Texto de Superação
“Deus Ainda Está Escrevendo”
Calma.
A tempestade assusta, eu sei.
Mas lembra: quem acalma o vento… ainda está no barco com você.
Tem hora que a gente não entende,
não vê saída,
não sente força.
Mas é aí que a fé começa:
quando os pés falham,
e só o coração caminha.
Você já passou por desertos onde só Deus te viu.
E mesmo assim, continuou.
Não foi por acaso.
Foi propósito.
As lágrimas que você derramou em silêncio
foram ouvidas no céu.
Cada oração quebrada, cada “Deus, me ajuda” —
Ele ouviu.
E Ele não te trouxe até aqui pra te deixar no meio do caminho.
O que parece demora… é preparo.
O que parece silêncio… é cuidado.
Deus trabalha em segredo,
mas revela em glória.
Então respira.
Entrega.
Confia.
Mesmo que tudo diga “não”,
o céu já escreveu o “sim”.
Porque quem tem Deus,
tem esperança mesmo na dor,
tem direção mesmo na dúvida,
tem vitória… mesmo antes da batalha acabar.
Você não está só.
E ainda vai entender por que tudo precisou ser assim.
“Quando Deus Age no Silêncio”
Quando tudo em volta parece parado,
quando as portas se fecham,
e o céu parece calado…
não pense que Deus te esqueceu.
Ele só está agindo de um jeito que você ainda não vê.
A fé verdadeira não vive de sinais,
vive de confiança.
É acreditar mesmo quando os olhos não enxergam,
é seguir mesmo sem entender o caminho.
Deus não abandona os Seus.
Ele trabalha no secreto,
lapida no processo,
e honra no tempo certo.
A dor que hoje pesa no peito
vai se transformar em testemunho.
As noites sem dormir?
Vão virar resposta.
Cada lágrima sua foi colhida,
cada oração foi ouvida,
cada desabafo que só Ele escutou —
já está em movimento no céu.
Não é o fim.
É só uma curva no caminho que Ele traçou.
E mesmo que o plano tenha saído do seu controle,
nunca saiu das mãos de Deus.
Então respira com fé.
Descansa no cuidado Dele.
Porque no tempo certo,
Deus faz do impossível…
milagre.
Fé Inabalável
Quando tudo escurece e o chão desaparece,
Quando o mundo desaba e a alma enfraquece,
É aí que a fé, silenciosa, aparece —
Não como fuga, mas como quem permanece.
Fé não é ausência de dor ou de pranto,
É caminhar, mesmo trêmulo, em meio ao quebranto.
É crer que a luz, ainda que distante,
Brilhará firme no olhar de quem é constante.
Já caí mil vezes, me feri no caminho,
Mas nunca estive, de fato, sozinho.
A cada tropeço, Deus me ensinava:
A dor que machuca é a mesma que lava.
Não me curvo ao medo, nem à solidão,
Minha força vem da oração.
Superar é verbo que nasce na alma,
É guerra travada com fé e com calma.
Hoje eu sou prova viva e pulsante,
Que a fé que não quebra é a que segue adiante.
Pois mesmo em ruínas, um novo começo
Se ergue mais forte, com brilho e apreço.
Deus Contigo
Quando o peso for demais e a alma cansar,
Quando o mundo parecer querer te esmagar,
Lembra: Deus está contigo, a te sustentar —
Mesmo no silêncio, Ele segue a te guiar.
Na lágrima que cai, Ele vê esperança,
No teu medo, Ele planta confiança.
Cada passo incerto, cada noite em dor,
É campo onde Deus semeia amor.
Não temas o vale, nem a tempestade,
Pois o céu se abre com fé e verdade.
Deus não te promete caminho sem dor,
Mas garante presença, abrigo e amor.
Se a vida te quebra, Ele te refaz,
Com mãos de ternura, te leva à paz.
É na queda que Ele mostra o poder
De quem levanta sem nunca esquecer.
Deus contigo — nos dias bons ou ruins,
Nos recomeços e nos “fins”.
Segura firme, não solta a mão,
A vitória já pulsa no teu coração.
“Levanta-te”
Quando o peso do mundo te curva o olhar,
E a estrada parece querer te parar,
Respira profundo, segura a emoção —
Teu sonho ainda pulsa no teu coração.
Não deixes que a dúvida roube o teu passo,
Nem que o medo te prenda num falso abraço.
És mais forte do que hoje imaginas,
Carregas o sol nas tuas retinas.
Cada queda é lição, cada dor, semente,
Flores que brotam de alma valente.
Se a vida apertar, não temas lutar,
É na dor que aprendemos a recomeçar.
Então levanta-te, mesmo cansado,
Segue adiante, mesmo machucado.
A vitória é irmã da persistência,
E a luz sempre nasce após a ausência.
“Ainda Estou de Pé”
Estou cansado.
Sim, cansado. Pela primeira vez, meu cansaço não é físico —
é da alma.
Cansado de ver tanta maldade disfarçada de convivência.
Cansado do cheiro de podridão…
que não vem de um animal morto, mas de almas que apodreceram por dentro.
Pessoas que se alimentam da desgraça dos outros.
Que sorriem quando veem uma família desmoronar.
Que se sentem grandes apenas quando diminuem os outros.
Mas sabe de uma coisa?
Eu continuo aqui.
Porque minha luz não depende da escuridão de ninguém.
E o meu valor não se mede pelos que tentam me derrubar.
Sim, há laranjas podres no caminho.
E algumas tentam contaminar tudo ao redor.
Mas eu escolho não apodrecer.
Eu escolho resistir.
Eu escolho ser luz onde há sombra.
Se a felicidade dos outros te incomoda,
isso não é um problema do mundo —
é um espelho da tua alma.
Mas eu?
Eu sigo.
Mesmo cansado, eu sigo.
Porque há um fogo em mim que a inveja não apaga.
Porque há um propósito em mim que nenhuma crítica destrói.
Porque há uma verdade em mim que o mundo não vai calar.
Estou cansado, sim.
Mas não desisti.
E se for preciso…
vou me levantar mil vezes.
Porque quem tem propósito, aguenta o processo.
E quem carrega fé, nunca está só
“Ainda Estou de Pé — Porque Deus Me Sustenta”
Estou cansado.
Não vou negar.
Há dias em que o peso é grande demais…
e a alma parece pedir socorro em silêncio.
Sinto o cheiro da maldade no ar.
Não é cheiro de morte física,
mas de almas corrompidas,
de pessoas que se alimentam do sofrimento alheio,
que vibram ao ver um lar destruído,
que se alegram com a dor do outro.
Mas mesmo cercado por tanta escuridão,
eu me lembro:
O Senhor é a minha luz e a minha salvação —
a quem temerei?
As laranjas podres podem até estar ao meu redor,
mas se Deus é por mim,
quem será contra mim?
Eles querem ver minha queda,
mas Deus está me ensinando a voar.
Eles esperam meu fim,
mas o meu Deus escreve recomeços.
Eles querem apagar minha fé,
mas mal sabem que é na dor que ela se fortalece.
Estou cansado, sim…
mas a minha força vem do alto.
E quando penso em desistir,
lembro que os que esperam no Senhor renovam as suas forças;
sobem com asas como águias,
correm e não se cansam,
caminham e não se fatigam. (Isaías 40:31)
Se o mundo te machuca,
se as pessoas te ferem,
não se rebaixe ao nível delas.
Ore por elas.
E siga em frente.
Porque o justo pode até cair sete vezes…
mas o Senhor o levanta todas elas.
E eu sei — Deus ainda não terminou comigo.
CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.
A Vida e Suas Surpresas”
A vida é, por natureza, surpreendente. Às vezes, ela nos golpeia de forma tão inesperada que nos deixa em silêncio, perplexos… Há momentos em que tudo desmorona, e nos vemos lançados num abismo tão profundo, que até o eco dos nossos próprios gritos parece se perder no vazio.
Você grita por socorro, luta com o pouco que ainda resta de força, tenta alcançar o topo… mas não consegue. A esperança se apaga, o corpo se rende, a alma se cala. Você apenas… existe.
E então, de repente, alguém aparece. O coração, ainda machucado, se enche de esperança. “Será que agora alguém vai me salvar?” — você pensa. A pessoa joga uma corda. Você se agarra com toda a força, a ponto de ferir as mãos, cega pela vontade de ser resgatada. A subida começa. E junto com ela, uma emoção silenciosa brota lá do fundo, como um sopro de vida. Você começa a acreditar.
Mas, quando está a poucos passos da saída, esperando aquela mão final para te puxar… ela te solta. Sem piedade. Sem explicação. E você despenca de volta pro fundo. E dessa vez, algo muda. Algo dentro de você esfria. Seu coração se fecha. A dor vira armadura. E você passa a desacreditar das pessoas.
Você se pergunta: “O que fiz de errado? Por que me feriram tanto, se eu só queria ser amada?”
A escuridão vira sua companhia. O tempo passa. Você ouve barulhos, mas já não espera que algo bom aconteça. A dor endureceu sua fé. Talvez seja o vento. Um animal. Ou nada. Os dias viram meses. Talvez anos. Você se acostuma a viver no escuro.
E então, um dia, você desperta. Os olhos ainda cansados enxergam algo diferente: uma rampa… um caminho para fora do buraco. Mas você não acredita. Tenta se mover, mas o corpo não obedece. Já sem forças, apenas espera o fim.
E então, uma sombra se aproxima. O medo surge de novo. Você não quer ver mais ninguém. Não acredita mais em mãos estendidas. Grita para que se afastem. Diz que não precisa, que não quer, que não confia.
Mas essa pessoa não reage com dureza. Apenas para. Suas mãos estão cobertas de barro. E mesmo assim, há uma serenidade no gesto. Sem insistir, ela se afasta e sobe a rampa. Você não entende. Qual era a intenção?
Outras pessoas aparecem. Algumas te ignoram. Outras te ferem com palavras e julgamentos. Mas ajuda verdadeira? Nenhuma. Até que alguém diferente se aproxima. Limpo, calmo, com mãos tão suaves que quase brilham. Mais uma vez, você grita. Rejeita. Mas essa pessoa não recua. Apenas se aproxima, em silêncio.
Ela te olha com ternura. Sem dizer muito, apenas te estende as mãos. Você tenta caminhar, mas não consegue. E então, sem dizer uma palavra, essa pessoa te acolhe nos braços e começa a subir contigo.
No meio do silêncio, ela diz algo que te toca profundamente:
— “Eu estive aqui o tempo todo. Tentei te ajudar. Mas você, assustada, não quis ser resgatada.”
Você então se lembra… daquela outra presença. Daquelas mãos sujas de barro. E pergunta:
— “Era você aquele que veio antes? Aquele que fez tanto barulho por tanto tempo?”
A pessoa sorri com suavidade, mostra as mãos ainda marcadas, e responde:
— “Sim, era eu. Durante todo esse tempo. Fiz barulho, espantei os perigos, cavei com as próprias mãos essa rampa. Não joguei corda porque sabia que você não estava pronta… ela poderia se enrolar no seu pescoço e te ferir ainda mais. Preferi cavar, pouco a pouco. Porque você vale esse esforço. Você merece.”
E então, você entende.
Nem todos que têm as mãos sujas são ruins. Às vezes, estão sujas por cavar caminhos para te salvar. Nem toda corda lançada é para resgatar. Algumas servem só para manipular, prender, machucar.
A vida nem sempre será justa, e nem todos estarão ao seu lado por amor. Mas um dia, alguém vai aparecer e fazer o possível — e até o impossível — para te tirar do buraco. Em silêncio, com paciência, com amor verdadeiro.
E esse alguém vai te carregar no colo, quando você não puder andar. Vai cuidar de você. E te mostrar, pouco a pouco, que ainda existe confiança, que ainda existe esperança.
Vai chegar a hora de você acreditar de novo. E, principalmente, vai chegar a sua vez de ser imensamente feliz.
Porque você merece. Merece mais do que pensa
Da Escuridão à Luz
Meu amigo, em tempos de outrora,
O semblante apagado, o coração chora.
Nas trevas andava, sem rumo, perdido,
A vida pesava, o sorriso esquecido.
Mas eis que um dia, a luz despontou,
E sua alma cansada então se encontrou.
A saúde voltou, o brilho renasceu,
E o que era deserto em flor se rompeu.
Superar é verbo que se fez em ti,
Com coragem e fé, a escuridão deixaste ali.
Recuperaste o que perdia, com determinação,
Hoje és o exemplo de força e ação.
Te vejo erguido, espelho de esperança,
Com olhar de quem vive, com alma de criança.
Que a luz que te guia jamais se apague,
És farol para os que a escuridão ainda trague.
Foi a bondade divina, fonte de teu renascer,
Mãos invisíveis a te proteger.
O céu te moldou, te ergueu das cinzas,
Mostrando que o amor de Deus tudo alisa.
De sombras e dores, fizeste renascimento,
Transformaste o passado em ensinamento.
Hoje caminhas, cabeça erguida,
És prova viva de uma nova vida.
Que tua luz seja eterna e radiante,
Um tributo ao Criador, sempre constante.
Por que você treina Jotta?
Treino porque a dor do meu corpo me faz esquecer. Quando os músculos se contraem e a exaustão se instala, algo curioso acontece. As preocupações cotidianas, os tormentos da mente e as angústias do coração são gradualmente suplantados pela sensação ardente que percorre cada fibra do meu ser.
Cada levantamento de peso, cada passada larga, cada gota de suor que escorre da minha testa é um lembrete constante de que sou mais forte do que as adversidades que enfrento. No instante em que me entrego ao esforço físico, a mente se liberta das correntes do mundo e se concentra apenas no presente, no aqui e agora.
A dor que outrora parecia insuportável, transforma-se em um eco distante enquanto o corpo se supera e avança além de seus próprios limites. É como se cada repetição fosse uma pequena vitória sobre as provações da vida, um ato de resistência contra os desafios que surgem em nosso caminho.
Treino porque é na dor que encontro minha verdadeira força interior. Quando os músculos se queixam e a exaustão ameaça me derrubar, é nesse momento que descubro que sou capaz de perseverar, mesmo quando tudo parece desmoronar ao meu redor. Cada repetição é um lembrete de que sou dono do meu próprio destino, capaz de moldar meu corpo e minha mente de acordo com meus desejos e ambições.
A dor do meu corpo me faz esquecer as preocupações triviais e as amarras emocionais que me prendem. Ela me leva a um lugar de libertação, onde sou capaz de me reconectar com minha essência mais profunda. Cada gota de suor que derramo é um símbolo de purificação, lavando minha alma das impurezas acumuladas ao longo do tempo.
Treino para encontrar equilíbrio em meio ao caos, para resgatar a sensação de controle quando tudo parece fugir de minhas mãos. O esforço físico me oferece um refúgio, uma trégua temporária em um mundo cada dia mais caótico!
No meu caminho...
Existem pedras.
Têm obstáculos.
Ocorrem buracos.
Acontecem vácuos.
No meu caminho...
Existem feridas.
Têm desvios.
Ocorrem imprevistos.
Acontecem desvarios.
No meu caminho...
Existem dúvidas.
Têm questionamentos.
Ocorrem desânimos.
Acontecem tormentos.
No meu caminho...
Existem tristezas.
Têm solidões.
Ocorrem angústias.
Acontecem desilusões.
No meu caminho...
Existem espinhos,
mas são as rosas
que me cativam.
A imagem era de um segurança fazendo sua refeição de pé encostado numa parede.
Então quem postou disse “honre seu pai e sua mãe, você não sabe o sacrifício que fez para levar o pão para casa”
Eu já vi cenas parecidas nos 40 anos que trabalho.
Quantas pessoas tem suas vidas tão duras, mas incrivelmente muitas nem reclamem e são capazes de devolver um sorriso!
#bysissym
Sabe, ainda me lembro.
As marcas no meu coração ardem como o fogo do último dia,
O dia em que eu esqueci de mim.
Nunca esperaria pelo fim, mas as marcas no meu coração ainda estão aqui.
Sempre me perco no silêncio, em momentos que o barulho não parava,
No lugar dos seus sussurros no meu ouvido,
Se passam as leves brisas da manhã.
Minha cama aumentou de tamanho, nunca senti tamanha estranheza.
Me sinto preso em uma teia, com as plantas me puxando para baixo,
Como uma forte correnteza.
Sem conseguir me soltar, esqueço que ainda tenho que me encontrar,
Me perdi em você e até agora não consegui me achar.
Será que eu a amo? Ou amo a pessoa que eu imaginava que você fosse?
No que você queria me transformar?
Essas perguntas ecoam na minha mente como ecos em um vazio infinito,
Tentando desvendar a trama complexa do que fomos.
No mar da vida, me vejo afundado, observando outros peixes livres e desejando sê-los.
Como eles conseguem? Me pergunto. Mesmo metido nesse cardume, algum pequeno peixe me afasta do meu próprio nado.
Perdido em um emaranhado de profundas águas, mesmo sobrecarregado com todo esse peso.
Você nunca sai de mim, nunca me deixa sair ileso.
E é assim que eu me finalizo, sem cogitar em pensar no seu riso.
A sua falta fez, e fará, mas nunca voltará a me trazer um sorriso.
Amargura
Quem me dera sair dessa solidão,
E esta amargura que sonda o meu coração?
Estou aflito pelo caminho distante,
Pois não consigo dar um passo adiante.
E essa escuridão que me fulmina,
Deveras um raio de luz para mim trazer vida?
Preciso restaurar-me a alegria de viver,
Para que eu possa acordar em um novo amanhecer
O que me resta agora é a esperança,
Para que através desta mudança
Minh'alma consiga novamente viver.
Eu escolho sorrir.
Mesmo quando eu perder.
Mesmo quando eu falir.
Mesmo quando eu fracassar.
Mesmo quando for enganado.
Mesmo quando for traído.
Mesmo quando levar um não.
Mesmo quando estiver exausto.
Porque eu sei, sim eu sei, que lá na frente tudo isso me fará uma pessoa incrível, mas somente se eu estiver sorrindo até lá.
@mcmarombado
QUANDO EU OLHEI PARA TRÁS !
Quando eu olhei para trás!
e vi meus amigos todos cantando e dançando e se jogando, todos gritando, dizendo que nós somos demais!
Quando eu olhei para trás!
me vi gritando e pulando, cantando desesperado louco dopado, inconsequente dizendo isso não e
nada demais!
Quando eu olhei para trás!
e vi minha mãe de longe chorando e chamando,
e eu sorrindo e acenando,
dizendo: Mãe !!
Aquela tristeza eu não me sinto mais!
Quando eu olhei para trás!
me vi jogado ao léu deformado, desesperado, sorrindo e gritando, confuso e chorando pedindo a Deus, um pouco de paz !
Quando eu olhei para trás!
e vi o meu corpo se decompondo, meu espírito se destruído, toda sabedoria se confundindo,
os meus olhos salgados de tanto chorar!!
Quando eu olhei para trás!
Já não era mais igual,
todos mudaram e se afastaram, viraram de costa, e eu humilhando sofrendo e calado ainda deitado esperando alguém me notar !
E foi assim que aprendi a olhar para frente!
Quando eu olhei para frente,
fui em frente, focado e persistente, e repente,
tudo aquilo que eu achava que era demais, se foi com o vento.......
e ficou para trás.......
Tua resposta me machucou, meras palavras mesmo que pensadas feriram meu ser.
Angústia e remorso me tomaram, aceitar sua rejeição doía, pois no dia fui o mais sincero com meus sentimentos e no fim foram pisados.
No fim desisti de ti, se eu realmente a amava, tinha que deixar parte. Compreende que não era pra ser eu, com o tempo esse sentimento se esvaiu com a dor que você deixou.
Gostei de entender meu sentimento, o amor que lhe ofereci, o não que recebi e a dor que me consumiu e que com o tempo sumiu.
E, como forma de agradecimento, torço para que um dia você encontre alguém que a ame mais do que eu amei, alguém que possa lhe fazer feliz. Que, no futuro, eu possa ver a alegria iluminar seu rosto ao lado de outra pessoa.
Que ele tenha prazer em acompanhar suas danças, observe seus ângulos mais bonitos, mergulhe nas suas longas conversas e sorria ao som das suas risadas.
Que essa pessoa contemple o teu desabrochar em cada nova manhã, belo girassol.
Quem te protege não dorme…
Sob os céus insondáveis, há quem se incomode com a tua resiliência, quem dedique sua energia a tramar emboscadas para te ver tropeçar. Mas cada armadilha se desfaz diante de ti como névoa ao toque do sol. Há quem te persiga com olhos cheios de inveja, manipulando mãos alheias para mover peças contra ti, como se a tua queda fosse um espetáculo que desejassem assistir. Contudo, os fios que tecem contra ti se rompem antes mesmo de se entrelaçarem.
O que eles ignoram — ou fingem não perceber — é que teus passos não são guiados pelas forças deste mundo. O guardião que vela por ti não conhece cansaço, nem sombra de sono. É Ele quem te sustenta, aquele que observa de longe e de perto, aquele que vê o oculto e age no silêncio. Cada pedra lançada em teu caminho é transformada em degrau, cada vendaval que tenta te abalar apenas fortalece as raízes que te firmam.
Os que te espreitam à espera do teu fracasso não sabem que a tua força não vem de ti mesmo. É um poder maior, que transcende o entendimento, que te ergue quando tentam te derrubar, que te faz prosseguir com a cabeça erguida enquanto muitos torcem pela tua desistência. És sustentado por um propósito que não se corrompe, por mãos invisíveis que te amparam e te guiam.
Tu permaneces de pé, não porque a batalha seja fácil, mas porque tua perseverança é um testemunho vivo de que as trevas nunca prevalecem sobre a luz. Enquanto conspiram, enquanto se inquietam, há uma força que te circunda, te protege, te refaz. E é essa força, que nunca adormece, que transforma adversidades em triunfos e perseguições em histórias de superação.
Qual é o peso de um sonho?
Qual é o custo de uma escolha?
Durante a minha jornada, não raras são as vezes em que me perco no caminho, várias são os momentos em que me pergunto se realmente vale a pena lutar por um sonho, se vale a pena passar a vida "fora da caixa" correndo na contra mão do cômodo.
Sofrendo criticas, com insônia , dores de cabeça, cobranças, falta de compreensão, injustiças, altos e baixos dignas da Kingda ka, erros graves, falta de experiências, concorrência desleal, cobrança de propinas, falta de comprometimento, altos impostos.
Onde é a bifurcação que devemos pegar para retornar ao sonho do emprego registrado, do vale refeição e do convênio médico.
Trabalho de 8 horas, décimo terceiro e férias, feriados prolongado e PLR.
Até onde e como devemos encarar um fracasso, uma desistência, um ponto final.
Como identificar que já não dá mais , que definitivamente Deus não tem este propósito em nossa vida.
Quando deve ser imposto o limite a nós mesmos de desistir?
Como saber identificar que este sonho não vem de Deus para nós, como aceitar sem enlouquecer que devemos nos acovardar, que devemos aceitar que somos incompetentes para a tarefa de empresariar.
Como aceitar que não somos capazes de lidar com as incertezas que o cargo de sermos nossos próprio chefes nos imputa.
Definitivamente a 07 anos me pergunto isso, desde os meus 12 anos de idade empreendo neste senário.
Sempre vivi o incerto, sempre possui uma indômita vontade de vencer na adversidade, nunca desanimei por mais de alguns longos dias em branco.
Nunca me senti derrotado, até por que as condições do meio nunca me foram favoráveis, minha evolução é paulatina mas a minha queda é repentina e lépida.
Sinceramente já não sei onde se encontra a linha tênue entre a resiliência e a covardia.
Já não consigo mais acreditar que resiliência não tenha o mesmo significado de burrice.
Já não consigo acreditar que seja possível ser diferente, que seja possível não andar no mesmo sentido.
Minhas orações tem encontrado em minha falta de fé um bom motivo que sirva de questionamento a cerca da capacidade divina da superação e da persistência, da capacidade de identificar a diferença entre um plano e uma sentença divina.
Definitivamente minhas motivações não vem dos meus resultados, não vem das minhas crenças e muito menos do meio em que estou inserido.
Meus sonhos vem da minha capacidade de acreditar que ainda que pareça impossível, ainda que todas as estatísticas estejam desfavoráveis , aínda que meus erros me maltratem e que minhas escolhas evidenciem minha inexperiência,eu não sei desistir eu não sei abandonar ou mudar a rota , não consigo retroceder.
Minha motivação não se vê em livros ou em pessoas comuns com sonhos possíveis , tão pouco em fórmulas baratas vendidas a poucos cruzeiros, não se baseiam em referências bibliográficas ou estereótipos personificados.
Não sei ser cópia , também não sei seguir o exemplo, muito menos os moldes adequados, eu sou intenso, desapegado e constante, ainda que retrogrado.
Eu nunca serei uma referência, um modelo, eu não tenho está pretensão e não faz parte dos meus planos.
Eu só sei que chegarei no final disso tudo, com uma enorme bagagem , alguns longos textos e muitos momentos, terei boas lembranças e algum resultado.
Após está reflexão, me pergunto se realmente não é isso que move um sonhador, a insegurança, a incerteza a superação do medo, o recomeço, a revolta e a fé.
A imaginação de algo intangível aos próprios olhos, sim, a imaginação do intangível até mesmo a nós.
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