Texto sobre Música
“A música é poderosa, mas seu valor ético depende da letra, das técnicas, como backmasking, das frequências, como Solfeggio, e da percepção sinestésica, em que sons evocam cores — a sinestesia cromática-auditiva que inspira clipes e experiências audiovisuais imersivas; quando manipuladas, tais recursos influenciam atitudes humanas tanto positivamente, estimulando reflexão, harmonia e criatividade, quanto negativamente, incitando preconceito ou violência. Cada indivíduo é único, dotado de singularidade irrepetível, e merece que a arte o inspire a compreender, respeitar e celebrar a diversidade, em vez de perpetuar ódios ou limitações morais.”
O sentimento da visualização é o mesmo — se não semelhante, ao de ouvir uma música que te transporta para outra dimensão. Uma sonata, uma música instrumental, um canto lírico ou algo transcendental. Se utilizar dessa mesma força para visualizar seus objetivos, não há quem te intente algum mal.
Às vezes, a 'música' não é algo que se ouve, mas alguém que se sente. Existem pessoas que chegam com o tom exato para silenciar o barulho do nosso caos interno. Elas não precisam dizer muito; a presença delas é a harmonia que organiza nossos pensamentos tempestuosos e transforma o aperto no peito em calmaria.
Tenho a mania mais deliciosa que há: ouvir músicas. Ao escutar uma música, sinto-a adentrar em mim, chegando até a minha alma e me abraçando por dentro, oferecendo seu ombro quando estou triste. A sensação é maravilhosa, aliviando o meu estresse e trazendo sorrisos aos meus lábios. Realmente, a música é uma das minhas companheiras que mais amo!
A música que diz: "Sentimento ilhado, morto e amordaçado, volta a incomodar". É uma realidade que ninguém está livre de tais sentimentos. Quando caímos na real e saímos dos devaneios, entendemos um pouco daquilo que somos. Por isso, o coração só encontra paz quando é colocado nas mãos de Deus e isso também, não é tão fácil, mas é possível!
ele é o meu bem. Ele é a batida em musica animada, é o raio de sol de todo o meu verão. Ele é o grito de alegria, ele é o fogo da paixão. Ele é leve como a brisa e inesquecível, como a nossa canção. Ele é intenso como nosso primeiro beijo. Ele tem um olhar descolado que esconde tanto, e um sorriso doce, ele é uma doçura. Ele é uma graça. Ele é todo o meu amor.
Preciso de um tempo pra sentar no banco de um pracinha com uma música triste tocando no fone de ouvido e chorar baixinho. Preciso agendar um tempo para colocar as minhas angústias para fora, se não elas irão me explodir por dentro. Quem sabe nessa segunda... Não, não tenho tempo segunda, talvez no domingo... Tenho compromisso também. Então quando? Quando eu vou poder sentar num cantinho isolado e chorar um pouquinho? Eu sinto tanta falta disso... Eu só queria chorar.
A verdadeira adoração não está ligada a um lugar, a uma música ou a um momento específico, mas a um estilo de vida. Adorar é viver em obediência diária, é permitir ser moldado pelo Oleiro, é andar em unidade e refletir Cristo em tudo.Isaías 29:13 nos alerta sobre uma adoração apenas externa, de aparência, que honra a Deus com palavras, mas está distante em essência.Entretanto, a verdadeira adoração acontece quando nossa vida se torna um altar, quando nossas atitudes glorificam a Deus e quando entendemos que não somos nós que O moldamos, mas somos transformados por Ele.
Tem música que mesmo não entendendo sua tradução, me deixa melancólico, afeta minha sensibilidade, também profundamente meus sentimentos, me deixa vulnerável a emoções fortes que fazem brotar, lembranças, saudades de alguma coisa boa ou ruim, que de certa forma marcaram minha vida algum tempo atras...
A música nos ensina uma virtude rara: saber ouvir. Antes de existir a voz, existe o silêncio. Antes do aplauso, existe a atenção. Quem aprende a ouvir uma canção de verdade também aprende a ouvir as pessoas, a vida e até o próprio coração. Afinal, ouvir não é apenas escutar sons; é dar espaço para que algo nos transforme.
Algumas pessoas falam pelas notas, pelas pausas, pelos silêncios que só a música sabe traduzir. Há quem converse olhando nos olhos. Ela conversa afinando a alma. Cada melodia é um pedaço do que sente, porque existem emoções grandes demais para caber em frases, mas perfeitas para morar em uma canção
No canto do espelho quebrado, um peixe com asas azuis engole o som de uma música velha que vem do fundo d'água. Pingos de prata escorrem pelas teclas de um piano invisível, fiapos que não se encostam, mas cochicham coisas no escuro. Por que o relógio amolece nas mãos de outro relógio parado? Uma abelha de vidro voa entre nuvens de algodão doces, levando pó de lembranças que nunca existiram. O vento leva folhas de jornal velhas, letras misturadas como cartas num baralho sem jogo.
Ela era mistério puro , quebra cabeças bem complicado , incógnita, ela era indecifrável, música para os ouvidos..ela não era pra qualquer um .. ela era frito vinho caro ... nem todos a decifram, nem todos tem paladar aguçado, nem todos valorizam um bom livro pelo seu conteúdo..nem todos nasceram pra apreciar a boa música..e por ela ser uma joia rara .. nem todo mundo nasceu conquistar todo esse tesouro ...
Se existe uma composição preferida na música clássica? Tenho muitas, de Beethoven, Rachmaninoff, mas a que mais me toca, a que realmente amo é um prelúdio, que foi Inspirado pelo inverno chuvoso de Maiorca e por um estado febril no isolamento de um mosteiro, Frédéric Chopin eternizou a melancolia da chuva constante na nota repetida de seu famoso Prelúdio "Raindrop" (Op. 28, No. 15).
Ele ficou, quando o mundo desabou em telas mortas e a música aprendeu a sangrar. Com a roupa rasgada pela história, olha anjos quebrados que esqueceram o céu, e corvos que sabem o nome do fim. Há almas passando por ele como neblina que não pede licença, e uma cachoeira distante tentando lembrar que ainda existe queda, e ainda existe som.
Hoje, meu espírito é a Sonata nº 14 de Beethoven, primeiro movimento, não como música, mas como um luto que respira, um luto que anda comigo pelos corredores escuros da alma, onde sombras sem rosto vagam em silêncio, arrastando correntes invisíveis feitas de memórias que doem, de nomes que já não ouso pronunciar, de sonhos que apodreceram antes mesmo de aprender a nascer, e cada nota que ecoa dentro de mim não consola, apenas confirma que ainda estou aqui, inteiro por fora, em ruínas por dentro, como uma catedral abandonada onde o vento reza no lugar de Deus, e essas sombras passam por mim como se me reconhecessem, como se soubessem que pertenço ao mesmo lugar que elas, um território onde a esperança é uma palavra estrangeira e a saudade é idioma oficial, e eu caminho nesse adágio eterno com os pés feridos, carregando um coração pesado demais para ser chamado de vivo, leve demais para ser chamado de morto, apenas existindo, apenas suportando, enquanto o mundo lá fora insiste em girar como se nada estivesse quebrado, e aqui dentro tudo é escombro, tudo é noite, tudo é um piano tocado por mãos que sangram.
A música de Sergei Rachmaninoff não é apenas ouvida, é sofrida em cada terminação nervosa, uma arquitetura de dor e glória onde os concertos para piano se erguem como catedrais de um romantismo tardio e visceral. Há uma beleza quase insuportável na forma como suas notas fortes golpeiam o silêncio, não por violência, mas por uma necessidade urgente de existir, enquanto as mãos gigantescas do mestre costuram harmonias complexas que parecem traduzir o peso de uma Rússia eterna e nostálgica. É um mergulho em águas profundas e gélidas, onde a melancolia se transfigura em virtuosismo, revelando que, por trás de cada acorde denso e cada fraseado melódico que se arrasta como um suspiro de despedida, habita a alma de um homem que transformou o próprio exílio interno em uma das linguagens mais sublimes e devastadoras que o mundo já ousou escutar.
“What’s love got to do with it?” Começou a tocar assim que liguei a TV. A música estava nas redes sociais e agora em minha TV, como se precisasse ser ouvida, compreendida, assimilada por mim e eu estivesse fugindo dela. Ela dizia para eu não pensar, para me jogar mesmo sem ter certeza do que iria acontecer amanhã. E quando é que temos certeza? Eu tenho resistido à música assim como tenho negado dar um nome para isso que eu sinto. Porque se eu der um nome se torna real. Mas o que o amor tem a ver com isso, certo? O que a paixão tem a ver? Eu só estou um pouco boba quando falo com ele e só. Eu só estou um pouco sentimental mas deve ser por causa dos remédios que estou tomando e não tem nada a ver com Tina Turner, Sade, ou em como me arrepio inteira quando as mãos dele tocam meu corpo.
A música, assim como o livro, é uma das poucas artes que nos levam a qualquer lugar do mundo, causando-nos sentimentos profundos. Traz sensações ruins e boas, enquanto conhecemos lugares e pessoas. Faz aflorar a emoção, dependendo da situação em que nos encontramos. Independentemente do momento, amamos. O dia da música foi ontem, mas só para lembrar que, seja apenas no áudio ou na tela, no instrumental ou à capela, para nossa alegria, todo dia é dia dela.
Hoje me inspira a música que nasce de dedicação, sensibilidade e muitas horas de prática. O Dia Mundial do Pianista, celebrado em 8 de novembro, é uma ótima oportunidade para valorizar pianistas profissionais, estudantes, professores e todos que encontram no piano uma forma de expressão. Cada interpretação mostra que a música vai muito além das notas: ela também carrega personalidade, emoção e história.
