Texto em Homenagem aos Amigos
Confusão do Coração
Tudo começou simples,
nós éramos só amigos.
Até que um dia você perguntou:
— Quer namorar comigo?
Eu disse sim, sem dúvida nenhuma,
sem pensar, sem hesitar.
Foi assim que eu aprendi
o que é de verdade amar.
Um ano de felicidade,
até que alguém apareceu.
Do nada, sem esperar,
e mudou tudo o que era meu.
Nós nos aproximamos,
e eu comecei a perceber:
não era só amizade,
havia algo a mais no seu ser.
Veio um abraço,
e eu não consegui pensar.
Depois veio o medo:
— Isso não pode acontecer,
eu tenho alguém que amo,
e é preciso entender.
Você disse: foi sem querer,
te vejo como amiga, é verdade.
Mas no fundo eu não acreditei,
e não consegui me afastar,
mesmo sem entender
o que estava a passar.
E então aconteceu o que eu temia:
um beijo, sem avisar.
Eu fiquei sem entender nada,
só consegui me afastar.
Mas não conseguia parar de pensar,
então resolvi falar,
contei tudo o que sentia,
sem medo de me entregar.
Você disse não estar pronto,
mas depois voltou a falar,
falou em esperar um dia,
em um dia poder ficar.
Mas sumiu por uma semana,
e voltou como se nada fosse,
como se tudo o que aconteceu
fosse apenas uma doce ilusão.
E mesmo hoje você continua aqui,
repara em cada detalhe, em cada coisa que eu digo.
Uma vez eu disse que tinha esquecido minha garrafa,
e do nada você me entregou a sua, sem dizer mais nada.
Gestos tão pequenos, mas que dizem tanto...
E ao mesmo tempo, parece tão distante,
como se nunca tivesse sentido nada.
Me trata como amiga, com toda a calma do mundo,
e é como se aquele beijo, aquelas palavras,
tudo tivesse sido apenas na minha cabeça.
Como se nada tivesse acontecido.
E ao meu lado, sem saber de nada,
está quem me acolheu com todo carinho.
Quem me conhece de verdade,
quem segura a minha mão,
quem me ama com calma, com certeza,
sem dúvidas, sem medo, sem hesitação.
Eu o amo tanto, de um jeito tão bonito,
um amor que é paz, que é abrigo, que é lar.
Eu poderia escolher ser feliz com ele,
com quem sempre esteve ao meu lado,
com quem nunca me deixou na dúvida.
Mas é aí que mora a minha dor:
eu posso escolher o que é certo,
mas não consigo mandar no coração.
Não consigo simplesmente esquecer
quem apareceu do nada
e bagunçou todo o meu ser.
E agora eu estou aqui,
com uma música tocando alto
pra tentar abafar o que sinto.
Mas não adianta.
E ainda tem aquela música,
aquela que você me mostrou.
Ela me assombra todos os dias,
como uma lembrança,
que eu não consigo apagar.
E eu fico presa no meio,
sem escolha, sem saída,
só com o som dela na cabeça,
me lembrando de tudo
que eu só queria esquecer.
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Onde o Tempo Guarda os Amigos
Um dia, inevitavelmente, os caminhos se separarão.
E, quando esse dia chegar, descobriremos que a saudade não escolhe apenas os grandes acontecimentos. Ela também se alimenta das conversas sem importância, das travessuras de juventude, dos sonhos compartilhados, das risadas sem motivo e dos instantes em que acreditávamos que a felicidade morava para sempre entre nós.
Sentiremos falta até das lágrimas, das inquietações, das noites de festa, dos silêncios, dos desencontros e de tudo aquilo que, sem perceber, ajudou a escrever a nossa história.
Na juventude, imaginamos que certas amizades são eternas. Acreditamos que o tempo terá piedade dos laços que construímos. Mas a vida, sábia e imprevisível, conduz cada coração por estradas diferentes. Alguns partem por escolha, outros pela necessidade; há os que se afastam pelas circunstâncias e os que o destino simplesmente leva para longe.
Ainda assim, ninguém leva embora o que foi verdadeiramente vivido.
Há dias em que nasce uma vontade quase impossível: ligar para todos, reunir novamente aquele velho grupo, repetir as mesmas bobagens, rir das mesmas histórias e, por algumas horas, fazer o tempo esquecer que passou. Nem que fosse apenas para um último abraço, um último olhar ou um último adeus.
Talvez a vida tenha nos separado para ensinar que o amor também sabe existir na ausência, e que algumas pessoas jamais deixam de caminhar ao nosso lado, mesmo quando já não percorrem os mesmos caminhos.
Por isso, não deixemos morrer a esperança. Porque os reencontros são uma das formas mais delicadas com que Deus nos lembra que o tempo pode afastar os corpos, mas nunca consegue apagar os vínculos que o coração decidiu eternizar.
Peregrino Nino Carneiro
O Eco dos Que Se Fingem Cheios
Há pessoas que colecionam “amigos”
como quem coleciona vitrines. Abraçam todo mundo, beijam todo mundo, fazem questão de serem vistas em todos os lugares possíveis, como se presença fosse prova de valor.
Perguntam da sua família, do seu trabalho, até da loja onde você comprou a roupa, como se interesse fabricado fosse sinônimo de afeto.
Vivem famintas por rostos, forçando vínculos que parecem naturais, mas que sempre cheiram a mentira; manipulam com facilidade, moldando a própria imagem como quem esculpe uma versão vendável de si.
Mas basta olhar de perto, bem de perto pra enxergar o vazio. Um buraco fundo, frio, incômodo, de quem quer abraçar o mundo inteiro enão sustenta ninguém.
Gente que fala com todos pra não ter que conversar consigo. Gente que sorri demais para quem chega e pra esconder o silencio que dói. Gente que parece cheia, mas se desmonta quando fica só.
No fim, essas pessoas fazem parte de multidões ambulantes com almas desertas: muita festa por fora, nenhum lar por dentro.
Se até os pais tem inveja dos filhos ou ciúmes, imagina os irmãos ou os tais amigos, colegas ou conhecidos, na verdade ninguém quer ver o seu progresso, ninguém quer ver a sua felicidade ou conquistas, porque os próprios são infelizes e muitos são ingratos com quem tem, seus corações são obscuros e negativo, esses invejosos tiveram a mesma chance " O SOL NASCE PRA TODOS " mas jamais você terá amigos, pais e irmãos.
Seja seu próprio amigo e guarde segredos do que vai fazer ou prestes a conquistar , não dívida com ninguém sua vida, suas felicidades, só você terá seu próprio orgulho, faça tudo em agradecimento a Deus.
A TRETA DAS REDES
Facebook gritou: "Sou mais velho e sábio,
tenho amigos, grupos e até um diário!"
Instagram riu: "Você é tão retrô!"
aqui é selfie, filtro e muito show!"
O Face insistiu: "Eu domino o debate,
sou terreno fértil para todo embate!"
Mas o Insta, leve, fez pose no ar:
"Sou só beleza, não vim para brigar."
No fim, os dois, com um mesmo patrão,
viram que juntos têm mais conexão.
E nessa disputa que parecia real,
viraram parceiros, final genial.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Por que não?
Outro dia, fui até um jogo de futsal pela manhã num dia frio com amigos da juventude em meados de 1995.
Em um momento da minha infância, fui comer com a minha mãe um frango assado de frente pro mar em Aracaju, SE.
Certa noite fui tentar um momento de carinho com a minha querida Tatiane numa praça no estado de alagoas a uns 30 anos atrás.
Vi na noite passada uma cadela chamada Cayara, que foi uma grande amiga num momento difícil da minha vida.
O engraçado é que todos esses momentos pude vive-los de forma realista e quase palpável através de minhas viagens reveladoras de que podemos sim nos colocar em diversos períodos e momentos de nossas vidas viajando no tempo por meio dos sonhos.
Por que não acreditar que em um dado momento da nossa história iremos descobrir como levarmos nossos corpos a estes mesmos lugares que estivemos um dia?
Coração Cansado
Diga-me que não éramos só amigos.
Diga-me que tudo o que a gente viveu era mentira.
Diga-me que você apenas brincou comigo,
e me fez de bobo na frente dos seus amigos.
Porque,
Se tudo isso foi um teatro,
por que seus olhos diziam exatamente o contrário?
Por que seu abraço parecia um lar,
e o seu sorriso fazia o meu mundo parar?
Eu tentei acreditar em cada gesto,
em cada conversa,
Em cada silêncio compartilhado.
Mas hoje só me restam perguntas
e um coração cansado de procurar respostas.
Ainda assim,
No fundo da alma,
há uma parte de mim que insiste em esperar.
Porque é mais fácil acreditar que fui enganado
do que aceitar que eu te amei sozinho.
➳Quando me perguntam se tenho amigos, respondo que não. Guardo poucos da infância com carinho, mas hoje vejo que a amizade verdadeira ficou rara em um mundo cheio de competições. Não disputo nada com ninguém.
Prefiro a quietude de poucos laços antigos à pressa das conexões modernas. Em um mundo que insiste em competir, escolho não disputar espaço. Minha caminhada é silenciosa, minhas memórias de infância são raras, e meu único confidente é Deus.ღ
Humanidade,
Cansei de falsos positivos idealistas,
Cansei dos grandes amigos solícitos,
Cansei de bons políticos oportunistas,
Daquele caminho de duplos sentidos.
Somos todos vítimas de grandes potências,
Que privam o mundo, suas principais obras,
E criando objetivo, em conquistas de louros,
No benefício de poucos, massacram o povo.
A falência humana de todos os tempos,
A perda da inocência e da honestidade,
De ter conceito de ser uma boa pessoa,
Para ter no patrimônio grandes valores.
Quando perdemos alguém especial,seja familiares ou amigos que partem de nossas vidas para sempre; até o clima do tempo fica entristecido, o sol brilha menos as vezes as nuvens derramam chuvas como se simbolizando lágrimas...
Hoje, meus coração e de muitos estão assim pois o Senhor recolheu alguém muito especial aqui da terra!😔😭
**Entre Dois Amigos**
Augusto olhava a noite pela janela com uma inquietação difícil de esconder. Havia em seu silêncio uma espécie de fadiga antiga, como se carregasse pensamentos que já haviam amadurecido demais dentro dele. Depois de alguns instantes, falou em voz baixa:
— Há uma coisa que me inquieta profundamente: a sensação de que nascemos para uma única forma de existência e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava lentamente o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
Augusto manteve os olhos voltados para a rua vazia.
— Falo daquilo que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
O silêncio que se instalou não era desconfortável. Havia nele certa reverência, como se ambos reconhecessem que algumas reflexões exigem espaço antes de serem tocadas novamente.
Augusto prosseguiu:
— Talvez o grande problema seja esse desvio constante. Nascemos artistas, não apenas no sentido do ofício, mas na maneira de perceber o mundo. E, no entanto, passamos a vida tentando nos adaptar a papéis: marido, cidadão exemplar, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos com atenção.
— E você acredita que isso seja um erro?
— Não exatamente um erro. Talvez uma incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a própria essência.
Miguel recostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive completamente fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço por isso.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu discretamente.
— Isso soa mais como orgulho do que filosofia.
Augusto negou com serenidade.
— Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. Trata-se apenas de reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos nos encaixar à força, alguma coisa em nós acaba se rompendo.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso breve, quase cansado.
— Tentei. Com disciplina, inclusive. Acreditei que bastava insistir, repetir hábitos, cumprir funções… como um ator aprendendo um papel.
— E o que aconteceu?
— Percebi que a vida, quando não é verdadeira, transforma-se num teatro sem plateia.
Miguel permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de responder:
— Talvez todos estejam representando. Alguns apenas têm mais consciência disso do que outros.
— A diferença — disse Augusto — é que certos homens sabem que jamais poderão sair do palco.
— E você se considera um deles?
Augusto desviou o olhar para a rua escura.
— Sei que não consigo viver longe daquilo que me constitui. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas exige tudo em troca.
Miguel assentiu lentamente, absorvendo aquelas palavras.
— E não existe conciliação possível?
— Existem tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, agora mais denso e mais humano.
Depois de algum tempo, Miguel falou novamente:
— É curioso… o mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que existe algo essencial que nos define.
Augusto voltou-se para ele com calma.
— Não insisto. Apenas reconheço.
— E quem não reconhece isso?
— Talvez viva melhor.
— E você prefere o quê?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo sobre a mesa.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo antes de concluir:
— Nesse caso… talvez não sejamos artistas.
Augusto olhou para ele com uma serenidade quase melancólica.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez naquela conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
Talvez você esteja lendo isso enquanto conta aos seus amigos, entre risos, como eu implorei para você ficar. Talvez você esteja usando essa honestidade que você jura ter, mas que nós dois sabemos ser apenas mais uma camada da sua mentira.
Eu escrevo apenas para dizer: continue sonhando.
É fascinante como é fácil para você viver nessa sua fantasia onde eu não existo e onde nada do que aconteceu te machuca. Você se esconde atrás desse sorriso, se engana achando que está tudo bem, enquanto eu sigo aqui, literalmente partido em dois. É difícil reconhecer a verdade quando o sonho é mais confortável, não é?
Você pode rir do meu choro e transformar minha dor em história de mesa de bar. Você pode tentar convencer o mundo — e a si mesma — de que jogou tudo fora por motivos nobres. Mas, no fundo, entre um sonho e outro, resta um fato que você nunca vai conseguir apagar: você nunca terá a dimensão real do quanto eu precisei de você.
Siga sua vida. Construa esse castelo de cartas onde você é a heroína da própria história. Eu ficarei aqui com a realidade, lidando com o que você fez comigo, enquanto você continua flutuando, fingindo que não sente o peso do que deixou para trás.
Durma bem. O despertar, se um dia vier, vai ser bem mais frio do que o seu sonho.
Com a amargura de quem ainda se lembra,
(Aquele que você deixou para trás)
Bom dia, dia!
Bom dia, vida!
Bom dia, família!
Bom dia, amigos!
Bom dia, Senhor da natureza!
Que o dia da hoje seja para observar e captar as belezas com que Deus nos presenteia todos os dias!
Assim como a beleza dessa flor ilumina o olhar e aquece o coração com seu colorido intenso que possamos tb iluminar a vida do próximo através do brilho de nosso olhar e o calor de nossas palavras e ações
Um dia iluminado a todos!
Vivemos entre Psicopatas, Sociopatas, Narcisistas, na família, entre amigos, no trabalho, Religião, Política, etc..., estas pessoas tem uma habilidade incrível para nos enganar e nos manipular!!!
Hoje temos Psicólogos, Psiquiatras, no Youtube e no Google, Autoconhecimento é a chave!!!
Você pode enganar todo mundo por quase todo o tempo, mas você não pode enganar todo mundo por todo tempo.
Onde A Paz Procura Abrigo.
Amigos são aqueles
que encontram o nosso coração
mesmo quando as palavras
se perdem entre as lágrimas.
São aqueles
diante de quem chegamos chorando,
mas de quem nos despedimos sorrindo,
porque transformam o peso dos dias
em leveza para a alma.
Amigos são aqueles
que nem a distância consegue apagar.
O tempo pode mudar os caminhos,
a rotina pode afastar os encontros,
mas jamais será capaz de levar
as lembranças construídas
nem o carinho que permanece.
São pessoas
em quem a paz encontra abrigo,
onde o silêncio também é acolhimento
e a presença fala mais alto
do que qualquer palavra.
Amigo é aquele
que permite que você seja exatamente quem é,
sem máscaras,
sem medo,
sem julgamentos.
É quem segura a sua mão
quando o mundo parece pesado
e, sem perceber,
faz você acreditar outra vez
na beleza da vida.
Porque a verdadeira amizade
não se mede pela frequência dos encontros,
mas pela certeza
de que, aconteça o que acontecer,
sempre existirá um lugar
onde o seu coração será recebido
como se nunca tivesse partido.
Porque Amigos...
Amigos não são apenas pessoas
que caminham ao nosso lado.
São pedaços da nossa história
que o tempo escolheu eternizar.
São laços que não se desfazem com a distância,
nem se enfraquecem com o silêncio.
Porque a amizade verdadeira
não precisa ser lembrada todos os dias
para continuar existindo.
Ela apenas permanece.
E, quando a vida pesa,
é para esse abraço invisível
que a alma sempre encontra o caminho de volta.
Talvez seja esse
o maior significado da amizade:
ser o lar de alguém,
mesmo quando os caminhos
seguem em direções diferentes.
NA SENDA EVOLUTIVA.
Amigos e irmãos do orbe terrestre,volveis vossas faces espirituais e luminescentes aos planos mais altos,pois vossa origem natural nascera do útero beneplácito de Deus no infinito.
. Grande ainda se mostram as mentes corrompidas pelo "eu pessoal" que não aquilatam o valor da palavra que são portadores. Na convulsão do caos que perpetra avantajado numero da humanidade, vem Jesus e seus emissários a clarear as noites tristes dos testemunhos. Estes mesmos que antes do mergulho na carne imploramos pela reencarnação,sempre uma vez mais. Conquanto milênios se arrastam ao nosso encalço para porfiarmos nas amarras do pretérito. A vez da missão assumida, o mestre nunca negou o amparo,mas contudo advertiu a cada quanto a retidão dos ideais sublimes que possivelmente em detrimento das alegorias terrestres poderiam e podem vir cair no olvido que reflexiona pelo tato do presente que decepciona e obscurecendo a visão do espirito imortal,este se julga injustiçado e deserdado da divina providencia.
Vão-se as priscas eras do mal pelo mal que entre os homens ganhavam amparo,contudo hoje meus filhos a sanha da perseguição tem se acalmado apenas restam resquícios,resquícios que perturbam-nos,mas já existiram tempos que nos os amávamos e julgando ser pela própria defesa em nome do cristo,acendemos fogueiras,levantamos cruzes,contaminamos o ar e as águas com o martiriologio dos que defendiam a verdade por excelência. Por isso então,o mal parece não ter fim ou que nunca se extinguirá dentre nos,mas nos reportemos a ultima questão de O livro dos espíritos,quando o amado São Luis e Santo Agostinho arrematam que sim,um dia a paz reinara na terra quando primeiramente reinar em nossos corações.
. Por isso queridos e amados irmãos ecoamos por todos os cantos para que tendes bom animo. Voltemos a razão e o coração a causa do amor incondicional entre todas as criaturas que dividem conosco o mesmo habitat,somos espíritos imorredouros,atravessaremos o infinito sem nunca nos acabar,mas que que o façamos com o sorriso gentil,com o pequenino gesto caridoso que vos torna gigante nesta imensa escola de aprendizado universal e por lei absoluta fraternal esta tem sido a grande batalha das almas,pois aquele que muito ama saberá quão importante para si é o perdão. Procuremos Jesus e onde o procuramos ali ele esta.
Façamos o nosso voto espiritual depositado em nos valer, realizemos o máximo da fraternidade que prometemos realizar quando antes juntos dos amigos e venerandos celestes que nos amparam.
Não deixemos para depois aquilo que podemos fazer em nome do bem comum.
. Que a luz e a paz de nosso senhor seja conosco hoje e sempre,muita paz.
Catarina Labouré / Irmã Zoé / B.M.
COMPROMISSOS E LEMBRANÇAS .
Pelo Espírito : Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Amigos e irmãos,da seara Espírita,
quando estávamos adentrados na espiritualidade,de onde almejamos sonhos de poder voltar à terra,apresentamos propostas de comportamentos
abraçando compromissos que não nos seriam permitidos além da nossa capacidade,porque sabem antes de nós,os benfeitores sensatos do que de fato poderemos cumprir.
E com as bençãos de Deus em suas sagradas Leis,aqui aportamos novamente,para que o passado possa ser resgatado com alegria,mesmo sob duras penas que são alavancas do progresso da redenção!
O "anjinho" que dá o seu primeiro choro,marcando que está entre os encarnados,trás também hábitos que os pais devem redobrarem a vigilância,desde o berço já é possível detectar certas inclinações,que poderão ligá-los aos céus ou mantê-los no lamaçal da terra.
Os filhos como sendo dádivas Divinas,devem ser aceitos como tais,uma vez,que juntos agarraram a mesma promessa de se auto melhorarem para o resgate de débitos tenebrosos.
Agradeçamos ao amor do Pai celeste,pelas bençãos do esquecimento,uma vez que este nos faz amar sem imposição,porque se descobríssemos em nosso meio um possível inimigos de outrora,certamente a situação,se agravaria,porque acabaríamos amando o que é raro ou ainda reveríamos os atos do passado.
O poeta francês do século dezenove,Vitor Hugo,já afirmava que o esquecimento é tão natural,que mesmo na atual vida,não somos capazes de nos lembrar todos os acontecimentos que nela se deram,haja visto que procurasse esquecer até mesmo alguns que lastimamos...
Os pais tem deveres soberanos para com os filhos e estes da mesma forma tem laços que apresentam pequeninos nós,que podem demorar para serem desatados,mas o amor cresce,em meio aos turbilhões e carinhos entre ambos.A felicidade de se ter um lar,está nos sorrisos e até mesmo nas lágrimas que a família retém,mas não existe ninguém desemparado,podem existir sim, aqueles que estão tão desequilibrados que não registram o socorro eminente que em prece raramente solicitamos!
Não nos importa provas das vidas anteriores,o momento verdadeiro é o de agora,muitos para saberem do seu passado mergulham no campo da hipnose com o fito para apenas saber quem foram,ou com o propósito de achar onde está o ponto de partida para os traumas,retornam do transe raramente melhores,porque,imbuídos com o pensamento de grandes personalidades,não se encontraram nas vestes de reis,rainhas,príncipes ou alguma realeza e também,direcionar-se às vodas anteriores não nos garante restabelecimento ideal para a vivência no presente,uma vez que se chega a causa,mas não se livra dos efeitos,pode-se sim,amenizar mas aumentam as responsabilidades,porque agora trazes a mente deveras vezes aturdida,te gritando frente a companheiros da atual jornada,compromissos mútuos.
Avaliemos pois,que mediante atos intransigentes nesta vida,desejamos mesmo esquecer de alguns,imaginemos se lembrássemos dos antecedentes?
O que nos importa,é saber que alguém,dentro e fora do lar,estende-nos as mãos a pedir-nos socorro e sob o véu do esquecimento estaremos prontos a prestar auxílio em nome do amor abnegado.
Todos,tem deveres que são intransferíveis à outrem,amigos e "inimigos" se deparam arranham-se mas equivalentes com a proposta do amor ao próximo,aquele que mais sabe é quem mais dará seu perdão.
A vida só nos pede isto...
Sabemos não ser fácil,mas a terra é escola,é oficina,é casa é balança que pesa cada gesto de auto-iluminação e aproveitemos esta oportunidade,uma vez que muitos rogam neste instante para retornar,mas,não os dado a permissão,frente as transformações físicas e ainda mais os abalos íntimos de seres mais capacitados estão trazendo das esferas mais altas e que ninguém ignora.
Muitos compromissos foram debitados em nosso nome por nós mesmos e maldizer a existência é insensatez,alarmando que não pedimos para nascer,mas antes de isso se dar já vivíamos e em meio às dores vorazes,não só pedimos,mas imploramos para ter uma nova chance,aproveitemo-la pois por amor e méritos é que estamos no corpo,mas não nos esqueçamos,que é só de passagem,logo,logo não tardaremos o retorno à pátria verdadeira,agradeçamos o esquecimento de outrora mas amemos uns aos outros sem precisar vasculhar passado algum,pois voltamos para reajustarmo-nos no amor.
Muita Paz!
AS CHAGAS DA HUMANIDADE.
Meus queridos amigos e irmãos,
Quando a ingratidão dos sentimentos se revela em disparates com nível desleal para com Deus,em suas Leis providenciais e análogas por natureza,evolam-se de nós,vibrações negativas sem ter por fito,o desprendimento e o melhoramento de tamanha imperfeição,que se obscura por entre sentidos perdidos que escapam de uma profunda análise de consciência...
Na desfavorável forma,para que em meio as desilusões ou ainda mais preocupante ilusão das desigualdades,se resultar em regeneradora oficina,aonde de fato,se nos interliga o cadinho de cada instante,para promoção do bem comum!
Preocupamo-nos com os poderosos defeitos,que arrastam-se nos comprimindo no lamaçal do chão interior,onde nos detemos em debates em lamúrias e zizânias,que não acrescentam degraus em direção à liberdade feliz verdadeiramente.
Jesus,que é o "retrato de Deus",quando na terra,abrira os meigos e suaves lábios,sempre espalhando o perfume transcendental da Boa Nova,para nos acordar,no túmulo de nosso cerne,numa proposta vindouras que só mais tarde iríamos de fato compreender,afirmando:
- Só um coisa te é necessária,que busques primeiro o Reino dos Céus...
E coordenadas a isto,almas sem lucidez e mergulhadas num tom de busca da perfeição,sem ouvidos de ouvir,entregam-se em Homéricas batalha contra imperfeições pungentes,dentro que de mesmas...
Mas ainda só uma coisa é primordial,combater a causa das causas!
Encarando no deserto interior,porém debalde,incontroláveis inimigos em suas paixões principescas.
Mergulhadas em campo,determinadas a expurgar esses inimigos,ferozes e vorazes,que só sobrevivem porque nós os alimentamos,dando pérolas aos porcos nessas batalhas em que deveras vezes são desditosas e malogradas,se agigantam ante os sentimentos que se fazem jus,por desejarem a vitória,mas invariavelmente ainda perdemos por momentos a luta,poi não buscamos nas Santas palavras do Cristo,"Que só uma coisa nos basta..."
E com devaneios espartanos,pretensiosos levantamos espadas contra os moradores do nosso interior que são filhos da imperfeição de um casal cumpliciados um no outro,formando um só corpo em chagas a apodrecer a humanidade,conforme está muito bem elucidado pelas entidades de alta luz com o bom senso fidedigno do codificador Allan Kardec,nas páginas abençoadas no Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo Vll...
Onde se ressaltam os pobres de espírito,esclarecendo que para objetivarmos com louvor o nosso ideal,em detrimento da humanidade em nome da paz e do amor,fazem-nos um alerta,que não combatamos os "filhos" do Orgulho e da Vaidade,pois que,são nestes que erradicam-se todas as nuances para conosco e para com as Leis Divinas!
Elejamos dentre tantas imperfeições que nos chafundam a que mais nos incomoda,façamos uma profunda viagem em nós mesmos e como cada um sabe de si,saberá que chaga maior está aberta dando vazão a tantas outras,então é nesta que concentraremos os nossos esforços para domá-la e as outras são apenas filhas deseducadas por esta.
Não nos percamos em campo bélico,levantando espadas,esquecendo que a força tenaz e aguda dos espartanos se encontrava nos escudos...
Por este prisma,damo-nos com convicção de que a matriz imperial dos defeitos,pede a espada e as filiais o escudo!
Travemos lutas com aquele que nos assola devastadamente levando-nos as tristezas...
concentremo-nos no orgulho e na vaidade,que são a ponta do iceberg e que causam mais danos às embarcações mais que o próprio corpo do iceberg que viaja silencioso e submerso.
Em buscando o reino dos Céus por primeiro,a alma já é iluminada,mas ao dar-se em sereno controle,apagando aos poucos estes dois inimigos que se apresentam,ela encontrará o reino prometido e de lá,não será mais iluminada,mas sim,astro luminoso a iluminar de si a humanidade.
Muita Paz!
Pelo espírito:José Maria.
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
A amizade e o custo da ilusão
Eu costumava acreditar que tinha amigos incontáveis. Hoje, no entanto, a clareza me trouxe uma constatação amarga: eles nunca quiseram a minha amizade, queriam apenas o que eu podia lhes proporcionar.Agora, no silêncio da minha própria companhia, compreendi que comprei afetos em vez de conquistá-los. Aquilo que eu julgava ser bondade e gentileza era, na verdade, a moeda com que eu financiava a presença deles. O mais doloroso é ver que aqueles que antes me rodeavam agora simulam amnésia; dizem que mal me conheciam, embora todas as evidências provem o quanto éramos próximos, o quanto dividíamos o que eu acreditava serem os melhores momentos de nossas vidas.Diante desse cenário, sou obrigado a me perguntar: de que valeu tudo o que fiz, sem critérios, sem medir os riscos? Valeu alguma coisa?Sim, valeu. Valeu para que a ilusão finalmente terminasse. Essa solidão de hoje não é um castigo por eu ter sido bom, mas o preço do meu despertar. Descobrir que ninguém ficou quando o banquete acabou é um indicador brutal, mas limpo. Aprendi, da forma mais dura, que o meu afeto e o meu tempo são valiosos demais para serem entregues a quem só sabe aplaudir enquanto o sol brilha, mas desaparece na primeira tempestade.
