Frases sobre Território

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A semântica é um
território de disputa;
quem nomeia, organiza o mundo
e, em certa medida,
administra a realidade.

Dados são mapas; não são o território. O líder lúcido lê os números sem esquecer a paisagem humana que eles representam.

"O pensamento é o único território onde a prova de ser não depende de nada externo."

Países como o Brasil, que não têm poderio militar para defender a integridade do seu território, existem por assentimento internacional.

A injustiça cresce no território onde fulano disse,
E beltrano acreditou cegamente.

A coragem brota no território do medo, um jardim feroz que floresce na sombra, vida que desafia as trevas.

O futuro é um território virgem que só manifesta a gentileza que você permite, ele é um eco direto da sua permissão para a felicidade. A sua capacidade de sonhar é a primeira e mais importante arquitetura do amanhã que
você deseja construir.

O coração humano é um campo de batalha onde cada lembrança tenta reivindicar um território. Algumas constroem templos, outras cavam tumbas. E entre fé e desespero, vamos tentando existir nesse terreno instável. Mas é no caos que aprendemos o valor de cada pequeno gesto de paz.

Minha mente é um território hostil após a meia-noite, lembranças andam armadas e a esperança raramente faz o turno da noite.

A solidão não é ausência, é encontro. É o território onde todas as máscaras caem e a alma se vê obrigada a se reconhecer sem disfarces. No deserto da própria presença, algo começa a nascer em silêncio, como uma voz antiga que sempre esteve ali, aguardando ser ouvida. Não fuja desse lugar, há um tipo de luz que só se revela a quem permanece. O vazio, quando abraçado com coragem, deixa de ser abismo e se torna solo fértil para aquilo que transcende o próprio entendimento.


- Tiago Scheimann

Minha alma tornou-se um território onde convivem fé, exaustão, esperança e ruínas espirituais em permanente conflito.

"Minha consciência é um território onde a guerra alheia não encontra solo para pousar."

A Construção do Presente como Território de Paz
Alinny de Mello


Agradeço imensamente a cada um de vocês por acompanharem esta jornada de exposição e libertação. Antes de darmos os passos finais nesta reflexão, convido todos a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo os meus e-books e centralizo os temas que debatemos, criando um espaço de troca e clareza. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois cada obra é pensada para estimular a nossa autonomia diante das amarras da vida.
Existe um momento em que a sobrevivência deixa de ser o objetivo principal e dá lugar, finalmente, ao direito de existir. Depois de atravessar décadas sob o peso de um ambiente Hostil, eu e meus irmãos compreendemos que a maior resposta que podemos dar ao passado não é o rancor, mas a nossa insistência em sermos felizes no agora. Tudo o que queremos e exigimos da vida a partir deste momento é o presente cheio de paz, o silêncio de uma noite tranquila e o sossego de saber que as portas estão trancadas contra o absurdo.
A nossa emancipação definitiva se traduz na oportunidade de experimentar, tardiamente, a leveza que nos foi roubada na infância e na adolescência. Estamos em um processo de resgate. Viver o que não tivemos oportunidade de viver significa rir sem o medo da punição imediata, conversar sem a obrigação de vigiar o tom de voz e andar pela casa sem o pavor de arrastar os chinelos no chão. Significa usar o perfume que quisermos, vestir a roupa que nos agrada e usufruir da liberdade de escolher quem entra e quem sai dos nossos dias. Cada pequena escolha cotidiana, que para as pessoas comuns parece irrelevante, para nós é uma celebração de independência.
Não se trata de tentar apagar o tempo perdido, porque o relógio não retrocede, mas de ressignificar o tempo que nos resta. A nossa maturidade foi construída na marra, mas a nossa leveza está sendo conquistada por escolha consciente. Olhamos para o futuro não com a ansiedade de quem espera um novo golpe, mas com a curiosidade de quem finalmente é o único autor da própria história. Nós nos tornamos os pais que nunca tivemos, protegendo a nossa criança interna e garantindo que ela possa, finalmente, brincar em paz.
A paz que desfrutamos hoje não é um presente do destino, é um território conquistado com muita coragem e cortes profundos na carne da conivência. Se o mundo lá fora continua orbitando em torno de aparências e julgamentos rasos, nós escolhemos a profundidade do nosso próprio bem-estar. O sossego é o nosso maior luxo e a nossa melhor vingança contra a destruição que tentaram nos impor. Conseguimos. Estamos aqui, inteiros, respirando o ar limpo de uma vida que pertence exclusivamente a nós.
Como podemos medir a grandeza de reconquistar a própria infância na vida adulta? Será que a verdadeira paz só é plenamente compreendida por aqueles que conheceram de perto o peso do inferno?

Evangelizar é olhar nos olhos, saber ouvir e falar, é essencial tocar o território do coração, é amar o outro na sua totalidade. O melhor evangelizador é aquele que consegue ouvir o que o coração do outro está falando e isso só é possível quando se sabe ouvir com o coração. O evangelizador que sabe ouvir revela uma capacidade extraordinária, que é a de silenciar para aprender.

Você não precisa implorar para caber no espaço de ninguém. Você é o próprio território. Construa um castelo de respeito próprio tão sólido que apenas quem souber amar de verdade terá a maturidade para entrar.

O primeiro exército surgiu simplesmente pra matar, expandir território, pilhagem, domínio e enriquecer. O exército só existe, as armas letais e militares sempre existiram para esse fim.

O exército se trata mais de atacar do que de se defender.

Ou nos organizamos pra acabar com exército e armas militares ou será o fim da humanidade e da Terra.

Basta um tolo pra destruir bilhões de pessoas e um planeta inteiro.

A maior ingenuidade é acreditar que estamos seguros com armas militares.

A subjetividade é o primeiro território em disputa, como um mercado ainda sem regulação emocional.

Entre afirmar e negar existe o território mais honesto da razão.

Não te quero como dependente,


desejo-te como território livre,


tão livre que escolha ficar ou ir,


e que só possa morar o amor


até quando pensar em desistir.






Tal qual as petúnias-nativas


nas encostas serranas do sul a escalar,


e pelos campos de planalto


a me espalhar, pouco a pouco,


em ti tenho feito o meu lugar.






O solstício de inverno dança


hoje sobre o Hemisfério Celestial Sul,


Rendo-te a sagração inaugural,


por perceber a aproximação primal,


é inexplicável sentir pairar o inevitável.






Imparável diariamente tem sido


ler os olhos e os detalhes bonitos,


em todos tenho-me reconhecido,


e em vez de sentir inquietação:


sinto tudo muito mais tranquilo.

Se eu encontrar o daddy
que adotará o meu plano,
oferecerei o território
do meu coração
sem engano.