Texto sobre Liberdade
Educadoras
Não há grito de liberdade maior que de uma criança.
Dentro de sua inocência, confronta o mundo com a verdade.
Se irrita com o banal, e valoriza o que de mais puro existe no mundo.
A verdade do coração, transmitida no olhar, no sorriso que gargalha.
Na peça pregada pela simples alegria.
Não há nada de mais espontâneo e cativante no ser humano.
Não há expressão mais literal da verdade.
Dom sem igual, o qual a sociedade tanto luta para domar.
Com suas concepções fúteis de educação.
Afinal crianças não vem para aprender
Vem para ensinar.
Uma prisão promovida pela liberdade
Em certas ocasiões, para determinadas pessoas, a pior prisão que existe é a liberdade.
A liberdade de fazer escolhas, fazem-nas prisioneiras da angústia, encarceradas pela ansiedade.
Reféns do medo, desejam não ter essa responsabilidade, que chamamos de liberdade.
A angústia da indecisão pode machucar mais que uma possível má escolha.
De fato, sofremos mais pelo que imaginamos, que pela realidade que vivemos.
Lembremos, que somos moldados por nossas escolhas, somos livres para escolher, e escravo das consequências.
Quanto mais opções de escolha tivermos, mais difícil será tomar decisão, e serão grandes as chances de não escolher nada, mas não decidir nada, também é uma escolha.
Pode parecer contraditório, mas muitas pessoas preferem abrir mão da liberdade de escolha, preferindo que escolham por ela.
Há também um fato relevante, quanto mais opções, menor satisfação teremos com opção escolhida.
Uma dica para tomar decisões, é tornar consciente de que tudo na vida é arriscado, ou seja, nada é garantido, tudo é imprevisível, por mais segurança que temos no momento presente.
Essa conscientização, faz com que tomemos a decisão, mesmo sabendo das probabilidades.
Saiba que, existe uma dor pior que a de se fazer uma má escolha , é a dor de não ter decidido nada.
Não tenha medo de errar, não digo para sermos inconsequentes, mas correr risco faz parte da vida, se a queremos “viver.”
Escolher é determinar o rumo da vida, e não deixá-la nos levar.
Como não existe escolha sem risco, nem opção com tudo que desejamos, o equilíbrio da razão com o coração pode ser a melhor ferramenta.
Só erra quem tenta, só acerta quem tenta, só vive quem faz suas próprias escolhas. É impossível agir sem algum grau de influência, somos altamente influenciados, pela cultura, ambiente, pessoas e vida pregressa; A chave é ter a percepção do que nos foi introjetado.
Por isso, o autoconhecimento é fundamental para uma boa escolha, quem pouco conhece de si mesmo, mas vulnerável é em suas escolhas.
Portanto, se queremos ser o cavaleiro, e não o cavalo de nossa história de vida, devemos investir em autoconhecimento, mas até isso é uma decisão pessoal.
Paulo e Silas não tinham liberdade, mas tinham louvor.
E o louvor abriu as portas.
Josafá não tinha força, mas tinha louvor. E o louvor confundiu os inimigos.
Hoje, não é diferente.
O teu louvor pode ser o som que o inferno teme e que o Céu responde.
Então, levanta a sua voz, não como quem canta uma canção,
Mas como quem empunha uma espada.
Louve… até o inimigo fugir, até as cadeias caírem, até a vitória chegar.
MANIFESTO HUMANISTA DE LIBERDADE
(um manifesto agnóstico sobre autonomia, responsabilidade e empatia)
O pior tipo de escravo é aquele que não consegue perceber as correntes que o aprisionam.
Vivemos num sistema que, por todos os lados, tenta nos domesticar: dizendo como devemos viver, o que devemos desejar, no que devemos acreditar. Impõem regras, dogmas e modelos prontos, moldando consciências para que tudo continue funcionando em favor de uma casta privilegiada que se mantém no topo da pirâmide às custas da nossa dor, do nosso medo e da nossa fragilidade emocional.
Foi ao compreender essa engrenagem que despertei. A partir desse momento, entendi que minha vida — e tudo o que faço ou deixo de fazer dela — é de minha inteira responsabilidade. Não delego mais a outros o direito de decidir por mim. Não preciso de pastores, padres ou de sistemas morais impostos de fora para me dizer qual caminho seguir, porque toda obediência cega é apenas mais uma forma de servidão.
Mas assumir a própria liberdade não significa viver isolado, nem fechar os olhos para o outro. Pelo contrário: é justamente quando deixo de agir por medo, culpa ou submissão que passo a responder conscientemente por meus atos. Compreendo então que cada ser humano que encontro é uma continuidade de mim mesmo — não porque sejamos iguais, mas porque compartilhamos a mesma condição de vulnerabilidade, dor e desejo de sentido.
A dor que bate à minha porta é a mesma que bate à porta do meu próximo. Somos partes de um todo, e esse todo não existe fora de nós. Por isso, viver em plenitude não é viver sem limites, mas viver sem mentiras: sem negar a própria liberdade e sem negar a humanidade do outro.
“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.
Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.
Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)
Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.
A nossa liberdade está em nossa consciência, já que, por si sós, somos apenas matéria como qualquer outro objeto. Embora feitos de matéria, entendemos as nossas limitações e através do conhecimento, conseguimos trabalhá-las, modificando, até certo ponto, os sinais de pontuação que a vida impõe em nossas histórias. Não criamos as regras do jogo, mas aprendemos a usá-las a nosso favor; afinal, a mesma água que nos afoga é a que nos mantém vivos e o mesmo fogo que aquece é o que queima.
Isso nos leva a questionar a própria origem de nossas ferramentas. O termo "natural" é definido por boa parte dos dicionários como "aquilo que pertence ou é regido pelas leis da natureza". Por sua vez, a natureza é descrita como "o mundo material, especialmente aquele em que vive o ser humano e que existe independentemente das atividades humanas". Ocorre que, de certa forma, o ser humano, em sua essência, é algo que provém da natureza. Inclusive o cérebro, responsável por criar tudo o que é classificado como artificial, foi criado de maneira natural e é regido pelas mesmas leis.
Embora o cérebro tenha a capacidade de idealizar, tudo aquilo que é materializado deve seguir as leis da física; portanto, da mesma forma que tais leis regem o cérebro humano, regem também suas criações e manipulações. Onde surgiu, então, a diferenciação do que é natural? Se as leis da natureza são as mesmas que regem os seres humanos e suas criações ditas "artificiais", o conceito de natural seria ele próprio artificial?
Além do mais, o cérebro humano se enquadra nas características de "natural", visto que ele seria independente da atividade humana? A menos que ele materialize — ou melhor, que seja o princípio da atividade humana, o que é razoável supor. Pode-se dizer que o ser humano é fruto da reprodução de outros dois seres humanos, o que encerraria a questão biológica imediata; todavia, nem sempre foi assim. Sabemos que nem sempre existimos e que não somos eternos. Em algum momento, algo não humano originou o ser humano. Esse "algo", por definição, faria parte da natureza? Se sim, a consciência que nos dá liberdade é, no fim das contas, a própria natureza manifestando-se contra suas próprias limitações ?
Às vezes, acordo sentindo o ar rarefeito da liberdade que todos proclamam. Caminho pelas ruas de concreto, smartphone na mão, curtindo posts que ditam o que devo desejar. Sou livre? Rio alto, mas o eco é um sussurro preso. As correntes sociais são invisíveis, tecidas de olhares julgadores, algoritmos que moldam meu feed como um deus caprichoso, normas que sussurram: "Seja assim, consuma aquilo, ame desse jeito".
Elas se enroscam no peito, essas algemas de expectativas. A família cobra herdeiro perfeito; o trabalho, lealdade eterna; as redes, pose impecável. Eu corro, mas para onde? A ilusão de escolha é o maior truque: vote, compre, poste, repita. No fundo, somos marionetes em um teatro coletivo, fios puxados por medos ancestrais e modas passageiras.
Quebrar isso exige coragem nua: silenciar o ruído, abraçar o desconforto do autêntico. Só então a verdadeira liberdade respira, frágil, mas real. E você, sente essas correntes?
Tem uma liberdade quase escandalosa em perceber que eu não preciso ter mais nada pra finalmente ser alguma coisa. É estranho no começo, confesso. Porque a gente cresce acreditando que a vida é uma espécie de checklist infinito: quando eu tiver isso, eu viro aquilo. Quando eu conquistar aquilo outro, aí sim eu me torno alguém. E assim a gente vai adiando a própria existência, como se fosse uma estreia que nunca chega.
Eu já vivi muito tempo assim. Era sempre o próximo passo, o próximo objetivo, o próximo reconhecimento. Como se eu fosse uma obra eternamente em reforma, cercada de tapumes emocionais, esperando o dia em que alguém finalmente diria: pronto, agora sim, você está pronta pra ser você. Spoiler da vida real: ninguém vem com esse carimbo.
E um belo dia, sem fogos de artifício, sem trilha sonora épica, eu percebi uma coisa quase desconcertante: eu já sou. Do jeito que está. Com as minhas contradições, com as minhas partes meio bagunçadas, com as minhas versões que nem sempre conversam entre si. Eu já sou suficiente pra mim.
Isso não significa que eu parei de querer crescer. Eu ainda quero. Ainda tenho sonhos, metas, vontades que me puxam pra frente. Mas agora é diferente. Eu não quero ter para ser. Eu quero ter porque já sou. E isso muda tudo. Porque deixa de ser uma corrida desesperada por validação e vira um movimento mais leve, mais consciente, quase um gesto de expansão, não de compensação.
Antes, cada conquista vinha com um peso estranho, como se eu estivesse tentando provar alguma coisa pra alguém, ou pior, pra mim mesma. Agora não. Agora, se vem, é bem-vindo. Se não vem, eu continuo inteira. Olha que conceito revolucionário: eu não me desfaço na ausência.
E tem algo profundamente elegante nisso. Porque quando eu paro de me medir pelo que eu tenho, eu começo a me reconhecer pelo que eu sou. E isso ninguém tira, ninguém compra, ninguém invalida. Não depende de aplauso, de número, de status, de comparação silenciosa com a vida dos outros. É um tipo de riqueza que não aparece, mas sustenta.
O mundo vai continuar tentando vender a ideia de que falta alguma coisa. Sempre falta, segundo ele. Sempre tem um degrau a mais, uma versão melhor, uma meta mais alta. Mas eu aprendi a desconfiar dessa urgência toda. Porque, no fundo, muita gente está correndo não porque quer chegar, mas porque tem medo de parar e se encarar.
E eu parei. E me encarei. E, surpreendentemente, eu gostei do que vi.
Hoje, eu não quero acumular pra preencher. Eu não quero conquistar pra existir. Eu não quero provar pra validar. Eu só quero ser… e a partir daí, viver tudo que vier como um extra, não como uma necessidade.
Acredite redes sociais, coisas matérias, o corpo, lhe dão um pouco de liberdade...
Mais ela é uma ilusão...
Não tem nada igual nesse mundo como Amar e ser Amado com o mais puro significado da palavra...
Todo o resto irá ficar nesse mundo quando você se for...
Mais o Verdadeiro Amor sempre se Eternizar com progenitores e dádivas...
Livre, ELA
O cheiro da liberdade.
O gosto de encontrar a si mesma dentro do próprio corpo.
As linhas e curvas que jorram numa envergonhada sensação,
o que realmente ela queria dizer, e explodir sentindo.
Mostre sua messiva,
Assim, sorrindo, deixe sua história..
Seja.. quem nunca deixou… Seja!
(Júlio Raizer)
Ode à Independência do Brasil 🇧🇷
Ergue-se a manhã radiosa,
os ventos da liberdade sopram
sobre os campos verdes,
sobre os rios imensos,
sobre o coração
que pulsa em terra nova.
O grito ecoa,
não apenas às margens do Ipiranga,
mas dentro da alma de um povo
que sonha e resiste,
que planta e colhe,
que canta e luta.
Independência não é só palavra,
é chama que arde na memória,
é esperança que insiste
em florescer
mesmo em meio às dores,
é promessa de futuro
que pede coragem e justiça.
Brasil,
Pátria de sol e de sangue,
de suor e de poesia,
que tua liberdade
não seja apenas símbolo,
mas destino vivido,
na dignidade dos teus filhos,
na verdade da tua história.
Salve, terra imensa,
cujas cores tremulam como oração,
cujas vozes se erguem como coro,
que tua independência seja eterna,
não na retórica,
mas na vida do teu povo!
✍©️@MiriamDaCosta
Combate ao debate
Até para pedir intervenção militar
É preciso liberdade de expressão
E há quem queira nova ditadura
O que escancara falta de noção
Um saudosista do que não viveu
Prega justiça nas mídias sociais
Vai insultando a torto e a direito
Espalhando o ódio sempre mais
Não existe debate, mas combate
Os "cidadãos de bem" são maus
Implacáveis com seus opositores
Seja em Porto Alegre ou Manaus
Desconhecem a discussão sadia
Desrespeitam outro ponto de vista
Fuzilam sem arma (por enquanto)
Mesmo quem está na zona mista
Tem pássaros voando pra gaiola
E o pior: não sou um comediante
Mas deixo escritos alguns versos
Afinal poderão me proibir adiante.
"Em nome da liberdade de expressão, do bom senso e da justiça autorizo qualquer pessoa (qualquer mesmo) a escrever - por conta própria - a minha biografia, não importando se o objetivo é histórico-informativo ou apenas admiração incontrolável ou apenas fofoca ou apenas obtenção fácil de pecúnia."
Frase Minha 0616, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Há um abismo entre consentimento e imposição.
Consentimento nasce da liberdade — é um “sim” que carrega dignidade, escolha e respeito mútuo. Já o que é obtido pela força pode até parecer vitória, mas é vazio: não constrói confiança, não cria vínculo, não deixa raízes.
Quem conquista pela força domina o momento.
Quem conquista com consentimento transforma a relação.
No fim, não é sobre conseguir — é sobre como se conseguiu.
A LIBERDADE ESPIRITUAL
Para muitas pessoas religiosas ou espirituais, isso pode ser uma verdade difícil de engolir.
A verdadeira iluminação não é o que realmente queremos. Não é nem um pouco emocionante, mas é totalmente comum.
Apesar disso, a maior parte da espiritualidade é construída sobre a busca do extraordinário.
Altos níveis de frequência não o levam necessariamente a experiências "espirituais".
Na verdade, altos níveis de frequência destroem a própria ilusão de que existe algo como uma experiência “espiritual”.
Na cultura contemporânea da nova era, o materialismo espiritual é abundante - ou seja, as pessoas agora têm uma nova droga chamada busca da verdade.
É importante entender que não há nada de errado com nenhuma dessas coisas.
Se você é levado a buscar algo mais elevado, então algo está empurrando você, levando-o a algum lugar.
Se você segui-lo até sua conclusão natural, ele revelará seu verdadeiro caminho no final.
Para algumas pessoas, buscar é um caminho direto para a transcendência, mas para outras serve simplesmente como uma distração que as afasta ainda mais de sua verdadeira natureza.
A Vitimização impede o buscador espiritual de seguir seu impulso até sua conclusão natural. Ele faz isso identificando-se com a forma do ensino, ou com o professor, ou com o próprio caminho. Portanto, vemos três categorias básicas de pessoas em um caminho espiritual - aquelas que estão presas pela estrutura de um determinado ensinamento, aquelas que estão presas pelo poder magnético de um professor particular e aquelas que estão presas por sua própria compulsão constante de ser um turista espiritual.
Todas essas três armadilhas espirituais são estágios autênticos de qualquer caminho que acabará levando à verdadeira liberdade, mas todas as três também se disfarçam como a própria liberdade. Estes são alguns dos níveis mais sutis da Sombra da Vitimização.
A verdadeira liberdade não tem nada a ver com a forma como gastamos nosso tempo no plano material.
A verdadeira liberdade não é um efeito. É uma espécie de espaço sempre em expansão que surge espontaneamente dentro de você quando você passa a entender o quão profundamente você foi vitimizado por suas próprias crenças centrais.
Todos os reis e ditadores são dispostos....
Ate que o amanhã tenha clamor de liberdade.
Disfunção do neo protetor demonstra a realidade ambígua do domínio.
A realidade é distorcida.
As pessoas são julgadas e condenadas.
O Império da democracia se esconde atrás de atrocidades.
Os espólios fazem parte da riqueza do do Império.
A felicidade durará pouco e tudo se torna um alto ego daqueles dominan o mundo real.
Sendo a loucura de um direita .
A distorção demonstra a falta da liberdade.
O problema dos três corpos na liberdade da vida das Internet...
Deepfakes a visão de algo que não conseguimos compreender diante da fakes news a virtude da fakes news te fazer ver a mentira querem você siga.
Dentro dessa mentira pode se tornas novas dimensões infinitamente de mentiras e balelas para os quais acredita tanto que se transforma em bots do sistema de alienação.
Mudança senso crítico para senso natural e primitivo.
Os graus de uma notícia o torna navegante de um mundo de ilusão.
E mergulhando mais profundo torna se um agente do mesmo sistema caótico pois acredito no que não existe.
Os bots robôs de inteligência artificial dentro da Internet que dão comentários likes e compartilha a mensagem falsa para tenha visibilidade e aceitação das pessoas.
O buraco negro e o problema dos três corpos na liberdade da Internet.
Todo foco pode ser modificado ou responsável ate que encontre contradições.
Dentro da existência a luz so perde para força da gravidade dentro de uma singularidade, certo
A ciência é maravilhoso mundo mais como a liberdade tem lutas diferentes
a expressão da existência social na interlocução da Internet trás virtude do julgamento virtual o política do correto...
E crimes virtuais são expostos pela ganância ou impulso sexuais.
O punho do buraco negro é singularidade da deepfakes ser tão vivo e singular.
Morte da Liberdade
Morte dos libertadores.
Deputados e Senadores fazem o assinado da democracia.
Alienação intelectual do novo conceito do monaquismo. Sera fim da existência social para que alguns indivíduos possam manter o poder? a qualquer custo. O Império da direita trás velhas convicções da ditadura.
Sera pilhar da Ditadura esta de volta.
Vamos voltar viver a repressão e a censura pública é nova apologia.
A direita com deepfakes e fakes news iram vencer o pensamento livre e crítico ira ser calado?
Clima caloroso, momento descontraído, o florescer encantador de uma mulher amável, uma liberdade aprazível, uma vibração de amor e na sua pele, uma pétala afável, cabelos formosos influenciados pelos ventos, lábios singelos, olhar terno, brilho carinhoso nos olhos, sentimentos libertos, um equilíbrio majestoso de cores e contornos.
É nisso que estou pensando agora enquanto te admiro felizmente neste dia ensolarado, o sol enaltecendo o teus detalhes expressivos como se fosse um grande holofote celeste dando o destaque à estrela principal de um grande espetáculo, um deleite para a minha mente, a qual te recebe de braços abertos inevitavelmente.
A tua expressividade é tão imponente que meus pensamentos não se aquietam diante de ti, fico deslumbrado intensamente, sonhando acordado, passo a sentir uma emoção envolvente aquecendo o meu espírito, inspirando o meu lado poético, assim, vou mergulhando, transcendendo a superfície de um mar profundo.
