Texto Bodas de Ouro
FELIZ DIA DAS MÃES
Minha mãe era vaidosa, gostava de estar arrumadinha.
Toda trabalhada no ouro...
Mas, eu sempre via nela um ar de tristeza mesmo quando sorria.
O tempo passou, eu fiquei crescido e nunca perdi esse olhar.
E o tempo trouxe consigo o mal que não queria ver
Mesmo o enxergando...
Às vezes em que eu ia lá era agraciado com aquele mesmo sorriso que transitava em seu olhar tristonho.
Hoje, voltando aqui, a saudade me corrói a alma.
Não, agora eu não quero mais nada.
Apenas cinco minutinhos!
Tempo suficiente para eu poder te abraçar melhor.
Te pedir perdão pelo rosto carrancudo.
Sentir teu cheiro e agasalhar teu sorriso triste.
AMIGOS VALEM OURO
Sibilantes moedas d’ouro
Que tilintam sua peçonha
Molestam a quem disponha
De seu valor tão louro.
Queima, Midas, rei dourado
Da ganância desmedida
Ponha ouro na ferida…
Arde, arde, condenado.
Bate relógio dos traídos
Por seus sonhos de riqueza
Ticks altos, Taks fortes.
Enforcados e caídos
Segue a eterna tristeza
Da Dinastia Iscariotes.
● A Ilusão da Permanência e o Chamado à Essência
Quantas vezes confundimos o brilho do ouro com o valor da vida? Nos prendemos ao tangível, ao material, como se isso pudesse definir quem somos ou quanto valemos. Mas será que os muros das nossas conquistas físicas não escondem o vazio de uma existência sem propósito?
O que são os títulos, as posses, as honrarias, diante da brevidade de nossa passagem por este mundo? Cada diploma, cada bem acumulado, é apenas um lembrete do que o tempo pode consumir e do que ele não poupa. O homem que busca sentido no poder e no status encontra, ao final, a solidão de uma narrativa incompleta.
A sabedoria não é medida por linhas em um currículo, mas pela profundidade com que tocamos as vidas ao nosso redor. A verdadeira inteligência não está na acumulação de conhecimento, mas na capacidade de utilizá-lo para criar pontes, aliviar dores e semear esperança, mesmo entre aqueles que nunca saberão nosso nome. O que é mais nobre: ostentar aquilo que o tempo destrói ou viver de forma que o legado de amor, respeito e transformação desafie a própria mortalidade?
A vida é agora. Não é uma promessa, não é uma espera. É o pulsar de cada segundo, o som silencioso do coração que bate e o instante que escorre como água por entre os dedos. E quando olharmos para trás, o que queremos encontrar? Um inventário de bens perecíveis ou uma história de significado e impacto?
Tudo aquilo que acumulas - carros, casas, títulos; tornar-se-á poeira. Mas aquilo que semeias em gestos de compaixão, sabedoria e amor, isso, sim, atravessará gerações. Acorda! O agora que tens em mãos é tudo o que te foi dado. Não o desperdice com o ilusório, com o passageiro. Respeita o próximo, ama-te a ti mesmo e faz da tua existência um reflexo de tudo o que é eterno.
Porque, no final, a única coisa que deixamos neste mundo não é o que possuímos, mas o que somos para os outros.
Tu és efêmero, mas tua essência pode ser imortal. A escolha é tua: viver pela aparência ou viver pelo impacto. Que farás com o instante que tens agora?
#Viva Direitinho
Aniz
Confiança Desfeita
Tu vieste com palavras tão doces,
promessas bordadas em ouro e mel,
mas nos teus olhos, vi o reflexo
de mentiras escondidas no véu.
Fiz de ti meu porto seguro,
meu abrigo contra a tempestade,
mas teus gestos, falsos e frios,
romperam a frágil verdade.
Agora retornas, com mãos estendidas,
pedindo o perdão que não sei se dou.
Mas como confiar num amor
que já me traiu e me desarmou?
Dizes que mudaste, que és outro,
mas meu coração aprendeu a lição:
confiança quebrada não se refaz
com palavras ou uma nova canção.
Teu amor, que era chama, apagou-se,
deixando apenas cinzas no chão.
E por mais que insistas e clames,
não ressuscitas o que foi em vão.
Segue teu caminho, que eu sigo o meu,
com as marcas que deixaste, aprendi.
Amar é mais que palavras bonitas,
é verdade que nunca existiu em ti.
Perseverança
Não devemos esperar ser cortadores
Ou colhedores de espigas de ouro maduras,
A menos que primeiro tenhamos sido semeadores
E termos regados os sulcos com lágrimas.
Não é apenas como nós entendemos
Este nosso mundo místico,
O campo da vida renderá à medida que o fizermos
Uma colheita de espinhos ou de flores.
04h16 | 06.jan.025 — /ainda estamos aqui/ Meu Amigo!
Reflexos de um Globo de Ouro e uma Canção
no domingo, 05JAN024, Fernanda Torres subiu ao palco para receber o Globo de Ouro por sua atuação em Ainda Estou Aqui. o aplauso emocionado não era apenas para a atriz, mas para a força de um filme que resgatou sentimentos e memórias. entre elas, o interesse renovado por um disco marcante de Erasmo Carlos, aquele que trazia a emblemática É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo.
o álbum, lançado há décadas, representava mais do que um marco do rock brasileiro. era um rito de passagem, o som de um jovem músico cruzando a ponte entre o ímpeto da juventude e as reflexões da vida adulta.
curiosamente, a música que ecoa no filme foi lançada no mesmo ano em que a trama se desenrola, quase como se o tempo tivesse dado um nó. estivesse certo em sua decepção. mas talvez também possamos ressignificá-la. a utopia não é o inalcançável, mas o horizonte que nos guia. É o sonho que nos move, inspira e dá sentido, mesmo diante do caos. se perseguir o impossível é um ato revolucionário, então que sejamos rebeldes.
Erasmo, em entrevista à revista Veja em 2021, desabafou com uma franqueza cortante:
"O mundo todo involuiu. Não era esse o mundo que eu imaginava nos anos 1970. Eu imaginava que as coisas seriam mais esclarecidas, mais modernas, mais fáceis. Eu imaginava a ciência do bem prevalecendo sobre a ciência do mal. estou decepcionado com o mundo, inclusive com as pessoas."
é uma confissão que reverbera. afinal, quem nunca se sentiu assim? hoje, parece que as crises ~ climáticas, sociais, econômicas e emocionais ~ colidem em uma sinfonia dissonante, forçando-nos a encarar o que negligenciamos: o coletivo, a empatia, a comunidade, e a nossa harmonia com o planeta.
reverter essa trajetória não é simples, mas tampouco impossível. começa pelo olhar interno, pelo desaprender de padrões que nos trouxeram até aqui. é preciso construir novos caminhos, onde a solidariedade e o bem comum sejam os guias. pequenas ações, conversas profundas, gestos sinceros ~ tudo isso tem um peso que, somado, pode redesenhar o futuro.
e, sobre a utopia, o Tremendão talvez estivesse certo em sua decepção. mas talvez também possamos ressignificá-la. a utopia não é o inalcançável, mas o horizonte que nos guia. é o sonho que nos move, inspira e dá sentido, mesmo diante do caos. se perseguir o impossível é um ato revolucionário, então que sejamos rebeldes.
entre prêmios, canções e reflexões, ainda Estou Aqui não é apenas um filme ou uma conquista. É um convite para pensar sobre quem somos, para onde vamos e como ainda podemos ~ e devemos ~ dar um jeito, meu amigo.
Se alguém me ofendeu, e daí? Minha paz vale ouro!
Se alguém me rejeitou, e daí? Eu vou ter um caso de amor comigo! Eu não me rejeito, eu não me abandono!
Se alguém me criticou injustamente, eu não compro aquilo que não me pertence, isso é autocontrole!
Você vai se relacionar com pessoas, você tem que saber que você é imperfeito, vivendo com pessoas imperfeitas!
A alma deslumbrante de Londres
Londres, antiga cidade contrastante da idade de ouro
Às vezes pelas ruas de Londres, às vezes modernas e cheias de história
Sua beleza única como os jardins de Londres
Que tantos olhares atraem
Seus vários estilos únicos como o universo
Faz de você uma atração turística como Shakespeare que caminhou ao longo do rio Tâmisa que o corta ao meio cheio de paixão louca e ardente
A troca solene de soldados
Do Palácio de Buckingham para taças cheias de vinho
Big Ben que perpetua a pontualidade britânica e nos chama a ver tamanha beleza
A London Eye que não vê nada
E de onde muito pode ser visto até seus olhos
Aos domingos e segundas-feiras, tome um brunch na Portobello Road e aproveite o centro político
O jeito londrino de ser
Com as ruas dos sentidos em cabines telefônicas vermelhas
O táxi preto, formalidades
Faça compras em Camden Town
E finalmente,
Conheça pessoas de Covent Garden ao centro político.
"Fio de ouro"
Meu coração é feito gelo que derreteu com o calor
Agora lágrimas de sangue
Percorridas aqui
Onde foi que me perdi
Ahhh meus olhos a mercê de você
A minha alma ansiosa
Por que você sabe
Eu nunca vou esquecer
Dedilhando os dedos na tela
Você não sabe mas só hoje
A esperança tola de te ver
De ouvir você dizer
Eu amo você
Esperança burra tão tola
Quanto meu coração
Que agora dói em chamas
Eu deixei o amor entrar
Um dia, talvez, o mundo vai mudar
E o que hoje vale ouro vai virar pó
E o que hoje é desprezado vai brilhar
E o que hoje é ignorado vai ter voz
Um dia, talvez, a humanidade vai acordar
E ver que o que importa não é o ter
E sim o ser, o amar, o compartilhar
E sim o viver, o sonhar, o aprender
Um dia, talvez, a realidade vai mostrar
Que tudo é passageiro e ilusório
E que só vale a pena se for para somar
E que só faz sentido se for para a glória
Mais uma de Sol e Lua
Vinde Sol, ardente e altivo, derramai vosso ouro sobre a vastidão do mundo; despertai cores, aquecei almas, comandai o dia, soberano e profundo.
Vinde Lua, serena e silente, prata líquida no véu da noite; refleti sonhos, embalai destinos, guardai segredos em seu leve e indelével açoite.
Ó, Sol, gritai vida em vossos raios fulgentes, inflamai horizontes, dissolvei sombras; sois chama ardente, pulsação do tempo, forjai, pois, caminhos onde a luz deslumbra.
Ó, Lua sussurra mistérios ocultos, véu discreto sobre o mundo adormecido; pairai etérea, musa dos poetas, guiai as marés no silêncio contido.
Sois, ambos, opostos que dançam num mesmo infinito, Um acorda, o outro acalenta, Sol e Lua, eternos amantes, na valsa cósmica que o universo sustenta.
Nas montanhas serenas do ouro,
Vejo a alma brilhar no barroco,
Cada esquina em Ouro Preto ensina
Que a beleza é também um sufoco.
Nas calçadas de pedra e silêncio,
O passado me sopra lições,
Do café ao congado, é ciência
Que se esconde nas canções.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
Na viola que chora em São João,
Há um mestre que nunca se apaga,
Com poesia se ergue um sertão
Que a dureza da vida embala.
Sabedoria que brota do chão,
Na lida, no verso, no barro,
É a arte que traça a lição,
De um povo que aprende sem atalho.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
E quando o mundo ruge sem freio,
Eu respondo com arte e saber,
Com um gole de Minas no peito,
Aprendi que é preciso entender...
Que o mineiro fala baixo e fundo,
Como quem já leu o mundo inteiro,
Entre um café e um segredo
Vai moldando o seu próprio roteiro.
ESTOU SEMPRE NA GUERRA!
ME ARMANDO COM LIVROS E
ME LIVRANDO DAS ARMAS.
O Código do Vaticano
Por trás do ouro das cúpulas, o silêncio escondeu a verdade que o mundo nunca deveria conhecer.
Era madrugada em Roma. A Praça de São Pedro dormia sob o olhar impassível das estátuas apostólicas. No subterrâneo da Basílica, entre túneis selados há séculos, o arqueólogo e linguista Rafael D’Alberti deslizou por uma abertura secreta revelada por manuscritos há muito esquecidos.
Ele segurava um códice em latim arcaico, selado com cera vermelha e marcado com um símbolo antigo: um peixe envolto em espinhos — o selo da Irmandade do Véu, uma seita silenciosa que jurara proteger o maior segredo da Igreja.
No interior da câmara subterrânea, uma inscrição gravada em mármore:
Non est Deus qui latet in coelo, sed veritas sepulta in terris.
(Não é Deus que se oculta no céu, mas a verdade sepultada na Terra.)
Rafael decifrou o primeiro enigma. Ao tocar um mosaico de ouro representando São João, o chão girou lentamente. Ali, escondido há mil anos, estava um relicário — não com ossos, mas com um livro metálico, escrito em uma linguagem pré-hebraica.
Dentro, os segredos de um evangelho perdido, atribuído a Jesus de Nazaré, escrito de próprio punho — um texto que negava hierarquias, denunciava instituições e proclamava:
O Reino de Deus está dentro de vós, não em tronos nem em coroas.
Mas Rafael não estava sozinho.
A cardeal Adriana Lucchesi, chefe da Congregação para a Doutrina da Fé, surgira das sombras.
— Você abriu o portão do Apocalipse, Rafael. Esse código pode queimar séculos de poder e fé.
— Ou pode libertar gerações da ignorância e da submissão.
Ela hesitou. No silêncio que se seguiu, o código reluzia como se tivesse vida. A decisão estava diante dela: manter o segredo… ou entregar ao mundo uma verdade que mudaria para sempre a história da humanidade.
E assim, diante do livro proibido, ambos perceberam:
a fé sem liberdade é apenas uma prisão com vitrais.
Temos potencial para vivermos uma era de ouro
com os avanços tecnológicos do porvir.
Mais tempo livre, a cura para a maioria das doenças, excelente educação, desigualdades sociais reduzidas, e a maioria dos problemas sociais sanados.
Apenas uma coisa pode impedir que isso se torne realidade: nós mesmos.
Tem gente que não sabe o que é ouro!
Olha que interessante essa frase! Vale a pena refletir não é mesmo?!?
Quantas vezes nós não reconhecemos as preciosidades que a vida nos apresenta, os tesouros que estão ao nosso redor, que estão em nós? Estamos cegos ainda para ver muitas coisas na nossa vida. Estamos buscando coisas tão longe, que parecem tão difíceis de serem alcançadas, mas que se olharmos com um pouco mais de percepção veremos que estão bem ao nosso lado, que estão em nós.
E como faz pra ver todo esse ouro? É preciso limpar o nosso olhar! É preciso olhar a vida de um novo jeito, ter um novo olhar sobre o velho. Um olhar menos crítico, com menos projeções, sem tanta raiva. Um olhar mais amoroso, um olhar mais amplo, um olhar principalmente onde eu possa ver o outro como ele se mostra, um olhar onde eu possa ver a realidade mesmo. Um olhar mais consciente.
Consciência é uma palavra que muda muito a nossa percepção, o nosso ser. Porque se não mudarmos a forma de como olhamos a vida, as pessoas, nunca vamos ver as joias raras que estão espalhadas por aí.
Vamos continuar buscando um tesouro que está bem ao nosso lado. Vamos continuar vendo o nosso ouro e acreditando que aquilo não passa de uma pedra normal, de uma bijuteria qualquer. Vamos perder a noção do quanto vale aquilo que estamos desperdiçando por não saber dar o devido valor. E só podemos valorizar algo quando nós sabemos o nosso valor, quando nós já descobrimos o nosso tesouro interior, quando nós já temos a consciência para ver tudo de um novo jeito.
Autoajuda, autoconhecimento estão aí para nos ajudar, para podermos fazer esse mergulho profundo em nós, em descobrir a nossa luz, em saber valorizar o que nós temos de melhor. Tudo está primeiramente em nós. O primeiro passo pra essa mudança começa em olharmos para nós, voltarmos a atenção para o nosso centro, em olhar para que tipo de crenças estamos alimentando em nós.
Precisamos descobrir o nosso próprio ouro, saber dar o nosso devido valor, para depois conseguirmos identificar na vida, nos outros, as preciosidades que se encontram escondidas. Olhos para ver, ouvidos para ouvir e um coração para sentir.
Texto publicado 22/06/2017
Honra do pai
Ainda que pelo ouro e pela prata alcançada.
Dou te esta minha oferta oh pai.
A ti dada a toda honra.
De ti Senhor, não se despreza e nem se zomba.
Um simples testemunho é verdade.
Diante de toda complexidade.
Eu que tanto chorei, meu coração sangrou.
O manifesto do pecado criou chagas de dor.
Sujeiras tantas, fragmentos da vida.
Um livro de páginas rejeitadas, por ti Senhor foi lida.
O inimigo percebeu e o mau se aplacou.
Causou turbulência, causou dolorida ferida.
Chorei, nas mãos do desamor.
Na vala do esgoto o inimigo pisoteou.
É verdade, a maldade é atrevida.
O senhor me resgatou.
Nas ondas do pecado.
Nas garras do perseguidor.
Mergulhei na tristeza, cheio de fraqueza, nas mãos do furor.
Supliquei, humilhei, chamei, orei, invoquei ao Senhor.
Do alto me ouviu.
A minha dor na cruz sentiu.
Nas tuas águas me batizou.
Arrancou a dor, a sujeira, as impurezas alojada por todo canto.
Batizou me com Espírito Santo.
Das garras do mal o Senhor arrancou.
Cada ato, cada benevolência, pela tua misericórdia e amor.
Seja sempre exaltado.
Seja sempre glorificado.
Honrado é o Senhor.
Arranca as angústias.
Abate o cruel perseguidor.
Aniquila toda afronta.
Qual o mal levanta.
Contra todo adorado do Senhor.
Giovane Silva Santos.
23/10/2022 10:34hs.
A minha eterna namorada !
Com tinta de ouro escrevi o teu nome,
quanto mais o tempo passa, te amar me consome.
Longe de ti não posso viver, tu não és a minha praia.
Mas, sim: O meu oceano, perto de ti, renovo os meus anos.
Tú és a estrela e a luz do meu caminho, sem te eu não posso, seguir sozinho.
Por pior que seja, a minha jornada,
querida tu és: A minha eterna namorada.
Lembrete de ouro:
Quando você se posiciona
como uma Rainha
Você atrai um Rei.
Quando você se posiciona
comoa “lindinha boazinha”
(querendo agradar sem ter
recebido nada de concreto...)
Você atrai estelionatários,
aproveitadores, folgados,
narcisistas, psicopatas...
Dica de Diamante:
Salve-se!
E salve pelo menos uma amiga.
Instagram: adonadocastelo88
@ A_DonaDoCastelo – Descubra como usar seu Poder e obtenha tudo que quer!
Uma Cronologia do Declínio do Cristianismo:
Cristianismo até o 3º Século (Período de Ouro).
Constatinização do Cristianismo.
Catolicismo.
Agostinianismo.
Ressurgimento do Monergismo Rígido (Maniqueísmo).
Calvinismo.
Liberalismo Teológico (Friedrich Schleiermacher teólogo calvinista).
Crítica textual.
Falidade Bíblica.
Nascimento virginal negado.
Divindade negada.
Ressureição negada.
Expiação negada.
Cessacionismo.
Milagres negados.
Ateísmo.
Fim do Cristianismo na Europa e USA.
Pense nisso e tente ter uma ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Gênero Lírico
Ouro Preto não pode parar na Semana da Virada, quando a cidade não dorme com as ruas e praças, igual Paris, ao menos numa noite ao ano, vive em festa.
Há um único show que, é único em cada canto da cidade.
Enquanto isso, até quando dormem, turistas se enriquecem com os juros do Banco Central nas alturas, pois fixados sobre a graça de Deus, que é brasileiro.
No restaurante, O Passo Pizza & Jazz, no térreo do prédio estilo novo rico em frente ao esgoto da Vila, o primeiro e ainda um dos pontos de desfiles dos portadores de dinheiro, a matriz da casa de alforria onde os comensais se deliciam com a boca da boa comida, além dos olhos no prazer de ver e ser visto, além de poder acompanhar o que vai na Bolsa, no bolso e na moda.
Rico ri a toa, se a crise passa longe dele, até na mesa farta e piada sem graça. Segundo Feurback, "o Homem é o come", não pela quantidade, mais pela qualidade.
Quando a esmola é demais até Santo desconfia. Assim, como o Homem que lê muitos autores, embaralha a mente e perde a opinião própria.
Assim como restaurante com muita variedade de comida, por isso é difícil ter tudo, bom é evitar comida a quilo e rodízio de carne, pizza e demais casas do prazer, pois é melhor comer como gourmet do que como um glutão.
Uma casa de prato único, que serve bem os indecisos que não sabem se o mercado trabalha mais bem com títulos à curto, médio ou longo prazo e escolher a comida igual o pão em falta no dia-a-dia.
Nem só de pão vive o Homem, nem com vegetais, pois a proteína animal o fez, assim como o trabalho, no qual se faz e faz pelo uso das mãos, os mais diversos objetos e arte.
Os primatas eram basicamente vegetarianos e comiam frutas, folhas, cascas, raízes, além de vermes e insetos.
Por isso, comiam o dia todo e tinham de andar muito e o apêndice era funcional, para digerir celulose.
Quando deixou as árvores e perambulou na terra, começou a caçar e morar em locas, uma vez que a pouca carne já o mantinha com energia e pela evolução a cabeça cresceu e lhe deu inteligência, articulação do pensamento, voz para se comunicar e as mãos para fazer.
Mente sã em corpo são.
Os vegetarianos radicais que nos perdoem, mas se a maioria abandonasse a carne poderia haver ao logo do tempo a involução do cérebro, se é que drogas, entre elas o celular, não faz crescer o apêndice, assim como voltar a necessidade do dente do ciso, do juízo, que parece que perdemos, para mastigar vegetais duros.
Logo, o Homem, se a carne é fraca, não pode deixar de ser carnívoro.
"Parque do Povo Rico".
A rua, local de caminhada e meditação dos ouropretanos, para gastar energia do ganho fácil de dinheiro acumulado no ciclo de queda e alta do mercado.
Por isso, um arroto nas mesas, ecoam longe. Mas, só eles no jogo da bolsa e do bolso, não perdem se ganham dos dois lados da alegria e tristeza.
O mar não está para peixe, que perde em abundância para o plástico e pode vir temperado de agrotóxico das sobras das safras recordes de grãos, que de um a um enchem o papo dos papas do agronegócio.
Dizem às más línguas que serviço bem feito nem a queda da bolsa resiste, mas tem de ser feito o feitiço com bolsa de grife, pelo fetiche da mercadoria. É tiro e queda!
