Texto de Solidão
Lamento vive
comemoro te amar...
muito além do que imagina,
a vida perde sentido a cada vez que chora,
seus murmúrios são desejos no sussurro do vento,
pronuncias tolas no interior que não se aquieta.
por dizeres na alucinação do amor
se peita a solidão dando contraste
mera voz que espalha...
como fogueira da carne,
subitamente a morte ganha um vestígio,
mero fruto da solidão...
tempo ganha novas formas
e se fragmenta no espelho do passado.
como as lembranças instáveis
o resultado sempre será o mesmo..
até que fato determinante...
seja o principal atenuante,
para que o resultado não seja mais revogado,
então o inicio será alterado,
e uma nova linha será escrita na história...
Nos dias que passa se doce ador...
o fenomenismo é uma expressão da coletividade...
no expresso momento da se a transição...
no remoto sentido que apresentasse o dilema...
do transe psicótico a verdade vem atona,
alucinações transgridem o ar da ilusão,
vendido por natureza bem como o espaço vazio,
a singularidade recebe uma transmutação gravitacional,
sendo aparente o surgimento de uma entregação da luz,
o dilema de outra virtudes se obtêm disfunção...
então o alinhamento é parte do firmamento,
transcendendo o paradoxo,
apresentando se a imersão do seu ser...
com a relação do achismo se tem teorias...
nem tudo que se vê tem relação ao seu ser senciente...
e as possibilidades transforma se na poeira do seu espirito.
Porque Sonho
Toda noite que espero teu abraço
E tu chegas no silêncio do meu sono
O teu braço me acolhe, me enlaço
Teu silêncio diz que sempre ficarás
E em mim…
Nasce o instante mais tranquilo do meu sono
Porque sonho que um dia chegarás
Minha cama está vazia, só por hoje
Porque sei que amanhã tu voltarás
Porque sonho
Serei teu eternamente
No meu leito, no meu dia, no meu pranto
Serei teu na solidão, e também no abandono
Porque sonho o amanhã
Em teu cansaço, pra ser teu eu morrerei
Toda noite
No abraço que acorda o meu desejo
Serei teu de madrugada
Porque sonho que teu braço me aperta
No silêncio em nossa cama
É meu sonho te tomando
Sem palavras, sem promessas
Só dois corpos se entregando
Porque sonho
Até mesmo de manhã quando acordo
E constato que você na minha vida
Se mantém dentro de mim
Teu desenho, ganha vida toda noite…
Porque sonho todo tempo com você
Arq. Biblioteca Nacional de Lisboa
Amor sonso,
que me apaixonei,
no instante que há vi
sobre o fogo da paixão,
o amor puro no maior desejo dessa vida,
o espírito vaga sem alma paira sem destino,
relapso sentimento vago,
oportunidade, parece passar,
quando se acorda se tornam o frio,
que cala se num breu no desatino,
o amor desdenha a aurora,
se repetindo o frio da alma
na tangente opera da paixão,
tudo se ama para ser amado...
beijei a morte...
achando que amaria,
um anjo me acordou
pobre anjo morreu...
no ato desastrado
a vida me deixou amar,
no desespero de amantes
somos o derradeiro sentido da luz,
viajamos por eras até te deixar por amor.
beijei seus lábios frios
notei a vida deixar seu corpo,
o amor se tornou tudo
e tudo se tornou o amor...
na vertente do desejo
a tenho por um instante.
o toque profundo na alma se deu,
anjos cantaram sobre seu corpo o prazer...
dessa vida que amei até destino querer
a sombras da vida te amo tanto
meus desejos são o viver diante ao amor...
tudo que quis foi teu amor.
Desenhas nas paredes antigamente
era o melhor valor do ser...
o desenho era parte da história e o ser era a história,
sendo um sonhador um politico um caçador
e também um viajante dos mundo espiritual,
torna se parte dos céus, assim parte da sociedade...
hoje em dia desenhar em paredes é singular a pichar o verbo,
e ser um protestante politico ao mesmo um contraventor da leis da sociedade contemporânea.
desenhar também é conhecido como grafitar outra expressão
politica urbana agora também é uma contravenção penal,
mesmo tendo autorização a outros tramites ''burocráticos''.
a história se perde na noção do tempo a cidade se perde...
torna se feia no desespero da humanidade.
sem aplausos o show termina pois artista são criminosos
os verdadeiros criminosos estão no centralismo politico...
ainda somos obrigados a sorrir e aplaudir...
►Rosas & Perfumes
Meu coração frequentemente me pergunta
Ele deseja saber se você está bem
Nunca consigo responder a sua dúvida
Não sei dizer se você está feliz, ao lado de outro alguém
Mas também, isso não importa
Pois, lá no céu, aquela estrela possui a resposta
Sei que você está sorrindo, pois ela ilumina
Queria senti-la, talvez uma serenata à prometida?
Não sei se gostaria, o mundo anda de forma tão esquisita
O romance deu lugar a baixaria repetida
Mas eu gostaria de escrevê-la uma simples poesia.
Por muito tempo eu sonhei contigo
Por muito tempo me senti deprimido, sozinho
As noites em claro me deixaram em puro delírio
As nuvens de março me torturaram, em sigilo
Mas, agora, estou vivo, em brilho eu sorrio
Escrevo, novamente, para o passado
"Como você tem passado?"
Não sei se ainda se lembra
Talvez foi melhor me esquecer no porão
Não sei se ainda condena
Aquele amor sofrido, em miragem de decepção
Como as rosas em jardim, eu a tinha em minhas mãos
Triste foi o fim, triste foi a resolução
Então volto agora, para dizer que sinto falta
Sinto muito, sinto você em minha triste solidão.
As constelações afastaram meus pensamentos
As estrelas tão distantes silenciaram meu sofrimento
Esquecer de você resultou em ensinamento
Não tive escolha a não ser conter meu tormento.
Meu coração simplesmente não entende
Que você se foi e não voltará
Ele simplesmente discute, inocente
Queria poder chegar perto dele e falar,
Que você voltará, mas isso seria imprudente
Sei que ele chora, sei que continuará
Mas sei também que uma hora o poço secará,
E ele irá se recuperar, valente.
Não sei se o cavaleiro que agora te acompanha,
É amado como um dia eu fui
Tão pouco sei se aquela que um dia chamei de dama,
Ainda existe, ou se destruiu
Mas, tudo bem, dizem que as pessoas mudam
Meu coração continua com os seus surtos
Meus lábios continuam vagando, entre cheiros e perfumes
Procurando um novo porto, um novo lar, um cardume
Crente que um dia encontrará uma sereia, que os afunde
Quem sabe um dia, quem sabe um pulo?
Talvez este seja apenas um momento obscuro
Talvez haja um arco-íris no fim deste longo e nefasto túnel
E que haja uma ninfa radiante, para acender meu mundo,
E tirar meu coração deste beco escuro, sem futuro.
tantos cortes da sua presença,
sobrevivo aos sentimentos,
diversos instante desejei ter o que nunca tive
e nunca terei apenas mais frutos das decepções...
respiro fundo... tenho a verdade...
não estamos sozinhos, até que a embriagues passe...
mas, o veneno corre em minhas veias...
queima tudo há no coração...
_Ancorado na depressão do meu ser,
sinto os fatos passar numa cronologia descabida.
muitas vezes tento acordar mas o sono não deixa...
pois amor é uma droga sem compreensão,
seus limites são base do horizonte,
esquecido por tantos tão lembrado no prazer aleio...
a voz do ego se dá com vertente descabida...
se da o valor quado tudo está perdido...
para cada momento que se viveu se tem uma nova opção,
o desejo torna se fluente... até o fim seja bem dito...
as palavras são engolidas e sufocadas por um desejo no infinito...
assim é engolido pelo destino traiçoeiro...
tornasse parte do passado e é esquecido.
Alma que morre
em momentos que te desejo...
sentimento afio desatino,
no infortúnio de desejar o impossível,
dor se a pranta na esperança pura cronica,
desejo em sensações,
num mundo de ilusões,
o encanto quebrado não faz diferença...
pois vazio faz parte do universo...
mais e mais os desafios que são abandonados,
simplesmente por querer a paixão...
Segure minhas mãos - 2015
Segure minhas mãos,
Não vá embora, não se afaste,
O que carrega é tão pesado,
E falar não faz que passe,
Que histórias traz consigo
Dentro do seu coração,
Venha aqui cantar um rock
É só um rock, meu irmão
É o bastante pra expulsar
Da sua vida a solidão,
Conte pra mim, mesmo em lamento
O que te vai no pensamento
Ninguém quer estar sozinho
Sente aqui, bem a meu lado,
Bem aqui onde eu me sento,
Venha aqui olhar a vida
Deixe a vida olhar voce
A vida quer te dar a chance
Se levante, encare o lance,
Pois do chão nada se vê...
_O obvio nada sei
sinceramente o que sei
tive que aprender com erros e acertos,
senti podia amar e te amei...
mesmo nas decepções estive
num caminho que escolhi viver,
me apaixonei pela a vida
desdenho o destino que me reservou,
e dos direitos que tenho
no silencio...
aparentemente obtenho sensações
no atos do sentimento solitário,
prevejo o sonhos que te encontrei
no submundo tive a certeza do teu amor,
dia mais dias ocasiono a expressão,
derrubo cada vertente da derradeira soma dessa vida,
te vejo e te imagino no ser astral puro....
tento para imensidão o seu ser no algoz,
se passa o tempo se tem o teor dos medos
ao declínio que verte no algoz...
a tal ânsia de existir,
sendo aparente o trevor da paixão paranoica...
se tem a vontade reprimida...
O fato que é desconexo,
no centralismos reata se de preceito de envolvimento,
na saturação dos ideias vemos heróis e heroínas,
martirizados e expostos como tributo d' igualdade e da liberdade de expressão,
o preconceito e racismo são coisas difundidas na cultura...
no que realmente somos?
qual nosso papel neste mundo desigual,
porque? é questão,
aceitação dos fatos da convivência te fazem teu ser?
somos isso? parte da coisificação?
um objeto pensante? ou algo deve ser conduzido!
somos seres políticos sencientes,
divergimos ainda assim votamos por cabresto ainda...
somos obrigados a votar no que querem no que eles tem de melhor para eles...!
mesmo assim continuamos a viver e a ter esperança....
e quando chegamos ao despego de tudo dizendo tanto faz...
será opção permanente?
aceitação é ato de vitoria para eles aceitando,
não tenho mais chances ou já deu são provenientes da derrota e do conformismo...
exatidão da alienação é estar preso na caverna e sendo conduzido pelo mestre de marionetes...
o mestre fala todos fazem está bom para você isso te fará feliz....
me pergunto a vida é só um ser que se reproduz e vive para se mantido se manter na vivencia imposta por eles...?
o vazio que toma conta da mente se apresenta a toda hora é diversão... alimentos feito por grandes corporações essa é a grande evolução...
água poluída o planeta poluído esse é preço da evolução...
ter consciência é ter a razão...
quantas vidas custarão para que o racionalismo tenha um espaço de consenso com vida... num o todo num senso comum com todos e para todos.
sou contradição de momentos que amei deixar enterrados no coração...
estive em instantes que o desejo era parte da conspiração,
desatino vivido puro e tenro amor perdido,
decepções nas varias fases da luar, diria um folego dessa vida,
a proposito apreendi a sentir mais nada,
muito no além, disso o que foi a paixão atenua vivida
se encontra o amor pela escuridão...
durmo ao dia pois a noite existe mais vida.
as sombras tem sentimentos e fogo brando da o calor
imaginado de histórias e contos, mas com porém,
a vida não só estar numa cavernas, a vida tem camadas,
bem então as pessoas tem singularidades...
minha mente viaja na extensão do universo...
a beleza das estrela difunde ideias e teorias que a humanidade não compreende mais se senti feliz em contemplar...
a origem de tudo está dentro de cada um, mas, ressurgi luz,
que nos faz sonhar e ver outros horizontes...
do além da imensidão do que conhecemos.
a esperança contida nos corações reatam o esplendor...
dando remanescência o âmbito imaginável da grandeza da humanidade.
em pequenos passo a vastidão do espaço,
incontáveis momentos que amor e a verdade são parte desse caminho,
de tanto a suportar nos devaneios pois a verdade sempre iluminará,
entre balelas deste mundo transcendemos insanidade,
abraçamos a grandeza do que somos.
_Minha essência é uma maquina
que trabalha sem descanso e feiras,
no fetiche de nossas almas curtimos as torturas...
no silencio da entidade todos os dias são o terror,
nesse dilema alterado de nossos dias,
o glamour transcende a dor da vida,
nas contas privadas se paga vida toda não a tais direitos
no abraço da morte tem fila para ser enterrado,
o sentimento se descola da alma,
num sentido perverso se tem mais um momento,
no estilo gótico defiro impotências dos desmandos da lei,
o fruto da sua vida é filho em teus braços,
no primeiro volume a musica diz tudo que sentimos...
dentro da alucinação deflago o fogo da sua paixão,
em temas que passamos cada passagem. (...)
transferindo o ador da morte define os traços do querer...
sua voz sussurra sonetos de amor.
os desenhos nas paredes transcende...
com singularidade vem a opera de rock,
clamando por um amor tão grande e lindo.
no cântico da paixão de desdem a alma,
sendo simplesmente sublime. (...)
os fatos se resolvem com destino...
o amor torna se esperança da humanidade...
uivamos para lua ainda temos a noite toda,
num clássico que alma vive em suplicio....
a solidão parece atraente num vultos
da mente perturbada se da inspiração para te amar.
Nossos pecados não tem perdão
nossas vidas são marcas por pesadelos,
ainda assim temos o amor,
para sempre obtemos a esperança,
mesmo sendo irrelevante de sua vontade,
nas profundezas sabemos que somos safados...
por mais queremos amar, amamos,
mas, tudo não passa de uma cortina de fumaça,
o que queremos que nossos corpos arda de prazeres desconhecidos a cada momento dessa existência.
Oi "Apenas Eu"!
Como pode ter se tornado algo tão distante do irreal o qual sempre sonhamos nos apegar?!
Será que seus sonhos viraram os pesadelos que outrora queria parar de querer sonhar?
Talvez você não tenha apenas mudado "Apenas Eu", talvez você tenha morrido no turbilhão de felicidade que tanto odeio. Suas mãos não são tão aconchegantes no meu peito, seus dedos já podem enforcar minha garganta.
Então mais uma vez ó meu "Eu", um "oi" para você e quem sabe um dia, talvez, um suave tchau para mim.
Protele o que tanto protesto...a vida não espera o viver.
Viva deixe os outros viver.
Ache o achar por querer e tenha a certeza do querer.... Seja o amar mais feliz entre as veredas do momento abranja todos os dias...
Como tais momentos únicos na sua vida para sempre.
Cantares tais vozes que denotam a paixão derradeira...
Pelas sombras desconhece o amor.
Num brado retumbante expressa o teor da natureza.
Por ares desconhecido murmura por amor.
Entre a vida a despedida se tem a solitude...
Rasa e cruel que o abraço da exclusão...
Aflorado momento em mares desconhecido... Murmura se o que se pensa te desvia da realidade.
Diferente do sonha ou sonhara tem se um mar de solidão.
No amanhecer de cada aurora lhe tenho no profundo do meu ser.
Como dia que vê a noite morrer por instante tem a certeza que a amas mais própria vida.
Serei seu amigo e nada mais então presumo que o amor morreu e que a vida nunca existiu diante ao seu amor.
Sendo vivido para sempre clamo por seu amor.
E serei mais uma página vazia em tua vida...
Me despedi cada momento dessa vida.
Apenas o que quis foi te amar mais um pouco antes de morrer aos poucos por te amar.
►Versos em Chamas
Comemore, saltitante sobre meu corpo
Não me resta mais nada
Os versos que fiz quando estava afoito,
Agora estão chorando, me cortando como uma adaga
Acabe logo com isso, me mate, dê um jeito
Estou morrendo enquanto me arrependo
Arrependo do dia que escrevi para você
Arrependo de ter me deixado viciar em seu beijo
Choro agora, implorando para que Deus me ajude
Faça-me esquecer, te esquecer, me cure
Não sei mais qual a diferença entre medo e desespero
Apenas me mate de uma vez, não me torture.
Aquela tal Dama nunca existira
A criei, apenas para romantizar em sinfonia
Mas, agora penso em queimar página por página
E soprá-las, em cinzas, para longe, cada palavra
Cada verso que dediquei e talhei por todos esses anos,
Foram para uma musa imaginária, quanta fantasia
Uma verdadeira ninfa, linda, mas, em volta de enganos
Chorar é a única passagem visível no momento, pobre caderno
Pobrezinha da caneta, fora usada tantos dias
Enfim descansará eternamente, pois de ti me despeço.
Talvez esta ilusão consiga me derrubar
Mas, não se preocupe, caderno meu
Pois, deixo dentro de ti, meus sentimentos ilusórios
Para que talvez, verdadeiros amantes te devorem, caderno meu.
Quem sabe um dia eu o leia novamente
Ou talvez, você se torne uma lembrança,
Para que eu não me esqueça dos erros
Posso não ter amado aquele amor de aliança,
Mas, eu imaginei romances, por isso não me culpe
Caderno meu, as lágrimas impedem que eu lute
E, já estou cansado, cansado de romantizar o inexistente
Cansado de poetizar sem uma luz no túnel a me guiar
Caderno meu, lembre-se de como eu era, sorridente
Não grave meu rosto molhado, não me veja chorar.
Dama, quem um dia criei como utopia
Como a amada, como a prometida
Mas que, ao ser dada ao tempo, tornara-se Dalila
Poesias, rimas, tudo para ela, todos os meus dias
Mentiras, farsas, tragédias em sincronia
Cada texto meu fora um engano, mais quantos terei este ano?
Estou aqui, cinco da manhã, sustentado pelo energético
Sem dormir, querendo conversar contigo, caderno meu
Empurre-me de um prédio, talvez assim eu enxergue uma nova miragem
Necessito de algum remédio, chega de donzelas nulas de sinceridade
Se eu queimasse essas folhas, o fogo viveria poucas horas
Quatro anos reduzidos a horas, que tristeza
Devo ter deixado a felicidade ancorada em um porto longínquo
Talvez eu me perdi, levado pela correnteza,
E acabei parando em um hospício, para aqueles que acreditam
Amor, cumplicidade, confiança, um vínculo eterno
Mas, tudo que eu encontrei foi o gélido término.
