Texto de Reflexão de Amor
Ah! A velha hipocrisia.
Não somos hipócritas, tal é impossível.
Afinal, sou verdadeiro comigo e com as outras pessoas.
Meus conceitos são puros e simples e, mesmo quando não são tão perfeitos, são transparentes.
Eu, por ser perfeito, não fico procurando imperfeições nos outros para corrigí-los, se o faço, será com a melhor das intenções.
Eu, por conhecer todas as coisas, não julgo a ninguém, se o faço, é somente para alertar sobre um ato desviante e persistente que a outra pessoa insiste em manter.
Eu, por ser um exemplo de dedicação e persistência, não culpo os outros pelo meu insucesso, quando o faço é porque tenho a certeza de que "eles" não compreenderam meu momento.
Eu, por ser um exemplo de união fraternal para com meu semelhante, trabalho minhas convicções e credos, e as transformo em ações, não criticando as pessoas que não o fazem, afinal, se todos fossem santos, não haveria necessidade de se prosternar em uma Igreja.
E quando faço uma oração as palavras que quero que se transformem em ação, serão sempre de elevação e graça, pois meu coração é puro. E quando repreendo pessoas pelos seus erros, é porque as estou trazendo para luz, ou melhor, salvando a alma perdida.
Eu, busco seguir minha vida, em paralelo com a do Nazareno, seguindo seus passos e orientações e, quando me crucificarem, serão "eles" que não tiveram a capacidade de enxergar em mim o santo que fui, e se arrependerão.
A pior hipocrisia é a que você cria para si mesmo. Se falso com você, que verdades possui?
Mas, isso não tem importância, afinal, não somos hipócritas.
Pense e reflita.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Me dê a mão, mas, não me carregue.
Precisamos das pessoas e isso é um fato.
Da vinda ao mundo, até a sua partida, dependemos das pessoas.
Dentro desta ideia de dependência, que é natural ao ser social, falarei de uma dependência que é deletéria a nós.
A cada dia vejo pessoas mais dependentes, vejo pessoas que não conseguem dar um passo, sem pedir a opinião de alguém.
A frase: "Me ajude por favor", transformou-se em: "faça tudo para mim".
Um excedente de pessoas mimadas, cheias de inteligência e conhecimento teórico, mas, nenhum conhecimento prático da própria vida que o cerca.
"Mamãe frita meu ovo." Talvez essa pequena frase demonstre o mundo que muitos vivem.
Um mundo de total dependência e pouco reconhecimento.
Querem tudo à sua maneira, e se possível para ontem, e por favor, não os contrarie.
Não querem saber do esforço ou sacrifício feito por quem o faz. Querem somente usufruir e descartar, para depois, pedir mais e mais.
O auxílio imediato se transformou em algo perene. Há uma escravidão permissiva neste processo no qual esforço não há. Virou um ato de heroísmo pessoas fazerem café. Fritar um ovo então, um ato de bravura.
Uma geração marcada pelo macarrão instantâneo, nada contra o macarrão, mas...
Complicando a equação temos uma gama de cuidadores, que ao invés de ensinar a plantar, prefere dar a fruta já colhida, lavada e cortada. Com a desculpa do cuidar, mimam demais, estragam demais.
Tudo que é muito alisado se desgasta e fica frágil. Cuidado.
E lembre-se, há uma diferença entre obrigação e privilégio.
Você tem a obrigação de dar a mão à quem necessita, desde que a outra pessoa não tenha mão para se agarrar na sua.
Pense e reflita.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Qual o valor de um sorriso?
Já ouvimos dizer que um sorriso é capaz de mudar o mundo. Penso então, ser impossível valorar.
Confesso, já vi sorrisos de todos os tipos, de sarcásticos a amáveis, e todos levantaram um sentimento.
Um sorriso, expõe o que o nosso coração quer dizer.
Um sorriso ou a falta dele, é um indicativo de que estamos bem ou mal.
Um sorriso posto e falso, é reconhecido de imediato. Já um sorriso nascido do coração esse sim é capaz de ser visto, até na escuridão.
Temos essa capacidade de transmitir sentimentos através dos gestos que exprimimos, e isso é bom, pois nos desnuda.
Sorrimos quando estamos alegres, e lhe pergunto, quantas vezes você tem sorrido ultimamente?
Espero que muitas.
Se você não consegue se alegrar com as coisas a sua volta, algo está errado.
Se o sorriso faz bem, devemos cultivá-lo.
Comece sorrindo para você mesmo, se alegre com as coisas que você já fez, faz ou que irá fazer. Se alegre com suas falhas, com seus famosos furos e situações inusitadas. Traga alegria para sua vida, e sorria.
Toda situação pode ser encarada através de um filtro de interpretação dual.
Você escolhe essa interpretação.
Escolha uma em que ao final você poderá sorrir e ter alegria.
Afinal, a vida é curta e os imprevistos são grandes e, quanto mais lamúrias menos sorrisos, quanto menos sorrisos, mais angústia, quanto mais angústia, mais doenças.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Me dê uma boa palavra.
Acompanhando o nosso dia a dia, observo um comportamento interessante.
Pessoas que no afã de se pronunciarem agindo muitas vezes de forma inconsciente e, sem medir as consequências de seus atos, postam em redes sociais, situações que estimulam a violência, o preconceito, a humilhação de algumas pessoas, enfim...
Uma noticia ruim, chega mais rápido que uma boa notícia, isso é fato.
Nossa natureza alarmista ajuda nesse processo.
Agora imaginem, você sendo bombardeado diuturnamente com mensagens de intolerância, violência e notícias sem o devido filtro. Isso impacta em nosso ser.
Estimula-se a violência e o ódio e querem que o ser humano seja de paz. Impossível.
Que há mazelas, isso é fato, mas, cultivar as mesmas, é opção.
Quem distribui violência, mesmo que justificada aos nossos princípios, alimenta essa fogueira, e ela irá mais cedo ou mais tarde, nos queimar.
Fico imaginando se as redes sociais tivessem um filtro e só fossem permitidas mensagens positivas e de elevação pessoal e espiritual. Penso, que já não usaríamos as mesmas, com tamanha frequência.
O que choca é bom, viraliza, aumenta os likes, gostamos disso. Pare, só estamos jogando lixo no mundo.
Penso que poderíamos enquadrar esse comportamento dentro de algum tipo de poluição visual deletéria à situação humana.
Pois é isso que ela faz, destrói a capacidade de vermos o que há de bom no ser humano, destrói a nossa capacidade de sermos lúcidos e termos mais simpatia pelas boas causas alheias.
Você pode pensar que tal situação poderia ser um exagero, que não há mal algum nessa ação e que tal não muda comportamentos. Pois bem, citarei alguns exemplos bem sutis, que com o tempo foram absorvidos e aceitos, graças ao poder de comunicação e impacto visual. Fumar, era algo charmoso, associado ao bem viver e ao esporte. Me lembro que homem usar brinco era coisa estranha, isso até um galã famoso aparecer usando. Tatuagem era visto como uma coisa marginal, isso até alguns famosos mostrarem as suas. Ora, mas, isso não nos faz mal. Será?
A velocidade da informação e sua amplitude, nos aproxima das muitas coisas ruins e das poucas coisas boas.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Massako 🐢
Um pequeno conto.
Certa vez alguém perguntou ao mestre: Mestre por que o ser humano sofre tanto?
O mestre respondeu: O ser humano sofre pelas dúvidas e pelas certezas que possui. Sofre pelo controle das coisas que tem e que não tem. Sofre por sonhar e ter pesadelos. Sofre por amar e odiar. Enfim sofre pela dicotomia presente em sua vida.
Então o discípulo perguntou: Mas, o que pode o ser humano fazer para então, sofrer menos, já que a dualidade das coisas se faz presente em nosso ser?
Muito simples, disse o Mestre: "Aceite"
E continuou. Aceite as coisas com são. Aceite que as coisas são mutáveis, aceite a transformação do tempo, aceite a transformação das pessoas. Entenda que a cada momento acrescentamos uma experiência a mais em nossa vida. Tudo se renova, você já não é a mesma pessoa de segundos atrás.
Ora, perguntou o discípulo: Mas, se eu aceitar as coisas como são, devo aceitar também as coisas ruins? Não seria uma ação passiva demais ante há um problema?
O mestre lhe respondeu: A aceitação lhe trará compreensão. Se você aceitar que o ser humano possui falhas, isso é um sinal de que você conseguiu enxergar as fraquezas e as reconheceu, compreender isso lhe impulsiona para a busca de um resultado melhor para si mesmo.
E continuou. Imagine uma pessoa que busca algo e não consegue. Isso abrirá vários caminhos, a pessoa pode escolher sofrer pelo acontecido, se recolher em sua inação, culpar as pessoas pelo seu infortúnio, culpar a si mesmo pelas suas fraquezas e acreditar que não é capaz. Ora, se você se encher desses sentimentos, logo, eles estarão em primeiro plano.
Por sermos seres dicotômicos o bem deve vir antes do mal, o esforço deve vir antes do fracasso, a virtude deve vir antes do vício. Aceite que há coisas ruins, aprenda com elas, mas, que as coisas boas, sejam sempre a primeira linha de seu caderno da vida. Aceite que você não tem um controle total e efetivo de sua vida, pois você sofre a cada momento influências diversas, mas, ainda assim, você pode controlar o resultado que aquilo ocasiona em você. Se alguém lhe maltrata, adiantará você nutrir ódio por aquela pessoa? Teu ódio é teu, fará mau somente a você. Aceite que essa ação lhe incomodou e procure uma solução. Se não gosta da casa que moras, mude.
O sofrimento e o ranger de dentes sempre existirão e ficarão orbitando em nossa volta, isso é um fato. Atraí--los, depende de nós.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Pense, sempre haverá flores.
Não importa os acontecimentos se bons ou ruins, sempre haverá flores.
As flores sempre estiveram presentes no nosso dia a dia.
Podem representar afeição quando presente, pode representar saudades quando se parte.
Muitos viverão para olhar a sua beleza e sentir seu perfume, muitos se machucarão com seus espinhos e só a eles verão.
Muitos irão plantar, outros irão somente regar, e outros a arrancarão.
Que a presença das flores nos ensina, isso é fato.
De toda lição vivida, aprendamos a sorver o que há de belo, mesmo diante das adversidades.
Que aprendamos a ter espinhos, não para atacar alguém, mas para nos defender das agruras e dos perigos da vida.
Que saibamos que o lugar da beleza, sempre será mais visível do que a ameaça dos espinhos.
Que voltemos nosso olhar e nossa alma para o sol, que nos brinda com seu bom dia, e que repousemos a luz do luar.
Flores ensinam, a vida ensina. Assim, aprenda.
E colocando uma vírgula e não um ponto final, digo: Já que a vida oferece flores, não devemos nos prender somente aos seus espinhos. Mas, cuidado, ao arrancar uma flor para apreciar sua beleza, você a condena a morte.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Massako 🐢
Não valorize desgraças.
Ontem a noite, ao término de uma aula, fui surpreendido com um notícia ruim. Que um grande apresentador de televisão, havia morrido em um acidente doméstico.
Procurando melhores esclarecimentos, observei que tal óbito não ocorrera, apesar do quadro inspirar cuidado.
Mas, me assusta o alarmismo e o óbito prematuro anunciado por muitas pessoas.
Observei que as diversas reações davam como certo, o seu passamento. Ora, as pessoas estão tão entorpecidas que sequer avaliam melhor uma notícia?
Dizer que a pessoa morreu é melhor do que dizer que a pessoa está sob cuidados? Será que a teoria de quanto pior melhor, está valendo?
Sejamos sensatos, paremos para refletir melhor nossas ações. Se tiver que noticiar algo, noticie algo bom. Chega de desgraças, o mundo já está poluído demais com tanta coisa ruim acontecendo.
Valorizar, divulgar ou esparramar qualquer notícia ruim, sem a devida checagem, é no mínimo um alarmismo desnecessário.
Quando receber notícias neste nível, avalie com calma, e se possível, não repasse. Ainda há fontes confiáveis de informação.
Se o pior tivesse acontecido, penso que o respeito e uma oração seriam mais bem vindos, do que mensagens alarmistas.
Reflitamos nossos atos, quanto mais desgraças esparramamos, mais nos cercaremos por elas.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Deixe seus monstros longe de você.
As vezes nos sentimos sufocados, por questões que sequer imaginamos ou compreendemos.
Criamos linhas de pensamentos destrutivas e começamos a potencializá-las. Ora, estamos somente sendo negativos, e essa negatividade, nos adoecerá.
Somos em muito, produto do que pensamos, nossas emanações mentais, podem nos colocar em diversos níveis.
Se você acreditar que tudo está ruim, ora, tudo começará ficar ruim. Se você acreditar que as coisas serão melhores, com certeza suportará melhor as agruras do dia a dia.
Essa ação exige disciplina. Pois é mais fácil acreditar nas desgraças do que nos milagres.
Sejamos confiantes, vamos enterrar esse monstro que habita em nós, e jogar a chave fora. Ser positivo, acreditar, ir além de suas expectativas, ser melhor a cada momento. Não valorizar as coisas ruins, não esparramar ou disseminar o ódio. Tudo isso, com certeza, lhe fará um ser melhor, para si, e para os outros.
Ninguém gosta de pessoas negativas. Ninguém gosta de pessoas derrotistas.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Agradeça a sua origem.
Quantos de nós pedimos, mais do que agradecemos? Queremos que o universo conspire a nosso favor e, queremos que tudo seja da forma e da cor que achamos ser o belo e correto.
Ora, isso é um pensamento no mínimo sintomático, pois, quando desejamos ou pedimos que as coisas sejam, da forma que queremos que seja, estamos colocando nossas vontades acima das vontades alheias, e mesmo que estejamos querendo o bem, estaríamos nesse momento brincando de Deus.
As coisas são, como são, simples assim.
Não temos o controle das coisas e, muito menos das pessoas, então o que dirá das circunstâncias?
Imagine por um momento que você tivesse o dom de voltar no tempo. Ora, você poderia voltar e apagar as coisas ruins que aconteceram em sua vida. Mas, lhe pergunto, você iria se sentir bem com isso. Lhe respondo, lógico que sim.
Queremos sempre o melhor, queremos os quitutes da vida, não gostamos de sermos decepcionados, confrontados, ameaçados. Queremos o controle das coisas.
Aprenda, isso nunca vai acontecer.
Sempre haverá algo, um obstáculo, uma corrente que lhe arrastará para as profundezas.
Entenda isso, se compreender, você começará a buscar mais, aprenderá a relevar mais, a não dar importância às pequenas coisas, aprenderá a não potencializar o sofrimento. Começará então a se libertar.
Aprenda a agradecer.
Agradeça a seu corpo, agradeça a seus pais, agradeça a seus avós, agradeça a toda sua linhagem, pois se alguém desta não tivesse passado a prole, não estaríamos aqui.
Fazemos parte de uma grande corrente, então sejamos no minimo e em respeito aos nossos antepassados um elo forte.
Agradeça por tudo, incluse pelas coisas ruins.
Em tudo há um aprendizado.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
A culpa não é de Deus.
Lamentamos muito quando algo dá errado, muitos ficam se perguntando: Por que isso aconteceu comigo? Sou bom, minhas atitudes são boas, será que mereço esse castigo? Deus, por que está sendo cruel comigo?
Ora, Deus por ser a essência e origem de tudo, é extremamente perfeito, e se olharmos com calma vamos entender que Ele, não pode intervir nessas nossas questões. Se refletirmos começamos a talvez, compreender sua infinita sabedoria.
Em que pese os defensores do ateísmo e aos exegetas bíblicos, de uma forma resumida posso citar que: Somos criaturas, logo, temos um criador.
Dentro desse pensamento, quem nos criou, deu-nos a faculdade de fazermos nossas próprias escolhas e, consequentemente colhermos o nosso plantio.
Então por que coisas ruins, acontecem com boas pessoas? Simples, as coisas simplesmente acontecem. Não é porque você está sendo castigado ou abençoado, elas acontecem, somente isso. Alguém ganha na loteria, enquanto milhares não, mas, todos jogaram.
Querer pedir a Deus que lhe privilegie, seria admitir que Deus está a seu serviço. Será que isso não deveria ser o contrário?
Há um dito que diz: "O cemitério está cheio de boas pessoas e intenções."
Isso é verdadeiro e serve de alerta, será que estamos vivendo pensando somente em crime e castigo? Em recompensas e bênçãos?
Se assim estiver agindo, repense, não crie seu paraíso ou inferno particular antes da hora. Saboreie a vida, independente de suas agruras, abrace e aceite as coisas como ela são.
Se você for acometido por uma doença grave, isso não será castigo, você adoeceu, só isso.
Aceite, entenda o problema, use o dom que recebeu, levante-se.
Nesta pequena e insignificante passagem por esse planeta, pouco fazemos, pouco vivemos, e muito desperdiçamos.
A culpa não é de Deus. Se ele interferisse em todas as questões, como disse, ele seria o servo, e não o servido.
Deus não está a serviço, Ele, não é um prestador de favores.
Qualificá-lo assim, mostra nossa pequenez, mostra nossa estultícia, e mostra nossa arrogância.
Deus lhe deu a vida. Respeite isso, VIVA.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Você é especial.
Sim, você é, mas, somente reconhecerá isso, se aprender a ver que as outras pessoas também lhe são especiais.
Vivemos em um cotidiano em que pessoas entram em nossas vidas, nos ensinam algo por algum tempo e, depois saem, ou são substituídas.
Com quantas pessoas você já se deparou em algum lugar, e estas, lhe chamaram pelo nome, e você ficou perdido? Ora, chamar pelo nome, pode ser um indicativo de que você em algum momento, teve impacto na vida daquela pessoa.
Como somos acumuladores sociais, devemos aprender que todas pessoas, cada um a seu jeito, impacta nossas vidas e nós a delas.
Sabendo disso, pergunto, como você quer impactar ou marcar a vida de alguém?
Como você gostaria de ser lembrado por estas pessoas?
Quando digo que você é especial, é porque você tem esse dom de impactar a vida das pessoas.
Se você pode impactar, que seja no mínimo com algo positivo.
Há uma canção de Oswaldo Montenegro, A Lista, que retrata isso muito bem.
" Faça uma lista de grandes amigos. Que você mais via há dez anos atrás. Quantos você ainda vê todo dia. Quantos você já não encontra mais..."
A vida passa muito rápido. Por isso, marque positivamente sua passagem.
Nada você irá levar desta vida, mas, com certeza, irá deixar.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Massako
É fácil ser otimista?
Não, não é.
Vivemos cercados por mazelas, problemas dos mais diversos e, isso nos afeta.
Toda negatividade existente, tende a criar em nós, uma barreira que visa em um primeiro momento nos proteger.
Só que essa barreira, nos isola para o mundo a nossa volta. Ficamos menos receptivos, ficamos presos em nossos conceitos, aprendemos a não ouvir os outros, começamos a desconfiar de uma boa ação, pois sempre achamos que há um interesse por trás. Enfim, criamos barreiras que impedem que nós acreditemos nas pessoas e, até mesmo, a duvidar de nós.
Ora, pessoas são pessoas, possuem algumas qualidades, alguns defeitos. Por isso, elas irão lhe agradar em um tempo e, desagradar ou desapontar em outro.
Entender que somos seres frágeis e dependentes, principalmente no campo emocional, não nos torna mais ou menos ser humano.
Você se tornará um ser humano ruim, se colocar barreiras em tudo. Pois se você se tornar um ser isolado do mundo, começará a se achar que ê uma joia rara, e, pelo seu comportamento, se tornará mais um ser, menos humano.
Derrube suas barreiras, ouça o que as pessoas têm a dizer, e depois de muito ponderar, se concordar, parabéns. Se, não concordar, parabéns também. Mas, isso deve ser feito, após uma ponderação, não antes.
Se você começar a derrubar as suas barreiras, se permitir encontrar seus momentos de alegria, ou, quem sabe de felicidade. Você começará a acreditar mais em si, e com certeza, o otimismo virá.
Não tente ser otimista pelo resultado alheio. Antes, acredite que a mudança está em si e na sua percepção de vida.
Acreditar e confiar, são elementos chave para o otimismo. Descrédito e desconfiança, sempre serão seus antagônicos.
No íntimo de sua razão e de seu coração, você aprenderá a tomar e a viver essas decisões. Não tenha medo.
Acredite.
Pense nisso.
Paz e luz.
Ilumine seu dia.
Humanos vs Animais.
Se colocarmos em uma escala evolutiva, afirmaremos que o homem, dotado de inteligência está a frente dos animais.
Agora pense, se analisarmos as necessidades de cada ser vivo, poderemos resumir em: alimento, proteção e procriação.
O homem visando a atender essas necessidades, ele cria, inova e transforma as coisas ao seu redor. Fazendo isso, ele começa a ficar preso em sua criação, e totalmente dependente dela.
A partir dessa dependência, o homem coloca valores nas coisas criadas e começa a escravizar o outro homem.
Os animais ao contrário, apenas vivem. Nos por sermos superiores, olhamos para eles apenas como uma espécie a ser domada, estudada e até mesmo destruída.
Nossa superioridade faz com que criemos divisões entre nós mesmos. Ora, o mundo seria muito melhor se não houvesse essas divisões, o que é humanamente impossível, neste estágio.
Humanos estão acima dos animais, e acima de si mesmos.
Nossa vida é ínfima, em uma cronologia temporal, nascemos de um ventre materno, e nos primeiros momentos, somos alimentados e protegidos pelos nossos genitores, tal qual os animais. Quando começamos a tomar conhecimento das coisas, nossa vida, a partir daí, será somente para a aquisição de algo, visando algo, em torno de algo. Em resumo, você não viverá até os fins de seus dias.
Ser básico em um mundo como o de hoje, é missão quase impossível, nisso, os animais nos superam.
Eles dão exemplo de sobrevivência e sem toda essa loucura que criamos, apenas vivem.
Assim sendo, desprenda-se um pouco, seja mais natural, olhe para si mesmo, e se questione: O que realmente você precisa para viver, e ter mais tempo para viver para você?
Pense nisso.
Paz e luz.
Ilumine seu dia.
Você e o Estado.
Somos seres sociais, isso é um fato. Somos integrados em uma sociedade que exige de nós uma participação que pode acontecer de forma direta ou indireta. Essa integração social, faz com criemos uma dependência das outras pessoas que também desfrutam dessa mesma sociedade.
Nós comemos, bebemos, vestimos, enfim, tudo que fazemos tem a participação de algo ou de alguém. Alguém produziu, alguém fez e nós partilhamos ou desfrutamos. Essa troca existente entre os seres, faz com que a sociedade se mantenha, como a engrenagem de um grande relógio. Todas as peças têm uma função, todas trabalham em conjunto para o funcionamento ininterrupto da máquina.
E como a sociedade não é tão homogênea em razão das diferentes formações pessoais e culturais, essa sociedade, entendendo isso, delega parte de seu controle, criando o estado.
Em cada país o estado fornece algum tipo de controle, visando em um primeiro momento a perpetuação e o desenvolvimento daquela sociedade. Esse controle é muitas vezes consuetudinário, o que acaba por ser absorvido pela maioria ou a totalidade daqueles que vivem sob aquele estado. Temos leis, decretos, normas, atos, enfim, uma infinidade de mecanismos de controle que nós mesmos acabamos criando e por consequente empoderamos o estado.
Com esse poder, o estado se torna maior que o indivíduo e ouso a falar que dependendo da situação, maior ainda que seu próprio povo. Basta vermos os grandes massacres, misérias e fomes, produzidos em nome do estado através da história.
Ora, perante o estado, muitas vezes agimos e somos tratados como semoventes. Criamos algo que pela nossa falta de interpretação e inércia, aprendemos a temer. E tememos justamente por não entender que o estado é cria nossa, é nosso filho. Nós o fazemos, nós o criamos, nós o alimentamos.
Abrimos mão de nossa individualidade para nos somarmos ao todo, mas, neste processo, acabamos por criar uma dependência doentia, na qual não conseguimos dar um passo, sem este estar sendo ditado por outros.
Basta acompanharmos os noticiários que veremos que o ser humano ficou para trás. Discutimos ainda, em pleno 2020, questões que provam que a nossa sociedade pouco evoluiu. Discutimos questões como: gênero, raça, crenças. Penso que todas essas questões em uma sociedade evoluída, deveria fazer parte apenas nos anais históricos. Talvez por isso ainda precisemos que alguém nos dite o que fazer e o que comer.
Somos extremamente motivados pelo todo, e perdemos a capacidade de pensar por si mesmo. Não distinguimos mais o certo e o errado. Nas trágicas coisas talvez, mas, nas coisas simples do nosso cotidiano, preferimos que alguém dite o que nós devemos fazer. A modinha virou moda, que virou conceito, que virou verdade, que mudou sua vida.
Partindo do princípio que devemos ser todos civilizados, penso ser estranho quando normas reguladoras me dizem o que posso ou não posso fazer. Fato, tal situação não se aplica a quem vive a margem social e não consegue ter convivência com outros seres humanos. Neste caso toda regulação e restrição, ainda será pouco. Aos humanos, humanidade.
Neste momento você poderá achar que estou me considerando um ser acima da lei e da média. Mas, a questão não é essa. Se você sabe quais são suas obrigações sociais, se precisar ser cobrado a todo instante sobre elas, logo, podemos concluir que: ou você não sabe, não internalizou ou você a quebra continuamente.
O estado regula aquilo que nós damos para ele regular, simples assim. Quem manda em sua vida? Você ou o estado. Lhe digo que é o estado. De tanto empoderarmos o estado, fizemos dele nosso pai, ou mãe se preferirem. O estado lhe diz: Use cinto de segurança, senão você poderá se machucar, use capacete, senão você poderá se machucar. Se cuide, senão te puno. Ora, essas questões nem sequer deveriam fazer parte de uma lei em um mundo civilizado. A própria consciência do ser humano, deveria entender que para sua proteção individual, essas ações são necessárias, independentemente de uma norma regulatória.
Poderão aos gritos dizerem: Ora, não evoluímos a esse ponto, precisamos de regras senão a sociedade desmorona.
Observem o quão essa afirmação é perigosa: “Precisamos de regras”. Quando afirmamos isso atestamos nossa animalidade. Mostramos que como seres humanos, temos que ser domesticados, adestrados, senão não conseguiremos viver em sociedade.
O estado que criamos não é nosso porto seguro, antes, é a coleira que nos mantém presos, é o forcado que impede que atravessemos a cerca.
Quanto mais você evolui como ser humano, menos você necessitará do estado. Quanto mais você evolui, mais clareza sobre as coisas você consegue ter. Assuntos antes polêmicos, se tornam simples. Assuntos simples, viram poeira ao vento. Questões que hoje ainda enchem salões como: aborto, racismo e homossexualidade, perdem a importância, pois para um ser humano, a raça, o comportamento, o trato da vida, são apenas questões individuais e devem ser respeitadas por cada indivíduo.
O nosso mal, é que importamos demais com o alheio, opinando sobre como os outros devem conduzir suas vidas, e esquecemos que pessoas não são marionetes de nossos desejos e vontades. Muitas vezes queremos o melhor para a pessoa, mas, como saber o que é melhor para outra pessoa, sem se tornar ela? Usamos uma única receita para todos os males. Isso é no mínimo perigoso.
Você e o estado podem andar de mãos dadas, mas, não se esqueça, ele é sua cria, e não o contrário. Charles Chaplin, parafraseou: “Não sois máquina! Homens é quem sois! ” Pergunto, com tanta submissão e controle de sua vida, somos homens ou máquinas?
Pense e reflita.
Paz e bem.
A culpa é da palavra.
Não há nada mais apocalíptico do que o nascimento de uma palavra, para determinar possíveis males.
Me recordo quando na infância, carinhosamente era chamado aos berros pelos meus amigos por alguma alcunha ( Japão, japonês preto, índio) e, da mesma forma, retribuía aos apelidos, distribuindo outros.
Era comum, piadas sobre os diversos gêneros, raças, credos, nacionalidades, enfim.
Qual brasileiro nunca ouviu uma piada de português? Como também era comum, entre os meninos, a guerra de mamonas, o troca-tapas em algumas brincadeiras infantis como um tal de "garrafão". Era tapa para todo lado.
Mas, em determinado momento desta maravilhosa modernidade e evolução social, pessoas se sentindo ofendidas e, achando que esse comportamento era inadequado, fez gestar as palavras: bullying, estresse, depressão.
A partir daí, tudo ficou ofensivo e todos ficaram horrorizados com essas práticas. Destaca-se a hipocrisia do comportamento humano em detrimento a esses temas, como a mais pura qualidade do ser humano. Jornais, revistas, meios de comunicação. Denúncias das mais diversas saltaram ao alvorecer.
Bullyinólogos, estressólogos, depressólogos, mimissólogos. Todos empunhando uma bandeira contra essas ações, agora horrendas. Doentes gerando doença.
Que depressão, estresse, bullying podem levar a uma doença, tendo como resultado a morte, isso pode ocorrer. A exemplo, descobri a pouco tempo que o ovo, que também é um uma pequena parte, produto de amor dos galináceos, faz mal a saúde, parei de comer ovo, depois vi uma pesquisa na qual afirmava que o ovo faz bem, fiquei em dúvida, a dúvida gerou estresse, com medo de comer ou não, o ovo, se necessário ou não à minha saúde, fui parar no psicólogo, e após várias sessões, me encaminhou ao psiquiatra, que disse que eu estava depressivo, e me deu remédios. Graças a Deus, descobriram minha doença.
Falando em doença, que saudade de ouvir a simples palavra: "Virose, é só uma virose". Ou seja, toca o carro, se estragar a gente tenta consertar.
Hoje queremos ter um diagnóstico, um nome. Saímos felizes quando temos um nome de qualquer enfermidade. Eureka, #seiminhadoença.
E falando em eureka, descobriram a pouco que tem um vírus no Brasil desde novembro do ano passado. E que talvez, ele esteja há mais tempo aqui é há mais tempo ainda em outros países. Mas, aí veio alguém, o batizou e disse, você se chamará CORONA VIRUS, ou COVID-19, pronto, armou-se o caos.
Embora Deus no Velho Testamento condene a estultícia, a ignorância as vezes pode ser uma benção.
Pense e reflita.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Vontade, vaidade, ambição, loucura.
Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim?
Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada.
Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas.
Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las.
Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos.
Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas.
Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação.
Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão.
É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento.
Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo.
E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura.
Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas.
Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado.
Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha.
Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.
“Na Selva do Ser”
Todo mundo quer ser o leão,
Rei da força, da decisão,
Querem a glória, o alto lugar,
Mas poucos se atrevem a lutar.
Querem o rugido que impõe respeito,
Mas não o silêncio de um peito refeito.
Querem a coroa sobre a cabeça,
Mas não o peso da realeza.
Ser leão não é só posição,
É encarar a dor e a escuridão.
É sair da toca sem garantia,
E enfrentar a vida, dia após dia.
É caçar quando a fome grita,
Proteger quando o perigo habita.
É sangrar sem perder a postura,
Ser firme mesmo na amargura.
A selva não perdoa quem finge ser,
Ela cobra de quem tenta parecer.
Só os verdadeiros leões permanecem,
Os outros caem… ou esquecem.
Por isso, antes de querer o leão imitar,
Pergunte-se: você está pronto pra lutar?
Pois ser o rei não é ter admiração,
É ter coragem… e coração.
“Ele Só Quer Que Você Volte”
Deus não espera que voltes perfeito,
Nem com as vestes limpas, o olhar ereto.
Ele conhece o peso do teu deserto,
E mesmo em silêncio, está sempre por perto.
Ele não quer tua máscara polida,
Quer tua dor, tua alma ferida.
Não pede que venhas com obras e glórias,
Mas com o coração, e suas memórias.
Volta com falhas, com medo, cansado,
Com o peito em pedaços, o passo arrastado.
Volta chorando, sem saber orar,
Só volta… Ele sabe como te abraçar.
Não é o brilho que o céu reconhece,
Mas o arrependido que enfim aparece.
Pois mais que o justo que nunca se vai,
É o filho que volta que o céu atrai.
Então, não te escondas na culpa ou na dor,
Teu lugar está firme, selado em amor.
Deus não espera que voltes perfeito…
Ele só quer que voltes. E te chama, do mesmo jeito.
Você não está perdido.
Está em processo.
Deus ainda está escrevendo sua história,
mesmo que, agora, tudo pareça confuso.
E ouça com atenção:
Ele não espera que você volte perfeito.
Ele só quer que você volte.
Volte com a alma rasgada,
com o coração remendado,
com os olhos marcados por lágrimas antigas.
Volte sem medo.
Volte com verdade.
Volte com sede.
Porque quando você volta,
não é para o julgamento…
é para o recomeço.
Deus não te quer limpo pra depois te amar.
Ele te ama para depois te limpar.
Ele não pede força,
Ele te oferece refúgio.
Ele não exige que você acerte tudo,
Ele te convida a caminhar ao lado dEle,
um passo de cada vez.
E mesmo que você tenha se afastado mil vezes…
basta uma volta.
Um olhar.
Um “Pai, eu tô aqui”.
E o céu se abre em festa por você.
Então levante-se.
Mesmo ferido.
Mesmo cansado.
Mesmo sem entender tudo.
Deus não desistiu de você.
E nunca vai desistir.
Volte.
Porque a graça não espera perfeição…
Espera decisão.
Ser, Estar, Viver
No fluxo do ser, no momento presente,
Estamos aqui, vivendo intensamente.
Ser é existir, é transcender além,
Estar é sentir, é estar no momento também.
Viver é a busca por significado e propósito,
É explorar o mundo com olhar curioso e audacioso.
Somos seres em constante transformação,
Em busca de crescimento e evolução.
No palco da vida, cada um tem seu papel,
Estar presente é viver de forma plena e fiel.
Encontramos sentido na conexão com o outro,
No compartilhar de histórias, no amor que é mútuo.
Ser é mergulhar nas profundezas da alma,
É questionar, refletir e buscar a calma.
Estar é abraçar o presente com gratidão,
E viver cada momento com verdadeira paixão.
Que nessa jornada de ser, estar, viver,
Encontremos a sabedoria para aprender.
Que nossos passos sejam guiados pela razão,
Mas também pela essência do coração.
