Texto de Reflexão de Amor
A velhice chega, muitas vezes de forma sutil, avançando em passos lentos. Quando nos damos conta, o tempo parece ter encurtado, as pessoas se foram e as vozes silenciaram. A solidão se instala, a falta de alguém para conversar, um ombro amigo para desabafar, uma voz amiga para orientar. O tempo voa, e é essencial valorizar cada momento e cada conexão humana ao longo da jornada da vida.
Perdoar é seguir em frente. Não é esquecer a ofensa como se nada tivesse acontecido, mas é ser conhecedor de que ninguém é perfeito. De que todos estamos no caminho da evolução. É perdoar a si mesmo, antes de dirigir esse sentimento a quem te feriu. É dar-se a chance de recomeçar, limpando sua aura de ressentimentos. Porque assim, na verdade, estarás beneficiando a ti mesmo.
“Eis a verdade límpida e cristalina: Quem, arrependido, aceita Cristo como seu Redentor pessoal, abandona o pecado, os erros religiosos, exatamente por ser salvo. É salvo de tudo isso. A velha vida passou. Tudo se fez novo. “Assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”, exclama Paulo Apóstolo em 2ª Coríntios 5.17.” (do livro “Será Que Todas As Religiões São Boas?”)
Às vezes, conexões são como pontes invisíveis que nos permitem atravessar para o desconhecido, nos guiando por caminhos não mapeados, onde a atração e a amizade são as luzes que iluminam a jornada, revelando assim um outro terreno a ser explorado mas que ainda, está cheio de incertezas e perigos.
Nas mãos entrelaçadas, há mais do que peles, ossos e Histórias. Há um laço invisível, um abraço silencioso. A Enfermeira, com seu toque suave e compassivo, é o respeito e o cuidado a Segurança que traz vida, que embala a jornada da missão, E assim o medo se Afasta, Tocadas afaga-se o coração.
Acordei com uma vontade danada de transgredir as normas convencionais e mandar para o espaço os projetos humanos que se intitulam porta-vozes da razão; na verdade são narcisistas policromas que têm ciúmes de suas próprias sombras, achando que são concorrentes dos holofotes sociais. Esquecem que as estrelas brilham para todos; o sol incandesce magnificamente e sua luz se transforma em bússola do destino para aqueles que buscam a direção segura dos seus propósitos de vida.
Você está parado no presente (na rotina), pois carrega todo peso do passado e não tem forças para dar um simples passo para frente. O amanhã é cheio de possibilidades. Quebre essas correntes que só te permitem enxergar o já passou, abra os olhos para o futuro, para esperança, para mudança, enfim, para a vida, para sua vida!
"A crença na morte pode ser limitante, pois encoraja a pessoa a pensar que o fim da vida é a cessação da existência. No entanto, a essência de si mesmo não é o corpo físico, mas a alma, que existe além dos limites da vida e da morte. Os despertos entendem que não há morte verdadeira, apenas transformação."
A madrugada às vezes me domina. Dá vontade de escrever aqui qualquer coisa e depois tentar dormir. Queria falar com Deus e ouvir uma resposta. Queria poder escolher os anos que eu desejo esquecer, como arquivos em uma gaveta e rasgar todas as 365 páginas. Queria paz, mas dentro de mim sempre acontece uma guerra.
Se a ausência de felicidade pode estar associada a insaciável fonte de desejos que nos caracteriza, quanto ser humano, então, o louco é o único ser que pode ter uma vida feliz, porque seus desejos não ultrapassam ao realizável, pois tudo que deseja é o que está ao alcance do seu olhar.
Comparar nossas vidas com uma pedra dentro de um rio é uma metáfora rica e profunda. Assim como uma pedra no rio, nossas vidas são moldadas pelo fluxo constante de experiências e desafios que encontramos cotidianamente. A pedra em si é sólida e, a princípio, pode parecer inalterada. No entanto, com o tempo, a correnteza do rio suaviza suas bordas, tornando-a mais polida e refinada. Apesar das forças da água, a pedra permanece no rio. Ela pode ser deslocada, rolada, mas, raramente, é destruída. Esta analogia nos faz lembrar que, assim como a pedra é moldada pela água do rio, nós somos moldados pelas nossas experiências. A vida pode ser cheia de turbulências e desafios, mas cada um desses eventos faz com que sejamos mais fortes e resilientes.
A vida vale a pena por existir um lugar que a gente nunca foi, mas pode ir. Vale a pena pelas pessoas que podemos conhecer. Vale a pena por nos sentirmos parte de algo muito maior do que o horizonte que podemos ver. A vida vale pelo tempo que ganhamos ao nos dedicarmos aos filhos. A vida vale por cada amanhecer, por cada lágrima ou sorriso. Vale pelo ombro amigo, pela caminhada difícil, pelos sonhos que realizamos no caminho.
A vida se passa para mim por onde não deveria, é o mal do ano ou mau dos meus dias é a mente que pensa demais e uma vida que cobra demais, mas como digo a vida cobra cobras eu já rastejei por onde deveria andar já piquei quem deveria amar, mas como amo se onde olho vejo verossimilhanças e vendo perdo as esperanças em um mar de mundo é o véu imundo que cobre meus sonhos e se a vida mentir para mim é melhor dar por fim um dia que não teve enfim apenas e somente espinhos e ao pisar entram tão profundamente em minha pele que me repele, é dias atuais tempos banais vidas cabais e poderes reais que não vingam jamais em lugares mortais.
Não cobre ninguém a fazer nada por você. Tipo: postar fotos juntos, presentear, se abrir, compartilhar, conversar, dedicar tempo, atenção e etc. A pessoa que realmente te considera, vai fazer de forma espontânea sem precisar ser chamada a atenção. É importante observar se o que você está recebendo de alguém tem a ver com o que você está emitindo.
Fazendo pose pra registrar as trancinhas africanas, e pensando nos altos e baixos da vida que muda o tempo todo. Muitas vezes eu fiquei paralizada, com medo de mudar o cabelo, cortar, pintar, trançar, cachear, escovar, perdida fora de mim, ouvindo preferências alheias, eu mantive o básico, mediano, e simples. Mas isso não é sobre cabelo!
Talvez seja o tempo um amigo, que está ali a nossa espera pra curar o desgaste que as andanças da vida nos deixa, pode ser que seja apenas mais um vilão que insiste em passar correndo e abreviar bons momentos, pode ele ser apenas mais um aliado da distância e juntos testam a intensidade e a força do sentir. Talvez seja o tempo importante, preciso e incompreendido, ou pode ser que seja mesmo um obstáculo que se impõe forte de mais. A única certeza nisso é que o tempo é ligeiro e nos proporciona preciosas oportunidades de viver, amar, sonhar, sentir, se deliciar com a vida e principalmente com as pessoas. O tempo resulta em cura e clareza, proporciona tão belos encontros que se gravam na mente e são sentidos na alma, ele nos trás certezas de que apesar dele, o que é de fato permanece e quando ele se finda as marcas do que fizemos dele nos eterniza.
Somos máquinas programadas para buscar sentido em um universo que não se importa. Talvez a maior piada cósmica seja essa: procuramos significado onde só há caos, e chamamos isso de viver. A paz talvez não seja entender o absurdo, mas abraçá-lo. Afinal, a vida nunca prometeu fazer sentido — fomos nós que inventamos essa promessa.
A vida não é cruel nem bondosa; ela simplesmente acontece. O sofrimento nasce quando acreditamos que ela nos deve algo — amor, justiça, sentido. No fundo, somos nós que criamos essas dívidas com expectativas que nunca serão pagas. Talvez o segredo seja parar de pedir explicações e apenas assistir ao espetáculo sem final definido.
Aceitar a vida como ela é não é conformismo, é lucidez. É entender que nem tudo precisa ser perfeito, resolvido ou ter um propósito. Resistir à realidade só aumenta o sofrimento, porque o mundo não vai se ajustar às nossas vontades. Aceitar é mais difícil do que lutar, porque exige encarar que somos pequenos diante do caos.
A vida é uma tapeçaria de momentos desconexos, onde buscamos significado em um universo indiferente. Cada dia é uma página em branco, onde tentamos escrever nossa história, mesmo sabendo que o livro eventualmente se fechará. Entre risos e lágrimas, construímos castelos de areia que o vento da realidade logo desfaz. E, no entanto, é nesse efêmero que encontramos a beleza da existência: a capacidade de criar, mesmo sabendo que tudo é transitório.
