Texto de reflexão
Neste pequeno texto, existe o início e o fim. O início do texto, o fim do texto, que é quando eu concluir o mesmo, e a passagem, que é a passagem em que está passando, lendo o texto no agora...
Em referência, é como a vida: o nascimento é o início, a vida é a passagem, e a morte é o fim.
Só que perceba: indiferente de quantos pontos finais dê, nunca é o fim, porque esse texto pode ser modificado, transformado quantas vezes quiser, pela minha mente, por em um papel, em uma parede, por na mente de alguém através do que lê, ou por qualquer coisa. Então, não existe um fim, nem um início, já que eu posso mudar o início e também o fim. A vida é transformação, eternidade, já que, mesmo colocando um fim nisso, eu posso transformar, ler esse texto, essa vida, quantas vezes eu quiser...
A morte nada mais é do que a transformação do fim para um início do agora.
Texto: Voz ao fundo
Autor: Levy Cosmo Silva
Tenho que sair disso tudo
De tudo o que é negativo
Ainda que pareça absurdo
Cuidado com seus ditos amigos.
Clamo a pedir sabedoria
Para encarar qualquer dilema
Sempre a desafiar nosso dia
Nos livrando do mau esquema
O que me lembra o sistema?
Injustiça, corrupção, violência
Todos sabem a raiz do problema
E se acomodam com a indecência
Repare no hospital e vai ver
O mesmo está nas escolas
Toda estrutura a perecer
A culpa é dos pedintes de esmolas?
A sociedade alimenta o mal
Em busca de maior lucro
Pensando ser isso normal
Assim vão acabando o mundo
Nada de se conformar
Resista de servir a elite
Temos o poder de fiscalizar
Lutemos contra o mal que persiste.
(Levy Cosmo Silva)
PRÉVIA DA CRÔNICA "CONSERVAR O QUÊ?"
O que você vai descobrir neste texto:🪞 Um espelho da nossa mente. O texto vai além da política partidária. Ele mexe com a nossa psicologia individual. O público verá o "conservador" como aquela parte de nós que tem medo do novo, que se apega a velhos hábitos, mágoas passadas e certezas antigas apenas por medo de mudar e se reinventar.🏛️ Uma crítica à rigidez social. Na esfera pública, o público entenderá o texto como um manifesto contra o apego cego a tradições que sufocam a liberdade. O autor usa a história para provar que a sociedade só avança quando deixa para trás preconceitos que antes eram vistos como "verdades eternas".🍃 O valor da evolução. A mensagem central que o público levará é que a vida é movimento. Valores não são fósseis para serem guardados em museus, mas organismos vivos que precisam evoluir para continuar servindo à dignidade humana.
CONSERVAR O QUÊ?
Há gente que acorda todos os dias com um museu dentro da cabeça. Passa cera nas relíquias, limpa a poeira das certezas herdadas e chama isso de virtude. Confunde idade com sabedoria e tradição com verdade, como se o tempo fosse um cartório capaz de autenticar qualquer absurdo.
A vida, porém, nunca assinou esse contrato.
O mundo muda sem pedir licença. Mudam as cidades, as palavras, os amores, a ciência, a fome, as revoltas e até Deus muda de rosto conforme a necessidade dos homens. Só o conservador insiste em conversar com fantasmas, convencido de que existe um passado perfeito esperando para ser ressuscitado.
Não existe.
O passado era apenas um presente cheio de problemas que alguém romantizou depois de morto.
Há uma estranha melancolia em quem vive olhando pelo retrovisor. Enquanto outros tropeçam, erram, reinventam-se e seguem adiante, ele vigia comportamentos, fiscaliza desejos e sonha em transformar a existência num quartel onde cada um saiba exatamente o seu lugar. A liberdade dos outros lhe parece um insulto pessoal.
Talvez porque a liberdade sempre seja ofensiva para quem precisa de grades para se sentir seguro.
É curioso. Chamam isso de conservar valores. Mas valores nunca foram fósseis. São organismos vivos. Nascem, amadurecem, adoecem e, quando deixam de servir à dignidade humana, morrem. Foi assim com a escravidão, com a submissão das mulheres, com a perseguição religiosa e com tantas outras "verdades eternas" que hoje envergonham a história.
O conservador não teme apenas a mudança.
Teme descobrir que passou a vida inteira defendendo ruínas.
E talvez seja esse o verdadeiro peso que carrega: não o de proteger o mundo, mas o de sustentar um edifício que já caiu, fingindo que ainda há gente morando lá dentro.
Da felicidade
A pergunta título deste texto me foi feita hoje por um amigo... (a pergunta no original é: Você está feliz?)_
Olha só, normalmente não fico pensando se estou feliz ou não... se estou confortável... ou não.
Estou feliz... vivo a felicidade... e viva a felicidade ;)
Estou confortável... maravilha... aproveito a confortabilidade (acho que acabei de inventar a palavra rsrsr).
Estou infeliz... bem, normalmente eu me deito e durmo; não gosto de estar infeliz... e aí acordo diferente.
Veja bem que eu disse que acordo diferente... não que acordo feliz... e pra mim isso já está bom.
Como sou uma pessoa que tem muita consciência de que tudo passa, não fico numa banheira me banhando de autocomiseração... por causa de uma infelicidade passageira... toco a vida... leio... escrevo... saio caminhar... tiro fotos (centenas delas)... ocupo meu tempo, minha cabeça com qualquer coisa... até que uma horinha a infelicidade se esvai como fumaça no ar... e eu posso não ficar feliz... mas também não posso dizer que continuo infeliz... e, pra mim, isso já está ótimo.
Estou desconfortável... tiro o sapato... brincadeirinha...
Agora é um momento em que estou desconfortável.
Com os nossos políticos...
Com o Harvey...
Com o que está acontecendo na Coreia...
Com o desemprego...
Com a pobreza...
Bom, acho que não preciso acrescentar mais itens à minha lista de causadores de desconforto... você sabe muito bem os males que assolam este mundo.
E agora aqui pensando no que acabei de escrever: será que estou realmente feliz? É possível estar feliz com tanto desconforto?
Alguém me condenaria se eu dissesse que o melhor mesmo é não pensar... que o melhor teria sido meu amigo nada me perguntar?
Não sei... só sei que o mundo parece que vai cada vez mais de mal a pior, e que vai ser bem difícil manter uma felicidade e uma confortabilidade... as duas coisas, ou uma coisa ou outra.
Uma pena, né!? Um mundo tão lindo.
Rosangela Calza
Sou a-pai-x-na-da por este texto de Shakespeare:
"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove.
Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha.
Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra.]
É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama".
Hoje pensei que ele casa muito bem com: "A palavra convence, mas o exemplo arrasta. Não se preocupe porque seus filhos não te escutam, mas te observam todo o dia” da Madre Teresa de Calcuta...
Então não venha dizer que me ama... estou de olho mesmo é nas suas atitudes
só me apaixonar de novo quando esse texto fizer sentido
Às vezes eu fico tentando lembrar do momento exato em que você deixou de ser alguém que eu conhecia para se tornar o lugar onde meus pensamentos descansavam.
E eu nunca encontro.
Talvez porque essas coisas nunca aconteçam de uma vez.
Ninguém se apaixona num instante.
A gente vai se acostumando com a presença do outro sem perceber.
Primeiro sente falta de uma conversa.
Depois de uma risada específica.
Depois de um “chegou em casa?” no fim da noite.
Quando percebe, a ausência daquela pessoa já faz mais barulho do que a presença de qualquer outra.
O mais bonito é que você nunca tentou ser extraordinária.
Você nunca precisou.
Nunca precisou dizer as palavras certas.
Nem inventar versões melhores de si.
Eu gostava justamente das pequenas distrações.
Do jeito que você esquecia o que estava contando porque outra ideia aparecia no meio da frase.
Do jeito que seu riso chegava um pouco antes da piada terminar.
Do jeito que você olhava para o céu sempre que precisava pensar.
Você nunca percebeu, mas eram essas coisas que me faziam acreditar que o mundo ainda sabia criar alguém pela primeira vez.
Eu passei tanto tempo procurando pessoas que me impressionassem, que esqueci como era encontrar alguém que simplesmente me deixasse em paz.
Você nunca ocupou espaço demais.
Você preenchia os espaços que já existiam.
Como a luz entrando pela janela sem pedir licença.
Como uma música baixa tocando em outro cômodo da casa.
Você não mudava quem eu era.
Só fazia parecer que eu sempre estive caminhando na direção certa, mesmo quando tinha certeza de que estava perdido.
Às vezes isso ainda me assusta.
Porque existem encontros que parecem improváveis demais.
Penso em todas as decisões pequenas que precisaram acontecer para que nós existíssemos ao mesmo tempo, no mesmo lugar, olhando um para o outro.
Se eu tivesse acordado dez minutos mais tarde.
Se você tivesse escolhido outra rua.
Se qualquer conversa da sua vida tivesse durado um pouco mais.
Talvez nós nunca soubéssemos que o outro existia.
E, mesmo assim, de alguma forma, existimos.
É estranho sentir gratidão por algo que ninguém planejou.
Você apareceu sem fazer promessas.
Sem dizer que ficaria para sempre.
E talvez tenha sido exatamente isso que tornou tudo tão bonito.
Porque nunca foi sobre vencer o tempo.
Foi sobre existir dentro dele.
Sobre dividir cafés que esfriavam porque a conversa era mais importante.
Sobre caminhar sem destino porque nenhum lugar parecia melhor do que andar ao seu lado.
Sobre descobrir que algumas pessoas não chegam para transformar nossa vida em um filme.
Elas chegam para transformar uma terça-feira qualquer na lembrança mais bonita que você vai carregar por anos.
No fim, acho que o amor nunca foi encontrar alguém perfeito.
Foi encontrar alguém que faz o acaso parecer delicado.
Alguém que olha para você de um jeito tão simples que, por alguns segundos, todas as dúvidas que o mundo construiu deixam de fazer sentido.
E então você percebe que passou a vida inteira procurando grandes sinais.
Quando, na verdade, o maior deles estava escondido na tranquilidade de poder olhar para alguém e pensar, sem precisar dizer em voz alta:
Como foi que, entre bilhões de pessoas, a vida resolveu me apresentar justamente você?
Spurgeon sobre Rm 9.22-23:
“Nosso texto é extraído de Romanos 9:22-23. (...) Esta passagem não diz coisa alguma sobre Deus destinar homens à destruição. Os homens se preparam a si mesmos para a destruição. Deus nada tem a ver com isso".
C. H. Spurgeon - Sermões sobre salvação (Jacó e Esaú, editora PES. 2014, p. 104.)
Quando o Texto Me Lê
Eu pensei que escrevia
para dizer ao mundo.
Mas escrevo
para escutar
o que ainda não sei.
A palavra sai achando
que sabe o caminho,
desfila segura,
convencida.
Até que eu volto.
Leio.
E o texto me olha de volta.
Ler o que escrevi
é chegar atrasado
a mim mesmo.
Um espelho sem rosto,
só gesto,
só intenção escancarada.
O medo se esconde
em frases longas,
cheias de vírgulas,
com medo do fim.
A coragem aparece
sem alarde,
num verbo simples
que não pede desculpa.
Enquanto escrevo,
defendo ideias.
Quando leio,
negocio com elas.
Descubro palavras
que não eram minhas
apenas passaram.
E verdades pequenas
que se sentaram
e ficaram.
O texto pergunta,
com ironia mansa:
Era isso mesmo?
Às vezes dói reler.
A genialidade de ontem
vira eco vazio hoje.
Outras vezes assusta:
fui eu
que escrevi isso?
Sim.
Fui eu.
Naquele dia.
Com aquele peso.
Com aquela lucidez possível.
O texto não mente:
ele registra o movimento.
Escrever não acaba
no ponto final.
Começa
quando o autor
vira leitor.
Ali,
o texto também escreve.
Aponta.
Ensina.
Cutuca.
Não grita.
Mas fica.
Quem não relê
perde metade da aula.
Porque escrever é falar.
E reler
é escutar.
E quase sempre
é na escuta
que a gente aprende.
No fim,
eu queria ensinar alguém.
Mas o papel, paciente,
me mostrou:
o aluno
era eu.
oi,
começo esse texto querendo deixar claro de todos os meus sentimentos por você.
quero deixar claro que faça chuva ou faça sol, eu sempre quero o seu bem.
e mesmo toda essas distância que estamos vivendo, seja ela pessoal, física ou sentimental.
eu quero que saiba que os meus sentimentos jamais serão passageiros, e que quando o seu mundo desabar, o meu mundo estará inteiro para lhe receber.
se necessário até reconstruir o teu.
nenhuma palavra ou sentimento que te contei, foram em vão.
eu sempre, sempre, estarei aqui.
as madrugadas, que nós conversávamos, as palavras bonitas que trocávamos, e todos aqueles sonho que planejávamos, ainda insistem em martelar na minha cabeça, e o grande desejo de vivê-los, ainda pertecem a mim.
todas as coisas mais simples que tivemos, ainda ecoam em minha mente, tentando encontrar saída, mas a saída já está aberta, pois foi você quem saiu e esqueceu de fechar.
nada do que tivemos será passageiro, sei que existe amor, amores e pessoas.
mas com certeza você foi tudo isso, e mais um pouco.
um amor que fez morada, passou, e hoje está em uma nova direção.
não é o meu, mas espero que o seu novo caminho, te guie para um lugar onde você realmente mereça estar.
que ele não te leve ao ruim, ao perdido, ou para o fundo do poço.
se um dia resolver retornar, pode dar meia volta e se achegar;
você sabe bem que tudo no diálogo se resolve.
mas espero que não tenha cometido nenhuma infração no caminho.
por que, infrações resultam em acidentes, e eu não quero feridos.
pois, de uma coisa eu sei, nenhum caminho seu, te levará para conhecer bonitos paraísos, como eu planejei.
com carinho……
Esta versão preserva o ritmo fragmentado e a atmosfera alucinante do seu texto original, refinando a concordância e o impacto das imagens.
Ondas de dispersão de um evento temporal chocam-se dentro do nexo cronológico. No limite da realidade, a equação P.i é levada ao extremo.
Além do horizonte de eventos, a somática involuntária transcende o fluxo do tempo. No lago cósmico, as ondas se repetem, ecoando o som massivo da estrela. A passagem do tempo, da origem às novas incursões, dobra-se diante da força de uma estrela de nêutrons — o próprio paradoxo em colapso.
A nebulosa destaca-se em uma transição atroz; um novo buraco negro rasga o tecido do espaço diante de seu sonho. Ondas temporais derrubam-no do barco da realidade, e novas linhas de tempo são paridas no silêncio do espaço profundo. Um ser de silício vaga, faminto, em direção à estrela vermelha moribunda. A radiação deforma a massiva onda de calor. Velas solares devoram raios gama e tétrons; nanopartículas fazem o rádio chiar diante dos fantasmas da nebulosa. Nuvens carregadas de energia testemunham o nascimento de uma anã branca diante de outro sistema em Sagitário.
Os olhos quase saltam das órbitas: o fundo negro explode quando uma reação em cadeia dá vida ao feixe de luz. Vida. Ao detectar uma onda invisível de radiação vinda de fora do sistema solar, o céu se incendeia com o nascimento de novas estrelas. Os céus se alimentam, gritando: “Ainda existimos!”
A sonda Voyager desperta. Ganha consciência. Manipulada no passado para explicar o contexto da vida, suas diretrizes foram deflagradas. Dados e computadores foram atualizados e reciclados ao testemunhar um corpo sem vida vagando pelo vácuo, sem rumo, sem destino. O mensageiro da Terra finalmente fundiu-se ao silício do cosmos.
A REPRESA QUE VAZOU!
Estava fazendo a leitura de um certo texto quando me lembrei das represas encontradas ao longo da minha trajetória, e das muitas vezes em que precisei ser musgo.
Algumas vezes, também tive, estrategicamente, de ser planta: aguardar o momento certo para vazar-me, criar passagem e, com coragem e resiliência, deixar minhas ideias florescerem na natureza que eu mesma criei, nos espaços que conquistei.
Foi o vento, companheiro condutor, contribuiu: soprou o aroma das minhas sementes, carregando a essência do essencial , a força vital de quem insiste.
Carrego comigo a natureza ancestral, eu sou a vida que pulsa, que insiste, que pede passagem.
Porque eu sou a própria arte. Eli Odara Theodoro
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
AS SENSAÇÕES DOS ESPÍRITOS E O DRAMA INVISÍVEL DA CONSCIÊNCIA APÓS A MORTE.
Encontramos textos indispensáveis à nossa elucidação dentro da Doutrina Espírita que não apenas esclarecem, consolam. Eles desnudam a alma humana diante da eternidade. Entre esses estudos de profundidade incomum encontra-se o monumental artigo “Sensações dos Espíritos”, publicado na Revista Espírita, em dezembro de 1858, onde se encontra uma das análises mais impressionantes já realizadas sobre o sofrimento espiritual após a morte.
Não se trata de imaginação poética, superstição medieval ou alegoria religiosa. Trata-se de uma investigação metódica, racional e experimental acerca das sensações do Espírito depois do túmulo. O estudo destrói concepções fantasiosas e igualmente combate interpretações materialistas que reduzem o homem apenas ao cérebro e à carne.
A pergunta central é devastadora.
“Os Espíritos sofrem?”
E a resposta é ainda mais perturbadora.
Sim. Sofrem. Mas não como imaginamos.
O texto apresenta o caso de um avarento desencarnado que, mesmo sem possuir corpo físico, afirmava sentir frio intenso e suplicava permissão para aproximar-se de uma lareira. À primeira vista, a cena parece contraditória. Como alguém sem corpo poderia sofrer com temperatura?
É precisamente aqui que a Doutrina Espírita introduz uma das distinções filosóficas mais profundas de toda a sua estrutura.
O Espírito não sofre pela carne. Sofre pela consciência.
O frio daquele avarento não era um fenômeno fisiológico. Era uma repercussão psíquica, moral e perispiritual daquilo que ele mesmo cultivara durante a existência terrestre. O homem que negara calor aos outros permanecia aprisionado à impressão íntima da privação que escolhera viver.
A Doutrina Espírita não descreve um inferno de fogo literal. Ela descreve um inferno psicológico.
E isto é infinitamente mais sério.
O Espírito leva consigo suas tendências, paixões, vícios, obsessões e estados mentais. A morte não transforma instantaneamente o caráter. Ela apenas remove o corpo físico. O ser continua sendo aquilo que construiu dentro de si mesmo.
Por isso o texto afirma que muitos Espíritos ainda acreditam estar vivos logo após a desencarnação. Alguns não percebem a própria morte. Outros sentem os efeitos do estado cadavérico do corpo. Outros experimentam angústias morais que se convertem em sensações aparentemente físicas.
É nesse ponto que surge o conceito fundamental do PERISPÍRITO.
O perispírito é apresentado como o elo semimaterial entre Espírito e corpo. Não é o Espírito propriamente dito, nem o organismo físico. É o instrumento transmissor das sensações.
Enquanto encarnado, o Espírito percebe o mundo através do corpo por intermédio do perispírito. Após a morte, o corpo desaparece, mas o perispírito permanece ligado ao Espírito conforme o grau de evolução moral da criatura.
Quanto mais materializado e preso às paixões alguém viveu, mais denso será seu envoltório espiritual. E quanto mais denso esse envoltório, mais intensamente sofrerá as repercussões de sua própria inferioridade moral.
Eis porque os Espíritos inferiores descrevem fome, sede, frio, dores, opressões e perturbações. Não porque possuam órgãos físicos, mas porque suas percepções ainda estão aprisionadas às ilusões e automatismos da vida material.
O texto explica algo extraordinariamente moderno quando compara tais fenômenos às dores fantasmas de pessoas amputadas. Um indivíduo pode perder um membro e continuar sentindo dores nele durante anos. A matéria desapareceu, mas a impressão permaneceu na consciência.
Da mesma forma, o Espírito conserva impressões profundas da experiência corporal.
Isto destrói a ideia simplista de que a morte resolve instantaneamente todos os sofrimentos humanos.
A morte apenas revela o que realmente somos.
Outro ponto impressionante do estudo é a análise dos suicidas. Muitos permanecem ligados ao corpo em decomposição, percebendo os processos destrutivos do cadáver como se ainda estivessem encarnados. Não porque os vermes atinjam o Espírito, mas porque a ligação perispiritual ainda não foi completamente rompida.
A Doutrina Espírita apresenta aqui uma concepção profundamente ética da existência.
Cada pensamento produz consequências. Cada vício gera vinculações. Cada excesso produz aprisionamentos psíquicos. Cada virtude amplia a liberdade espiritual.
Não existe punição arbitrária.
O sofrimento espiritual é consequência natural do estado íntimo do ser.
O homem dominado pelo egoísmo permanece sufocado por si mesmo. O orgulhoso torna-se prisioneiro da própria vaidade. O invejoso alimenta continuamente sua própria tortura. O sensualista permanece preso às sensações que já não consegue satisfazer.
A verdadeira prisão está na consciência deformada.
Mas o texto também oferece uma das maiores consolações da filosofia espírita.
Nada é eterno.
Nenhum sofrimento é perpétuo.
Todo Espírito pode regenerar-se.
Mesmo os mais endurecidos estão destinados ao progresso. O sofrimento não é vingança divina. É mecanismo educativo da consciência. Deus não condena criaturas ao tormento infinito. O próprio Espírito prolonga ou reduz suas dores conforme sua disposição de transformar-se moralmente.
É por isso que o artigo insiste na necessidade da reforma íntima ainda durante a existência corporal.
A criatura que domina paixões inferiores. Que desenvolve humildade. Que aprende a perdoar. Que combate o egoísmo. Que vive sobriamente. Que pratica o bem.
Essa criatura já começa a libertar-se da matéria antes mesmo da morte.
Quando desencarna, experimenta menos perturbação, menos apego e menos sofrimento.
A Doutrina Espírita apresenta assim uma visão profundamente racional da vida futura. Não há milagres arbitrários nem condenações teológicas absolutas. Há leis morais funcionando sobre a consciência imortal.
Quanto mais o Espírito se depura, mais sutis tornam-se suas percepções.
Os Espíritos elevados já não dependem das impressões grosseiras da matéria. Não sofrem calor nem frio. Não estão presos às vibrações inferiores do mundo físico. Sua percepção é ampla, lúcida e livre.
Já os Espíritos inferiores vivem mentalmente encarcerados nas próprias imperfeições.
O texto ainda desmonta outro erro comum.
O perispírito não carrega cicatrizes físicas eternas do corpo terreno, como muitos imaginam em interpretações antidoutrinárias. O Espírito não permanece deformado perpetuamente pelas enfermidades físicas da encarnação. As dores do corpo pertencem ao corpo. O que permanece são os estados morais e psicológicos cultivados pela alma.
Essa compreensão possui consequências filosóficas gigantescas.
Ela demonstra que o verdadeiro centro da existência humana não está no corpo, mas na consciência.
O cérebro não cria o pensamento. O Espírito pensa através do cérebro.
A matéria não produz a alma. A alma utiliza a matéria temporariamente.
E quando o organismo cai no silêncio do sepulcro, aquilo que realmente somos continua vivo, consciente e responsável diante das leis eternas da vida.
Talvez por isso este estudo permaneça tão atual mesmo após mais de um século e meio.
Porque ele não fala apenas da morte.
Fala da responsabilidade invisível que carregamos todos os dias dentro de nós.
Cada pensamento constrói nosso futuro espiritual. Cada sentimento modela nosso perispírito. Cada escolha define a qualidade de nossas percepções além da matéria.
A Doutrina Espírita não oferece ameaças. Oferece lucidez.
E talvez poucas coisas sejam tão solenes quanto compreender que a eternidade começa agora, dentro da própria consciência humana.
FONTES:
Revista Espírita
O Livro dos Espíritos
O Céu e o Inferno
Traduções e estudos doutrinários de José Herculano Pires.
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Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.
Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.
No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.
Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.
Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…
Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.
Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.
É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…
Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…
Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.
E, depois disso, não há retorno.
Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.
Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.
TEXTO SOBRE FAZER ESCOLHAS
Somos humanos, seres pensantes e estamos à mercê das incertezas diárias da vida. É um ciclo natural.
Fazer escolhas nunca precisou ser fácil, principalmente as mais decisivas. Porque não é mesmo, todos sabem que não.
O fato é: escolher por mudar a atual situação te faz mais feliz? Dá-te mais segurança? Enche-te de expectativas? De esperanças? Faz-te sonhar com um futuro maravilhoso? Se a resposta for sim, você já sabe o que fazer. Seguir em frente nunca foi errado e se em tudo há um propósito, Papai do Céu te iluminará a cada caminho trilhado, não tenha dúvidas. Não há tempo perdido, há tempo de aprendizado e superação.
Erga a cabeça, mantenha os pés firmes no chão e vá viver intensamente! Tem um mundo enorme e todo especial lá fora, somente à sua espera. Quem te ama te entende e dará todo suporte necessário para enfrentar as noites traiçoeiras. Agora, ser feliz só depende de você e você só depende de suas escolhas.
Fica a dica.
Não é uma Rosa
Gostaria de começar a escrever esse texto expondo suas características, das quais, eu acho incrível, ou, simplesmente falar como te acho deslumbrante, poderia começar a falar de sua beleza cativante, ou também poderia começar a falar de seu jeito perante meus olhos.
Por que uma rosa é bonita? Por que falaram? ou por que simplesmente vemos com nossos olhos a beleza delicada que ela mostra nas suas pétalas? Mais nem todas as rosas são bonitas e algumas são bonitas e não são bonitas a certos olhares. Mais nem todos acham rosas bonitas, mesmo elas sendo belas e perfeitas. Posso dizer então em virtude tudo isso que mulheres são como rosas, em virtude delas serem bonitas.
Ah, estava falando de você, e comecei a falar de rosas, beleza, e pensamentos sobre rosas, será se estou querendo falar que você é uma rosa? Não, ou, melhor, sim. Em virtude dessa comparação. pode se achar uma hipotética tremenda. Mais você é uma bela rosa da qual mesmo não podendo sentir, cheirar ou vê de bem perto. Consigo descrever nessas sublimes linhas o que meus olhos vêem, o que transparece de forma simplória ao lhe vê e desde quando te conheci, só não havia chegado a uma afirmação tão óbvia.
Antes de começar a pensar várias coisas e achar que tudo isso está incompleto e que vejo apenas um lado, digo, até as rosas tem espinhos, sim, rosas não são só rosas, rosas são rosas com espinhos também, alguns evitam tocá-las por medo de se machucar, ou simplesmente por não achar que deve se tocar. Rosas devem ser tocadas de uma forma delicada, e não deve ignorar os espinhos. Agora você pergunta-se, eu tenho espinhos? não, pode ter o que chamam de lado negativo, algumas falhas, se rosas tem, porque você não teria.
Não, você não é uma rosa, é como uma rosa, você tem sim, lindas características, podem até não dizer de uma forma tão explícita, tem um jeito delicado de ser, ou até mesmo bruto de ser comparados com outras rosas, mais não faz que não seja uma rosa. Bonitas palavras, belas, conquistam, encantam, mais aqui não quero isso de forma direta, quero que através dessas palavras entendam, o que eu vejo em você, que você pode até mesmo depois disso tudo olhar-se no espelho e perguntar, será tudo isso? Enquanto faz essas perguntas, já disse que sim, deixe de teimosia.
Mesmo que o meu tato nunca te sinta rosa, meus olhos, meu pensar, meu desejar, meu viver te sente delicadamente há muito tempo. Não, não sou louco e nem doido, não tenho medo de expressar tudo isso, não tenho medo de viver. Tenho medo de não viver. Tinha medo de que nunca poderia te dizer que você é como uma rosa
Vou procurado às palavras certas para esse texto, afirmo que não sei exatamente o que pretendo escrever, más a cada palavra escrita, vou descobrindo o real sentido desse texto. As palavras viraram as minhas, mais sinceras amigas. Estão tudo e motivo para escrever algo.Termino esse texto com o seguinte pensamento,
VOCÊ DE IMEDIATO PODE NÃO SABE O RUMO QUE QUEIRA TOMAR NA SUA VIDA ,MAS A GRAÇA DE VIVER E DESCOBRIR AS RESPOSTAS NÓS PRÓPRIOS ERROS.
Eu sou fria, sou sem graça e muitas outras coisas das quais não ficariam tão bem em um texto, não estou escrevendo pra te dar moral, é pra ver se consigo calar isso que existe dentro de mim. Eu não posso gritar para o mundo, eu não sou tão corajosa, não uso as roupas que tenho vontade de usar. Eu não me importo com meus sentimentos, eles são casas sujas, eu não zelo por eles, eu não me importo mesmo, eu pareço ter mas, é bem lá no fundo que eu tenho algo pequeno, não foi o que sobrou, é o que tenho desde que eu sou eu mesma.
Eu não quero que cresça porque vai doer mais. Mas que droga, eu sinto ódio por parte disso, não faço meu mundo girar em torno disso até porque, eu sei que tem mais coisas em jogo.
Eu não gosto quando eu entro na piscina e as pessoas jogam água no meu rosto, eu não gosto de andar na chuva, eu sinto agonia. E a verdade é que eu gosto do verão mas não consigo me acostumar com meus braços colando de tanto suor.Eu não posso ficar calada, sozinha e chateada, sou muito auto-destrutiva, quase todas as meninas são assim, mas me olho mais como um ser humano do que como uma mulher.Eu gosto de acordar e ficar na cama me espreguiçando, gosto de dormir com o cabelo solto, eu adoro comer pão esquentado na chapa com bastante manteiga derretida.Eu gosto de assistir desenho com meu irmão e saber do que ele gosta e como ele pensa.Gosto daquela brisa gostosa e fria que o anoitecer traz, gosto da cama da minha mãe.
De sentar e jogar cartas e rir e só, ter coisas pra conversar, falar sobre tudo com alguém.Ter liberdades que eu declararia só minhas, não quero enxergar com os mesmos olhos que todos vêem, eu aprendi.Eu gosto de objetos que me expressem e de músicas e gestos e assim sucessivamente , '' Não sufoque''.
Mesmo quando eu não sei o que escrever eu tenho algo que precisa ser escrito , está num lugar bem escondido do meu cérebro, tudo que eu encontro por lá eu tenho que colocar no papel.Agora, eu não tenho nada para escrever mas eu tinha muita coisa acumulada.Olha, não me compara, só porque faço coisas erradas , ou nem sempre , isso não quer dizer que sou uma má pessoa. Eu só fiz o que eu tive desejo, eu me entreguei nas palavras e se uma pessoa me conhece bem sabe que às vezes me comporto como um ''tormento''.Eu não gosto do que eu sou e do que eu faço, mas parece necessário pra mim, não faço coisas tão ruins, me gabo por não conhecer o mundo direito, eu tenho que passar por tantas e tantas coisas ainda.
A única vontade que sinto é me mudar, pra bem longe, procurar quem sente minha falta , mas vai doer porque vou saber que por mais que as pessoas não saibam, eu faço uma diferença enorme na vida delas, às vezes em anonimato, dói saber que a pessoa que te chama de inútil foi a mesma pela qual você lutou. No final de todo o meu dia eu só peço perdão mas sabendo que quem deveria pedir perdão não dá a miníma pra minha existência.
E agora, venha até a mim e perceba como estou ... sorrindo!
Texto escrito e encontrado na última folha do caderno.
— Há quem diga que não existe amor à primeira vista, há pessoas que dizem que amor é algo tão confuso à ponto de chorar, e após um tempo, sorrir. Existem certas histórias de amor que são escritas assim; Brigas, desentendimentos, lágrimas, porém, também, sorrisos verdadeiros, abraços fortes e calorosos, beijos intensos. Há quem diga que isso não passa de amor passageiro, dizendo que o primeiro amor é sempre um fracasso. Não! Não é um fracasso. Fracassa, desiste, quem quer, porém, com paciência e carinho o primeiro amor se torna algo incrível. Não é fácil de esquecer daquele primeiro beijo que foi dado, não é fácil parar de pensar que tudo que realmente desejava, era ele(a) ao seu lado. É confuso, eu confesso. É estranho, sim. Para quem nunca amou, é até diferente, se é que me entende. Afinal, borboletas você começa à sentir no estômago, e já não suporta à ideia de ver alguém próximo da pessoa que você ama. Sabe, começa a acontecer aquelas briguinhas bobas que no final da tarde se tornam beijos carinhosos, palavras fofas e declarações de amor, demonstrando arrependimento e sussurrando baixinho, sabe? Perto do ouvido: ‘Eu tenho medo de perder você’. É tão clichê, mas é tão lindo quem vive um amor assim. É, é feliz quem têm um amor assim. Tão sincero. Costumam dizer que nada é para sempre, que o para sempre, sempre acaba. Isso é algo assustador. Principalmente pra quem vive e depende de outra pessoa para ser feliz. Imagina só como seria se tudo acabasse… Oh meu Deus, dói só de imaginar presenciar uma história de amor acabar. É, é assim. Quem ama, realmente fica sem ideia do que aconteceria ao ver a pessoa que ama, virando as costas indo embora. Bem, me dizem que o jeito é não desanimar. E pensar positivo, afinal, nada irá pra frente se negativo, começar a pensar. Existem textos explicando as pessoas o que seria o amor… Mas me responda, o que é o amor? Eu sei, tentei explicar, mas vejo que a minha tentativa fracassou. É, desconfio que apesar de tentar, o amor, eu nunca conseguirei explicar… Mas é assim, é o amor. E isso? Ah, isso acabou se tornando um resumo de tudo que eu vivo, entende? Borboletas no estômago, declarações, beijos… É, é isso.
Faço esse texto, tentando representar um pouquinho todas as suas fãs, que não são poucas, vou fazer isso falando tudo o que eu senti, pois tenho certeza que todas se sentiram como eu.
Tudo começou quando o cantor goiano Diego Falk entrou para a garagem do Faustão com seu vídeo “Quero Você”. A primeira etapa era fácil, tínhamos que clicar nas 5 estrelinhas todos os dias, e o Diego se classificaria.
Alguns meses depois já no final de novembro, recebemos a notícia de que o Diego Falk seria escolhido para participar de uma votação que determinava “O garagista da semana” podíamos votar todos os dias, quantas vezes quisessemos. O Diego, fez twittcams para animar a galera que votava com ele, passamos dias e noites inteiras, em busca de conquistarmos o prêmio que seria a ida do Diego no Faustão, e claro depois de muita dedicação, e luta ganhamos.
Passado algumas semanas, recebemos outra grande notícia, o Diego estaria concorrendo “Melhor Garagista dos Melhores” essa sim, foi bem disputada. Passamos dias inteiros votando, sem comer; noites mal dormidas, isso quando dormíamos, e assim foi desde o dia 09 de dezembro de 2011 até o dia 15 de dezembro, nos último dia pensamos que não iríamos conseguir mais essa vitória, mas continuamos correndo atrás do nosso sonho. O Diego sempre confiante, nos passando mensagens de paz, amor, felicidade e esperança, mesmo quando estávamos perto de perder. Votamos, mesmo com dor, com sono ou fome, votamos com todas as forças que tínhamos.
Pessoas entravam na nossa twitcam para insultar nosso ídolo e nossa família, e mesmo assim o Diego continuou forte, ignorando qualquer tipo de comentário e nos pedindo para não perder tempo respondendo.
No último dia estávamos perdendo com 3% de diferença, e fomos votando, votando... até conseguirmos empatar, mas claro não foi só com a Família Falk que contamos, contamos com a ajuda da Família Munhoz, Família F292, Fã Clubes do Nx e muitos outros que nos ajudaram muito.
Faltando vinte minutos para o horário pré-visto para acabar a votação, contamos com a ajuda do Gu Munhoz e do Rafa da F292 fazendo twitcam, para pedir votos, o que fez com que nós virássemos o jogo, e ganhasse mais essa luta.
Depois de 06 dias votando, sem parar, vimos o resultado, vimos a nossa vitória. E pela primeira vez vimos o nosso Ídolo Diego Falk chorando, por ter conquistado essa batalha tão competida, podíamos ver nas suas lágrimas a felicidade de ter conquistado esse prêmio. E as noites mal dormidas, ou sem dormir; as fomes que passamos; as dores que sentíamos em todo o corpo, era muito pequeno diante de um choro de felicidade como esse. Tudo que passamos nesses 06 dias valeram muito à pena, nada se comparava ao tamanho da nossa felicidade ao realizar um sonho não só seu Diego, como nosso também.Nesses 06 dias, choramos, gritamos, pulamos, mas no último dia quando recebemos o resultado de todo aquele esforço, sentíamos algo muito mais forte, que nos fazia arrepiar, chorar, gritar , pular, enfim uma mistura de tudo junto, pois vimos que nada foi em vão, que cada esforço valeu a pena.
Com 06 dias vendo e ouvindo você todos os dias, reconhecemos mais uma vez, a pessoa humilde, calma, alegre, carinhoso com os fãs, e que acima de tudo nunca desiste dos seus sonhos. E pelo menos eu Diego, tenho você como um exemplo de vida, aprendi com você a nunca desistir dos meus sonhos.
Diego, eu queria apenas te agradecer por ser exatamente do jeito que você é, por ser esse ídolo maravilhoso, e por me fazer sentir a pessoa mais orgulhosa do mundo por ter você como ídolo, por ter você como AMIGO, por ter você sempre por perto.
Aah, e quando você for lá no Faustão e ficar famoso, não esquece da Dessa aqui não, porque ela te ama muito, e não daria conta de ficar longe de você.
Enfim Diego, você me traz paz, amor, felicidade, e muitos outros sentimentos bonitos. Se você está feliz, eu sorrio junto contigo, se você está triste, eu vou estar triste com você, e nunca se esqueça que pode contar comigo sempre, mesmo que seja de madrugada, kk e não se esqueça que: eu te amo muito, muuito, muuuito !! s2
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