Terceiro ano
Não aceito laço pela metade,
nem coração com porta aberta.
Onde entra um terceiro, sai a verdade,
e a alma sente que não é certa.
No terceiro dia, que o coração agoniza de saudade,
no terceiro dia, que lembramos o quanto éramos felizes juntos.
No terceiro dia, que nos perguntamos o por que da partida,
mesmo sabendo a resposta.
No terceiro dia, que penso que deveria ter feito mais, pra você ficar ao meu lado.
No terceiro dia, lembro dos nossos beijos calorosos, dos nossos abraços como se fosse a ultima vez.
No terceiro dia, percebo que já esquece até o seu perfume.
E só a saudade e as memorias me restou.
É preciso plantar o primeiro verso
Regá-lo com a mágica do segundo
Expondo-o ao ritmo do terceiro
Escrever o quarto rompendo o solo
Ao ritmo da mágica que penetra
O solo recebe palavras poéticas
Fortalecendo o tronco que bebe
Do truque de esperar desenvolver
A autoria que do cultivo de pensar
Vai regando de verso a verso
Sabendo o que dizer nessa de plantar
Floresce a conclusão e o perfume
Do estilo pega palavras travesso
Como fruto dessa lida e come
No primeiro verso se folheia um dia de sol
No segundo a leitura de um dia de sol
No terceiro o som da folha de papel
No quarto as letras do poema no céu
No quinto a boca que declama
No punho a mente clara do poeta
No dia a dia nas frestas coisas
incríveis como letras
como estás
As instituições de ensino superior do terceiro mundo se esforçam para formar profissionais qualificados e funcionários competentes, enquanto as do primeiro mundo se concentram em desenvolver lideranças e empreendedores visionários, salvo raríssimas exceções!
O Terceiro Olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida
Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Divergências à parte, trata‑se de uma sociedade herdeira da Revolução Francesa e do ideal iluminista de uma utopia planetária: a de transformar o mundo numa pequena aldeia global.
É nesse contexto que surge o ecrã como mediador privilegiado da relação entre o indivíduo e o mundo. O primeiro protótipo foi o cinema, que procurou universalizar experiências e imaginários. Contudo, o seu acesso restrito tornou‑o insuficiente para concretizar a utopia global. A televisão surge, então, como segundo ecrã, levando o mundo para dentro de casa e inaugurando o sedentarismo mediático. Ainda assim, permanecia uma limitação decisiva: o espectador não escolhia; apenas consumia o que lhe era programado.
O terceiro ecrã, o ecrã digital, supera os anteriores. Cabe no bolso, acompanha o indivíduo para todo o lado e apresenta uma luminosidade quase hipnótica. Com ele, o ecrã globaliza‑se definitivamente. Tudo passa a integrar a chamada dialéctica digital: cinema como tese, televisão como antítese e ecrã digital como síntese.
Mas esta síntese não representa, como se poderia supor, um progresso emancipador. Longe disso. O ecrã digital transforma‑se numa nova tese, cuja antítese são os dados e cuja síntese se manifesta nas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram. Estas plataformas tornaram‑se os templos do nosso tempo: espaços de confissão, adoração e validação simbólica, onde as visualizações substituem os hossanas e o like ocupa o lugar do amém.
Neste novo regime do visível, falar deixa de ser apenas um direito e passa a ser uma exigência. A exposição converte‑se em critério de existência, enquanto o silêncio começa a ser interpretado como ausência ou suspeita. O indivíduo não é apenas utilizador do ecrã; torna‑se matéria‑prima de um sistema que vive do cruzamento de dados.
O problema não reside na tecnologia em si, mas no tipo de poder que nela se infiltra. Fornecer dados a um desconhecido é o primeiro passo da dominação. Saímos, assim, de uma política centrada na administração do corpo, como analisou Michel Foucault, para uma política de gestão da mente, descrita por Byung‑Chul Han como psicopolítica.
Hoje, a vigilância já não se impõe pela força nem pelo medo. Ela seduz. Apresenta‑se sob a forma de liberdade, desempenho e auto‑realização. A coerção tornou‑se interna. Vivemos numa sociedade hiperactiva, onde o repouso e a contemplação se encontram ameaçados. Mesmo no espaço íntimo, o ecrã permanece presente.
É aqui que emerge o que podemos chamar de “terceiro olho”: uma vigilância invisível que tudo observa o que publicamos, curtimos, comentamos e partilhamos. Não é um panóptico clássico nem um soberano autoritário. É um olhar que sorri, convida e encanta. Não reprime desejos; fabrica‑os.
Este processo não aponta para uma distopia longínqua, mas para uma transformação já em curso. A democracia corre o risco de se converter em ditadura digital, e os Estados nacionais podem tornar‑se dependentes dos gigantes tecnológicos para controlar as suas próprias populações, comprando dados que hoje lhes são entregues gratuitamente.
Estamos, assim, diante de um novo vocabulário político. Um regime em que a voz é permanentemente controlada e medida, a vozcracia, e em que o silêncio é progressivamente incentivado e aplaudido, suspeito ou invisibilizado, a silenciocracia. Eis o horizonte inquietante da sociedade seduzida pelo ecrã digital.
Primeiro, eu escuto;
Segundo, eu entendo;
Terceiro, eu falo.
Se a ordem é ao contrário disso, ninguém se compreende.
Primeiro: Eu
Segundo: Eu
Terceiro: Eu
Egoísmo? Não! É amor-próprio.
Ninguém vai fazer por mim o que eu mesmo preciso fazer!
Estou em pleno terceiro ato. Quero aproveitar meu tempo de vida, que não sei quanto será, para aprender, compreender e agradecer.
Primeiramente, faço o que me faz bem... Segundo, o que faz bem a quem eu amo... Terceiro, o que pode fazer bem a quem não faz diferença na minha vida!
O terceiro lugar tem mais valor que o segundo, pois este advém de uma vitória. O segundo resulta de uma derrota... É o Vasco do pódio, já que o primeiro é uma consequência por excelência.
Vejo surgir meu rosto em terceiro plano,
e fora do meu corpo vejo-me beijar tua nuca,
pouco abaixo da orelha, o peso do meu gesto
movimenta teu corpo por centímetros, fechas teus
olhos e deixamos de existir, alertando todos os pelos
dos nossos corpos que o senhor desejo chegou .
Querer é o primeiro passo, o segundo é o conquistar o terceiro e mais importante e que muitos não dão muita importância é valorizar sempre suas conquistas, valoriza-las e preserva-las sejam elas em qualquer aspecto da sua vida.
O primeiro erro chega..
O segundo é irritante,
Mas tenha certeza, para o terceiro eu não te darei chance!
Se o Pensamento se movimenta conduzido pelo Consciente ou Inconsciente, ele é, então, um terceiro componente. Qual a sua natureza? De onde ele surgiu? Ele adviria, igual ao Consciente ou Inconsciente, de uma massa maior, da massa de Pensamento Coletivo ou Pensamento Central?
Conhecendo o natal
Vinte e cinco de dezembro,
Décimo terceiro,
Compras,
Shopping,
Natal,
Papai Noel,
Presentes,
Novas amizades,
Novos amores,
Momentos marcantes,
Fotos
Novos planos,
Esperança,
Férias,
Viagens,
E alegria...
Enfim,
Chegamos em Janeiro.
Não faltou nada,
Fechei com chave de ouro,
Mas nada é de graça...
Volto a trabalhar,
Retornam as viagens pela cidade,
Tantas datas,
Muitos eventos,
O tempo passa,
Voa o ano e nada...
Percebo que envelheço,
Os filhos crescem,
Os amigos morrem,
Fico sozinho...
O tempo encurta,
Vejo o seu final,
Busco uma saída,
Encontro Jesus,
Aprendo o que é natal.
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