Texto sobre Avô

Cerca de 258 texto sobre Avô

Minha avó ... minha mãe -

⁠Quando eu era pequenino
e me sentia triste e só
agradecia ao destino
ter-me dado aquela Avó!

Nas varzeas do caminho
adormecia nos seus braços
e os medos de menino
desfaziam- se em abraços!

Sinto o toque da sua mão
de quando era pequenino,
oiço o bater do coração,
ao colo - na pele - o carinho!

Hoje a vida é diferente:
já não sou tão pequenino
a Avó partiu p'ra sempre
quem me dera ser menino!

Meu poema, minha mágoa,
minha estrela, também,
a saudade fica, trago-a,
minha Avó ... minha Mãe!


Em memória da minha querida Avó Clarisse.

Inserida por Eliot

⁠Mistica Presença
(IN MEMORIAM)

Avó ... senti tua mistica presença
nesta noite de vigilia.
Noite em que o vazio do teu olhar
irrompeu calado nas vozes das gentes ...
E a morte, esse negro cortejo de sombras,
p'ra sempre se consumiu,
surgindo eleita como a outra face da vida.

A capela, o altar, a Senhora da Orada e eu
formámos em teu redor um elo de amor eterno
de onde brotava um poderoso halo de luz.
Permanecia a paz ... e no silêncio dessa paz
ecoava a Voz de Deus
Sagrada, divina, Intemporal ...

E assim ficámos, em meditação, calados,
p'la penumbra da noite ... Almas gemeas
nascidas antes de toda a divisão.
Tão fortes, tão doces, tão eternas ...
Já nada ali nos podia separar. Jamais veu algum
poderia surgir entre as nosssas almas!

Ambos nos situamos, avó e neto, num torpor
de emoções!

Assim nos revelámos em totalidade,
além de todas as palavras, além de toda a saudade,
além do silêncio da morte na serenidade da vida.
E quem sabe, cruzar-nos-emos um dia, por ai,
quiçá, na calha de uma "Nova Vida" ...


Em memória da queridíssima avó Clarisse
Esposa, mãe, amiga e avó extremosa.
1932-2024

Inserida por Eliot

⁠Muitos dizem: meus avô e meus bisavós eram indígenas, meu tataravô e etc.. mas isso ficou no passado, eu não faço questão pela minha origem,
Vivo em outra época e a luta dos índios não é minha luta.
Caro parente, eu Cacique Nailton, penso que você pode ter direito a seguir o seu caminho, mas não se esqueça;
Um povo que não busca conhecer seu passado, que não compreende suas referências e suas origens, perde a chance de reparar seus erros históricos.
Valorize a origem de seus antepassados, a sua origem...

Inserida por nailtonmunizoficial

⁠Fui neto de uma Avó -

Fui neto de uma Avó doce e inocente
tão branca como a neve pura
que muito amou a todos, humildemente,
e deixou em mim uma saudade que perdura.

Fui neto de uma Avó frágil e piedosa
cheia de verdade no coração e tanta gente
que as suas mãos a cada hora
ajudaram, sem pensar, cristãmente ...

Fui neto de uma Avó que já não tenho
e que alegria quando a tinha, que contente,
agora, procuro-a, ando, vou e venho ...

Fui neto de uma Avó que choro intensamente
e nessas lágrimas ponho todo o meu empenho
porque a vida é p'ra mim já indiferente!


Para a minha queridissima Avó Clarisse.

Inserida por Eliot

༺༻
Quando menina fora minha primeira desavença em casa com minha avó. Dizia-me que como boa católica se alguém me batia no rosto do lado esquerdo, pois deveria oferecer o lado direito também.
Como é?? Tá passando bem a avó??
Esta fora minha reação. E mais … lá eu vou oferecer seja que for a alguém que me venha pôr a mão em cima?? Pois sim, me aguarde então.
Obviamente que não é assim, pois chegar até meu rosto é trabalho que lhe garanto não querer ter, mas se … pense bem no que tenciona fazer. E lembre que:
“Nunca, nunca queira ver o lado ruim de uma pessoa boa, até porque se ela é boa, ela é boa em tudo …
Principalmente em ser ruim …!”
Ninguém aqui é herói(na), mas também não existe por aqui “songaslamongas”.
Não dê nunca de si aos outros o que não é de seu agrado, mesmo que isso possa agradar a alguém. No entanto pense também, se esse alguém lhe respeita e sente seu respeito nunca um pedido do género lhe dirigirá!!
༺༻
Tc.22012025/007

Inserida por Ana_Isabel_Bugalho

⁠Conversando com meu avô, percebi o quanto Salomão estava certo ao dizer que tudo na vida é vaidade. O tempo passa, os amores se vão, as alegrias se tornam saudade. Então, por que gastamos nosso tempo com coisas insignificantes?

Meu avô, que estudou até a quarta série, encontrou um grande amor, conquistou seus sonhos e sempre viveu com dignidade. Hoje, porém, esconde sua tristeza atrás de um sorriso amarelo e de piadas sem graça. Passa o tempo que lhe resta entre a TV, o rádio e conversas casuais, tentando preencher os dias.

Ele tem combatido o bom combate, tem guardado sua fé e, em breve, entregará sua carreira. Fez tudo o que pôde para ser um homem digno e honrado – e de fato é. Mas, no fundo, sabe que seus dias estão contados, e isso o impede de se sentir verdadeiramente feliz.

Como disse Salomão: "Na vida, tudo é vaidade."

Inserida por DaviRogerio

⁠Não houve amanhã -

- Avó.
Sim ...
- O Amor acaba quando as pessoas morrem?!
Claro que não!
- Mas o coração deixa de bater e deixa de sentir ...
Meu querido quando um relógio pára o tempo deixa de passar?
- Não.
Com o coração é a mesma coisa. Pode parar e deixar de bater mas o amor que trazia nunca vai passar porque o deixou ficar por onde passou.
- Que bom avó ... assim a avó ficará para sempre comigo e eu consigo!
Para sempre meu amado neto ... para sempre.
-Até amanhã avó.
Até amanhã meu neto.

... mas não houve amanhã e o texto cumpriu-se.

Inserida por Eliot

⁠Na minha infância, eu sempre escutava a minha avó falando umas frases, quando ela estava chateada:
"Azeite quente...tou nem aí se atrás vem gente...o importante é estar sempre na frente...(Eu não entendia nada.)
Mas hoje eu sei que na sua maneira simples de falar, ela queria dizer que devemos cuidar primeiro de nós mesmos.
Que devemos nos amar o suficiente para dar conta de seguirmos em frente quando formos deixados para trás.
E que colocar-se em primeiro lugar não é egoísmo, nem orgulho. É amor-próprio.
Obs:( O "azeite quente", eu acho que era só pra rimar mesmo, rsrs...)
(Vasty Frazão)

Inserida por VastyFrazao

⁠O Encontro no Ônibus

Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.

Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.

Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.

Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.

Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.

Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...

Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.

— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.

Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.

Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.

— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
— Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.

Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.

Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.

Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.

Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.

Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.

No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.

E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.

Inserida por DanielAvancini

Feliz Dia das Mães!

Para todas as mamães:

Seja aquela avó que cria com tanto amor, aquela tia que oferece colo e cuidado, aquela que adotou com o coração aberto, seja o pai que, com dedicação, fez também o papel de mãe, tio ou avó. Um papel tão fundamental em nossas vidas.

*Definição de mãe: mulher que deu à luz, que cria ou criou um ou mais filhos.

Lembramos também de Mãe Maria, a mãe de Jesus, que, com fé e humildade, aceitou a mensagem do Arcanjo Gabriel a pedido de Deus, recebeu o Espírito Santo e concebeu Jesus, gerando o Filho de Deus sendo virgem.

Não consigo expressar em palavras a imensidão do amor que sinto pela minha mãe, e sei o quanto todas vocês se preocupam por seus filhos. Principalmente se eles são chamados por Deus antes do tempo "esperado", imagino que essa dor seja imensurável.

Vocês são TUDO para seus filhos.

Vocês são nossas RAINHAS.

Sintam-se abraçadas carinhosamente.

Tenham um bom domingo, e que Deus abençoe cada uma de vocês.

⁠Avó Amada -

Avó, não fique assim prostrada,
cheia de medos a rezar por mim!
Aos pés-de-Deus, permaneça sim, ajoelhada,
apenas numa entrega d'Amor sem-fim ...

Sem fim e sem começo, pela fria-madrugada,
sempre a vi rezando assim ...
Tristemente murmurando, Nada,
ó Deus, nada mais existe em mim!

E que dizer ao ouvi-la tão magoada?!
Entre penas, a chorar, aqui eu vim,
mostrar o quão foi por mim amada!

Pois sempre guardarei sem fim,
a imagem, junto à cruz, ajoelhada,
da Avó amada de oiro e de cetim ...


(À Avó Clarisse.
Esposa, mãe, amiga e Avó extremosa)

Inserida por Eliot

⁠Ela é a cara da mãe,
que em tudo puxou de sua avó.

A avó, por sua vez,
é idêntica à mãe que um dia teve,
que vejo em apagados retratos,
e que, conforme antigamente contavam,
era cópia fiel da bisavó da mãe
da mulher que hoje amo,
e que é a cara esculpida da minha sogra.

Creio que me apaixonei
foi por uma mulher do começo do século XIX

Inserida por joaquimcesario

⁠AS AMORAS DA MINHA AVÓ

As amoras bravas das terras da minha avó.

Tinham o doce sabor dos riachos.

Tinham o doce sonoro dos pássaros.

Tinham o cheiro das flores silvestres
E também das rosas bravias.

Tinham o cheiro da tarte saída do forno.

Tinham as recordações de infância.

Que hoje com ternura as guardo, no baú da saudade.


Poema e Foto: © Cely M d Fonseca

Inserida por celia_da_fonseca

⁠Ser avó é a chance que Deus nos dá para nascer de novo.
Ser avó é colher os frutos de uma colheita que se plantou, ao longo do tempo.
Ser avó é entender que, daqui por diante tem-se uma missão importante e permanente...
É compreender que seus dias serão dedicados a produzir boas lembranças, que serão eternizadas pelas memórias de seus netos.

Inserida por joana_rodrigues_1

⁠E, como já dizia meu avô: "água de morro abaixo, e fogo de morro arriba, a pessoa*** quando quer se perder ninguém segura"!
E hoje em dia, há um guia cego para cada mil que não enxergam e os que ainda enxergam não dão conta de tanto tropeço.
"A oportunidade perdida" é irmã do "cavalo selado não passa duas vezes", termos que cegam, nos fazem pular no fogo, porque sempre é do tipo "é pegar ou largar"!
O que é nosso, pode esperar até uma eternidade para chegar a nós.
Por isso, se NÃO OPTARMOS PELA OPORTUNIDADE RELÂMPAGO, não escolher, não ir, PODE SER A GRANDE OPORTUNIDADE DA VIDA, mesmo em dúvida se nunca mais voltaria, ainda é melhor do que as várias vezes que fomos e nos arrependemos.
A gente sempre vai se arrepender depois, quando não temos tempo para decidir, racionalizar, medir, pesar e evitar, se for o caso.
E às vezes, ainda sonhamos, que era para a mesma direção ou lado contrário e "aconchambramos" para a conveniência da nossa loucura, da nossa cegueira.
Sejamos cautelosos, prudentes e pacientes no momentodas nossas escolhas.
Sem pressão...

Inserida por jozedegoes

⁠Seu avô e sua avó, sua mãe e seu pai, sua esposa, seus irmãos e irmãs, e seus filhos – o que são estas quatro gerações? Elas são o manual através do qual você pode experimentar profundamente o amor, o amor verdadeiro do universo, como pessoas do Reino do Céu. A família é a base, um tipo de manual que ensina para você este amor.

Livro: Família Verdadeira Portal para o Céu.

Inserida por SunMyungMoon

⁠SONETO AO VASCO DA GAMA

Sou vascaíno pelo meu avô
Carrego a cruz de malta pelo meu pai
Sou vascaíno pelo que o Vasco foi
Navego na caravela para aonde vai.

Amar este clube é...
Vasco da Gama é uma paixão...
Mas uma paixão indelével
Eterno como o Vasco é.

O Vasco de hoje é o mesmo de 1898
Alegrias incontáveis traz ao torcedor
Que por amor
Veste o coração com manto bajoujo.

Sou vascaíno pelo que sou
Serei vascaíno pelo que o Vasco é.

Inserida por IrairJunior

Já tem 6 anos, avô.
Eu sinto tanto a sua fata.
A avó sempre disse, que você estava num lugar seguro agora, era um lindo lugar chamado Ceu.
Jantamos o seu prato perferido hoje, e eu comi tudinho, como uma menina grande!
Apesar de nao gostar de pipinos
Eu aprendi a nadar neste verão
Até consigo abrir os olhos quando estou debaixo da água
Você pode me ver?
Eu sinto sua fata avô.

Já tem 12 anos, avô.
Estou no sexto ano
Por acaso gosto de computadores
Mas a matematica é dificil
Ás vezes vou para a sua cama, a avó diz que ainda tem o seu cheiro
Eu não durmo mais com a luz acesa
Eu tento nao chorar, avô, mas é dificil
Eu realmente sinto a sua falta
Você pode me ver?

Já tem 16 anos, avô.
Eu ainda estou no nono ano,
Tive algumas notas mehores que as outras
tenho medo que não tenhas orgulho em mim
Ando na filarmónica, toco trompete
você podia me ver nos concertos?
Gostava de ir para a concervatória, mas acho que não consigo entrar.
Eu começei a pensar que curso hei-de tirar
Eu sei que você estará comigo, quando eu estiver nas aulas
Eu tento não ficar triste, mas ainda dói
Espero que você saiba que é o meu heroi
Eu te amo tanto
Você será sempre lembrado

Inserida por patricialbano

A gente deveria ser antes velho e depois novo.

Sábias palavras do meu avô Antonio Perez, repetidas tantas vezes que eu jamais esqueci.
Uma das raras vantagens de envelhecer é que o conjunto das experiências pelas quais passamos pode ajudar a não cometer alguns erros e para que não repitamos os velhos. Erros, que podem variar de simples enganos até os monumentais, que comprometem toda uma vida ou deixam sequelas irreparáveis.
A observação atenta, que só a experiência dá, pode fazer com que algumas vezes, em vez de aprendermos como os nossos erros nós os evitemos vendo os erros dos outros.
E se a nossa imaturidade não nos permitiu isso, é bom que alertemos os mais jovens, ainda que na maioria das vezes ninguém bata com a cabeça dos outros.

Inserida por marinhoguzman

Quero meu pai de volta!
Quero minha avó de volta!
Tragam de volta minha avó
Preciso de meus professores de primário.
Quero perto de mim quem trocou minhas primeiras fraudas.
Quem me ensinou a falar quero de volta!
Preciso de meus conselheiros por perto.
Quem tirou de mim as tias?
Porque me levaram os idosos?
Se me levarem, quem ocupará meu espaço?
Preciso me recordar de quem me fez bem
Não posso me esquecer de quem se lembrou de mim.
Ainda estou aqui.
Preciso continuar.
Escrevo para que não seja esquecido.
Escreva você também.

Inserida por PoetaDantas