Texto de Desconhecido
O celular
Toca
Número
Desconhecido
Atendo
Ouço uma voz linda
É a moça do beijo
Você deixou seu
Guarda chuva
Comigo
Sim sou eu
O guarda chuva
Foi com você
E com isso perdi a
Entrevista
De emprego
Estou parada em frente
Do prédio
Toda molhada
Sério mesmo
Qual endereço
Te levo agora
Passo o endereço
Ele responde
Estou também nesse
Mesmo endereço
É meu local de trabalho
Já estou descendo
Coincidência, destino
Vamos ver.
Como assim mesmo endereço
Os carros estavam
Sentidos contrários!!!!!!!
Desconhecido desejo.
Em um desconhecido desejo meu...
Sensível é essa minha inspiração...
De olhos firmes...
Conversando comigo...
Nesse chão que pisamos...
As janelas certas...
Bem de fato não sabemos...
Sinceras melodias eu ouço...
Vou viajando com meus olhos da alma....
Mesmo errando as linhas...
Vou juntando Versos....
Das frases que não eram frases...
Suponho eu...
E agora...?
O que fazer...?
Talho ao meio uma folha de papel...
Queimo a parte que não deixa minha inspiração prosseguir....
Verdadeiras conversas....
Comigo mesmo eu vou dialogando...
Um alerta no pensamento....
La vou eu ultrapassando paredes...
Ah se eu pudesse...
Acolher todas as letras que deixei....
Faria delas...
Outos versos...
Outras melodias...
Canções belas de bater e doer....
Quero abrir os meus ouvidos....
Deixar uma voz pura me falar...
Ilusões e decepções...
Preciso mais...
As pessoas eu amar....
Horas em horas....
Desacato e vou confrontando minha imaginação...
Compreensivas são essas dores....
Mas...
Vejo que não é por obrigação...
E sim...
Por necessidade de amar...
Vou sim...
Mesmo que o sangue venha em mim coágular....
Em cada confronto
Vou adicionar no Desconhecido Desejos ,vontades , prazer e compreensão...
E por final...
Amor e perdão....
Assim....
O sol que era Indesejado...
Teve também seus fragmentos...
E agora farei dele...
Inúmeros momentos...
Nas primícias....
Encherei baldes de poemas....
Só vejo o tal desconhecido de mim se aproximar...
Eu...
Na idade mínima...
A palavra ja diz tudo....
Os dias passam...
Acolho-me com o pedaço de papel que ficou...
Vejo miragens...
Vejo paisagens....
Maldita hora...
Que me fez regredir....
Agora é minha vez de me vingar...
Vou causar uma dor....
Setenta vezes sete mais naquilo que quase me amputou...
Risonho ficarei....
O vento que sopra ao meu favor...
Ele irá até me entender....
Não colocarei cortinas...
Muito menos persianas....
Porque desse horizonte que se afastou de mim...
No grito máximo de minha voz....
O que está escondido....
Não irá tolerar....
No sentir a vida...
No viver a vida...
Vou lacrar e lavrar na tábua do meu olhar...
A doce vingança será um sabor...
E dela...
Beberei até a última gota de Mel.....
E vou até saborear...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que voa.
"QUANTO MAIS CONHEÇO O SER HUMANO, MAIS AMO OS ANIMAIS." - Desconhecido
Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e nesse dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade. (Leonardo da Vinci)
AVISO PARA QUEM VISITAR MINHA CASA:
1. Lembre-se de que vários gatos e cachorros vivem aqui. Você não.
2. Se você não quer pêlos de gatos ou cachorros em suas roupas, fique longe dos móveis...
3. Sim, eles tem alguns hábitos desagradáveis. Eu também, assim como você. E daí?
4. CLARO que ele cheira como gato ou cachorro, seu cheiro não é nem um pouco melhor que o deles...
5. É da natureza deles tentar cheirar você. Por favor, sinta-se à vontade para cheirá-lo também.
6. Eu gosto deles muito mais, mas muito mais mesmo, do que da maioria das pessoas (eles são sinceros)...
7. Se tiver que escolher entre eles e sua visita, escolho eles.
8. Para você, eles são gatos ou cachorros. Para mim são filhos pequenos, andam de 4 patas e não falam tão claramente... mas eu entendo perfeitamente. Eu não tenho nenhum problema com nenhum desses pontos. E você?
Se tiver, nos vemos em algum outro lugar... ou não...
Pois bem, data vestida de gloria e de amor.
Em país desconhecido nasce o par, o par de um já existente.
Sem objetivo, sem dinhero e sem fé.
Ele vai vivendo, sonhado alto, voando quando perde o tato.
Vai encantado pela doce e flutuante menina, que lhe mostra o que é o amor.
O medo do desconhecido, os sorrisos pelo proibido.
A flores dadas e raras, sorrisos despertam do nada.
Abraços fortes, cheiros e beijos.
Amem, assim seja belo, assim seja eterno e feito.
Simplesmente indecifráveis.
Dunas de areia talvez?
Cercando o desconhecido...
Pra que incensatez,
Se não existe nada parecido
São seus olhos...
Um par de beleza impar.
Olhos felizes e duvidosos...
Abrigo do sonhar.
Perdido sem mapa...
Movido pela emoção...
Trilhando seus olhos,
Em busca do coração
Que em sede permaneça,
Teu rosto intocado...
Que em paz envelheça...
de preferência ao meu lado.
UTOPIA
Talvez fosse o desconhecido a lançar ao léu
A inexatidão de sentidos e emoções torpes.
Ignotas rotas de um destino, onde os caminhos
Contorcem-se em labirintos espelhados,
Refletindo um brilho obtuso e hipnotizador.
São os ímpetos do âmago despertados
Pela cruel mágica da criada ficção
A idealizada satisfação do humano alienado
Construindo redes a fecharem-se em ação
Ao redor do ideal, outrora projetado!
Meus primeiros passos em direção ao (des)conhecido...
Um horizonte de beleza estonteante...
Mas não tenho pressa...
À minha frente, tenho o infinito e sou eu o construtor desta jornada...
Com essa imensidão me vejo sem limites...
Não quero um objetivo nesta caminhada... quero apenas a trilha e dela retirar a sede da conquista...
Passo a passo, me encontro a caminhar...
Com essa infinitude em minha frente não há retorno, não questiono o que se passou...
Se olhar para o lado e você estiver caminhando comigo...
Abrirei logo um sorriso, te oferecerei minha mão para andarmos juntos...
Frente a um mundo...
Que se abre a cada segundo...
A cada andar, sem querer chegar a um fim...
Quando nossos olhares se cruzaram e chamou-me para junto de ti...
Sem contestar eu vim!
Pão de amor
Na busca frenética do desconhecido
Deixei os meus defeitos amostra.
No outro lado estava você sorrindo,
Na incansável amizade que me devota.
Senti que precisava ver algo impossível,
Numa relação de novos valores com a vida.
Era uma provocação do alto me afligindo,
Para que eu saísse da inércia, e agora!
Esse meu incomodo era um toque especial,
Divino e bem suave que alimenta a minha fé.
Trazia a paz impossível a todos os homens
Você está lá e cá, mas sempre presente!
Eu não sabia que o sentimento instalado,
Era uma resposta as constantes orações.
Presença pura eu testemunhava neste momento,
Fruto do toque Santo dentro do meu coração.
Agora aprendi a repartir o pão de amor,
E no silêncio preparo outros corações.
Digo ao Pai Celestial que os toquem com louvor,
Através dos cantos e das minhas petições...
Talvez
Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por alguma razão nossos caminhos colidiram algumas vezes na vastidão colorida e composta por melodia, costumo dizer que desenhada à mão.
Eu não sei quando, e enquanto isso eu ando vagando pela noite cantando, dançando, sorrindo, gritando, flutuando, em algum lugar ele pode me ouvir, e talvez perceba que o sorriso acontece dentro de mim.
Então eu continuo a cantar e mais um pouco de criação eu estarei a imaginar, e lá você pode me escutar. Eu costumava a ser mais seria, e você passou e me distraiu, as madrugadas passaram a ser meu maior defensor. Durante o tempo em que eu situava, algumas flores deixei em varias mãos carregadas de sorriso, perfumadas com um cadinho de paz.
Caminho, cantando, observando o céu carregado de tons azuis, cor de mar, cor imensidão, grande vastidão é o coração.
Eu costumava a ser mais seria, até você chegar e me distrair sem reparar, seria bom você acreditar que existe paz em algum lugar, então faria sentido eu te olhar e sorrir sem esperar.
Eu costumava a ser mais... Até você chegar.
E algo vai mudar alguma coisa já mudou e continuará a metamorfose não deve parar.
E eu, estarei pela noite a cantar, eu também costumava a lembrar...
Eu costumo acreditar que o tempo é um cadinho da esperança que habita lá e cá.
Seja no ponto azul terra/mar ou na estrela vermelha que costuma a palpitar.
Talvez... O Tempo só seja a nossa indagação.
O tempo me levou a um lugar
completamente desconhecido
onde jamais imaginei me encontrar.
O tempo me levou os amados,
alguns entes queridos,
sorrisos,
amigos
mas também levou minha tristeza
e a sensação de não pertencer,
de não estar.
E honestamente se houvesse algo
que eu pudesse pedir ao tempo,
seria que continuasse a tudo e todos levar,
que arrancasse as raízes,
revirasse as florestas
e deixasse às sementes
a missão de recomeçar.
O tempo já foi meu inimigo,
meu amigo também,
apagou feridas incuráveis,
e abriu algumas que acreditava estarem fechadas,
usando de uma crueldade
que cheguei a achar
que não poderia ir além.
A maldição e o dom
entrelaçados
nas estrelas,
derramando em sua poeira
a queimadura e o refrescar,
um coral que dedica sua vida inteira
a uma canção,
que anuncie a morte,
a vida,
o recomeçar.
Algo contido na honestidade, é não utilizar aquilo que é desconhecido ou mal definido. Isso não é regra.
Por exemplo, eu honestamente não deveria falar sobre o amor, já que ele me é desconhecido, não definido. E para aqueles que dirão que o amor é indefinível, temo que seja apenas uma fraquesa, de não querer definir para não cair em contradição ou até mesmo colocar em cheque o próprio sentimento. Tem medo do próprio caos que há dentro de ti? Já é hora de crescer!
Quando criança somos curiosos, quando jovens somos determinados a ir atrás do desconhecido, quando adulto ficamos preso ao passado, quando velho vivemos plenamente.
Assim digo quando criança somos cegos, quando jovem nossa visão é embaçada, quando adulto olhamos para trás, quando velhos aprendemos a enxergar propriamente.
fato distantes
apreciativos demais,
abrupto, pois então se foi,
sentido quase desconhecido,
passagem do quase o nunca se foi...
uma lembrança vivida em tantos momentos,
para o qual se destina pura imortalidade,
por que foste um detalhe de um sonhos obscuro,
momentaneamente os espaços somem com passar...
do tempo, devorando dia pós dia num ador sem fim,
meramente a solidão são traços cruéis de sonhos perdido.
por mais distante que pareça memorias me fazem chorar.
O amor é algo surreal,
Anormal pra quem nunca sentiu nada igual,
Esse sentimento é desconhecido,
Apareceu repentinamente,
O nome dela não sair da minha mente.
Alguém que ficava sozinho pelos cantos,
Nunca notado, que vivia nas sombras desorientado,
Andado solitário nesse mundo de espinhos,
A onde o amor é difícil de acreditar,
Talvez seja apenas mas uma brincadeira desse mundo comigo,
Mas vou me entregar a ela e apenas confiar no seu amor.
Voando...
Voando como uma borboleta
em jardim desconhecido,
procuro me soltar
e fazer de cada momento,
uma passagem anônima
entre as flores coloridas
que começam a se destacar
anunciando,
uma primavera prematura
que vai lentamente,
afastando um inverno indeciso,
perdido, em tardes ensolaradas.
by/erotildes vittoria
Vida sem alegria, história sombria
Este poeta é desconhecido
Veio a inspiração, surge a poesia
Ele almeja tornar reconhecido
O autor deste texto quer receber carinho
Deseja ter bons amigos
Fica o dia inteiro sozinho
Passa despercebido
O escritor necessita desabafar
Descreve o que sente no papel
Sidinei gosta de declamar
Pensa sempre em ir para o céu.
A Primeira Reação do Ser Humano diante do Desconhecido, É o Medo.
E é este medo que trava todas as possibilidades de Desfrutar Algo Novo.
Permita-se avançar diante de suas barreiras, Só Assim VOCÊ poderá Aprender com as dificuldades do Desconhecido, e também saberá como foi Ótimo Saborear as Coisas Boas das Novas Possibilidades.
Ricardo Deric
Hoje é o Início
Hoje é o ínicio de tudo
Início de coisas novas
Buscar o desconhecido
Ativar sentimentos bons
Acreditar em um novo recomeço
Rir bastante
Sentir a brisa fresca
Tocar as flores
Desejar novas conquistas
Externar tudo que esta oculto em mim
Chega de silêncio
Preciso gritar
Alguém precisa me ouvir
Esse grito preso na garganta
Onde as minhas cordas vocais sobressaltam
De tanto gritar
Tamanha minha dor
Ecoa longe nos caminhos mais longíquos
Mas...
Ninguém me ouve
Hoje é o início do recomeço de nossas vidas.
Lívea Messina Nunes.
Amar o desconhecido
É não parar de sentir frio no estômago
É quase acostumar-se a viver em sonhos
É fazer do lúdico estado permanente do seu ser
É viver em latejo
Sucunbir os berros da alma silenciosos e sublime
Apelo em códgo de um naufrágio no mar negro e gentil da alma.
Como um doce veneno em um cálice de vinho...
Sim; tudo é novo, era desconhecido.
Em poucas palavras desejo descrever o que sinto, mas como, em poucas palavras, descrever algo tão grande?
Arrisquei-me mesmo sabendo que poderia machucar-me...
Arrisquei-me, mesmo sabendo que poderia sofrer; e arrisquei-me, mesmo sabendo que poderia me arrepender.
E tão feliz, agora estou, em ter arriscado, em ter me submetido a passar pelas mesmas dores e mesmos fracassos. ..
Arrisquei conhecê-lo, e quão grande é a alegria que sinto, meu coração quer saltitar... voar... te amar...
Eu sei, é tudo novo, mas é o que meu coração quer, é o que eu quero!
Eu arrisquei, sem medo e quero tentar na esperança de ter encontrado o que sempre sonhei.
Deitada, na escuridão do meu quarto, meu coração chama pelo teu nome, e entristecido fica, ao perceber que não foi ouvido, mas ele continua gritando, continua persistente, continua na mesma esperança que eu, que é ser ouvido e ser amado, como eu também quero ser amada.
