Terra

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Toda fotografia já nasce passado.


A luz do Sol leva oito minutos para tocar a Terra.
Quando aperto o obturador, o instante já não existe mais.


Nunca fotografo o presente absoluto.
Fotografo aquilo que acabou de deixar de ser.


A fotografia não é captura.
É testemunho.


É memória luminosa.

Água.


Não é recurso.


É origem.


Corre silenciosa entre raízes, rasga a terra, desenha caminhos que não pedem permissão. Sustenta o invisível, revela o essencial. Onde ela chega, a vida insiste.


Mas onde falta, o mundo se recolhe.


O que ainda chamamos de abundância já carrega sinais de exaustão. Rios interrompidos, nascentes esquecidas, ciclos rompidos. Não é sobre escassez futura. É sobre ausência presente.


Proteger a água é proteger tudo o que ainda respira.


Dia Mundial da Água.

Terra fora de órbita: armamentistas contra o país se armar nuclearmente, e desarmamentistas querendo um país nuclearmente armado.

⁠⁠A terra fica profundamente entristecida com a sua partida, mas com a esperança de vê-la laureada no céu!
Vá em paz!

De que adianta o esforço, se não aprendermos a servir uns aos outros e à Igreja aqui na terra?
Se o nosso coração resiste ao serviço agora, como estará preparado para servir a Deus na adoração perfeita no céu?


Servir não é um detalhe da fé, é o seu reflexo mais visível. A adoração que oferecemos a Deus começa no amor concreto ao próximo. Quem se nega a servir o irmão, fecha o coração para o próprio Deus, pois foi Ele quem nos ensinou que amar é doar-se.


A Igreja, ainda imperfeita e humana, é o lugar onde aprendemos a viver o céu desde já. Aqui somos moldados, corrigidos, chamados à humildade. Se não conseguimos amar, perdoar e servir nesse chão de fragilidade, como viveremos a plenitude do amor na eternidade?


O céu não será um lugar de espectadores, mas de servos que amam sem medida. Por isso, o serviço aqui na terra não é perda de tempo — é preparação eterna.

E Deus viu a terra que formou! E Deus disse: É bom o que formei! Quem é Lúcifer para destruir toda ela? Amai-vos uns aos outros! Venceremos no amor; Nem morte, nem vida, nem profundidade ou altura, vos pode destruir! Permanecei neste amor!

Agora e sempre!

NO princípio criou Deus os céus e a terra. Gênesis 1:1
Deus criou o princípio — o tempo; os céus — o espaço; a terra — a matéria. E você, o que está fazendo com o seu tempo, seu espaço e suas coisas na vida? Aprenda a gratidão. 🙏

Nave


Barulho, trepidação. O anjo pousou na Terra desorientado. O transporte imaterial que o carregava estava danificado. A escuridão surgiu no seu espírito, e ele sofreu de amnésia, que o impedia de perceber a sua condição. Assim viveu por eras entre os homens, sofrendo como eles. Um anjo é um anjo e de qualquer maneira acaba a desabrochar, descobrindo a verdade oculta: a tristeza constrói, a alegria também. O anjo não tem vergonha que o limite, nem fome do que é material. Como é o despertar? O ser que se abandona ao sofrimento, um dia saberá. O anjo é protegido e as suas dádivas revertem-se para si próprio. Assim, nenhuma arma o ferirá. O passado é uma mentira, o futuro reverte para o agora. Ao despertar, o anjo nada faz, a não ser sentir a brisa e tomar água. A simplicidade é o que há de mais belo. A tranquilidade está a um nível acima do homem. Cabe ao anjo distribuir o seu amor.

LIVRO: O CÉU E O INFERNO.
Análise com obras da Codificação Espírita.

TERRA E CÉU NA FILOSOFIA ESPÍRITA DO PROGRESSO.
A Doutrina Espírita apresenta uma das concepções mais amplas e profundas acerca da estrutura moral do universo. Na obra "O Céu e o Inferno", especialmente no Capítulo 3 da Parte Primeira, intitulado "O Céu", encontra-se uma exposição elevada sobre a solidariedade universal dos Espíritos e sobre a verdadeira natureza da felicidade espiritual.
Essa passagem esclarece que a felicidade não constitui privilégio de um lugar circunscrito do universo, nem recompensa arbitrária concedida exteriormente ao Espírito. Ela nasce do próprio estado moral do ser, resultante de seu grau de adiantamento e de suas conquistas interiores.
LIVRO "O CÉU E O INFERNO".
PARTE PRIMEIRA. DOUTRINA.
CAPÍTULO III. O CÉU.
ITEM 15.
"15. Todas as inteligências concorrem, portanto, para a obra geral, seja qual for o grau a que tenham chegado, e cada uma na medida das suas forças. Umas no estado de encarnação, outras no estado de Espírito. Em toda parte a atividade, do ponto mais baixo até o mais alto da escala, todas se instruindo, ajudando-se mutuamente, estendendo a mão umas às outras para atingir o cume.
Assim se estabelece a solidariedade entre o mundo espiritual e o mundo corporal, em outras palavras, entre os homens e os Espíritos, entre os Espíritos livres e os Espíritos cativos. Assim se perpetuam e se consolidam, pela purificação e continuidade das relações, as simpatias verdadeiras e as afeições santas.
Em toda parte, portanto, a vida e o movimento. Nenhum canto do infinito que não seja povoado. Nenhuma região que não seja incessantemente percorrida por inúmeras legiões de seres radiosos, invisíveis para os sentidos grosseiros dos encarnados, mas cuja visão arrebata de admiração e alegria as almas desprendidas da matéria.
Em toda parte, enfim, há uma felicidade relativa para todos os progressos e para todos os deveres cumpridos. Cada um traz em si os elementos de sua felicidade, relativa à categoria em que o coloca seu grau de adiantamento.
A felicidade deve-se às qualidades próprias dos indivíduos, e não ao estado material do meio onde eles se encontram. Ela existe então em toda parte onde há Espíritos capazes de ser felizes. Nenhum lugar circunscrito lhe é designado no universo. Seja qual for o lugar onde se encontrem, os puros Espíritos podem contemplar a majestade divina, porque Deus está em toda parte."
Essa concepção apresenta um princípio fundamental da filosofia espírita. O universo constitui uma imensa comunidade espiritual regida pela lei do progresso. Cada inteligência participa da grande obra divina conforme o grau de desenvolvimento que possui, colaborando na harmonia geral da criação.
A solidariedade entre os seres não se limita ao plano humano. Ela abrange simultaneamente o mundo corporal e o mundo espiritual. Encarnados e desencarnados participam da mesma dinâmica evolutiva, auxiliando-se mutuamente na ascensão moral e intelectual.
Essa realidade encontra confirmação doutrinária em outra obra fundamental.
"O LIVRO DOS ESPÍRITOS".
PARTE SEGUNDA. DO MUNDO ESPÍRITA OU MUNDO DOS ESPÍRITOS.
CAPÍTULO I. DOS ESPÍRITOS.
QUESTÃO 87. MUNDO NORMAL PRIMITIVO.
"87. Ocupam os Espíritos uma região determinada e circunscrita no espaço?
Estão por toda parte. Povoam infinitamente os espaços infinitos. Tendes muitos deles de contínuo a vosso lado, observando-vos e sobre vós atuando, sem o perceberdes, pois que os Espíritos são uma das potências da Natureza e os instrumentos de que Deus se serve para execução de Seus desígnios providenciais. Nem todos, porém, vão a toda parte, por isso que há regiões interditas aos menos adiantados."
A doutrina espiritual revela, portanto, que o universo é essencialmente habitado por inteligências espirituais. O mundo invisível não constitui exceção ou mistério isolado. Ele representa a realidade fundamental da existência.
A vida corpórea é apenas um estágio temporário da jornada do Espírito. O estado natural da alma é o mundo espiritual, onde se elaboram os destinos, se assimilam as experiências e se planejam as novas etapas evolutivas.
Esse princípio relaciona-se diretamente com o ensino moral apresentado no Evangelho.
"O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO".
CAPÍTULO 10. BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS.
"1. Bem-aventurados os misericordiosos porque eles alcançarão misericórdia."
Mateus 5:7.
"2. Se perdoardes aos homens as ofensas que vos fazem, também vosso Pai celestial vos perdoará os vossos pecados. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará os vossos pecados."
Mateus 6:14 e 15.
"3. Se vosso irmão pecar contra ti, vai e corrige-o entre ti e ele somente. Se te ouvir, ganhado terás a teu irmão. Então Pedro perguntou a Jesus: Senhor, quantas vezes poderá pecar meu irmão contra mim para que eu lhe perdoe. Será até sete vezes. Jesus respondeu: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes."
Mateus 18:15, 21 e 22.
A interpretação espírita desses ensinamentos amplia o sentido moral da misericórdia. O perdão não constitui simples concessão social, mas expressão da elevação espiritual da alma.
"O esquecimento das ofensas é próprio das almas elevadas, que pairam acima do mal que lhes quiseram fazer. Uma está sempre inquieta, de sensibilidade sombria e amargurada. A outra é calma, cheia de mansuetude e caridade.
Infeliz daquele que diz: Eu jamais perdoarei. Porque, se não for condenado pelos homens, o será certamente por Deus. Com que direito pedirá perdão de suas próprias faltas, se ele mesmo não perdoa aos outros."
Essa reflexão demonstra que o progresso espiritual não se realiza apenas pelo conhecimento intelectual. Ele exige transformação moral profunda.
A misericórdia, a caridade, o perdão e a fraternidade constituem os instrumentos pelos quais o Espírito se liberta das imperfeições que o mantêm ligado aos mundos inferiores.
No Capítulo 3 do Evangelho encontra-se ainda outro princípio fundamental.
"O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO".
CAPÍTULO III. HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI.
DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE.
A Doutrina Espírita ensina que a reencarnação não se restringe à Terra. Trata-se de um princípio cósmico de evolução pelo qual o Espírito percorre diferentes mundos conforme o grau de seu adiantamento moral e intelectual.
A Terra é classificada como mundo de provas e expiações. Nessa categoria predominam as dores, as contradições humanas e as imperfeições morais. Essa condição não representa punição arbitrária, mas mecanismo educativo da lei divina, destinado à purificação gradual do Espírito.
Nos mundos mais adiantados, a existência apresenta características profundamente diferentes. A matéria torna-se menos densa, os corpos aproximam-se de natureza mais sutil e muitas das necessidades físicas desaparecem.
Nessas esferas superiores não existem as enfermidades que afligem a humanidade terrestre. As relações sociais também assumem estrutura mais harmoniosa, pois o egoísmo foi superado e o orgulho já não domina os Espíritos que ali habitam.
A fraternidade torna-se realidade viva. A igualdade manifesta-se naturalmente. A liberdade permanece íntegra, pois não existem paixões desordenadas que exijam repressão.
Esses mundos funcionam como etapas de repouso e aperfeiçoamento na longa jornada evolutiva do Espírito. A felicidade ali experimentada é proporcional ao mérito adquirido pelo trabalho moral realizado ao longo das existências sucessivas.
Contudo, mesmo nesses planos elevados, a felicidade não é absoluta. O progresso continua indefinidamente, conduzindo o Espírito a estados cada vez mais elevados de consciência, sabedoria e pureza.
Essa pedagogia espiritual pode ser comparada ao desenvolvimento humano. A criança encontra alegrias próprias da infância. O adulto experimenta satisfações mais profundas na maturidade. Assim também o Espírito vivencia graus crescentes de felicidade à medida que se eleva moralmente.
A Doutrina Espírita apresenta, portanto, uma visão profundamente consoladora do universo. Não existem condenações eternas nem privilégios arbitrários. O cosmos é uma vasta escola espiritual onde cada ser aprende, trabalha, repara os próprios erros e avança gradualmente.
A lei divina governa essa ordem universal com perfeita justiça e infinita misericórdia. Cada existência representa um degrau da longa ascensão espiritual.
E nessa grande marcha evolutiva do Espírito revela-se a mais sublime verdade da filosofia espírita. A felicidade não é um lugar onde se chega. É um estado da alma que se constrói pela caridade, pela sabedoria e pela elevação moral que aproxima o ser humano da harmonia eterna da criação.

A árvore mais alta do mundo começou no silêncio da terra, crescendo para baixo antes de tocar o céu. Não despreze o seu período de quietude; é nele que as raízes da sua próxima vitória estão se fortalecendo.

... o cenário
de terra arrasada que
tomou conta do poder no Brasil,
nos remete à frase do saudoso jornalista
Paulo Francis: "Godzilla sempre morre
no fim, mas causa um estrago
dos diabos"!

Nós somos deuses que vieram à Terra para brincar de sorrir e de chorar.

⁠A alegria e a paz foram
sequestradas do povo
da Terra Santa,
Pelas bombas dolosas
lançadas em Gaza,
Não tem como
fingir que não está
acontecendo nada.

Enquanto o mundo
celebra o Natal,
De maneira brutal
os nossos irmãos estão
sendo massacrados,
e há reféns dos dois lados.

Os autores se gabam
publicamente dos crimes
e creem ser filhos da luz,
Na verdade são nada mais
do que nada menos,
homens pequenos
e vulgares filhos da morte.

Sim, os tais filhos da luz
estão a apagar as luzes
do pinheiro, da estrela
e milhares de olhares,
Eles destruíram
até sacros lugares
e ainda ditam leis.

Jerusalém e Belém
encontram restrições,
Os sinos dobram
em muitos corações,
Os poderosos do mundo
continuam nas suas
zonas de acomodações.

Não quero ser fiel
de uma fé subjetiva
rezando por uma mentira,
viver cultivando a ira
e seguir defendendo
uma guerra interminável,
Porque a fé só frutifica
onde for semeada
num solo onde tudo pacifica.

Quem crê nos valores
da vida e tem uma real
fé inscrita na sua alma
combativa só repousa
quando humaniza e reconcilia,
e Deus na sua infinita misericórdia
para quem quer aprender: ensina.

⁠"Se dentro de toda a imensidão que abrange desde o céu a terra eu pudesse lhe dar algo. Lhe daria a capacidade de enxergar a si mesma segundo a minha ótica. Só então veria o quanto és bela aos meus olhos."

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 1:4.

A natureza pede socorro, e é urgente que a ouçamos. A Terra é nossa única casa. Tantos buscam por um Deus em tantos lugares, mas não entendem que sua maior representação é a natureza. Ela dá e tira a vida. Mata o velho, e faz nascer o novo. Nos dá comida quando plantamos a semente. Quanto mais damos a ela, mais ela nos dá. Toda a vida só existe em decorrência dela.
Porém, há algo que ela não dá, a outra face. Não é covarde. Toda ação gera consequências, e se não reanalisarmos nossas atitudes, sua próxima fúria pode ser a causa da nossa última respiração, ou da de pessoas queridas. Enquanto o capitalismo selvagem mata e destrói, o dinheiro continua sendo o papel vindo das árvores, e segue mantendo-se impossível retirar dele o oxigênio que nos permite ter vida.
Se continuarmos explorando, poluindo, queimando e destruindo Gaya, nada nos restará. Se ignorarmos os alertas, com toda razão seremos engolidos. Se não mudarmos logo, talvez não haja mais como fazer qualquer mudança.
A natureza pede socorro. O planeta pede socorro. Logo, nós pediremos socorro, mas da mesma forma que a ignoramos, ela nos ignorará.
Não há um terrível apocalipse vindo. Não é culpa de nenhum Diabo, e nem algo que não poderia ser evitado. Não aparecerá nenhum suposto deus no céu arrebatando pessoas. Temos que assumir a responsabilidade e mudar as coisas.
Esse é o único caminho.
- Marcela Lobato

Somos os seres mais teimosos da face da Terra. Dotados de inteligência, consciência e linguagem, ainda assim insistimos em negar o encerramento dos ciclos. Aceitamos o fim das estações, das histórias alheias, das coisas, mas resistimos quando o ciclo fala de nós. Quando o fim nos inclui, quando aponta para a nossa própria vida, criamos ilusões de permanência.
Talvez porque admitir o fim seja admitir limites. E limites ferem o orgulho de uma espécie que se acostumou a se ver como centro, não como passagem. Mas a vida não é feita para durar, é feita para significar. O ciclo não se fecha como punição, mas como conclusão. O fim não anula o que fomos; ele sela o que deixamos.
Negar a finitude não nos torna eternos, apenas nos impede de viver com profundidade. É quando reconhecemos que o tempo é finito que cada gesto ganha peso, cada escolha ganha verdade, e cada amor deixa de ser adiado. O fim não é o oposto da vida. O fim é aquilo que dá valor a ela.

A pele negra é quente…
quente como a terra que guarda o sol mesmo depois do entardecer.

É quente de história, de resistência, de memória que pulsa.
Carrega a ancestralidade de um continente que ensinou o mundo a dançar, a lutar, a sobreviver.

É quente porque não é ausência de luz,
é excesso de vida.
É cor que abraça, que envolve, que acolhe.

A pele negra é quente como abraço demorado,
como tambor que vibra no peito,
como raiz que não se curva ao vento.
E quem aprende a enxergar além da superfície
descobre que essa temperatura não queima,
aquece.

O silêncio e uma granada
como a propria terra
que espera o seu tempo para explodir...

PÓ DA TERRA


Do pó da terra elas fazem arte.
Do pó da terra elas conseguem o pão.
Do pó da terra elas expressam
Tudo aquilo que está no coração.


Ás mulheres do Jequitinhonha.🤎