Texto para minha Sogra

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⁠O que eu tenho a dizer sobre o metal?
É meu estilo de vida primeiro, ele é a trilha sonora da minha vida.
Gera satisfação musical, intelectual, política, filosófica e existencial.
Só os melhores entendem sua linguagem, que está sempre para além de tudo o que é absurdo, sua logica é incontestável...
É por isso que, quem o escuta é forte, pois, tem um "metal heart"!!!

Inserida por IsaiasGomides

⁠Coração em chamas !


Minha princesa está nas alturas e eu estou aqui com o coração em chamas.
Missões não se faz, se obedece o chamado.
E foi o que ela fez, obedeceu ao chamado de Deus por esse motivo ela encontra -se nas alturas obedecendo ao ide do Senhor.
Vai minha filha, ouve a voz do, Espírito Santo nesse momento falando contigo no silêncio da noite e nas asas do vento
O Senhor chamou ele garante, então não tenha medo e nem pavor porque o Senhor é o seu verdadeiro guia.

Vai Sara, nós vamos aguardar firme o seu retorno.

⁠A história de caim e abel ou de Abel e caim

O sol ao avistar a terra disse você será minha, então surgiu o dia e o calor ; a lua encantada com a proeza do astro e sabendo do seu alcance disse a noite, você será de minha oportunidade, então surgiu as estrelas e o brilho; o sol contente disse a lua, a tua vontade, o teu pensamento ou o seu desejo aquece o meu silêncio e expande a minha luz, tal qual a euforia que você adquire no tamanho de cada estrela....quem sabe sempre, num diálogo de um dia, podemos ser felizes, como o clima ou iniciativa de nossas propriedades, a lua então disse: "Que a gente precisa ver para crer diz o dito popular, uma vez que existe só para ser visto, se a gente não ver não há."

Inserida por proj_comunitario

Hoje vejo, mais uma vez, que tudo o que Tu prometes se cumpre; por isso, a Ti dedicarei a minha vida em louvor.
A Ti entrego toda a minha descendência;
ainda que eu seja pecador, a Ti consagro o meu coração, a minha vida e a minha alma, por todos os meus dias.
Lembro-me de quão bom é ser fiel e contemplar o cumprimento da Tua palavra diante dos meus olhos.
Tu me livraste da iniquidade e da corrupção,
de tudo o que é mau e perverso; e me guardaste nos Teus caminhos.
Desviaste-me das veredas tortuosas
e me conduziste por caminhos retos.
Por isso, o meu coração se alegra em Ti,
e a minha alma se rende em gratidão,
pois Tu és fiel para cumprir tudo quanto tens prometido.

Inserida por FurtadoBrunno

⁠Tardes vazias

Nessa tarde vazia e fria
Meu coração aperta
E a minha mente esvazia
Para aquecer, puxo a coberta...

A saudade vem me visitar
Sempre que olho essas fotos penduradas
Não há como evitar
Essas lágrimas derramadas

Sinto tanto essa falta
Essa função perdida
Uma dor que ressalta
A cada lembrança revivida

A dúvida da culpa
Atormenta o pensamento
Uma razão oculta
Que se transformou nesse sofrimento

Mais uma perda sofrida
Causada pela separação
Arrasando uma vida
que ainda estava em recuperação

Toda tarde agora é vazia
Com essa ausência
Faltando nossa alegria
Restando apenas essa carência

Minha vida ficou despedaçada
Duas partes foram arrancadas de mim
Uma falta jamais superada
Essa dor que nunca terá fim!

Inserida por palmis_costa

⁠Xeque-Mate
No tabuleiro frio da vida,
cada passo é planejado,
o silêncio é minha armadura,
meu esforço, meu legado.
Enquanto zombam dos meus planos,
em gargalhadas vazias,
eu sigo firme, sem alarde,
plantando noites e dias.
Não preciso de trombetas,
nem de olhos a me ver,
pois quem brilha antes da hora,
costuma escurecer.
E então, no momento certo,
sem temor, sem falsidade,
a peça branca avança o campo…
E grita: XEQUE-MATE!
O rei negro cai em ruína,
num estalo de explosão,
é o fim de quem subestima
o poder da preparação.
Trabalhei calado e firme,
sem vanglória, sem alarde.
Vitória não se anuncia —
se conquista com vontade.

Inserida por ZANUTE

Hoje é mais um dia especial aqui em casa
Na minha vida
Na minha alma
Hoje meu bebê completa
17 anos...
Já tem bigode
A voz engrossou
Já tem namorada?
Ainda não sei
Com toda esta “modernidade” de ficar
Para os outros já é um rapaz
Responsável
Trabalhador
Honesto
Quase “homem”
Coisa essa minha
Melhor de todas as mães
Meu bebê já tem 17 anos
Meu orgulho
Meu primogênito
Minha vida
Só tenho a agradecer!
Obrigada, DEUS!

Inserida por AlessandraBenete

Escrever não é ofício para mim...
Não relaciono este ato a obrigação,
Está relacionado a minha alma e a incontáveis pequenices...
Não é profissão, é sentimento,
É vício que me vence e domina...
Chega quando quer e vai-se quando quer
Não sei onde mora
Tampouco de onde vem
Ou a que vem
Sou um turbilhão de palavras num dia e noutro acordo vazia
Não sou poetisa, não passo de uma simples “escrevente”
De um ser descontente que vive contente
De uma alma que grita e implora a liberdade da vida

Inserida por AlessandraBenete

Se der ame. Se não der... Ame!


2010... Sem dúvidas marcou minha vida...
Mas 2014 resgatou-me apagando toda a marca, toda a cicatriz e preenchendo grande parte das lacunas do meu viver.
Nunca desisti de encontrar anjos por aí...
Sou teimosa e acredito nas pessoas!
Sou louca, pois amo iluminar abismos!
Sou corajosa, pois meu coração sempre está receptivo!
Neste ano conheci pessoas fantásticas e fabulosas! Doadores de amor, pessoas que me fizeram transbordar...
Deus é tudo na minha vida, mas não fez o ser o humano para viver só.
Em 2012 aprendi que algumas pessoas mentem com os olhos... Que não são dignas de reciprocidade e que tais pessoas tem o dom de ferir nossas asas... Mas também descobri que há por aí tantas outras para curar, muito mais para curar do que para ferir, tem o dom da amizade.
É importante não desistir e não julgar outras almas que cruzarem seu caminho pelo que já sobreviveu. Pode acreditar, há anjos por aí!
Só aqui encontrei vários disfarçados!
Ame simplesmente por valer a pena e acredite sempre no amanhecer. O tempo passa assustadoramente rápido e não te espera, é tolice prender-se a um passado triste e doloroso,é tolice prender-se a um hoje que te sufoca... Dê-se esta oportunidade e se der ame, se não der... Ame!

Inserida por AlessandraBenete

BURACO NEGRO

⁠quando minha razão é eclipsada, você aparece como a lua cheia no céu que iluminando meu caminho projeta minha sombra por veredas passadas.

sou um inseto que como por feitiço, voa em direção a essa luz inalcançável mas assaz irresistível para justificar o labor de tal busca interminável;

e por vezes sou uma mariposa que é necessariamente atraída para a fogueira e tragada pelo fogo: o calor e a luz que me encantam também trazem um fim a essa efêmera existência permeada com promessas de eternidades.

de um ponto ao outro, a ponte é sempre queimada após a passagem e o regresso encarna em fantasia;

sou o herói no labirinto, a tênue esperança suspensa no auspicioso fio do novelo cor de sangue;

se deixo as coisas como estão, já não estão como deixei; a lua se esconde, o fogo se extingue, o inseto contumaz é repelido pela lâmpada;

as flores se ocupam da sedução diurna; as cinzas são levadas, tal como o pólen, transportadas pelo sopro da curiosidade para o desconhecido;

conduzo minha atenção para o que me cerca e me torno mais uma vez testemunha contingente do perene acontecer, sempre em movimento;

quando imbuido de significado, o horizonte de eventos toma o peso do mundo, peso que o vácuo do centro se abstém de possuir, a substância é integrada e já não está em lugar algum;

quiçá os dois se entrelacem mutuamente, um é modificado, o outro permanece intocado e segue tocando a orquestra universal de forma cega e contagiosa.

Inserida por Esnehiab

⁠ - Jesus para mim, foi um pregador de amor, redenção e vida. E reside em minha consciência. Entendo que, mesmo que Jesus nascesse muitas vezes, a fé humana ainda poderia não compreender plenamente seus ensinamentos, e o criticariam como a tudo fazem.

Trecho Livro : Vós sois Deuses
autora Valdira Abreu Magalhães Nina Lee de Sá

Inserida por NINALEEMAGALHAES

"Pedaços de Mim"

Espalhados pelo chão
Estão os cocos da minha alma
Cada um com uma parte de mim
Cada um com uma dor igual

Uns com lágrimas secas
Outros com sorrisos partidos
Uns com amor, outros com raiva
Todos com um vazio difícil de explicar

Juntei-os com cuidado
Tentei colar com amor
Mas alguns se perderam
E outros nunca mais voltaram

Agora sou um quebra-cabeça
Incompleto e desajeitado
Mas ainda assim, ainda sou eu
Com meus pedaços espalhados.

Inserida por johnnerah

⁠ERA

Como se fosse hoje, minha mãe partiu
Num treze de maio que o Maio sentiu
Como se fosse a mãe dele a fugir
Para outro maio de sentir
Como ele sentiu.
Era Fátima no altar do mundo
Era esse o mundo de minha mãe
Deixando os que amava em horror profundo
E a Fatinha dela, pequenina, também.
Era o desabar de vidas coloridas
Entre flores vivas, vividas
E num relâmpago destruídas
Por um raio de vidas partidas.
Era, como se fosse hoje, treze de um maio
De há quarenta e cinco idos, falidos
Nos gemidos de minha moribunda mãe
Ao ir-se sem o primogénito ver...
Meu Deus, que razão de sofrer !?
Que castigos!
Só depois de tu ires, ó Cristo é que foi a tua mãe!
Eu que tanto queria partir em vez da minha
Choro agora e sempre, pela manhãzinha
A dor que só sente quem a não tem...

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ESCURO

Minha alma só tranquiliza
No negro da noite dos vendavais.
É aí que ela encontra refrigério
No sossego do mistério
Daquela brisa
Que batiza
Hipnotiza,
Acalma
E exorciza
Os espíritos malignos
Nos malfadados signos
Dos mortais.

(Carlos De Castro, in Terra onde não se faz Censura, 04-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

A MINHA CARTA A GARCIA

Neste corpo a quebrar, há sinais
De várias cores a assinalar
As etapas de uma vida de ais
E de outras mais coloridas de pintar
As telas rudes do meu mar.

De estrelas belas a brilhar
Sobre as negras ondas
Das marés longas
Deste viver sem ainda saber
Do vir, do estar e do que sou
Entre esferas de milhões por ter
Vergonha de ser
Incrédulo, sem primeiro ver.

Então, quero antes desaparecer
Entre as brumas
De espumas
Sem ler
O epitáfio já reservado:
"Aqui jaz um inconformado
Que da vida só leva um fado,
A sua carta a Garcia,
Na escura noite da luz do dia."

(Carlos De Castro, in Poesia Só e Chega, em 16-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O FLAMENCO DA POVEIRA

⁠Como ela dançava e cantava o flamenco
Nas praças da minha infância,
À compita com Juvenço
Moço tropa de bota alta
Tipo peralta,
Mas homem sem substância.
Rodopiava louca
E batia em sincronia
O tacão
Dos sapatos da ilusão
E cantava com voz rouca,
Já com energia pouca,
Nos tempos de servidão.
Emília, a ti Poveira,
Mulher de raça
Sem trapaça
E dos copos
Só, sem tremoços,
Que a esmola não dava trocos
Para mais que o copito
Absorvido
Engolido
De súpeto
Feito ímpeto
Na garganta ressequida,
Ferida,
Naquela tarde de esfolar o pito.

(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 30-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠⁠DORME MINH'ALMA

Que felicidade, que maldita sorte!
Conseguir que a minha durma!
Mesmo sem ser já na morte
Nem nas vésperas da soturna!

Dorme, minha alma, dorme
Em teus lençóis, tão tranquila
Enquanto descansa a fome,
Da minha miséria sibila.

Ó, forças da natureza,
Deixai minh'alma dormir
Em silêncio e singeleza,
Na incerteza do que há de vir...

Lá, pelas encostas da vida,
Naquelas montanhas de calma,
Eu peço, eu rogo à gente dormida,
Que deixem dormir a minh'alma!

(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 02-08-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

DOU-VOS

⁠A minha tonta cabeça.
Fazei dela bola de futebóis
Nas vossas disputas de álcoois.
Dou-vos os olhos quase mortos
Tristes e absortos.
Dou-vos o peito magoado
Sem jeito de construção
De um novo estrado
Para tapete de chão.
Dou-vos barriga e vísceras
Algumas com úlceras.
Dou-vos os braços e pernas
Já de ossos com cavernas.

Só não vos dou o meu coração
Esse órgão de eleição -
Já o dei a alguém
Que Deus tem -
Desde que nasci até então,
Àquela que me deu a vida
Sofrida,
À minha querida
Mãe!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 26-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NA TERRA DOS ESTARRECIDOS

Lá, na minha terra, gostam de mim,
Mas muito ao de longe,
Porque ao longe,
Assim
Feito num monge,
Não lhes calco os calcanhares
Nem lhes corto os discursos,
Iguais aos dos ursos
Arraçados de muares.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

VINTE ANOS E

⁠Contei os natais com ela
Maria, minha mãe.
Vinte e tantos no presépio
Comigo, José filho,
Em nome de meu pai, Manuel.

Era a Gruta de Belém,
Porém,
Quase parecendo a outra,
Era o meu Natal puro,
Que os meus de agora esconjuro,
Neste destino cruel!

Foi-se a mãe;
Meu pai, seguiu-a além,
Fiquei eu, menino patético!
Que natal tão estépico,
Mais senil que poético,
Este de agora meu
Pobre que sou pigmeu,
Desde que minha mãe morreu
Há distância de esperanças mil,
Depois das águas de Abril.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 22-12-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro