Texto Qm sou eu
Poeta sou...
Sou mais que minha poesia...
Sou a vela que queima e arde...
Sou a vela que derrete e desfaz....
Sou o pólvora do barril...
Que tudo pode acabar....
E incenceia e queima...
Até pelo ar a dissipar...
Sou a chuva que apaga a chama...
Sou a luz que acende...
E com simples tok vem a escuridão...
Sou o barco perdido...
Sou eu....
Vim dos vendavais..
Estou a deriva...
Estou a bordo...
Estou nas ondas altas..
De asa aberta...
Estou voando...
Sem rumo ao sul...
Sem rumo ao norte.
Sou a pura sorte...
Sou águas mansas...
Sou a maresia....
Sou ela..
Que espraia e lava a areia do mar salgado...
Sou o falcão...
Sou a gaivota...
Sou o pinguim no gelo marinho...
Sou abutre...
Em busca do vasto campo...
Com gosto da carniça...
Sou podre...
Sou jovem...
Sou poeta da dor..
Sou poeta do amor...
Sou de alma andarilha....
Vou pela direita...
Vou pela esquerda...
E por outro lado volto por cima...
Mas não ando por baixo...
Me desperto...
Sou esperto como gato felino...
Sou o tema..
Sou mais que um poema...
Sou o protagonista...
Com ou sem rima...
Rimas certas.
Rimas ocultas...
Sou o Ogro...
Sou o Sogro...
Ando de pé...
Deslizo na maionese...
Caio de boca...
Me lambuso...
Rodo com giral...
Encosto no varal...
E faço secar...
Sou a roda gigante...
Sou a água pura e suja...
Sou o descanso...
Sou a fadiga...
Sou o sono profundo...
Quando tudo me ataca...
Viajo aos céus....
Sou luar prateado....
Sou a neblina que ruge na madrugada...
Sou a luz que reluz...
E com ela faço minha difusão...
Sou riacho morto..
E com minha raiva faço transbordar...
Sou a Primavera que avisa...
E com ela trago minhas flores...
Sou o cisne no lago...
E com os ventos mansos...
Me ponho a dançar...
Sou regaço do inchaço...
Sou pequeno...
Sou gigante....
Sou a passarela cheia e vazia
Sou a coruja que pia...
Sou o órbita no espaço cideral...
Sou ave que mergulha no Mar... Sou a dor que maltrata..
Sou a cura de tudo...
E a cútia....
E por trilhas venha roer...
Sou eu..
Sou o que canta o Amor...
Sou a trapézio do circo...
Sou o palhaço do picadeiro...
Sou do entardecer....
Eu causo a sede...
E minhas águas eu me sacio...
A palha verde da relva..
A palha seca que estala...
Sou o lampião....
A cama..
A chama...
Sou a larva do vulcão....
E que explode o brilho...
E faz diluir aos céus de sensação....
Sou o leão que grita....
Sou arbusto nos montes...
Sou o grito mudo..
Que se cala...
E ao mesmo tempo faço ecoar...
Me afogo nas chamas...
Sou o resgate dos que querem se salvar....
Posso ser ou não a salvação...
Basta crer como eu...
Que todo dia vou buscar...
O céu pega fogo...
E quem quiser arder....
Vem comigo se queimar...
E desse modo...
Faço a nuven ficar vadia...
Pois no mundo que estou em busca....
Sempre venho a sonhar....
Sou o lobo marinho...
O caçador que faz e diz....
So a luz que agonía as trevas...
Sou mais que a fera....
Sou loucura desvairada...
Sou a loucura humana...
Em forma de revolta...
Sou de alma sadia...
Meu cérebro pega fogo....
Com o Sol arde e torra....
Então...
Vem comigo nesse horizonte...
Ele e vasto...
Ele é profundo...
Venha e não tenha medo...
Pois é nele que iremos afogar...
E quando voltarmos...
Tudo pode mudar....
Todo dia teremos nossa aurora...
Nua e nova...
E vamos cobrir...
Com nosso fogo...
Fogo da luz...
Fogo Santo...
Fogo do manto....
Fogo de Deus....
Que arde ate o findar do dia....
E se eu fraquejar....
Serei eu apenas um galho seco...
Sem folhas sem frutos...
Sem caule...
Sem nada...
E no seu queimar...
Tudo pode virar cinzas...
Que queima...
E com os ventos...
Se espalhará....
Autor:José Ricardo
Hoje....
Apenas sou...
Uma Arquitetura...
Criada e moldada pelo tempo....
Apesar da idade...
Na minha certidão de nascimento...
Num exato ponto...
Ali...
Foi lavrado...
Escrito em negrito...
A data que eu vim ao mundo....
Astuto em quase tudo...
A idade fala por mim...
Os rastros que deixei...
Ah muito tempo...
Foram apagados...
Mas...
Existem sim alguns...
Inclusive....
Em alto relevo..
E quando volto no tempo...
Imagino como seria bom...
Voltar aos meus vinte anos...
Voltar sim....
Mas com o cérebro de hoje...
Já Com a alma lapidada...
De Alma confeccionada....
Por um lado...
Mais que costurada...
Por outro...
Ainda existe uma pequena lacuna....
Mas com calma na alma...
Quaquer dia desses...
Blindarei...
Fecharei até lacrar...
Não permitindo se quer...
Ter uma vazão apenas...
Sinto que se preocupar demais...
Afeta o espirito...
E isso...
Eu Não posso permitir....
Aprendi que na vida...
Os Astutos se safam...
Mas também podem se decepcionar...
O importante é se ligar aos céus...
Assim...
Busco o que é de melhor nesse mundo...
Pra mim...
E pra quem sem aproximar...
A fé...
Pega fogo...
E esse fogo...
Nem uma chuva desse mundo...
Pode apagar....
Por buscar e entrar nesse fogo de cabeça...
A Alma fica tranquila....
E tudo isso...
Sinto-me no meu conforto...
Em algum horizonte....
Vou no rumo certo....
Não permito....
Que as estrelas....
Pra mim...
Venham se apagar....
E por ter esse jeito....
Apenas acho...
E deixo grafado no livro da vida....
Ninguém jamais...
Irá me tirar....
Os sonhos que venho a sonhar....
Até porque...
São apenas meus....
Somente meus.....
E ninguém mais....
Autor :José Ricardo
Sou da terra...
Sou do Mar...
Sou paranaense...
Gerado pelo Pai....
Filho mais velho....
Da Rainha minha Mãe....
Venho aqui pra cantar....
E também pra contar....
Sou do Império solo regado....
Moro no meu pequeno castelo...
Essa minha história....
Tem derrotas....
Mas também vitórias....
Da paixão faço o meu fogo...
O Fogo do meu coração....
Não sou a lenda....
Mas desse poema faço canção....
Guerreiro por natureza....
Sou da tribo e do eclã.....
Pirado e muito mais que louco....
Gerado por Nice e José....
No alto escalão...
Sou o fruto....
Não derreto como picolé....
Em montanhas e rochas passei.....
Do chumbo vou fazendo meu Cristal....
No claro do dia sou eu....
A noite sou a Fera que agonía..
De joelhos postados....
Vou sentindo meu equilibrio total....
A flecha que me crava e sangra....
Com ela Enveneno e mato que eu não vejo....
E por eu ser assim....
Da morte vou me safando....
Sou do bem....
E detesto o Mal....
Vim de um mundo maravilhoso....
Ele é imenso....
E é ele que me convém...
Estrelas que me candeiam....
Sinto seu colorir me cobrir...
Como tudo que vejo...
Do peixe ao vegetal...
Esse bailado aqui me seduz....
Nas quatro cantos Magistrais....
Sangue ferve na veia....
Sou rico e tenho saúde....
E dessa nobresa.....
Levo minha vida que é uma beleza...
Assim....
Eu me sinto inteiro....
Vou em qualquer lugar....
Nessa vida eu aprecio....
Aquilo que me sustenta....
Quem aguentar me acompanha....
Pois aqui tem força tamanha...
Ou cai fora de vez...
Pous aqui tem arte-manha.....
Autor :José Ricardo
Sou apenas um poeta....
Um versejador...
Escrevendo poemas...
Sentindo um temor...
Sou pequeno escritor....
E mais que um pecador
Vivo á pescar sonhos
E sigo voando sem asas
Vou pairando no ar....
Subindo no meu viver
Buscando estrelas e astros
Num navegar sem fim...
E muitas vezes sem barco...
Purificando os mares...
Em corações amorosos....
Tentando ser um ponto de apoio...
Nas grafadas linhas da vida...
E como criança...
Vivo na esperança...
Olhando a vida....
E observando o mundo...
Sem paradeiro....
Não levando máculas....
Sendo mais um ser vivo....
Nesse mundo poético....
Sempre buscando uma luz....
No texto profético...
Dentro de mim...
Existe uma linha....
De extrema sanidade...
E com muita loucura....
Sou apenas mais um....
Entre tantos seres vivos...
Seguindo e desbravando mares e ares..
Entre os céus e a terra...
Com olhar aguçado....
Dentro ou fora....
Da atmósfera....
Autor:José Ricardo
Sou passaro cantador....
Poeta e escritor...
Canto alto...
Canto baixo....
Mas não me rebaixo....
Sigo vagando...
Ando cantando...
Escrevendo poemas...
Em meu canto...
Minha origem...
Sem igual....
Amamentado...
Por uma mãe genial
Vejo o mundo...
Tão belo...
Ando calçado....
Ou de chinelo.....
A certeza....
Das certezas...
Sigo a vida....
Com clareza....
Nesse mundo poético....
Sou apenas aprendiz....
Risco tudo....
Usando o giz....
Com direito....
Me respeito....
Parando por aqui...
Com direção....
Ao meu leito.....
E volto amanhã....
Tentando fazer direito...
Autor:José Ricardo
O poeta e o poema
Vida....
Bendita vida....
Obrigado vida....
Salve a vida....
Sou "poeta"....
Com meu "poema''
Vou no alto....
Com profundo sentimento.....
Sou o poema a deriva....
Esperando.....
O festejar das letras....
Tenho consentimento....
De escrever o que penso....
Movido pelo vento....
Comprometido com que faço...
Uso o tempo...
Me envolvendo com a paz...
Nessa intimidade....
Eu....
Como poeta....
E minha poesia....
Suportamos dores....
E levamos sorrisos.....
Num frenético movimento...
Nesse vira e mexe....
Do meu poetizar...
Tudo fica mexido...
Por tudo que temos vividos....
Versejando comigo mesmo.
Não sou poeta pioneiro...
Mas sou poeta cancioneiro...
Não sou muito de falar...
Mas sou de versejar...
Não sou escritor por inteiro....
Mas sou uma metade de um verso...
Não sou a poesia completa...
Mas sou de alma sincera...
Sou um pedaço de poema fragmentado...
Sou uma frase que começou e ficou inacabada...
Sou uma ave voadora...
Humilde sem maldade...
Que tem prazo de validade...
Não sou muito faceiro...
Mas sou do ar e do nevoeiro...
Sou o campo...
Sou de onde não chove...
E lá o mato é sempre verde...
Sou índio...
Sou brasileiro....
Sou da folia...
Mas não sou da avenida...
O céu azul pra mim é o limite...
Sou do sul...
Sou de família simplificada que não foge da enxada....
Sou Paranaense do pé vermelho...
Sou da região do café e algodão...
Canaviais ,soja e gado leiteiro...
Sou descendente de mineiros...
Sou o som que ecoa dentro de mim...
Sou eu...
Sou assim...
Sou a canção sem violão...
Toco viola e acordeon...
Gaita de pan e tamborim...
Piano não faz meu tipo...
Prefiro andar sozinho e sem apito...
Estou em paz....
Sou como um vulcão adormecido...
Que a qualquer momento...
Pode entrar em erupção....
E explodir...
Com um único grito...
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa..
Sou último momento que surge ao relevo...
Emoções em lugares obtusos...
O retirante de Boa esperança morto de sede
Vivo por querer viver...
Come um pouquinho e vive para comer os detalhes deste mundo.
Nós semblantes de sereia... olhares profundos.
Esquecidos nós rio manso de Laranjeiras...
Desfrute desconhecido, cúmplices do amor bandido e forasteiro.
Destino foragido... Bem pouco se sabe soletrar...
Com muita força de vontade remexe alma num soneto.
Mesmo com lábios secos o cansado se ilude com grandeza da cidade e morre aos poucos...
Pois a fome desdenha o bem querer.
Desabrocha o sentido mas.
Quem esquece da sua terra e canto dos pássaros que retrucam o amanhecer...
Deflorar cada sentimento..
Na vasta sombra do querer estou perdido
Nas sombras o descanso de todavia nunca deixei de te amar.
Venha sido o fruto do teu amor minha vida fez florescer...
Ditos populares esquecido na minha mente...
Agora a vida corre num rio sem sentimentos.
Translúcido o leito do prazer te vejo fome no esquecimento.
Mais ainda me lembra o dia que te deixei.
Nas raras tardezinha seu olhar atravessou a madrugada toda me deixou marcado para sempre.
Pois quem ama nunca se esquece quem amou...
Sob olhares que viajam em momentos memoráveis lhe digo que o amar é pequeno diante do destino de nossas paixões.
Lhe devoro a cada sentido de lábios no amargo doce veneno...
Promessas e declarações são o vinho que embriaga a alma com tanta devoção...
Assim simplesmente esqueço que a vida é curta...
E sonho como muitas vezes fui feliz ao seu lado.
Sou menina
Mas poderia ser menino
Ou ser um ser misto
Carrego comigo
A doce essência
Feminina
Não quer dizer fragilidade
Mas poderia ser menino
Com pipas a correr pelos campos
Uma pelada na rua
Andar somente de cuequinha
Sem medo do pré conceito
Mas sou menina
Sempre de vestido
Restringindo
Meus movimentos
Correr, subir árvores
Não pode
Que sociedade
Mais descabida
Determinando regras
Azul ou rosa
Gosto da cor preta!!!!
Para meninos e meninas
Quando na verdade
Deveria ser livre as escolhas
Num jogo
O gostoso é a equipe
O jogo só tem graça assim.....
Sem camisa ou com camisa
Sozinha
Somente para os livros, e
Nesse caso não estamos só
Temos a magia
Mas poderia ser menino
Poderia ser menina
Poderia ser misto
Sou um viajante sedento,
Da vida quero beber,
Do amor quero me fartar,
Do prazer quero me encher,
Do saber quero a supremácia,
Beber águas cristalinas,
Mergulhar nas profundezas,
Como um viajante,
Não quero parar,
Subir montes,
Escalar montanhas,
Descansar em sombras,
Em cada passo,
Pisar firme,
Com pouco mais do saber,
Embriagar-me do pâo da vida,
De pensamentos bons,
De sentimentos bons
De conhecimentos,
Libertando-me dos espinhos,
Preconceitos jamais,
Julgamentos jamais,
Caminhando assim,
Vou matando minha sede,
De apenas viver intensamente..
Autor :José Ricardo
Quanto me valho...?
Valho quanto peso...?
Não...!
Sou o que sou.
Por isso resisto,
Insisto e persisto.
Não importa o meu peso, minha cor ,raça ou origem.
Sou apenas eu.
Feito individualmente.
Nasci único.
Origem do criador.
Pequeno eu sou perante sua imagem.
As vezes louco...as vezes com o juizo desmiolado...Mas sou eu.
Sou por completo.
Assim sou grato.
Totalmente grato.
Minha importância aqui tem um lema.
E nesse tema.
Sou muito mais do que ganho.
Não há nada de estranho em mim.
Sou igual a qualquer um.
Nas minhas veias correm sangue.
Não corre joais preciosas.
Ou qualquer tipo de metal precioso
Tenho virtudes e defeitos.
Mas porquê me julgaria.
Isso jamais...!
Minha historia tem nome.
Não fui feito ao luxo.
Mas descarto lixo,
Sou simplemente o básico,
Não tenho sobras.
O necessário me basta.
Se vier mais agradeço
Se me perguntarem a minha religiâo...
Apenas respondo:Não tenho
Sou conduzido por apenas um único espirito.
O Espirito Santo.
Se Deus me aceita ou não...isso eu creio
Então pra mim isso basta.
Encaro tudo de frente.
O único temor é ao Rei do amor..."JESUS"
Seu nome tem poder.
As frases que escrevo
Misturo o mel.
Não aceito fel.
Se algo me amarga....degusto com moderacâo.
Meus momentos é somente meu.
Da cana de açúcar bebo o xarope.
Ou aprecio seu refinado.
Por onde eu deixar meus textos.
Farei desse campo minhas hortaliças
E da minha horta colherei.
Basta eu adubar e regar sem cessar.
Minha fé,será minha lança de guerra.
Se algo me encanta é apanas um livro.
A Biblia.
Pois nela só fala do amor.
E pra mim quem tem amor tem tudo.
Quem ler com fé será farto.
Se um dia contei com a María, Joaquim, André ou José...entâo errei.
Não sou perfeito.
Erro como muitos.
Mas se errei, foi apanas tentando acertar.
Se hoje louvo...louvo apenas um nome.
E esse nome tem poder.
JESUS.
Pois esse nome,também tem sobrenome...
O CRISTO DE NAZARÉ
Pra aqueles que não entende.
Ele é o filho de Deus.
Autor :José Ricardo
Nesse grande mundo sou... absolutamente um adorador de Deus.
Arde como brasas os meus desejos das minhas imaginaçôes
E nas minhas imaginaçôes
Quero toca-lo e senti-lo.
Tem horas que minha alma e corpo pega fogo.
O desejo é imenso.
Só tu Deus conseguirás apagar essa vontade.
Que me incendeia.
Já não sei ficar sem seu amor.
Para me aquecer.
Sem teu toque, tudo é vazio, sem vida.
Corpo inerte, sem calor ,alma vazia.
Só seu espirito é capaz de provocar em mim.
Me dá vida Pai, me aquece,me abrange
Só assim serei completo.
Minha alma nescessita disso.
Sou apenas uma matéria.
Mas nada sou se não for contigo.
Preciso que o seu espírito irradie minha alma.
Eu te chamo....em gritos.
Tu és minha luz Pai.
Eis aqui uma alma está sedenta de ti. Constantemente querendo entrar na sua Glória.
Irradia-me com seu amor oh DEUS.
Autor: José Ricardo
Tributo a Mário Lago
Eterno
Sou poeta de alma,
de encanto.
Em cada canto de
mim trago um suspiro,
um afago.
Sou poeta sim, porquanto
canto minhas alegrias, dos
dissabores faço conto, história.
De glória em glória,
assim caminho nesse mundo
de mim,
deixando por onde passo uma
inspiração e celebrando esse
meu amor, que nunca,
nunca terá fim,
eternizado nos pensamentos
de outrens viverei!
Milla northon
Doar
Sou a estrela que te fita.
O meu coração vaga tentando expressar....
Posso escrever qualquer coisa...
Posso também escrever à qualquer momento...
Escrevo o que sinto...
Escrevo porque minha alma chora...
Em voz talvez não conseguiria falar....
Só escrevo por escrever...
Ter vc pra amar...
É uma sina...
Porquê nesse mundo...
Se algum dia você ver nas estrelas...
Algo á brilhar...
Tenha certeza....
Sou eu lá de cima...
À te fitar....
Porque te amar...
É um dom meu...
E aprendi por você...
Me doar...
Autor :Ricardo Melo..
O Poeta que Voa.
Bom dia Pai...!
Toca aí , amigo Rei...
Sou teu filho e te amo muito...
Perto de ti Pai...
Não me sinto só um filho...
Me sinto tão pequenino...
Sou apenas um menino..
E por mais velho que eu seja...
Serei para ti...
Sempre uma criança...
Um filho genuíno...
O teu sangue está aqui..
E o meu está aí...
Obrigado Pai...
Por ser meu herói...
Por ser meu amigo...
Por sempre estar comigo...
Ao teu lado sou tão ingênuo...
Sou tão menino...
Sou teu filho!
Meu grande amigo!
Autor Ricardo Melo..
O Poeta que Voa.
Cabeça atrapalhada
(30/11/2020)
Minha cabeça tem o dom de não parar nunca.
Sou hiperativa, sou maluca, sou lelé da cuca.
Minha cabeça fixa num pensamento e eu que lute!
Porque quando eu quero uma coisa,
Não tem nada, absolutamente nada, que mude o meu pensamento.
E eu fico refletindo, respirando forte, escrevendo,
Escutando música, vendo netflix,
Mas a danada da fixação está lá.
Esperando ser atendida, ser satisfeita.
Esperando o momento, o dia e a hora.
Com essa minha cabeça hiperativa e nervosa.
Que difícil lidar com tanta emoção e turbilhão,
Que difícil não poder abrir a boca e falar,
E não poder gritar para a multidão o que tem na minha cabeça,
O que tá explodindo no meu coração.
A prova do fogo
Como vivo...
Vivo á prova de fogo....
A prova do querer....
A provar do Ser...
Sou a poesia que não se apaga...
Sou a raiz que não se arranca...
Sou a semente que germina...
Sou o fruto inexplicável....
Sou o verso sem verbo....
Sou a linha inalcançável....
Finda e não tem estação....
Atravesso oceanos...
Sou apenas eu...
Asas de Condor....
Imaginação de pássaro voador...
Entrego-me na inspiração...
Decolo do chão...
E chego ao meu céu....
Não é competição...
Não é desejo...
Não e profissão...
É apenas voar sem saber...
Aspiro paz...
Respiro amor....
Sou um Poeta....
Um Poeta de puro amor.....
Autor Ricardo Melo..
O Poeta que Voa.
Me ensina senhor
Cura me
Mostre me o caminho
Abraça me e me conforta
Sou falho
Ninguém me vê, como o senhor
Relação entre pintura e pintor
Todas as noites existe uma sintonia entre nós
Entre Deus e Eu
Entre eu e Deus
Entre nós, só entre nós
Criatura e Criador!
Deus Deus Deus é Deus
Deus Deus Deus é Deus
Deus Deus só ele é Deus
Deus!
Só ti cura o que seria impossível
Só contigo pra mim é possível.
Fez a minha lágrima secar,
A minha dor sarar(passar, curar)
O meu amor manifestar
E com sua luz em meu coração foi tocar.
Vem senhor busca me para o lar de esplendor.
Ter o prazer de estar ao lado do nosso Cristo Redentor
Me oriente com sua majestosa sabedoria.
Me de um sinal da sua presença, para o meu conforto e para que eu não me sinta só.
Reserve um lugar pra mim em seu lar.
Um defeito, Mas sou feliz!
Um efeito?
Uma qualidade?
Um defeito?
Explicar?
Como?
Não sou normal,
Sou extra sentimental,
Mas controlo meu emocional.
Afino a garganta;
Grito a realidade;
Falo com a saudade;
Falo com as aves;
Piso fora do chão.
Uma música eu ouço.
Meus instintos
São de viribilidade.
Simplesmente sou anormal.
Uma rara sombra
Me acompanha,
Mas não a vejo.
Não sei!
E flutuo no mar,
Flutuo no ar.
Escancaro na face
O verso canção.
Um refrão de um poema,
Sem tema.
Rasgo o violão
E vôo com a melodia
Que escrevo nessa euforia.
Tenho asas,
Tenho uma vida.
Vim de um ninho
Fabuloso e abençoado.
Estou vivo!
Estou com os meus pés!
Com eles eu caminho
Em busca de paz.
Me escravizo na escrita.
Momentos únicos.
Me sinto;
Me esqueço;
Me esvazio de mim;
Me entrego total
Até nos confins.
E por fim...
Me Encontro feliz
Nessa esfera de aprendiz.
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Sou o pressuposto de minhas velhas membranas que renovam sem permissão.
Minhas caligrafias tortas de menino, que sentava na última fileira.
Dão fé ao meu gozo, que regozija os primogênitos da primeira cadeira.
Balido e não quisto.
Escuso meu cérebro roga a rotação sem equinócio.
Ha!
Mas porque tens pressa?
Sim tenho!
Talvez a meia idade me tome as canetas e cesse minha mente na quietude da madrugada.
Ou talvez nem chego até ela, ou pior saio a regar os jardins e escrever sobre as rosas.
Ou talvez!
Talvez seja
Tantos quereres.
Tantos descontentamentos, pedidos às avessas.
Que bem, e o hoje?
Sim! hoje
Me deixei levar na nostalgia dos meus 15 anos.
E continuo a escrever minhas escritas tortas.
Que me faz recordar a última fileira.
Meus amigos gênios
Da primeira cadeira.
E o boletim sorteado em vermelho que permanecem escondidos na bolsa.
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