Teoria
Na teoria do caos é exatamente isso que os matemáticos querem prever: o que as pessoas pensam que é acaso mas, na realidade, é um fenômeno que pode ser representado por equações. Alguns pesquisadores já conseguiram chegar a algumas equações capazes de simular o resultado de sistemas como esses, ainda assim, a maior parte desses cálculos prevê um mínimo de constância dentro do sistema, o que normalmente não ocorre na natureza. Diz-se que até o bater de asas de uma borboleta - teoria de Edward Lorenz - podem mudar acontecimentos. Então qual o motivo de você achar que suas palavras e atitudes não tem consequência alguma?
E aquela teoria de que o melhor remédio é o tempo se concretiza, o mundo gira e tudo vai se ajeitando, cada coisa em seu devido lugar, devagar, sem pressa demasiada, sem atropelamentos. É.. a vida está nas entrelinhas do tempo.
Saber é uma coisa e entender é outra... Pela teoria, sabemos que o sangue corre em nossas veias entretanto, só entendemos na pratica essa verdade quando nos ferimos, quando nos cortamos. Sabemos que temos vida, mas só á entendemos quando ela se esvai por entre os dedos da morte que se anuncia. Sabemos também que temos um coração e só entendemos isso, quando perdemos um grande amor. Duas coisas para mim agora são certas; Se sofro hoje, é por que não busquei entender sobre as coisas que sei, e que o verdadeiro sábio não é àquele que sabe em sim, àquele que põe na prática todo entendimento do que por ventura venha saber.
TEORIA DAS BANANAS
Lógica da Banana podre:
Não viveu no seu momento certo - agora se perdeu;
Lógica da Banana verde:
Não chegou no seu momento de viver, ainda;
Lógica da Banana Madura:
O momento certo - saiba vivê-lo sem medo.
A vida pode ser facilmente definida em fazes, como não? Primeiro clamamos por aquilo que ainda não estamos pronto para tal, somos, nesse momento, apenas bananas verdes. Porém, ruim seria se fossemos bananas podres, quando já não poderíamos nada fazer. Então, quando alguém chamar-lhe de banana, responda-o: MADURA!
Na teoria fica fácil viver sorrindo,
mas na realidade mesmo com muito esforço,
jamais poderemos esconder as adversidades
que nossa essência nos pré-determina,
por isso o equilíbrio é fundamental.
TEORIA DAS SUPERCORDAS
A teoria das supercordas está baseada na premissa de que os constituintes elementares da matéria não são descritos corretamente quando nós o tratamos como objetos pontuais. De acordo com esta teoria, as partículas elementares são realmente minúsculos "laços de cordas" com raio dado aproximadamente pela constante de Planck. Assim, esta teoria trata todas as partículas como se fossem cordas. Quando detectamos a presença de uma partícula não é nada mais que vibrações dessas cordas. Os modernos aceleradores de partículas, que são instrumentos construídos para acelerar, de forma controlada, um conjunto de partículas carregadas, atribuindo as mesmas energias elevadas, da ordem de uma centena de GeV (Gigaeletronvolts), para utilizá-las em reações nucleares, só podem vasculhar até distâncias muito longe da escala de Planck e conseqüentemente estas cordas parecem, nesta escala, objetos pontuais. Porém, a hipótese da Teorias das Cordas é que eles são minúsculos "laços", mudando drasticamente o modo no qual estes objetos interagem na menor escala de distância. Esta modificação é que permite a gravidade e a mecânica quântica formar uma união harmoniosa. Uma das conseqüências desta solução é que se pode mostrar que as equações da teoria das cordas só são autoconsistentes se o universo contém, além do tempo, nove dimensões de espaço. Assim, se esta teoria estiver correta, temos que admitir, como já admitem por longo tempo alguns segmentos da ufologia, particularmente a ufologia mística, que vivemos em um espaço de múltiplas dimensões.
Para ser mais exato, segundo a teoria das supercordas, nós viveríamos em um espaço de dez dimensões. E onde estariam estas outras dimensões que ninguém vê? Estas seis dimensões espaciais extras devem se enrolar (espiralar) em um espaço geométrico minúsculo cujo tamanho deve ser comparável ao comprimento da corda. Assim, estas dimensões extras só se apresentariam se observássemos a matéria na "escala de Planck". E nessa escala a "observação" é praticamente impossível, visto que este "tamanho" é da ordem de 10-33 cm.
Teoria de Kaluza-Klein
A idéia de que nosso universo poderia ter mais de três dimensões foi introduzida há mais de meio século antes do advento de teoria das cordas por T. Kaluza e por O. Klein.
A premissa básica da Teoria Kaluza-Klein é que uma dimensão ou pode ser grande e diretamente observável ou pequena e essencialmente invisível.
Uma analogia com uma mangueira de jardim pode ser útil. De longe, olhando uma mangueira de jardim longa, parece um longo fio, ou seja, um objeto unidimensional. De um ponto mais próximo (ou de uma distância longa com ajuda de um aparelho de aproximação visual) dimensões adicionais aparecem, a dimensão circular da mangueira fica evidente. Assim, dependendo da escala de sensibilidade do observador, a mangueira ou aparecerá como um objeto de uma ou três dimensões.
A teoria de Kaluza-Klein diz que a mesma coisa pode ser verdade no universo. Nenhum experimento governa ou visualiza a possível existência destas dimensões. Estas dimensões adicionais de espaço estão enroladas (como a dimensão circular da mangueira) em escalas menores que 10-12 cm, o limite de acessibilidade hoje. Embora originalmente introduzida no contexto das teorias de partícula pontuais, esta noção pode ser aplicada a cordas.
Então, a teoria das cordas é fisicamente sensata se as seis dimensões extras requeridas estão enroladas em minúsculas formas espirais no espaço, da ordem da escala de comprimento de Planck.
[Tenho uma] teoria de que, quanto menor for um cachorro, mais demoníaco ele será, e igualmente maior será a probabilidade de meus vizinhos arrumarem um.
Não adianta, só entendemos o que é a dor do outro quando sentimos igual. A teoria de tudo ser exagero fica para quem ainda teve a sorte de não ter sentido doer.
Ninguém nunca me vendeu a ideia de que seria fácil. Eu sabia do risco, mas decidi arriscar. A teoria de vencer os impropérios diários se mostrou bem diferente da amarga prática. (E quem disse que remédio amargo é ruim?) Hoje, aos poucos, começo a colher os frutos da decisão em não desistir e, de passo em passo, plantar - além de sonhos - suor. A luta é amarga; a teoria, doce. E o resultado dessa luta é uma mistura maravilhosa de sabores.
Sou a filosofia que Platão não conseguiu explicar, a teoria que Einstein não conseguiu compreender e a arte que Da Vinci não conseguiu fazer.
