Teus Filhos ao Redor de tua Mesa
o sol assim tão brando
aos meus olhos toca tua pele
dourada
cintila tua sombra
alumia
teus olhos te um castanho claro
so-r-ri para mim
sol brando
de final de dia
sensação mais
serena do meu ser [feliz]
Porque teus olhos me apaixonam, porque tua voz me acalma. Sou livre para senti, sou dona para viver. O que me faz bem, o que é amor vivo !
Por que teus olhos são versos nos meus, porque tua boca é sinfonia aos meus ouvidos. Nas ondas, nas tardes...vejo luzes, danço em cores. Abraço o cheiro do teu sorriso, entrelaço teus gestos, viajo em músicas...em marés de sonhos e paixões.
Sou mar de águas douradas, sou versos...aversos !
Sou presa fácil nos teus olhos, sou vulgar na tua cama.
Como não querer saber da tua vida, como ?
Se vive em mim, se te respiro...se vivo você.
São teus olhos que me acompanham,
É tua voz que me dar sorrisos, que preciso !
Te sigo em vídeos, fotos.
Te acompanho em músicas,
Te canto em versos, prosas...
Estranho,
Te senti triste, notei que não fez a barba.
Olhar cansado !
Procurar saber como esta minha vida, foi isso ?
Foi o que me disse pra fazer ?
Claro, não entendi errado.
Pois é,
Tá uma bagunça há anos, cabeça revirada, virada...
Vontade louca de tocar teu corpo,
De me revirar em teus braços.
Quanto ao teu telefone, foi só pretexto;
Desculpa,
Sei e como sei, e como me trás lembranças...
É como as tardes, manias que estão gravadas em mim.
Estou em parafuso faz tempo, sem eira nem beira;
Como se diz, indo !
Mulher, mulher
Tua alma é a gravidade
Da tua própria essência
Nos teus jeitos infinitos de ser
É o que encanta outro ser
Meiga como você é
O teu sorriso domina o mundo
Quanto qualquer outra coisa
Tu és forte...
Quando pensas que estás fraca
É que estás forte
Você pode não saber disso
Mas teus cabelos são as raízes
Do teu equilíbrio divino
Tudo o que sinto
É que tu nasces como uma rosa
As vezes frágil na vida
Mas ágil, completa e sem desistir de si
Tu não desistes de nada
Na chuva você é uma tulipa
Que dança, como se não existisse sombras
É mulher só tu é tu
Eterna no olhar
E simples no abraço
Livre de qualquer descompasso
Nenhum homem te governa!
E se estás triste...
Deixa de besteira
Hoje tu és tempestade
Mas amanhã tu podes ser primavera.
(Poema pras mulheres que por fora são feita de carne, mas que por dentro de aço)
Vem
Careço da água sorvida dos teus lábios.
Tua ausência é desespero.
Meus olhos já não veem a lua alta.
Não sentem a terra quente.
Transtorno-me. Fico Diferente.
Nada me é mais temperamental do que a tua falta.
Foi em teus olhos que encontrei o saber de viver,
Foi em tua boca que descobri o gosto de amar
Foi em teus braços que encontrei o conforto de amar e ser amado
Foi em você que encontrei o meu amor, meu temor e minha dor.
E só mais uma vez, estarei em teus braços
Para sentir o conforto de ser amado uma vez mais.
Quero cair nos teus encantos
Beijar tua boca acariciar teu corpo
e ser correspondido de maneira que possamos aproveitar
cada momento
Hoje eu senti sua falta
Falta dos teus beijos
Falta dos teus braços
Senti falta da tua voz
Do teu carinho e dos teus abraços
Hoje eu lembrei de você
E das nossas risadas
E das vezes que passeamos
Juntos de mãos dadas
Hoje eu lembrei que te perdi
E que você já me esqueceu
Mas como poderia eu dizer que te perdi
Se você jamais me pertenceu
Nos teus braços encontrei aconchego
Na tua cama, prazer e carinho
Nos teus doces lábios encontrei ternura
No teu corpo suado e quente me tornei mulher.
Não declino diante
das mágoas acrescidas
pelos teus gestos.
Em tua razão irracional
distribui lágrimas nos
corações inocentes.
Reflita! Pois no amanhã
não terás nem o espelho
para corrigir teu semblante.
Por isso, desejo que o manto
da humildade te cubras com
o amor e simplicidade.
Acarinha teu coração,
assim não afastarás
aqueles que te desejam o bem.
Que no deserto da tua vida,
encontres sempre um oásis,
onde possas saciar,
a sede dos teus desejos...
VERSO OCULTO
Que humana, então, fosses de amor?
Adverso à tua paz e à tua glória
Vem-me teus sorrisos a memória,
Vem-me tua saudade à minha dor!
Que de imenso fosse seu esplendor
Aos meus versos plenos de história,
Que de paixão imensa e notória
Fosse-me a mais imensa de ardor!
Então, contudo, compulsiva e triste
Fosse a mim o que de hoje existe
Nesse meu honrado coração perdido!
Que desejo, então, fosses de arder?
Que de palavras se põe a perder,
Amor, dentre um verso nunca lido!...
Eu quero mais que a sua amizade, até ontem eu era um laço que prendia teus cabelos, a tua sombra seguia os seus passos, o sorvete que derretia na sua boca lambuzado com teus lábios, adocicavam cada vez mais o desejo de beijar a sua boca!
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