Ter Fe e ver Coragem no Amor Los Hermanos
olho pra cima respiro transmito energias positivas pra quem precisa, pra quem tem fé, pra quem é guerreiro e luta pelos seus ideais, pra quem tem esperança, mas a esperança do verbo "esperançar" e não a de esperar ate porque como disse Chico Buarque: " Quem espera sempre cansa" ... Então está na hora de levarmos a diante o verbo esperançar e usá-lo na prática, pois esperança e fé é o que nos movem, nos mantém em pé, nos faz acreditar mesmo que ninguém acredite, é a força que nos leva a evoluir, crescer, positivamente em meio as situações.
Viver pela fé é um desafio diário. Nossa natureza humana está acostumada a conhecer, decidir e viver através dos sentidos. Fazer estas coisas sem a participação das emoções, dos sentimentos, da vista e da audição é contrário ao que somos. Mas, esse é o estado em que nos encontramos depois de expulsos do Paraíso. Temos de nos relacionar com um Deus a quem não vemos, não ouvimos, não sentimos e não tocamos, e em quem acreditamos e confiamos tão somente através do registro de sua autorevelação, o qual chamamos de Bíblia. A compulsão de procurar ver, sentir e ouvir a Deus tem levado muitos ao misticismo crédulo. E a falta de ver, sentir e experimentar a Deus tem levado outros ao ceticismo. Mas, o justo viverá pela fé.
Não guarde rancor,
arranque do coração
as mágoas do passado
e tenha fé que Deus
restaura e limpa todas
as tristezas que insistem
em te derrubar.
Mesmo que escureça,
que a luz permaneça.
Mesmo que a dor aumente,
que a fé seja crescente.
Mesmo que a alma emudeça,
que o AMOR prevaleça.
A ARTE DE SER VELHO
É curioso como, com o avançar dos anos e o aproximar da morte, vão os homens fechando portas atrás de si, numa espécie de pudor de que o vejam enfrentar a velhice que se aproxima. Pelo menos entre nós, latinos da América, e sobretudo, do Brasil. E talvez seja melhor assim; pois se esse sentimento nos subtrai em vida, no sentido de seu aproveitamento no tempo, evita-nos incorrer em desfrutes de que não está isenta, por exemplo, a ancianidade entre alguns povos europeus e de alhures.
Não estou querendo dizer com isso que todos os nossos velhinhos sejam nenhuma flor que se cheire. Temo-los tão pilantras como não importa onde, e com a agravante de praticarem seus malfeitos com menos ingenuidade. Mas, como coletividade, não há dúvida que os velhinhos brasileiros têm mais compostura que a maioria da velhorra internacional (tirante, é claro, a China), embora entreguem mais depressa a rapadura.
Talvez nem seja compostura; talvez seja esse pudor de que falávamos acima, de se mostrarem em sua decadência, misturado ao muito freqüente sentimento de não terem aproveitado os verdes anos como deveriam. Seja como for, aqui no Brasil os velhos se retraem daqueles seus semelhantes que, como se poderia dizer, têm a faca e o queijo nas mãos. Em reuniões e lugares públicos não têm sido poucas as vezes em que já surpreendi olhares de velhos para moços que se poderiam traduzir mais ou menos assim: "Desgraçado! Aproveita enquanto é tempo porque não demora muito vais ficar assim como eu, um velho, e nenhuma dessas boas olhará mais sequer para o teu lado..."
Isso, aqui no Brasil, é fácil sentir nas boates, com exceção de São Paulo, onde alguns cocorocas ainda arriscam seu pezinho na pista, de cara cheia e sem ligar ao enfarte. No Rio é bem menos comum, e no geral, em mesa de velho não senta broto, pois, conforme reza a máxima popular, quem gosta de velho é reumatismo. O que me parece, de certo modo, cruel. Mas, o que se vai fazer?
Assim é a mocidade- ínscia, cruel e gulosa em seus apetites. Como aliás, muito bem diz também a sabedoria do povo: homem velho e mulher nova, ou chifre ou cova.
Na Europa, felizmente para a classe, a cantiga soa diferente. Aliás, nos Estados Unidos dá-se, de certo modo, o mesmo. É verdade que no caso dos Estados Unidos a felicidade dos velhos é conseguida um pouco à base da vigarista; mas na Europa não. Na Europa vêem-se meninas lindas nas boates dançando cheek to cheek com verdadeiros macróbios, e de olhinho fechado e tudo. Enquanto que nos Estados Unidos eu creio que seja mais... cheek to cheek. Lembro-me que em Paris, no Club St. Florentin, onde eu ia bastante, havia na pista um velhinho sempre com meninas diferentes. O "matusa" enfrentava qualquer parada, do rock ao chá-chá-chá e dançava o fino, com todos os extravagantes passinhos com que os gauleses enfeitam as danças do Caribe, sem falar no nosso samba. Um dia, um rapazinho folgado veio convidar a menina do velhinho para dançar e sabem o que ela disse? - isso mesmo que vocês estão pensando e mais toda essa coisa. E enquanto isso, o velhinho de pé, o peito inchado, pronto para sair na física.
Eu achei a cena uma graça só, mas não sei se teria sentido o mesmo aqui no Brasil, se ela se tivesse passado no Sacha's com algum parente meu. Porque, no fundo, nós queremos os nossos velhinhos em casa, em sua cadeira de balanço, lendo Michel Zevaco ou pensando na morte próxima, como fazia meu avô. Velhinho saliente é muito bom, muito bom, mas de avô dos outros. Nosso, não.
Boa Noite.....
Justiça divina
Não sigo nenhuma doutrina religiosa, porém tenho muita fé em Deus e na sua justiça divina. É impressionante como Deus te mostra a verdade em questão de minutos quando somos verdadeiros com ele, e tentam nos apunhalar pelas costas. Me impressiona cada dia como é bom servir a Deus com lealdade verdade e obediência sem precisarmos prejudicar outra pessoa. Isso que vejo muitos fazendo por ai, para mim não é religião, sim falta de caráter, é usar o nome de Deus em vão e falso senso de moralismo, pessoas totalmente hipócritas e vazias interiormente.
Logo quando aceitei a fé me perguntaram porque eu estava indo a igreja, e eu pobre de palavras não soube explicar, hoje eu tenho tantas palavras pelas maravilhas que o senhor tem feito, mas uma palavra repetida continuamente conseguem explicar o porque eu sirvo a este Deus e essa palavra é #Santo #Santo #Santo #Santo #Santo !!!
A Prece
O dia vem, o corpo agradece
A fé permanece aos sábios
Aos contritos existe a prece
A boa nova vem pelos lábios
A quem ouve e quer alicerce
Quer amor pregoado, pelo Pai
Que na alma se tem na cerce
E que a vida não nos despojai...
Luciano Spagnol
"A fé e a incredulidade trocam de lugar a todo momento no homem curioso”.
(em "O avesso das Coisas". São Paulo: Editora Record, 2007.)
"Se até uma flor é capaz de brotar em um muro,
Ainda tenho esperança que possa existir fé no coração mais duro! "
