Texto para um Amor te Esquecer
"As vezes me pergunto por que a dificuldade de lidar com um grupo é a mesma de lidar com quem amamos?... talvez sejá por que nosso coração sabe reconhecer os sentimentos diversos de quem gostamos, sabemos apreciar os pontos negativos da mesma forma que os positivos e em um grupo existe várias personalidades , ela são tão antagônicas mas a mesmo tempo se completam e assim é o amor com erros e acertos, defeitos e qualidades, gostaria que todos fossem como eu mas ao mesmo tempo penso que o mundo seria chato, se cada um não tivesse a sua própria personalidade, é fascinante imaginar como pessoas que possuem a mesma composição, tendem ser tão diferentes amar não é fácil ser amado menos ainda lidar com pessoas aaaahhh quase impossível e assim vivemos em um mundo onde tentamos superar e ser superados e tudo isso para agradar ou pelo simples prazer de agregar algo em alguém ou em nós mesmos"
Era mais fácil cair do que empurrar, Jô tinha essa certeza. Com um empurrão vidas podiam ser destruídas, ao cair eram só os joelhos que ralavam. E custava, levantar custava apesar de tudo. Cada osso, cada articulação parecia que se enchia de ar antes de ressentir e estalar sob o peso do próprio corpo, mas Jô repetia “Melhor eu que eles.” E vivia, caindo, se rasgando, para que os outros nem tropeçassem. Era um egoísmo barato, um egoísmo masoquista e inquietante. Só havia uma certeza, ele aguentava a dor, sempre aguentara. A pergunta era: até quando?
Ela tinha um sorriso meio que triste, meio sorriso, meio cepticismo, um olhar meio que determinado, meio cheio de duvidas, meio cheio de certezas, o jeito dela era meio tímido, meio «quero-me esconder», meio «eu mando nisto». Ela era feita de meios, de contrários, de meias incertezas e de certezas incertas. E era isso que a fazia tão diferente, porque a única certeza que se tinha com ela era que ela sempre estava por perto. Mesmo estando longe, meio que sempre presente, meio que inalcançável, meio que minha, meio que eu.
Não sou dessas que corre para um abraço, sou orgulhosa demais, quieta demais, a verdade é que eu nem abraço… não qualquer um, melhor, só abraço umas duas pessoas das dezenas que conheço. Sou dessas que depois de não te ver por 2 meses chega ao teu pé devagar, põe um sorriso tímido no rosto e fala uma merda qualquer, sou dessas que nunca corre para o abraço por medo mas sempre abre os braços para quem corre na minha direção.
Olhar sempre firme, pensamentos que não se pode descrever seu coração é profundo um oceano infinito de pensamentos jamais descobertos e que caibam no imaginário de um homem, Deus há de entender ele conhece à todos, cada detalhe, mas confesso que queria pode mergulhar e desvendar seus pensamentos mais profundos.(mulheres)
A consciência ao inverso do que dizem muitos pensadores, é um estado mental do qual não somos atuantes... É na subconsciência onde trafegamos por um desejo de poder... Criamos uma civilização baseada em sonhos, e a consciência desprezada tem sido uma condenação eterna à perdição; em nós mesmos.
Um céu carregado de nuvens nem sempre é tempestade. Estar cercado de gente não significa amizades. Como dizem por aí, riqueza não felicidade. Palavras de amor, é amor de verdade? Saber desvendar as entrelinhas da vida é o segredo pra saber viver, é perceber que nem sempre o mundo é o que diz ser. Cabe a cada um, sua maneira de entender. Cabe a cada um, aprender a enxergar e não apenas ver...
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Tava me perguntando sobre um trecho que li na página de uma amiga, "Ser poeta é amar todo dia um bocadinho", como seria isso? Sempre tive vontade de invadir o mundo dos poetas, falar bonito, não pensar nas palavras porque elas fluem, olhar com ternura e já declamar, olhar uma flor e brotar uma frase romântica, olhar um lindo pano e me cobrir com um texto, ver um mar e derramar versos, ver um violão e cantar prosas, como eu queria ter nascido com esse dom.... Apenas leio, ouço, assisto, participo e vibro com todos os meus companheiros e mais fiéis amigos poetas e escritores. Amo todos os dias e não consigo ser poeta, quanto mais amo menos poeta sou. O que tem de errado na frase escrita acima? Ser poeta e amar todos os dias ou, amar todos os dias e ser poeta? Nãoooooo ser poeta "é" amar todos os dias um pouquinho. Porque em tudo o poeta vê amor e beleza. Por isso ele, o poeta é amor e a poesia é amar.
Gratidão não é uma prisão. Gratidão é um sentimento nobre que também pode ser exercido na liberdade de ser grato sem ter que ser prisioneiro de ações engessadas por uma dívida de reconhecimento. Gratidão que aprisiona deixa de ser uma sensação iluminada para ser uma culpa cheia de limitações que muitas vezes sequer retribui à altura àquele quem promoveu tamanho senso de agradecimento em nós quando a sua boa vontade e solicitude pautou-se na valiosa liberdade do seu próprio direito de escolher ser útil ou ser indiferente.
Certa vez, um jardineiro estava à aguar um lindo jardim cheio de diversas espécies de rosas, contudo, ele se encantou com apenas uma, dentre milhares, pois, aquela rosa era bonita, grande e cheirosa. Então ele começou a cultiva-la, dando-lhe mais atenção do que as demais, certo dia, percebeu que aquela rosa que tanto cultivou, dando-lhe total prioridade, não tinha uma boa raíz e estava podre por dentro, o jardineiro indignado por ter dedicado tanto tempo para aquela rosa, deixou-a de lado, pois não adiantava ter uma beleza por fora e por dentro ser podre, desde então, hoje, ele é seletivo e só cultiva as rosas de boas raízes, pois a beleza não está somente no exterior, mas, também no interior de cada rosa.
Está chegando a hora de mudar a rota. É preciso saber a hora de dizer um "até logo" e pegar outro caminho. O que me conforta é saber que lutei, tentei, abri mão de muita coisa e de forma alguma me arrependo. Como diz a frase de Caio Fernando Abreu. “Não se preocupe, não tenha pressa. O que é seu, encontrará um caminho para chegar até você. Deus não demora, ele capricha!” Seguirei crendo nisso...
Está chegando a hora de mudar a rota. É preciso saber a hora de dizer um "até logo" e pegar outro caminho. O que me conforta é saber que lutei, tentei, abri mão de muita coisa e de forma alguma me arrependo. Como diz a frase de Caio Fernando Abreu. “Não se preocupe, não tenha pressa. O que é seu, encontrará um caminho para chegar até você. Deus não demora, ele capricha!” Seguirei crendo nisso...
Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte:Tente achar o homem perfeito, dê espaço para ele.Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação. Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, malhe, tenha uma profissão (não seja dona-de-casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa. Nada de sufocos, de 'conversar sobre a relação', de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco etc. Você pode até criar 'muros' para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos. Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e o casamento vai começar a ruir.
Chico Xavier : um dos brasileiros mais ilustres que já passou por esta terra. Ganhou muito dinheiro, mas morreu pobre, porque a caridade superou a vaidade na sua humilde existência. No entanto, por causa de suas convicções religiosas, ao desencarnar, foi lançado no inferno de fogo ardente - que fica localizado no âmago do coração perverso dos religiosos impertinentes.
Espero não precisar reencarnar mais por aqui, seria como voltar aos infernos; um desperdício para minha consciência. Então espero reencarnar em um outro planeta, em um outro sistema, dentro de uma outra galáxia. Entre uma plêiade ao longínquo do infinito, um aglomerado de estrelas cintilantes no cosmo. E com toda a sabedoria acumulada com as reencarnações na terra. E se eu voltar a reencarnar a que, que eu morra, logo em seguida, porque teria sido engano.
"Nesses dias estava tentando resolver um cubo mágico e me irritei tão fácil que obviamente não cheguei nem na primeira lateral de cores. Fiquei pensando na quantidade de coisas na vida que deixamos passar por falta de força de vontade. Com o amor é assim. Não queremos unir o azul, o amarelo, o verde, o branco e o vermelho, queremos só o vermelho e pronto. Mas para tudo e todo tipo de amor, sejam entre homens e mulheres, amigos e familiares é preciso de uma união de cores, sentimentos e mais do que isso, paciência. Tudo precisa se encaixar no lugar certo. Só que nós precisamos fazer nossa parte para que isso aconteça. Tentar, quem sabe?"
Diz a lenda que estava o monge meditando quando entra um homem e deposita 10 moedas de ouro perto dele. O homem fica inquieto até não aguentar mais e pergunta ao monge: Você não irá me agradecer pelas moedas que doei ao templo? Sabiamente responde o monge: Quem doa é que deve agradecer, pois teve para doar.
(...)Arrumo esta máscara a um canto. Hoje renuncio a tudo. Entrego-me a mim, desisto e deixo de fingir que estou bem. Cedo às lágrimas que querem cair e ando a tentar travar. Desisto, suspendo esta máscara por esta noite e arrumo-a a um canto. Olho para ela, e até ela me diz que esta noite prefere ficar arrumada a um canto. Então consinto a mim mesma que a água salgada acumulada há dias me banhe o rosto. Abstraio-me de tudo. Hoje autorizo que a dor fique aqui. Talvez precise dela para crescer mais um pouco, ou me elevar e reconstruir ainda mais. (...)
