Texto de Conscientização

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⁠- Estrela Oca

Todas as estrelas se comparam, da mais brilhante á mais ofuscada pelo céu

Não há diferença se enxerga o brilho delas unicamente, tornando-as o pitéu

Mas se preocupam mais em diferenciar
Do que observar
A beleza
A natureza
Que é o brilho de cada dessas estrelas

No fim toda luz é temporária
No fim toda ida é solitária

A caso todos são semelhantes por dentro
E poucos são verdadeiramente amados
Se preocupe em ser único, para que não seja comparado.

Inserida por Rhubi

⁠Sou professora (aposentada) já entrei em depressão por causa das fortes críticas que recebi quando dava aula porque sempre hiperativa corria o tempo todo para me destacar em meu trabalho, nunca gostei de aula expositiva sempre buscava métodos novos para ensinar porque essa era minha motivação para trabalhar numa carreira tão ingrata, as pessoas não me perdoaram, foi porrada em cima de porrada. É difícil não entrar em depressão nessas horas. Eu me segurei muito no meu jeito de me apresentar como educadora para ser melhor a cada dia que eu mal dormia para fazer o meu trabalho ser maravilhoso, mas tive momentos de chorar no chão, deitada em posição fetal”.
A bipolaridade não aparece de repente. Você nasce ou não com ela. Na verdade, essa é uma característica minha que comecei ser bem tarde tratada.”
A dificuldade, quando alguém entra em depressão, é achar que vai sair disso sozinho. É como quebrar um uma parte do corpo e não tratar.

Inserida por Celyteixeirafrases

⁠Se desconstrua.

Existem certos padrões de criação que passa de geração em geração. Vivemos sob uma criação onde muitas vezes é machista e preconceituosa, nossos antepassados eram, passam para nós, nós passamos para nossos filhos, esses ensinam aos nossos netos, é assim sucessivamente.
Mas até onde, tem sido prejudicial? Até quando vamos viver sob esse ciclo vicioso? Sinceramente eu não sei, tenho feito uma reflexão diante de diversas situações que se enquadra nesse contexto “O que para você pode ser uma piada, para o outro pode ser trauma”.
Sim, muitos tem como “mimimi”, mas brincadeira só é de fato considerado assim se todos os envolvidos estiverem de acordo.
Caso contrário, se fere alguém, deixa de ser facilmente engraçado e se torna desrespeitoso. De quem é essa culpa? Minha? Sua? Nem sempre…
Está muito ligado a nossas experiências de vida, a nossa criação, ao que vemos no dia a dia, a falta de informação que temos pois somos criados apenas com o básico para sermos alienados pois é o que mais convém, e se não tomarmos cuidado passamos a ferir diversas pessoas.
Quantas vezes usamos frases racistas, sem conhecer o mínimo das histórias passadas, como (criado mudo, feito nas coxas, sem eira e nem beira), um dia isso foi uma piada feita por alguém, tornou-se um ditado popular que muitos de nós já utilizamos, mas já feriu tantas pessoas. Assim se enquadra expressões xenofóbicas, como os termos usados com nordestinos, expressões homo fóbicas machistas e preconceituosas de todas as formas.
O que venho trazer com esse texto?
Quero que você reflita, o quanto uma pequena palavra pode ferir alguém. Pense sempre antes de fazer uma brincadeira, que pode ser o trauma de alguém, que pode sim facilmente ser a gota d’água que falta no copo de alguém para muitas vezes procurar o pior caminho para acabar com a própria dor, vocês sabem do que estou falando.
Inclusive tem sido uma grande causa mundial.
Errar é humano, podemos se expressar mal, agir de maneira errada. Isso sem dúvidas! Porém se acontecer com você, caso seja repreendido, se permita ouvir, procurar sobre o assunto, ter empatia e entender o lugar do outro. Pois pode ser simples pra você, e para o outro não.
Se desconstruam, se reconstruam. E viva melhor.

Inserida por VanderleyAndrade

⁠Causa e Efeito

Dread lock causa medo
E vem da ancestralidade
E faz o homem preto
Encontrar sua identidade

Identidade, cultura, religião
O branco tirou do preto
E colocou grilhão

O navio negreiro
Que partiu de angola
E chegou no brasil
E fez o negro pedir esmola

Racismo é crueldade
Me causa indignação
Por isso escrevo poema
Para falar com o coração
Falar da pele negra
Que sofre com mazelas
Preconceitos, injúrias, violência, miséria
Marcos Capacete

Inserida por marcos_capacete

⁠Estou onde estou mas
não onde quero estar
falo o que digo sem falar
Sou a indecisa que dissidio ficar
no silencio a observar

Cada dia que passa
passa mais um dia
A noite fica mais fria
e o dia mais quente
mas aquela do canto
nunca será consciente

Os minutos passam a correr
os segundos a voar
mas a menina do canto
apenas os vê a passar
Será isto justo?
ou a injustiça disfarça´
Que a menina do canto
faz parte da minha farsa

Inserida por pl81

⁠É superficial o sistema pra nós de cor
super antiquado, paranoico sem pudor
arrebatam nossa ideologia e pensamento
nos julgam delinquentes desde o primeiro momento
Exibem em telejornais numerologias e estatísticas
dizem contra nós, falsas características
nos colocam em um lado totalmente vulgar
como “bichos em favelas que é o nosso lugar”
Bagunçando os lixos com tal voracidade
sendo olhado com nojo sem nenhuma piedade
crianças sonhadoras, largadas ao léo
jovens talentosos provando o amargo do féu
Brasil mostra a sua cara e não tenha medo
de olhos vermelhos roupas rasgadas e pólvora nos dedos
a vergonha que cobre o espírito da nação
o dinheiro que da mais para o outro liberdade e ascensão
Movimentos e passeatas de nada “adiantou”
de boa intenção Isabel até que tentou
mas a ignorância fala mais alto junto ao egoísmo
quem poderá nos libertar do Preconceito e do Racismo???

Inserida por elton_ton

Brasil Em Prantos

⁠Tantas vozes silenciadas
sob os cuidados da pátria amada.
É o choro da mãe que abraça
o corpo do filho sem vida,
vítima de balas direcionadas e não perdidas.
E não importa se seu escudo
é da esquerda ou da direita.
O sangue derramado é vermelho
mas a dor, a dor é preta.
É o amor que agoniza.
É o ódio que mata.
Onde está a liberdade nesta pátria democrática?
Ser, amar, existir não é proibido
mas por que ainda há vidas sendo interrompidas por isso?
É uma floresta que queima, um povo que chora
vendo a sua história indo embora.
É uma ancestralidade humilhada,
cansada de ser atacada
por uma ganância cega que não acaba.
E ai daqueles que recusarem toda essa opressão.
Nesta terra onde quem fala,
onde quem luta é engolido pelo chão.
De Chico Mendes à Marielle Franco.
Quantos se foram?
Quantos ainda irão?
Mas que ecoe a certeza
de que nenhuma luta foi ou será em vão.

Inserida por Jonald

⁠De origem jornalística

À Manuel Bandeira e seu
personagem “João Gostoso”.

Zé Negão, ajudante de pedreiro,
Andava na madrugada de sábado,
Na saída do baile pela polícia foi abordado,
Revistado
Interrogado
Surrado
Seu corpo foi encontrado
Pelas crianças
Que brincavam no terreno ao lado
Cheio de mato
Próximo à avenida do Estado,
num terreno abandonado.

Inserida por ademiro_alves

GERAÇÃO DE VALOR

Se alguém te perguntar: qual é a sua geração?
Talvez espere uma resposta, tipo:
Sou Geração X, Y, Z…
Mas e se você lhes disser que não?

Você é uma geração de valor,
Que não se prende a um rótulo,
Que vive cada momento com fervor,
Que enfrenta cada obstáculo.

Você é uma geração de valor,
Que não se curva à opressão,
Que abraça todas as cores e sabores,
Que celebra todas as formas de expressão.

Você é uma geração de valor,
Que não se deixa estigmatizar por uma época,
Que reconhece o seu potencial e o seu vigor,
Que transforma o mundo que o cerca

Você é uma geração de valor
Que está vivo e isso é o que conta,
Que tem um coração grande e sonhador,
Por que é uma pessoa de valor, sem dúvida.

Então, da próxima vez que alguém ousar perguntar:
Qual é sua geração?
Responda sem hesitar:
Sou uma geração de valor.


Isaac Ordous, 2023, Natal

Inserida por IsaacOrdous

⁠Nella città III - A cor da carne

Há dores que nascem antes do grito.
Não do corpo, oráculo por vezes calado,
nem da alma, que cedo se curva ao pranto.
Mas da identidade, lançada à sombra, à face do repúdio,
antes mesmo de saber-se ser.

Nasce, então, a dor sem nome,
antes que a luz do mundo pudesse tocar a pele — nua.
É o peso de um tom que destoa,
aviltado pela violência do olhar.
A cor da carne, que não é da alma,
não é identidade,
mas adorno passageiro —
incompreendido por olhos de cárcere,
que desferem o açoite mudo da ignorância,
a face vertida.

Vê:
a cor sublinha o corpo,
e não pede perdão pelo que é.
Aqueles que esperam que a cor se renda
não entendem o enigma da pele — nua,
que nenhuma voz pode enunciar.

Inserida por CatarinaL

Participe de Campanhas Informativas Sobre Prevenção ao Câncer de Pele

A informação salva vidas. Campanhas de conscientização ajudam a educar a população sobre os perigos da exposição solar sem proteção e a importância de identificar sinais precoces de câncer de pele.

Como profissional de saúde, você pode fazer a diferença. Engaje-se em ações que promovam o cuidado com a pele e incentive hábitos de prevenção, como o uso de protetor solar, roupas adequadas e consultas regulares ao dermatologista.

Inserida por WhatsApp11983586815

⁠DEPRESSÃO É FRESCURA??

Agora está menos comum dizerem algo desse tipo, geralmente é uma pessoa muito dura; totalmente prática, fechada, com sérias dificuldades para compreender o outro, para pensar dessa forma. Uma pessoa que abandona prazeres da vida, perde o emprego, sobretudo com um passado de batalhas, não teria motivos para ter uma frescura que o prejudicasse tanto. Independente de eu ser psicólogo, a medicina tem vários estudos e comprovações do quanto a psiquê / emoções contribuem para um problema físico, fiquemos com um bem conhecido: gastrite, também chamado de gastrite nervosa.

Inserida por BacellartPsicologo

⁠MANIFESTO – 2 DE ABRIL DE 2025

"Ser autista não é tragédia. A tragédia é o silêncio."
Por Diane Leite

Hoje é 2 de abril.
Dia da Conscientização do Autismo.
E se você quer realmente entender o que é isso, então sente. Leia. Sinta. Porque eu não estou aqui pra suavizar. Estou aqui pra mostrar o que é real.

Eu sou Diane.
Sou mãe.
Sou mulher.
Sou autista não diagnosticada.
Não porque não seja. Mas porque sou funcional demais, falante demais, inteligente demais…
Pra caber no seu laudo.

Tenho dois filhos autistas.
O mais velho, superdotado, escondeu o diagnóstico por medo do preconceito.
O mais novo, autista clássico, grau 1 de suporte, depende de um papel assinado pra ter acesso às terapias.

Recentemente, precisei tirar meu filho pequeno da escola.
As professoras diziam na cara dele que não gostavam dele.
Sim, em 2025.
Pra vocês verem o despreparo. A crueldade.
Foi um fato isolado?
Talvez.
Mas doeu. Doeu porque eu reconheci aquela dor.
Porque eu senti isso a vida inteira.

E a pergunta que fica é:
Até quando?
Até quando os típicos vão passar por cima dos atípicos como tratores,
destruindo a mente de uma criança de 7 anos, como destruíram a do meu filho mais velho aos 10?

Ele passou os 10 anos seguintes trancado dentro de um quarto.
Porque era o único lugar onde não existiam pessoas que machucam.
Porque lá dentro, pelo menos, ele era livre da dor social.

E eu?
Mesmo ferida mil vezes, fui criando casca.
Fui ficando forte.
Tão forte que o mundo já não conseguia mais me quebrar.
Mas ele ainda consegue quebrar os nossos filhos.

É por isso que eu estou aqui.
Pra usar minha voz — inteira, tremendo, mas firme —
pra dizer às mães de filhos autistas:

Não tentem mudar o mundo lá fora.
Mudem o mundo dentro da sua casa.
A inclusão começa no café da manhã.
No abraço.
No olhar.
Na aceitação diária de quem eles são — sem tentar "consertar" o que não está quebrado.

Foque no que seu filho tem de melhor.
Aprecie o amor que ele entrega.
Aprecie a visão de mundo única que ele oferece.
Eles não estão atrasados. Eles estão no tempo deles.

Quer avaliar Marcos do Desenvolvimento?
Faça, sim. Com responsabilidade.
Mas entenda:
cada criança tem o seu tempo.
E antes de dizer que é “preguiça”, “manha” ou “frescura”,
investigue.
Aceite o diagnóstico.
Estude.
Lute.
Use a neuroplasticidade a seu favor.

Pare de ter vergonha de ter um filho autista.
E comece a amá-lo como ele precisa ser amado.

Eles não são problema.
Não são castigo.
Não são atraso.
São presente.
Num mundo cheio de mentiras, jogos sociais e maldade,
eles são a pureza que a humanidade esqueceu.

Sim, nós temos limitações.
Luzes demais. Sons demais. Texturas demais.
Falta de organização mental, confusão com piadas, dificuldade de leitura facial.
Mas também temos foco.
Intensidade.
Fidelidade.
Talento.

Nós somos necessários.

E sabe o que mais dói?
Não é ser diferente.
É ser ignorado.

É ver seu filho ser excluído da festinha.
É ver ele ser o “bobo da corte” na escola.
É ver ele ser tratado como fardo — até mesmo por familiares.

O que é “só uma brincadeira” pra você…
pode custar a vida de um autista.

E eu sei do que estou falando.
Eu vi meu filho tentando sair desse mundo cinco vezes.
Cinco.
Porque não se sentia pertencente.

E enquanto isso, as mães atípicas como eu seguem invisíveis.
Sem laudo, sem escuta, sem apoio.
Ou somos “a forte demais”
Ou “a sensível demais”.
Mas nunca “a humana que só quer ser compreendida.”

Por isso hoje, neste 2 de abril,
não basta você vestir azul.
Não basta postar uma imagem de quebra-cabeça.
Você precisa mudar.
Você precisa olhar.
Você precisa incluir.

Porque autismo não é doença.
Doença é o preconceito.
Doença é a omissão.
Doença é a arrogância de quem acha que só existe um jeito certo de existir.

E se tem algo que eu aprendi com meus filhos é isso:
a diferença é um dom.
A pureza deles é um lembrete do que o mundo deveria ser.
E a sua aceitação pode ser o primeiro passo para transformar esse mundo.

Hoje, tudo o que eu peço é:
Nos veja.
Nos ouça.
Nos respeite.
Nos inclua.

Porque nós também somos o mundo.

— Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠INTOLERÂNCIA
.
A religiosidade individual
Não justifica o ódio
Na interação social
De quem se julga um sóbrio
Seguidor de bons preceitos
Dentre os quais o respeito
É uma regra de convívio
E quem se diz religioso
Mas discrimina os outros
É adepto do extremismo.
.
O extremismo se baseia
Na profunda ignorância
Daquele que alardeia
Que o uso da intolerância
É um método aceitável
Para cercear o inquestionável
Direito à liberdade de crença
O extremista tem mente que ora
E que em louvores adora
Mas não tem mente que pensa.
.
Nos livros sagrados
Há milhares de conselhos
Sejam como santos ditados
Ou como evangelhos
Que têm em seu teor
O exercício do amor
Como base da relação
Entre os filhos do grande Deus
Que nas entrelinhas escreveu:
‘Sem amor não há religião’.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

⁠⁠Guerreiro, determinado, um lutador desde muito cedo, na sua insistência, está construindo o seu legado,

mantendo a sua essência, mostrando a sua força contra o preconceito com inteligência e suor derramado,

não é à toa que tem o meu respeito e nem é sem razão tudo que tem conquistado e ainda conquistará no tempo certo e talvez bem mais do que tem esperado.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Não se trata de mudança de humor constante, trata-se de, às vezes, eu não conseguir fingir que estou bem. Sem perceber, às vezes sou verdadeiramente eu, e isso incomoda.
Ao não conseguir mascarar a verdade interior, sinto-me exposto à própria fragilidade, como se deixar que meu “eu” verdadeiro apareça fosse admitir que tenho falhas e medos que fogem ao controle. Essa transparência, ainda que
dolorosa, revela que a força que me sustenta vem de aceitar minhas quebras em vez de fingir perfeição.

Inserida por TiagoScheimann

A vida me fez ser uma pessoa que não pode ter medo nem inseguranças, não posso perder tempo com distrações.
Aprendi que, num cotidiano marcado pela dor, hesitar pode significar retroceder. A cada passo, preciso demonstrar coragem mesmo quando as pernas tremem. Essa imposição de resistência constante cria um estado de alerta quase doentio, cada distração vira um risco de me fazer esquecer o quão frágil sou.

Inserida por TiagoScheimann

Sou prisioneiro dos meus pensamentos.
Dentro da minha mente, a dor se repete em ciclos infinitos, como se cada lembrança fosse uma cela reforçada, sem grade visível, mas impossível de escapar. Tento lutar contra
a voz interna que insiste em rotular cada segundo como tortura, mas percebo que só reconhecendo e acolhendo esses pensamentos posso começar a libertar-me.

Inserida por TiagoScheimann

Temos que estar constantemente preparados para o inesperado, para o sabor desconhecido do fracasso, porque da vitória, todos já sabemos o gosto. Diante das crises que interromperam minha infância, entendi que o fracasso não é exceção, mas regra. Cada passo adiante vem acompanhado
de suspeita e medo, pois o peso do imprevisível me ensinou que cada “provavelmente dará certo” pode se tornar “certamente dará errado” num instante.

Inserida por TiagoScheimann

Às vezes, o destino, a vida, vão te ensinando a ser mais duro. Isso é um ato de sobrevivência. Com o tempo,
descobrimos que não é todo mundo que merecem sua risada, seu abraço, sua atenção. Essa é apenas uma evolução que faz você sobreviver mais um dia. À medida que enfrento olhares de pena e sussurros disfarçados de “preocupação”, tornei-me endurecido, proteger o coração tornou-se instinto de defesa. Essa casca emocional me impede de receber
afeto genuíno, mas me mantém vivo quando tudo ao redor parece conspirar para me derrubar.

Inserida por TiagoScheimann