Texto de Reflexão de Amor

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Todo dia paga-se o preço para viver a vida, da partilha ao êxtase. E se tem uma manhã de jardim florido, tão rapidamente tem as escuras do abismo e por fim uma estrela no fim da escuridão da noite. Olá, escuridão da noite minha velha amiga! Agora tenho o antídoto que combate a destruição da metamorfose, e você escuridão da noite com tanta estrela aí. Então não me anulo na moral do amor nem na compaixão. E na saúde pequena entendo o espírito livre, liberto; e vivo quase sem querer entender os motivos vãos da alegria. Quanto mais forte eu pensar que sou, ainda mais meu espírito me torna capaz, a vida que me enleva não é nenhuma forma de vida, é talvez um episódio qualquer. Assim a vida me leva assim vou vivendo os fragmentos dela. (A. Valim)

Inserida por amaurivalim

Transcorre suavemente a vida, quando há equilíbrio na emoção e na razão. A curiosidade deve cultivar a vida e estar ligada diretamente à alegria e satisfação de vivê-lo, sem transgressão. Para tantos saberes, a melhor resposta a uma crítica, não é o silêncio. Se primeiramente buscarmos a compreensão na visão hábil do crítico, contribuirá na capacidade de ser e agir, permitindo a motivação das boas emoções. Queiramos sempre novas habilidades e equilíbrio entre a razão e a emoção. (A. VALIM)

Inserida por amaurivalim

A vida nos propõe desafios e escolhas, mas agimos por delimitações que damos. Os experimentos possibilitam os sabores amargos ou doces e deles o devido conhecimento. Não requer uma divindade para as causas da fraqueza ou da fortaleza, o curso é humano e natural, transcorre perfeito no frágil impulso que damos para modificá-lo. (A. Valim)

Inserida por amaurivalim

VIDA APÓS A MORTE: Inspiração surreal. Inatingível. Instinto religioso. Compaixão cega por um Deus metafísico. Vingança da vida plena terrena. Monstruosidade. Paixão primitiva. Ócio. Inércia. Medo do fraco. Luta de sobrevivência contra a inteligência. Ataque hostil a vida. Triunfo dos cristianistas. Ideia charlatanista. Sombra da noite calma. Moral antinatural. Preceitos canônicos. Razão doentia. Ruína humana. Evidência empírica. Convenção do diabo.

Inserida por amaurivalim

O único sentido da vida é viver, o único propósito da vida é a morte. Não há nenhuma interferência divina, não há salvação da alma, não há céu ou inferno para compensá-la, apenas consequências naturais do modo de vida. Com Deus ou sem ele não requer necessariamente uma garantia de vida eterna ou de felicidade abundante, não há garantia se quer de qualquer outro destino além do já provável e vivido. A bíblia é uma fonte de especulação da espécie de vida humana, uma suposta prova de verdade de cunho religioso com sentidos doutrinários a dar causa e sentido a vida e felicidade.

Inserida por amaurivalim

⁠É eu ainda te amo, e eu ainda sonho com nós dois juntos, com nossos futuros filhos correndo pela casa, e eu ainda me vejo ao seu lado até a eternidade, mas me diga do que adianta tudo isso se você não corre atrás, não luta, não pega o primeiro ônibus, uber e sem pensar em mas nada vem pra cá, de que adianta tanto sentimento, se vc não é capaz de vim me encontrar.

Inserida por isis_kaline

A humildade é a essência da vida. Não sei o que vem ocorrendo com as pessoas... O "grande intelectual", o líder mais "poderoso" e até mesmo o nosso vizinho, deveriam render-se à pequenez de nossas existências. Ninguém é superior a ninguém!!! Creio que o topo para o ser humano está exatamente em alcançar, junto com o conhecimento, a maior virtude - A HUMILDADE!!!

Inserida por Ricardopolitano1506

⁠O estudo do universo fatalmente provocará a dura ideia de estarmos a nossa própria sorte neste mundo. A constatação de que não há um ser superior preocupado com nossos passos e destino somente pode ser suportada se nos apegarmos as pessoas que amamos. Indivíduos que, a toda prova, são reais e cúmplices de nossa estadia neste momento do espaço x tempo no Cosmos. Toda tentativa de enxergar propósito além da mera existência é ilusória.

Inserida por Brunomdn

⁠Todo posicionamento religioso ou espiritual, desde que pacífico, merece respeito. Somos 8 bilhões de humanos, 8 bilhões de universos. Viva o seu, sob suas opiniões e deixe os demais viverem como quiserem. Você não terá outra oportunidade em 1 trilhão de anos de cuidar de sua própria vida.

Inserida por Brunomdn

Acerca da Eutanásia ter sido despenalizada em Portugal.""Não me dá alegria por ser um assunto triste demais , mas dá-me satisfação em pensar que as pessoas agora são livres de fazerem com a sua vida o que bem entenderem - e quem as ajudar no mais alto grau de misericórdia ,não tenha que ir preso - ainda há comum senso e teor de democrático neste país ."

Inserida por jorge_pincoruja

Desfilaram neste carnaval com todo o seu colorido, mas sem maquiagens. Com seus tiques. Na passarela cristalina da via pública. Na ribalta das ruas, o grande karaoke das cidades. Parece estarmos vendo o reclame do circo na nossa infância já tão longe, quando os palhaços, saltitando pelas delegacias, interrogavam as crianças com roupas espetaculares. Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor... Nossas ruas mal cuidadas e nossas praças irreverentemente autografadas com pardais. Há reis e rainhas corruptos neste carnaval. Há também, para termos os reis e as rainhas, peões; Peões lavrados em marfim, como num bizantino tabuleiro de xadrez. Mas, por trás das fantasias da ala dos peões, parecidas com peças de marfim, o que se vê são peças como se fora barro bíblico da criação, a fim de plasmar calungas para promover um desfile para a posteridade. A "paradinha" da bateria para o povo, ora a alegrar, chegou triste, sem cobrar aplausos dos espectadores.

Inserida por AlessandroLoBianco

Sou levado, sou enrolado, sou eu até onde bater mais forte. Na encosta me encosto, e fico feito barco parado à beira-mar. Um navio inexistente, apagado, feito arco de harpa velha em depósito alojado à mostra para o que já não é mais. Foi-se o dia, foi-se o som, foram-se notas. O som parou e agora virou plateia.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Notei incólume a principal parte do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã.

Inserida por AlessandroLoBianco

Observou aquelas pessoas numa busca desesperada por sabe-se lá o quê e com um pouco de quase nada. Ficou olhando a banda passar, coração aberto e mãos soltas. Não se preocupava. Afinal, passou várias existências até entender que ninguém ganhava na vida daquele jeito, daquela forma. ✨ 🧘🏼‍♂️ ✨

Inserida por AlessandroLoBianco

Havíamos nos encontrado numa terra abençoada, lá pelas tantas da noite. E lá pintamos mais o céu com a cor e tinta que escolhemos. Tocamos também um hino novamente. Tão belo assim nunca tínhamos visto. Ah, se fosse outro o nosso destino; queríamos estacionar ali. A gente sabia que acordaria logo pela manhã... ✨

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠É comum ouvir-se que os prazeres da vida só valem enquanto o homem é forte e capaz de desfrutá-la na plenitude de todas as funções orgânicas. Mentira grossa; uma porque há prazeres que os moços jamais poderão sentir; outra, porque certos prazeres são como mosaicos, cujas últimas peças só os velhos podem entender e colocar nos lugares certos.

Inserida por AlessandroLoBianco

Meu Insta: um repositório de pensamentos e tudo mais que escrevo e pretendo ser - ou me mostrar mesmo - em várias épocas; uma epiderme extra que me permite captar sensações sentidas no dia-a-dia que vão se misturando nos diversos aspectos do meu universo, e aí a surpresa: muitas das coisas que considero mais belas em minha vida. Sentimentos exacerbados com as injustiças, ingratidões, enfim, com tudo de amargo que o destino, inapelavelmente, reserva como cota para a gente sem qualquer forma de distinção numa vida: amor, alegria, sofrimento, mágoa, paixão, saudade, enfim, sementes selecionadas. Umas boas, outras ruins, mas sem dúvida carregadas de amores, sem a menor consequência.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Muitas coisas na vida podem ser ajustadas. Mas a desonestidade não, dificilmente se ajusta. Quando a desonestidade é aflorada para que alguém pise no outro, o caminho é sem volta. A natureza da alma nesse campo prevalece junto a consciência de espírito. A mentira bem aplicada torna irreversível qualquer tentativa de remodelagem temporal. Ela assusta e deixa marcas que nem o tempo será capaz de apagar. Erros cicatrizam. Já a desonestidade que se pauta pela maldade sempre permanecerá fazendo dos arranhões diários feridas expostas e abertas. Até o extremo carece de limites. E qual é o limite que levamos para nossa vida? Diariamente somos testados. Somos testados pela vida numa prova sacrificante, mas necessária. É o senso de avaliação evolutiva que nos aplica provas diariamente. Isso vai definindo o estágio da nossa alma, e nos fazendo receber da vida aquilo que somos capazes de segurar. Benções ou lições. Bônus ou ônus. Castigo ou recompensas. E a avaliação que a vida faz sobre quem somos sempre nos acompanhará, porque dar está diretamente ligado com receber, seja pra qual lugar a gente for. Independe, inclusive, do tamanho da distância que iremos percorrer. Ela nos acompanha e não há mudança que tire de nós o que a alma carrega. Não há esquecimento para erros imperdoáveis. Quando fazemos da inocência do outro a impressão de uma culpa que não existe, rompemos o limite da corda. E esse rompimento faz da nossa corda algo eternamente frágil. Nunca mais conseguiremos amarrar nossa corda em nenhum lugar. É impossível dar nó em cordas pautadas em nossa consciência frágil. Não conseguimos amarrar nossa corda em nenhum lugar para nos segurarmos de uma ventania, fingindo que ela está forte quando na verdade não está. O primeiro vento vai mostrar que será infrutífera qualquer tentativa. Consciência carregada de culpa não se amarra, não se esconde, não carece nem é passível de remendos, não se esquece. A honestidade deve ser construída como os fiapos da nossa corda da vida. Ela deve ser o limite do que temos de mais forte e sustentável em nossa consciência. Porque ela será sentida apenas dentro de nós. Nada passa batido pela nossa consciência. Ela está sempre ali. Sentida e não falada. Individual e não coletiva. Dentro de nós e não exteriorizada como gostaríamos de ver. A desonestidade faz adoecer até a consciência mais forte, porque a consequência rasga a alma e não as aparências. E mais difícil do que pedir perdão para aqueles que outrora foram vítimas das nossas desonestidades, será perdoarmos a nós mesmos pelo mal e injustiças que fizemos ao próximo. Não é a culpa que vai carregar a gente para diferentes lugares. Somos nós que carregamos a culpa para onde a gente for. É um movimento implacável carregado de consequências amargas, porque só existimos na lembrança do próximo. Não existimos pelo que pensamos. Existimos pelo que pensam de nós. Penso, logo existo. Mas quando o outro pensa de forma sincera sobre quem somos, é quando existimos ainda mais. Por isso não estamos sozinhos no universo. Porque precisamos ser lembrados para que possamos existir. E de tudo que deixaremos quando partirmos, estarão apenas as lembranças dos outros sobre a forma como existimos aqui. Daí a importância da honestidade. Ela será o termômetro, será a forma como seremos lembrados. Será o pensamento vivo do que fomos em vida, ou na vida das pessoas em determinado espaço e tempo. E é impossível fugir da nossa existência. Nunca esqueça que a sua existência está diretamente ligada a lembrança que o próximo tem de você. Não se vive para nós mesmos. Vivemos em comunhão com o outro. Seremos sempre aquilo que fazemos para o outro. Por isso Jesus nos ensinou a amar o próximo como a nós mesmos, e também a não fazer com o próximo o que não gostaríamos que fizessem conosco. A honestidade é construída na infância. Ela define a nossa existência no futuro. Daí a necessidade de uma reflexão sincera sobre a honestidade que habita dentro de nós. A nossa honestidade com os outros e para a gente mesmo, sabendo que é impossível desassociar uma da outra.

Inserida por AlessandroLoBianco

Uma vez me falaram que as lições eram extraídas das dificuldades. Foi quando deixei, para conferir, o meu castelo ruir. Ameias, seteiras, tudo desabou. A ponte levadiça também. Só restou o fosso que o cercava. Ah! Eu consegui sobreviver... Mas fiquei preso, no porão, sob os escombros da incerteza. Até que, depois de uns dias no escuro, achei um buraquinho na parede para olhar; veio um clarão! Estava eu, então, novamente no meu quarto, assistindo a bougainville vermelha subindo pelas grades da minha janela. Percebi o olfato ileso, que me fez sentir o perfume do manacá novamente, o mesmo dos outros textos escritos; aquele mesmo que havia sido plantado, também, sob a janela do meu quarto. Percebi novamente a audição intocada, que me levou ao êxtase com Vivaldi, Schuman, Grieg, Massenet, Chopin, e outros mais que emprestaram à Terra, onde deixaram para sempre os sons do Céu. Notei em seguida a parte incólume do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã. Mas havia uma fé que induzia a crer em um entendimento escolhido e que dava sentido à vida. Foi então que percebi, com essa experiência, que acabava de aprender com a dificuldade.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠No dia em que você dormir pensando em Jesus, acordar pensando nele, programar seus compromissos priorizando-o, cancelar programações por causa dele... Em todas as suas conversas, sempre ele estiver incluído, mudar de comportamento por causa dele... Seu mundo girar em torno dele... Então, realmente, seu amor transbordou e você pode viver de forma plena o Evangelho!

Inserida por iptdv