Texto Amigas de Verdade
Os que defendem seus postulados doutrinários como caminho único acreditam-se humildes por se mostrarem inteiramente submetidos à sua fé, imputando aos que não o fazem a pecha de prepotência e presunção. Pode haver, no entanto, maior soberba do que a daqueles que se arrogam possuir a única verdade possível, em oposição a quem se mostra receptivo o bastante para ouvir e tentar entender as de todos?
A verdade e a mentira, são como um caminho que chegaram em um mesmo local, a diferença é que, na "verdade" esse caminho traçado será uma reta e você chegará mais rápido e com menos chance de acidentes, e a na "mentira" você não estará somente em uma linha reta, mais sim em algumas ruas paralelas também, fazendo com que se atrase para o local desejado e com mais chance de acidentes.
Buscar a verdade é como ter uma alimentação saudável. No início pode não parecer nada saboroso comparado as porcarias industrializadas, mas quando você se mantém firme e vê o dano que os outros sofrem por desconhecer o que ingerem, esta busca vira um hábito e este hábito liberta seu corpo e mente. A verdade se mostrará e você perceberá como a maioria das pessoas é vítima de alienação. Leva tempo, exige estudo e reflexão, mas sua visão do universo mudará.
O amor é algo tão complexo, mas tão simples. Não sabemos o motivo de amarmos, mas sabemos que é muito bom. Não entendemos o sentido do amor, mas compreendemos que sua essência, é essencial para o mundo. Talvez se todos soubessem amar, amar não somente seu companheiro(a), mas amar o próximo, tentando ser 1% melhor todos os dias, acredito que o mundo não estivesse em caos. O segredo da vida, é você amar sem escolher quem, viver como se a vida nunca tivesse um fim.
"Há tanta coisa torta parecendo direita, que tantas vezes precisamos inverter o ângulo e o foco para saber onde realmente está a verdade. Hoje em dia não se pode acreditar nos olhos e as provas podem ser fabricadas e fraudolentas. Nunca a verdade foi tão apedrejada como agora - Nem São Tomé iria acreditar"
Muitas coisas na vida podem ser ajustadas. Mas a desonestidade não, dificilmente se ajusta. Quando a desonestidade é aflorada para que alguém pise no outro, o caminho é sem volta. A natureza da alma nesse campo prevalece junto a consciência de espírito. A mentira bem aplicada torna irreversível qualquer tentativa de remodelagem temporal. Ela assusta e deixa marcas que nem o tempo será capaz de apagar. Erros cicatrizam. Já a desonestidade que se pauta pela maldade sempre permanecerá fazendo dos arranhões diários feridas expostas e abertas. Até o extremo carece de limites. E qual é o limite que levamos para nossa vida? Diariamente somos testados. Somos testados pela vida numa prova sacrificante, mas necessária. É o senso de avaliação evolutiva que nos aplica provas diariamente. Isso vai definindo o estágio da nossa alma, e nos fazendo receber da vida aquilo que somos capazes de segurar. Benções ou lições. Bônus ou ônus. Castigo ou recompensas. E a avaliação que a vida faz sobre quem somos sempre nos acompanhará, porque dar está diretamente ligado com receber, seja pra qual lugar a gente for. Independe, inclusive, do tamanho da distância que iremos percorrer. Ela nos acompanha e não há mudança que tire de nós o que a alma carrega. Não há esquecimento para erros imperdoáveis. Quando fazemos da inocência do outro a impressão de uma culpa que não existe, rompemos o limite da corda. E esse rompimento faz da nossa corda algo eternamente frágil. Nunca mais conseguiremos amarrar nossa corda em nenhum lugar. É impossível dar nó em cordas pautadas em nossa consciência frágil. Não conseguimos amarrar nossa corda em nenhum lugar para nos segurarmos de uma ventania, fingindo que ela está forte quando na verdade não está. O primeiro vento vai mostrar que será infrutífera qualquer tentativa. Consciência carregada de culpa não se amarra, não se esconde, não carece nem é passível de remendos, não se esquece. A honestidade deve ser construída como os fiapos da nossa corda da vida. Ela deve ser o limite do que temos de mais forte e sustentável em nossa consciência. Porque ela será sentida apenas dentro de nós. Nada passa batido pela nossa consciência. Ela está sempre ali. Sentida e não falada. Individual e não coletiva. Dentro de nós e não exteriorizada como gostaríamos de ver. A desonestidade faz adoecer até a consciência mais forte, porque a consequência rasga a alma e não as aparências. E mais difícil do que pedir perdão para aqueles que outrora foram vítimas das nossas desonestidades, será perdoarmos a nós mesmos pelo mal e injustiças que fizemos ao próximo. Não é a culpa que vai carregar a gente para diferentes lugares. Somos nós que carregamos a culpa para onde a gente for. É um movimento implacável carregado de consequências amargas, porque só existimos na lembrança do próximo. Não existimos pelo que pensamos. Existimos pelo que pensam de nós. Penso, logo existo. Mas quando o outro pensa de forma sincera sobre quem somos, é quando existimos ainda mais. Por isso não estamos sozinhos no universo. Porque precisamos ser lembrados para que possamos existir. E de tudo que deixaremos quando partirmos, estarão apenas as lembranças dos outros sobre a forma como existimos aqui. Daí a importância da honestidade. Ela será o termômetro, será a forma como seremos lembrados. Será o pensamento vivo do que fomos em vida, ou na vida das pessoas em determinado espaço e tempo. E é impossível fugir da nossa existência. Nunca esqueça que a sua existência está diretamente ligada a lembrança que o próximo tem de você. Não se vive para nós mesmos. Vivemos em comunhão com o outro. Seremos sempre aquilo que fazemos para o outro. Por isso Jesus nos ensinou a amar o próximo como a nós mesmos, e também a não fazer com o próximo o que não gostaríamos que fizessem conosco. A honestidade é construída na infância. Ela define a nossa existência no futuro. Daí a necessidade de uma reflexão sincera sobre a honestidade que habita dentro de nós. A nossa honestidade com os outros e para a gente mesmo, sabendo que é impossível desassociar uma da outra.
Renunciar... é sufocar com os olhos rasos d´água um sofrimento atroz, e a tanta mágoa, poder dar as nuances da ventura; é conseguir introverter o pranto e transformá-lo em mavioso canto, dando à lágrima a forma da ternura. Renunciar... é calcar toda angústia dentro da alma, aparentar tranquilidade e calma, desditoso, fazer feliz alguém; é transbordar, ingenuamente, a vida num sorriso e dar de si tudo o que for preciso dessa alegria que não mais se tem. Renunciar... é ir vibrando num desejo louco de ganhar um pouquinho, ainda que pouco, quase nada e de tudo o que se quis. É trancar os soluços na garganta, e a si próprio dizer: "gargalha, canta, para que o mundo pense que és feliz". Renunciar... é resistir, sereno e sem queixume a uma ausência que o tédio, é dor, voz da saudade, família, cachorros, vozes da saudade que uivam solidão. É percorrer tão ásperos caminhos, transformando em mil rosas e espinhos, abrindo a toda gente o coração. Renunciar... é pressentir uma canção dolente, das que chegam à alma, de repente, e extasiado, não pode falar. É sentir nessa doce linha a tristeza mesclar-se com alegria, num amargo prazer de recordar. Renunciar... É colorir, de inúmeras matizes os sorrisos que escondem as cicatrizes, no mais fundo recôndito do ser. É agradecer, a cada instante, a inabalável fé, a fé constante, que nos dá tanta força para viver... Renunciar...
A maioria das pessoas inteligentes e intelectuais não consegue alcançar o conhecimento da verdade do evangelho, mesmo sendo cristãs, pois a soberba as domina e acreditam que podem desvendar os mistérios de Deus por meio de sua sabedoria. As exceções são aquelas que não confiam em seu próprio intelecto, mas são humildes o suficiente para reconhecer suas limitações diante do que é maior que elas.
Se não houvesse uma verdade absoluta como referência, isso implicaria que estaríamos sujeitos à incerteza, e cada indivíduo formaria sua própria visão da verdade, influenciada por suas experiências e perspectivas pessoais. Nessa situação, cada pessoa teria a liberdade de seguir suas próprias convicções e enfrentar as consequências de suas decisões, sem qualquer orientação ou padrão de comparação, semelhante a um aluno em uma escola sem professor e sem nenhum material pedagógico. Não foi
Quando Jesus enfatizava que falava a verdade, não estava usando uma "afirmação de honestidade" comum em mentirosos para conquistar confiança. Ele queria mostrar que não tinha a intenção de enganar, ao contrário de outros, e suas palavras estavam totalmente alinhadas com suas ações, o que reforçava sua autenticidade. Sua conduta exemplar corroborava suas palavras, tornando-o uma fonte confiável de ensinamentos.
A verdadeira liberdade reside na capacidade de seguir nossos desejos, amar ou não, conquistar sonhos e sermos nós mesmos, sem medo de sorrir, brincar, amar e ser amado. É caminhar livre pelo mundo, olhar nos olhos e escolher com sinceridade nossas respostas, sabendo dizer não quando necessário, sendo honestos sem magoar, e vivendo na plenitude da verdade, sem mentiras.
Quando se preza pela verdade tudo que é arriscado pode até dar em morte, por causa, que se tem de falar somente ela, mais quem não liga para isso...se livra de tudo aparentemente contando suas mentiras ...e aquele que pensa que todo mundo é inocente e o mundo não mudou, acaba se acostumando com a tolice.
Política é simples. Como toda dicotomia, há apenas duas direções à seguir com suas representações: pobres ou ricos; trabalhadores ou empresários; máquina pública ou privada; quando surge uma terceira via sempre será uma tentativa de unir pontos de vistas, qualquer outra via será falaciosa e oportunista.
Segundo o Apóstolo João, o mais importante não é ter uma religião. Mas o mais importante é alguém "andar na verdade". Jesus Cristo disse "e a verdade vos libertará". Há uma diferença entre "misticismo" e verdade. Neste caso o evangelho é a verdade, Jesus Cristo é a verdade.
Eu quero dizer, que os assuntos que eu falo aqui, não os abordo em nome desta ou daquela religião, mas em meu nome. Neste momento não tenho qualquer religião, ou igreja. Também não tenho porque não quero mesmo ter. Também informo que nunca fui ou quase nunca fui contatado por alguma igreja no sentido de ser membro. Tudo o que abordo, não é em nome de Padre, Pastor mas em nome da verdade (Jesus Cristo).
O espelho carrega sobre seu reflexo a responsabilidade de revelar a imagem de alguém desconhecido por ele mesmo. Nesse momento percebe-se que temos a mesma característica, e a única coisa capaz de distinguir o homem vive apenas no íntimo da sua alma e que espelho nenhum será capaz de refletir, Caráter.
O conhecimento é uma arma inofensiva para os tolos, incompreendida pelos ignorantes e poderosa para os sábios. Às vezes, o verdadeiro louco não é aquele que veste a camisa de força, mas sim aquele que, com as mãos livres, vive como se estivesse acorrentado à escuridão de sua eterna ignorância.
Existem pessoas que esquecem do real significado majestoso da vida. Em meio ao tumulto cotidiano, muitas vezes nos perdemos na trivialidade, ignorando a grandiosidade e complexidade do tecido da existência. Cada passo dado, cada palavra proferida, reverbera no universo de maneiras que mal compreendemos. Esta verdade atemporal foi reconhecida por grandes mentes, como o renomado físico britânico Sir Isaac Newton, que nos lembrou em sua Terceira Lei: 'para toda ação, há uma reação igual e oposta'. É uma afirmação simples, mas profundamente significativa. Revela que somos entrelaçados em um sistema onde nossas escolhas têm repercussões inevitáveis. Portanto, não podemos nos iludir pensando que podemos semear o mal sem colher suas consequências amargas. O mal não se limita a respingar nos outros; ele retorna, implacável, sobre aqueles que o cultivam. Esta é a lei inexorável da vida, uma lição que não devemos ignorar. Pois é ela que nos orienta para a responsabilidade e nos leva a compreender o verdadeiro significado de viver em harmonia com o universo. Como o Apóstolo Paulo nos adverte em Gálatas 6:7: 'Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará'.
Quanto custa abandonar suas convicções? Talvez seja o custo da própria humanidade. Os especialistas afirmam sobre o ápice da evolução da sociedade. Sim, não é mais preciso polícia em Estádio de futebol ou na porta do banco. Todos se comportam como tal. As leis garantem todos os direitos. Afinal ninguém quer um inocente preso. Mas e quanto aos deveres do cidadão? Uns vão trabalhar para custear a mordomia aos patrícios e o circo à plebe já que a picanha está garantida. Porque cada um não exerce o seu papel no "nosso belo quadro social"? O conceito do certo e do errado mudou? Será que Deus errou em sua obra? Falar o que pensa ou no que acredita se tornou crime? Não se esqueçam da diferença entre a liberdade e a libertinagem. Tempos sombrios se avizinham.
O verdadeiro mal não está em não acreditar, mas desacreditar os que acreditam independente do lado, ainda que apenas a observar. É certo que entre a religião e a verdade está o conhecimento, como também ‘estar em cima do muro’ não passa de ‘status quo’ daqueles que não ousam experimentar milagres, a fadar-se apenas pelo mero fato de existir sem fazer parte, ainda que assim também façam.
