Texto Medo
JÁ NÃO SINTO MAIS NADA...
Já não sinto mais medo
Já não choro mais
Sei que poeta bom
É poeta morto...
Qual então é a parte
Desta minha estrada
Se a felicidade mora longe
Se encontra em alta velocidade...
Sobrou-me o remorso das palavras
Feito os teus olhos
Um cenário de um poema
Uma viela, uma ruela...
Tudo nesse mundo é FRÁGIL...
Tudo PASSA...
Já não sinto mais medo...
Já não choro mais...
Sou poeta...
Sou poeta de água doce
Sou poeta...
POETA MORTO...
"gloria,gloria,perpetua"
O mundo, o medo e o Alzheimer!
A doença de Alzheimer é uma das “piores enfermidades” que existem. Aos poucos, ela devora pedaços da vida das pessoas, tornando-as pequenas e frágeis. É uma condição terrível, pois faz a pessoa perder sua identidade e integridade. Foi extremamente doloroso ver minha mãe, outrora forte e destemida, se transformar em um ser tão frágil e indefeso. Seu caminhar se tornou solitário, preso em um mundo ao qual eu não tinha acesso, um mundo cheio de medo, onde suas lágrimas caíam copiosamente. Esse medo roubou-lhe o apetite e aumentou seu sofrimento. Eu conhecia muito pouco desse universo. Sinto muito, e às vezes choro por não ter pedido desculpas, desculpas por não ter podido curá-la com o meu imenso amor. Mãe, te amei e ainda continuo te amando. Sua benção.🙏🏼🦋
A complexidade da saúde mental muitas vezes se revela na relação que estabelecemos com as personas que criamos para nós mesmos. Esses personagens, como cidadãos exemplares, pessoas honestas e justas, ou homens de família, tornam-se parte integrante de nossa identidade. No entanto, quando somos confrontados com uma faceta menos perfeita de nós mesmos, a estrutura desses ideais autoproclamados pode ruir, gerando um profundo desconforto e até mesmo ódio por quem ousa apontar uma possível imperfeição.
Em casos como esse, a resistência em aceitar nosso lado menos reluzente pode nos levar a projetar nossas inseguranças nos outros. Incapazes ou temerosos de confrontar nossa própria complexidade, é mais fácil culpar o espelho, destruí-lo e evitar o olhar reflexivo. Infelizmente, essa escolha nos condena a uma espécie de escravidão da incompletude, deixando-nos superficiais e distantes de nossa verdadeira essência.
A verdadeira beleza e completude emergem da coragem de explorar nossos porões internos, de encarar nossas imperfeições sem medo. Pessoas que abraçam sua complexidade e aceitam seus aspectos menos atraentes são, paradoxalmente, mais belas e completas. A maturidade se revela na capacidade de abordar as questões no momento certo, em vez de cultivar uma falsa bondade que apenas camufla um vulcão prestes a explodir.
Portanto, celebremos aqueles que abraçam sua imperfeição, pois são esses indivíduos que possuem a coragem de verdadeiramente amar, não apenas os outros, mas também a si mesmos. Que cada dia seja uma oportunidade para explorar nossa complexidade e aceitar a totalidade de quem somos, sem medo do que possamos encontrar nos porões de nossa alma.
Meus fantasmas vieram me visitar.
Trouxeram aquilo que um dia foi.
Sussurrando suas palavras em meus ouvidos, palavras que me causavam terror. Faziam-me olhar para aquele quarto escuro, em que outrora eu havia trancado a porta.
Porém ela estava aberta outra vez e senti-me atraído a adentrá-la, novamente. Mas resisti bravamente.
Ou pelo menos era assim que deveria ter sido, mas não foi.
Não compreendo inconstâncias.
É ou não é... Assim deve ser.
Por vezes despertas em mim o melhor, faz-me ver além e imaginar inúmeros possíveis futuros, mas por vezes despedaças cada pensamento meu, levando-me a crer que tudo não passou de um momento de delírio, uma ilusão criada por minha mente inquieta...
Me torturas por puro capricho ou nem tu se compreendes?
Ah, se as pessoas soubessem o poder devastador de uma mentira...
O quanto ela fere, machuca, destrói.
Como um exército marchando por cima de um canteiro de flores, ela vem esmagando aquilo que há de mais belo...
Deixando marcas permanentes, perdura com o medo. Aquele medo de confiar novamente.
Levantamos nossos muros e nos tornamos mais cautelosos com aqueles que desejam entrar.
Ah, se as pessoas soubessem o peso de carregar esse fardo de desconfianças...
Em contrapartida a verdade é mui atraente...
— Olá velha amiga. Seja bem vinda. Sente-se e fique a vontade, já que conseguiu arrombar a porta.
Digo que é um imenso desprazer sua presença, mas você já faz parte de mim. Costumo te manter afastada pra proteger meu bem estar, porém é inevitável sua volta.
Te rejeito, pois traz consigo meus medos, meus traumas, minha insegurança... Mas vamos, tome um pouco de café, enquanto me lembra de como meu mundo é pequeno e destrutivo.
Conte-me como foi ficar tanto tempo afastada e o quanto lutou pra conseguir me abalar ainda que só um pouco e hoje conseguir forças suficiente pra atropelar meu castelo de areia que construí com tanto cuidado.
Cante para mim suas canções melancólicas enquanto dilareça meu coração e embaraça meus pensamentos.
Não ligue pra minhas lágrimas, nem pras minhas mãos trêmulas e muito menos pra minhas frases incompletas, que falo enquanto sufoco com falta de ar.
Mas seja breve por favor, depois que concluir seu trabalho vá embora.
Não te demores muito. Pois estarei recolhendo meus cacos espalhados por todo o carpete, e pedaço por pedaço tentarei colocá-los de volta no lugar.
E então até eu terminar não retornes, velha amiga.
Não se preocupes, você sabe exatamente onde me encontrar, e se possível se perca pelo caminho e nunca mais volte.
E se um dia eu precisar de você, o que garanto que não vai acontecer, gritarei bem alto: —Volte amiga Ansiedade, sinto sua falta!!!
Caímos e então levantamos... Até cairmos novamente...
Surge desejo de ficar no chão, olho minhas feridas e sinto medo de tentar de novo. Sei o quanto dói e tento me proteger dessa dor...
Observo ao meu redor...
Como eles conseguem prosseguir? Como continuam de pé? Por que continuam lutando?
Olho novamente, agora são apenas cicatrizes...
Então, percebo que estou mais forte... Posso ter mudado, mas minha essência não se perdeu, ainda sou eu.
Então é isso! - sorrio, enquanto penso.
Medo do bicho homem
Um leão rugindo, quando percebe o outro, tentando ser livre em seu habitat;
Uma cobra traiçoeira, desejando dá o bote, espalhando medo por todo o lugar;
Um rato sedento que não vive do pouco, diz: _ Tudo é migalhas, resto de coisas que a vida há de dar;
Um porco suvino, enfiado na lama, das suas verdades, espalhando a desordem, por todo lugar.
Vou sempre sozinho
A parte boa de se estar sempre sozinho é que nunca terá alguém para te irritar ou te fazer esquentar sendo assim evitaremos grandes dores e teremos uma mente organizada...
Mas sozinho enfrento meu maior medo, medo de me apaixonar pela solidão, medo de me ver sem emoção.
Isso me corrói por dentro, e nesses momentos quase perco o equilíbrio,
Equilíbrio que tanto me custou.
Mas não abro mão de me ver sozinho...
O tempo não muda as coisas ou as pessoas.
Não foi o tempo que nos mudou e nos separou, fomos nós que fizemos isso.
Nossas decisões hoje mudará nosso tempo amanhã. Nossas decisões de ontem nos afastou... pare de colocar a culpa no tempo dizendo que ele muda as pessoas. Seja corajoso e encare a realidade, somos nós que mudamos o tempo... o tempo é só mais um lembrança constante de decisões erradas que tomamos no passado.
O Medo
O maior medo que se pode ter,
É o medo de não conseguir vencer
os seus medos, isso é terrível.
O medo em si é tão saboroso
Como a própria alegria.
Afinal o medo não é apenas um
Sentimento vazio, o medo traz
Grandes virtudes, virtudes que
Podem ser saboreadas.
"A virtude de sair como vencedor."
Essa não há preço, a doce sensação
Do ganho, de vitoria.
Não se limite apenas ao medo,
Sinta a grande nostalgia da dor.
A dor alegra corações, corações que fraco já estão.
Talvez ainda aja coração
Em meu corpo, talvez ele não
Esteja totalmente destruído.
A mania de querer mostrar que
Sou mais forte que meus medos
Essa tal mania me fez perde
A pouca alegria que me restava,
Me reduzindo ao um iceberg.
O frio em que me encontro não pode
Ser quebrado. não culpo o medo.
Culpo a coragem e minha rebeldia.
Fui rebelde em acreditar
Que poderia vencer o meu
Maior medo o medo
De não ser capaz de ter o que digo ser meu.
Apesar de estar amargurado,
Despedaçado, e descontente
Ainda assim penso que poderia conseguir.
Mas agora não irei encara-lo
Pois esse medo me faz querer
Obter o que digo que a
Mim pertence.
Agora em alta voz, Digo;
Vai embora medo! e
Me dê novamente a minha liberdade,
Devolva minha alegria desprezada,
Leve suas virtudes, e me traga
Todos aqueles antigos sentimentos que tu me roubastes.
E nunca mais me atormente com
A dor da perca.
No escuro da solidão navego sem direção,
Sem emoção ou a tal da empolgação,
Sem preocupação, sem medo, talvez na pior
Frustração
De não poder ter aquele coração,
De não ter aqueles olhos de encontro com os meus.
Com o mais puro encanto
Com o mais puro encontro
Do meu canto favorito.
Do canto dos teus dedos
Nos meus dedos.
Vá além!
Ouse ser o que voce realmente quer ser, não o que queiram que você seja!
Seja louco.
Um ridículo surtado.
Mas seja você!
Ligue o foda-se no último volume!
Por um único motivo!
Deus nos criou com um único fundamento, de não passarmos aqui simplesmente como se não tivéssemos existido!
E ledo engano quem O Rotula de tirano, com o jargão que se você não fizer exatamente o que o correto será castigado! Castigado você será pelo seu fracasso, seu próprio eu lhe dizendo, quão miserável foi minha existência.
Eu não vivi, apenas sobrevivi!
Então não espere que alguém mude para você mudar e não permita ser o mero coadjuvante de uma peça qual não foi criada para você.
Fugir, mentir e se acovardar diante do medo do incerto é pequeno demais para quem tem uma alma gigante!
Abra seu coração, e passará a enxergar além...
Beijos
Re Pinheiro
Texto: Re Pinheiro (Copyright©) - Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98 - Por favor, reposte com o crédito! Imensamente grata
Labirintos Recorrentes
No labirinto do medo
O pensamento
Da menina mulher entra
No labirinto do silêncio
A menina se indaga e passa ao
Labirinto dos motivos
Não entende e todos os caminhos levam ao
Labirinto dos teus braços
Mas tudo o que encontra é o
Labirinto da tua ausência
Um sonho
Tudo é ausência
Tudo é silêncio
Tudo é medo
Tudo é esperança
Tua voz
Tudo
Tua presença
O que ela quer
Teus braços
O seu abrigo
Teus carinhos
Seu anseio
Tua presença
Tudo o que precisa
Teu toque
Um renovo
Teu sumiço
Sempre há explicação
Paciência, ansiedade...
Finalmente uma razão
Uma boa razão...
A razão perfeita...
A mulher
Se sente egoísta
Retoma a esperança
De que adianta?
Logo passa
Pois teu silêncio
Fala mais alto
Grita
E não fala nada
Mas diz tudo
Indaga
O que há de errado
Errático
Freático
Louco
Insano
Necessitado
O amor
Sente a ausência
Grita pra ouvir tua voz
Mas nada
Nem mensagem
Nem ligação
Nem pensamento?
O que há em teus pensamentos?
Aguenta?
Tenta?
Inventa?
Lamenta?
Chora...
Que hora?
A toda hora
Nada...
Nem voz, nem nós
Nem presença
Nem ausência
Nada
Haverá amor?
O labirinto do amor
Cheio de espelhos
Que horror!
Onde estou?
De volta ao labirinto do medo!
Tirem-me daqui, por favor!
eu queria ser pra sempre uma criança pra andar tranquilo sem preocupação de nada, andar solto livre feito uma garça.
não ter medo de errar nem acertar apenas brincar,poder brigar com um amigo mas depois fazer fi-guinha, e voltar a brincar.
ser livre pra imaginar,voar,brincar,dançar,festejar o luar da imaginação infantil, podendo ser quem quiser em questões de segundos ou frações
ser criança e lindo magico e fantástico, viver no mundo só nosso na ingenuidade e bela pureza de ser um anjo de deus.
É natural ter medo do desconhecido, de enfrentar as adversidades e de lidar com as incertezas que o futuro nos reserva. Mas percebi que é justamente nessas situações que tenho a oportunidade de me superar, de me reinventar e de descobrir novos caminhos.
Ao confrontar minhas inseguranças, estou me permitindo florescer. Estou deixando de lado as preocupações excessivas e abraçando a confiança em mim mesma. Afinal, não é sobre evitar as ervas daninhas, mas sim sobre aprender a conviver com elas e a transformá-las em adubo para o meu crescimento...
- Edna Andrade
Vento impetuoso
Soprou em nós um vento impetuoso
Trouxe medo, tristeza e incerteza
Deixou para trás o frescor habitual da manhã
Não senti o singelo abraço da noite ao relento grandioso
De sobressalto, inesperado, tudo arredou
Quão belo, quão meigo e estonteante é um afago
Um abraço apertado, um aperto de mãos
Uma pandemia veio nos ensinar
A amar e agir com prontidão
A partilhar o pão e a repartir a dor
A chorar com os que choram
A alegrar-se com os que se alegram
A gerar e gerir o amor sem medidas
Quero serenidade no olhar e aprender a cuidar
Quero chorar de rir e não de dor
Familiarizar e a saudade matar
Não queria tanto me preocupar
Queria sair com segurança
Abraçar e amar de novo
Quando a tormenta passar
Estarei aqui para te lembrar
E bradaremos que o amor venceu.
Quem espera sempre alcança
Já dizia o meu avô.
Deprimidos estaremos muitas vezes
Isso faz parte da nossa evolução interna. Sua capacidade de compreender
Cada ciclo com sabedoria requer tempo, Entender a si mesmo é um grande desafio.Ritmo constande de jugamento e lucidez
Nem sempre teremos na vida.
Investir na solitude é um bom caminho
Mente e corpo com vivacidade
Estará mais preparado contra ansiedade
Nosso maior inimigo somos nós mesmos.
Tudo tem seus sinais reconheça-os cedo
Obstruímos nossa vibração com distrações.
A prevenção, aliviar pressões externas.
Medo encontramos na afirmação e negação
Benignidade e malignidade conflitantes
Infelizmente descompensado ficaremos
Viciado nas distrações e perdemos a vida.
Achamos normal ficar na mesma mesa
Ligados em nossos retângulos tecnólogicos.
Ênfase damos ao bom sinal do Wi-Fi
Não queremos abraços e sim seguidores.
Cuidar do corpo e mente é preciso
Invista agora em você vivendo o mundo
A vida no planeta está te esperando.
