Textos sobre beijo que falam dessa forma de afeto
Só risos
Manhã ensolarada
Beija-flor na sacada
Olhar da pessoa amada
Beijo apaixonado
Paixão para toda vida
Café da manhã
Praia deserta
Amor sem hora certa
Pra que divã
Sol de madrugada
Estrelas salpicadas na estrada
Você me dando a mão
Seu sorriso no meu peito
Eu meio sem jeito
Dizendo amo você
Fazer da vida bela
Pintar uma tela
Com pinceis do coração
Voltar ao seu sorriso
É só disso que eu preciso
Para um dia ser feliz...
"" Beijo bom é beijo roubado
beijo levado
que cora e mostra o amor verdadeiro
beijo bom é beijo infinito
muito agito e sonho para sonhar
beijo bom é dado de graça na praça
no carro ,na cama, no sofá
beijo bom é beijo quente
alucina e faz pensar
na vida na sorte no luar...
beijo bom é assim mesmo
molejo e caricatura
criador e criatura
beijo que nunca se esquece
beijo que aquece
e molha a boca
que se entrega feito louca
beijo bom é todo beijo
que mesmo roubado
sempre é dado com emoção
beijo bom é beijo na alma
é beijo de amor no coração...""
se eu tivesse dez minutos a mais
um beijo seu a mais
e um sorriso para curtir,
nada seria demais
se eu tivesse o carinho do seu olhar
com direito a afago na alma
teria o mundo
e todos os segundos
seriam vidas, vidas que seriam vividas por você
imagina que louco, tudo isso por pouco não é real
faltou apenas,
um tempo a mais..
" Não se iluda, a felicidade, está nas coisas simples
no pacote de pipoca, no beijo roubado, no olhar carinhoso
às vezes vemos relacionamentos que apenas sugam um ao outro, deixando na maquiagem o vulto de um amor
mas ele estará na flor colhida no campo, no beijo sem hora marcada, no balanço das mãos dadas
não me iludo com gestos prontos, detalhes preparados, com a matemática no amor. Ele é apenas troca, cumplicidade,simplicidade e desejo...
Rastros de sua luz perduram
perpetuado por um castiçal dourado
impregnado de um beijo
de adeus,reles lembranças me consomem
no orvalhado olhar que mirou o paraíso
hoje um semblante aflito, destemido
é acovardado pela solidão
resigna-se â sorte
pois quem sabe a morte não traga a paz
a vida que procrastinou a guerra
encerra um feito
em um leito feito de aquarela
é muita dor que jaz
no afastado silencio da terra
ontem vivi o sonho,
hoje acordo sem ela...
O BEIJO NA MÃO
Ai que pequena mão fria e macia que beijei; linda preocupada o rosto semblante com sorriso brilhante, bela menina mulher, a sua presença marca o compasso da batida do meu coração com rapidez, ao escutar o som dos seus passos sonalizado pelo seu calçado e seu belo corpo vindo em minha direção; olhando meus olhos compõe a mais bela das letras com palavras em silêncio até escutar seus lábios perfeitos pronunciar uma palavra, uma frase. Não sei apenas ouvir com tanto carinho quanto o dizer eu te amo.
ADRENALINA
O beijo é
esperado com tanta ansiedade criando uma magia entorno desse momento,
você se tornou adrenalina no meu pensamento, durmo olhando para o teto tentando adivinhar como está, acorda sorrindo,
o primeiro pensamento é você minha mente cogita o seu nome provocando turbilhões de felicidade em todo meu corpo fazendo uma varredura milímetro por milímetro nele em fração de segundos com a sua assinatura, mesmo sem suas digitais no meu rosto ficou em Êxtase.
HÁ POESIA EM QUASE TUDO.
Há poesia em quase tudo,
só não há poesia no beijo
nem no corpo da mulher mal-amada
nem no choro da criança
faminta, abandonada.
Há poesia em quase tudo
só não há poesia na falta de carinho
da mãe pelo filho inesperado.
Há poesia em quase tudo
no encontro dos amantes
proibidos, no afago da língua
sobre a rosa, no breve adeus
do poeta desta vida.
Há poesia em quase tudo
menos na falta de amor
do homem pelo homem
e na falta de fé no amanhã.
Há poesia nos lírios dos campos
quando catam, no pôr do sol
amarelado, há poesia na chuva
de outono, mas falta poesia
na primavera do oriente.
Há poesia em quase tudo
menos na falta de amor
do homem pelo homem
e na falta de fé no amanhã.
LONGE DO PARAÍSO
Oh, minha flor
Que fim levou aquele amor
Que era antes, feito de sonho,
Beijo e sorriso?
O que restou foi tom menor
Escala triste, como improviso
A nos expor tamanha dor
Longe das portas do paraíso.
Será possível um amanhecer
Um novo dia para entender
Que a vida é triste,
Mas se o amor ainda existe
Nós haveremos de renascer.
Néctar da uva, teus lábios, teu sabor,
um vinho raro que escorre no beijo,
doçura que inunda, sacia desejo,
na taça entre dentes, teu corpo e calor.
A pele encosta, madura e macia,
como o fruto da vinha em plena estação.
No toque suave, desponta a ousadia,
no corpo que pede, murmura paixão.
Esse gosto velado, suave e quente,
explode em sentidos, poema enebriado;
nas bocas que se encontram, no vinho latente,
me perco em teu néctar, suco consagrado.
Cicatrizes em Verso
Na sombra do quarto, o silêncio gritou,
Teu beijo traía o que o olhar negou.
Mentiras dançavam na ponta da língua,
Enquanto meu peito, em pedaços, se extinguia.
Promessas lançadas ao vento, ao acaso,
Toque que feriu mais que o próprio descaso.
Fui chão partido, fui lágrima fria,
Fui noite sem lua, perdida em agonia.
Mas da dor se ergueu minha voz em sussurro,
Juntei cada caco, fugi do escuro.
Descobri na queda a força esquecida,
A luz escondida no fundo da vida.
Renasci da decepção mais profunda,
Feita de aço, de alma fecunda.
Me refiz sem pressa, com calma e razão,
Deixando o passado virar solidão.
E então, sem aviso, um novo calor,
Um toque sincero, um novo amor.
Sem promessas vazias, só verdade nua,
Um brilho nos olhos que a alma flutua.
Paixão que não fere, mas cura e acolhe,
Que beija as feridas, que afaga e recolhe.
Amor que não prende, mas faz florescer,
Que nasce do recomeço, do saber viver.
E hoje eu caminho, firme e serena,
Com o coração leve, sem mais algema.
Pois sei que a dor me ensinou a lição:
Só ama de verdade quem ama com o coração.
"...Poucas coisas me pertencem.
Os olhos que me deixaste na sombra.
Aquele beijo soprado no eclipse.
O dia em que te bordei em meu peito.
Poucas coisas me seguem.
A estrada em que teus pés me nasceram.
Tua voz chamando quando eu amanheço,
Com a memória acessa de tuas mãos..."
Carlos Daniel Dojja
In Fragmento Poema Inventário
VIDA E LINGUAGEM DO BEIJO.
By: Harley Kernner
Na minha arquitetura de poesias, trago a tona vidas aos meus sonhos e delírios, e nessa arte das minhas poesias, misturo elementos rústicos com outros estilos, como o moderno ou clássico, para criar um equilíbrio visual e um ambiente único que venha emociona o meu coração.
E como hoje me emocionei por sentir saudade dos emocionados beijos.
O beijo é algo que tem alma e vida, movido por sentimentos que transcendem o material.
Ele é uma expressão profunda de afeto e conexão, simbolizando amor, desejo ou amizade. Ele pode transmitir emoções intensas, desde a paixão até a intimidade, e tem o poder de criar memórias duradouras, eis aí a causa dessa saudade!
A emoção de um beijo, pode nos levar a um estado de vulnerabilidade e entrega, intensificando laços afetivos e, às vezes, revelando verdades que nem verbos ou dialetos algum não conseguem expressar.
Até que ponto essa emoção, que não respeita os semáforos dos, vai nos leva? Eu, acho que depende da relação e do contexto, porque quando o beijo envolve sentimentos recíprocos, ele ganha uma espécie de "vida própria", e nesse momento de conexão, ele transcende o ato físico e se transforma em uma experiência que vai além do toque, é como se o beijo carregasse uma energia capaz de mexer com nossas emoções mais profundas, alinhando o interior — o que sentimos — com o exterior — o que expressamos. Ele se torna um portal para os sonhos, pois ao beijar alguém de quem gostamos, somos transportados para um espaço onde o tempo parece suspenso, e as sensações se amplificam.
É como se, por um breve instante, pudéssemos tocar o infinito, navegando entre o presente e as fantasias que carregamos dentro de nós.
Essa fusão de emoções pode nos levar a uma realidade paralela, onde nossos anseios mais íntimos e a beleza de compartilhar amor nos conduzem a um estado de êxtase.
Parece que o beijo em si sonha, é fala junto conosco, moldando nossos desejos e nutrindo nossas esperanças, de dias felizes no amor.
Aindo me lembro dos sussurros, e estralos dos beijos nas quatro estações do ano!
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
Poeta sem livros
Como poderia esquecer uma noite intensa de prazer? Cada toque, um detalhe, cada beijo, um segredo, cada palavra, um sentido, cada sussurro, uma descoberta.
Quando existe amor, você não pensa em mais ninguém, se sente amado(a), seguro(a) e confortável.
O prazer ultrapassa os limites do corpo.
Vem, quero um olhar bem profundo dos teus verdes olhos.
Vem, quero um beijo bem gostoso dos teus belos lábios vermelhos.
Vem, quero um abraço bem demorado do teu corpo quente, e sentir o perfume dos teus lindos dorados cabelos.
Vem, quero o sussurrar da tua voz no meu ouvido, dizendo-me que és minha amiga pra caramba.
Vem, permita-me dizer que eu te quero hoje, aliás hoje e sempre.
Quero o gosto do seu beijo em minha boca
O perfume do nosso amor em nossa casa
A poesia da sua voz em meus ouvidos
A luz do seu sorriso em minha alma
O pulsar acelerado do seu coração no meu coração
Sussurros trocados
Chamando nossos nomes...
Saciando nossos desejos ...
E eu viverei...
Em seu corpo...
A certeza de uma quase catarse matinal [Em 10 Manhãs]
Um gesto pra amar
Um beijo pra sentir
Um teto pra abrigar
Uma manhã pra refletir
Uma língua pra falar
Um filme pra assistir
Um tempo pra pensar
Uma manhã pra refletir
Uma lei pra se opor
Um trato pra cumprir
Uma canção pra compor
Uma manhã pra refletir
Uma poça pra saltar
Uma peça pra aplaudir
Um jantar pra alimentar
Uma manhã pra refletir
Uma fuga pra achar
Um caminho pra fugir
Uma história pra contar
Uma manhã pra refletir
Um vício pra deixar
Um afeto pra sorrir
Um amor pra guardar
Uma manhã pra refletir
Uma vida pra viver
Uma perda pra punir
Uma dor pra esquecer
Uma manhã pra refletir
Um discurso pra inspirar
Um concurso pra competir
Uma pedra pra chutar
Uma manhã pra refletir
Uma muda pra plantar
Uma roupa pra vestir
Um planeta pra mudar
Uma manhã pra refletir
Um Deus para rezar
Uma prece pra pedir
Um milagre pra salvar
Dez manhãs pra refletir
Dez amanhãs pra refletir
Um fim pra uma frase
Num texto marginal
A certeza de um quase
Na catarse matinal
A certeza de uma quase
Catarse matinal.
Quase uma catarse
Em 10 manhãs.
Alguns anos se passaram, mas nunca esqueço de você. Saiba disso. Eu ainda lembro dos seus beijos e abraços, e dos seus "eu te amo". Naquele dia, eu estava aflita e senti que precisava ir ao... Quando vi as borboletas, fiquei tão feliz e toda a angústia se foi embora. Eu só queria me conectar com você e com algo maior. Eu senti que lá era o lugar que eu precisava estar. Foi um momento único, inesquecível, quando fechei meus olhos e pedi e desejei. Quando vi as borboletas, chamei o seu nome. Fiquei toda arrepiada. Eu senti algo inexplicável. Eu fico feliz toda vez que vejo você nos meus sonhos. Eu não sei se você morreu.
para: Joséfa Maria
Passear de mãos dadas
na Ilha das Conchas,
Um beijo discreto debaixo
de uma sombra de uma árvore.
A cena está finamente
feita na imaginação,
Ando sorrindo e cantando
ainda sem aparente razão.
A intuição tem escrito
poemas de amor para mim,
é alguém vindo no destino.
Sem receio de ser chamada
de ultrapassada ainda persisto
em ser quem sonha acordada.
Celebro o teu beijo
em cada rincão
do meu corpo
eis o meu segredo.
Não sei se és
minha realidade,
no fundo sinto
que já sou
a tal chama
que em ti arde.
Sou a confiança
de uma criança
que pede por ti
para não temer
a noite escura.
Orgulho solene
de me sentir
erótica, quente
e rica como
uma divindade
por ter feito
você satisfeito
adormecer entre
os meus braços.
