor,gostar de sentir saudade do que jamais poderia esquecer,gostar de escrever pensamentos,quando a vida tá uma bosta ou quando ta pra descarga,gostar de ser surpreendente a você mesmo,gostar de apenas uma estação,querer um pedaço do céu,sendo que ele já existe em você,pra você,por você,querer algo sem nem saber oque,gostar de estar com você,apenas com você,numa noite fria tendo consigo as lembranças de tudo que possa chamar de felicidade estando tão perto e tão longe ao mesmo tempo de tudo que te faz viver !!!!
“A música é poderosa, mas seu valor ético depende da letra, das técnicas, como backmasking, das frequências, como Solfeggio, e da percepção sinestésica, em que sons evocam cores — a sinestesia cromática-auditiva que inspira clipes e experiências audiovisuais imersivas; quando manipuladas, tais recursos influenciam atitudes humanas tanto positivamente, estimulando reflexão, harmonia e criatividade, quanto negativamente, incitando preconceito ou violência. Cada indivíduo é único, dotado de singularidade irrepetível, e merece que a arte o inspire a compreender, respeitar e celebrar a diversidade, em vez de perpetuar ódios ou limitações morais.”
O sentimento da visualização é o mesmo — se não semelhante, ao de ouvir uma música que te transporta para outra dimensão. Uma sonata, uma música instrumental, um canto lírico ou algo transcendental. Se utilizar dessa mesma força para visualizar seus objetivos, não há quem te intente algum mal.
No canto do espelho quebrado, um peixe com asas azuis engole o som de uma música velha que vem do fundo d'água. Pingos de prata escorrem pelas teclas de um piano invisível, fiapos que não se encostam, mas cochicham coisas no escuro. Por que o relógio amolece nas mãos de outro relógio parado? Uma abelha de vidro voa entre nuvens de algodão doces, levando pó de lembranças que nunca existiram. O vento leva folhas de jornal velhas, letras misturadas como cartas num baralho sem jogo.
Se existe uma composição preferida na música clássica? Tenho muitas, de Beethoven, Rachmaninoff, mas a que mais me toca, a que realmente amo é um prelúdio, que foi Inspirado pelo inverno chuvoso de Maiorca e por um estado febril no isolamento de um mosteiro, Frédéric Chopin eternizou a melancolia da chuva constante na nota repetida de seu famoso Prelúdio "Raindrop" (Op. 28, No. 15).
Ele ficou, quando o mundo desabou em telas mortas e a música aprendeu a sangrar. Com a roupa rasgada pela história, olha anjos quebrados que esqueceram o céu, e corvos que sabem o nome do fim. Há almas passando por ele como neblina que não pede licença, e uma cachoeira distante tentando lembrar que ainda existe queda, e ainda existe som.
Hoje, meu espírito é a Sonata nº 14 de Beethoven, primeiro movimento, não como música, mas como um luto que respira, um luto que anda comigo pelos corredores escuros da alma, onde sombras sem rosto vagam em silêncio, arrastando correntes invisíveis feitas de memórias que doem, de nomes que já não ouso pronunciar, de sonhos que apodreceram antes mesmo de aprender a nascer, e cada nota que ecoa dentro de mim não consola, apenas confirma que ainda estou aqui, inteiro por fora, em ruínas por dentro, como uma catedral abandonada onde o vento reza no lugar de Deus, e essas sombras passam por mim como se me reconhecessem, como se soubessem que pertenço ao mesmo lugar que elas, um território onde a esperança é uma palavra estrangeira e a saudade é idioma oficial, e eu caminho nesse adágio eterno com os pés feridos, carregando um coração pesado demais para ser chamado de vivo, leve demais para ser chamado de morto, apenas existindo, apenas suportando, enquanto o mundo lá fora insiste em girar como se nada estivesse quebrado, e aqui dentro tudo é escombro, tudo é noite, tudo é um piano tocado por mãos que sangram.
A música de Sergei Rachmaninoff não é apenas ouvida, é sofrida em cada terminação nervosa, uma arquitetura de dor e glória onde os concertos para piano se erguem como catedrais de um romantismo tardio e visceral. Há uma beleza quase insuportável na forma como suas notas fortes golpeiam o silêncio, não por violência, mas por uma necessidade urgente de existir, enquanto as mãos gigantescas do mestre costuram harmonias complexas que parecem traduzir o peso de uma Rússia eterna e nostálgica. É um mergulho em águas profundas e gélidas, onde a melancolia se transfigura em virtuosismo, revelando que, por trás de cada acorde denso e cada fraseado melódico que se arrasta como um suspiro de despedida, habita a alma de um homem que transformou o próprio exílio interno em uma das linguagens mais sublimes e devastadoras que o mundo já ousou escutar.
