Tentando te Esquecer

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Muitas vezes passamos a vida tentando ser o farol da tempestade de alguém, esquecendo que um farol sem energia é apenas uma torre escura no meio do nada. Amar a si mesmo antes de tudo não é egoísmo; é uma lei de sobrevivência emocional.Se você não preencher o seu próprio copo primeiro, passará o resto dos dias implorando por gotas do copo alheio. Ninguém consegue oferecer um abraço sincero se estiver se desmoronando por dentro. O mundo só aprende a te respeitar e a te valorizar quando assiste à forma como você cuida das suas próprias feridas.Seja a sua primeira escolha, o seu plano principal e o seu porto seguro. Só quem aprende a habitar a própria solitude com paz consegue partilhar a vida com alguém sem se perder no caminho.

Se eu tivesse mil vidas, em todas elas eu gastaria meu primeiro fôlego tentando te encontrar de novo.

Se existir um segredo para a gente ficar sempre junto, eu topo passar a vida inteira tentando descobrir.

Olhe para nós agora, tentando reviver o passado em corações que ainda se procuram. Eu disse que estávamos terminados, mas a vida me mostrou que não sei viver sem você. O que restou foi esse sonho de te ter de volta.

Passei tanto tempo tentando manter o tempo congelado, dirigindo noites inteiras para te manter aquecida, que não percebi que estava apenas perseguindo nuvens. É exaustivo tentar segurar alguém que já soltou a minha mão há muito tempo.
O meu coração continua aberto, mas, como eu te disse, ele parece vazio. É estranho como ele pode estar destruído e, ao mesmo tempo, permanecer intacto, guardando cada cor nossa que eu não consigo mudar. Eu te dei toda a esperança que eu tinha, mas entendo agora que gastei o seu amor até não sobrar nada. Sinto muito se, nessa tentativa, acabei te deixando despedaçada por dentro.
No fim, eu vou embora hoje à noite. Não porque eu queira, mas porque não existe mais nada entre nós para eu me segurar. Essa é a história da minha vida e, por mais que doa, ela termina com este capítulo onde eu finalmente te deixo ir. Espero que, sem o peso do meu esforço unilateral, você consiga encontrar a paz que não encontrou ao meu lado.

Sabe, passei muito tempo tentando me convencer de que a distância era necessária ou que o tempo resolveria esse aperto no peito. Eu estava errado.
​Estou aqui agora, encarando o telefone e lutando contra a vontade de ligar só para ouvir a sua voz. É engraçado como a gente só percebe o quanto depende de alguém quando o "amanhã" deixa de ter cor. Sem o seu sorriso guardado aqui dentro, meus dias parecem uma sequência de horas vazias e noites longas demais.
​Eu sei que você também está machucada. Sinto isso no ar, no jeito que o nosso adeus ficou suspenso. Mas o que estamos fazendo com a nossa vida? Estamos nos torturando à distância enquanto o amor continua aqui, nos cercando, ficando cada vez maior, mesmo que a gente tente ignorar.
​"O que sou eu sem você?"
​Essa pergunta me persegue. A verdade é que me sinto perdido. Não há um caminho fácil de volta, mas eu precisava dizer: eu sinto muito. Fui teimoso, fui cego, e agora estou aqui, "completamente sem amor", porque todo o amor que eu tinha, eu entreguei a você.
​Se eu aparecesse na sua porta agora, confessando que não consigo mais seguir sozinho... o que você diria? Eu só queria que você me levasse para casa. Não para um lugar físico, mas para aquele sentimento de paz que só existia entre nós dois.
​Ainda espero que você esteja sentindo o mesmo.
​Com todo o meu arrependimento e o que restou de mim,
​Aquele que ainda te espera.

Sabe, eu passei muito tempo tentando me convencer de que o silêncio era a melhor resposta. Tentei seguir a vida, focar no trabalho e preencher os dias com barulhos diferentes, mas a verdade é que, no fim da tarde, o silêncio sempre traz o seu nome de volta.
Eu vejo as minhas próprias atitudes e, às vezes, elas parecem frias ou distantes, como se eu já tivesse superado tudo. Mas é só uma armadura. Por dentro, ainda existe aquele mesmo aperto no peito toda vez que algo engraçado acontece e minha primeira reação é querer te contar.
Dizem que o tempo apaga tudo, mas o tempo só tem me mostrado que o que a gente viveu não era passageiro. É estranho como eu consigo te encontrar em detalhes pequenos: numa música que toca no rádio, no jeito que o sol bate na janela ou no rosto de desconhecidos na rua. Eu tento disfarçar, tento ser forte e fingir que esqueci, mas basta um pensamento mais profundo para eu perceber que você ainda ocupa o lugar principal aqui dentro.
Às vezes me pergunto se você também trava essas batalhas internas. Se, quando nossos olhares se cruzam por um segundo que seja, você sente a mesma eletricidade e a mesma vontade de desistir desse afastamento.
Eu não sei o que o futuro reserva, nem se esse nosso amor ainda tem capítulos para serem escritos. Só queria que você soubesse que, apesar da ausência física, você nunca saiu dos meus pensamentos. Existe um laço que a gente não consegue cortar, por mais que tente.

Eu passei muito tempo tentando encontrar uma explicação para o que a gente viveu — ou para o que eu achei que estávamos vivendo. Demorou, mas hoje eu aceito a realidade mais difícil de todas: eu te amei por nós dois. E, por mais que esse amor tenha sido a coisa mais natural do mundo para mim, ele se tornou pesado demais para carregar sozinho.
Não escrevo isso para te culpar. Ninguém é obrigado a sentir o que não sente. Escrevo para me libertar. Preciso parar de esperar por uma reciprocidade que não vem e de sonhar por dois. Vou guardar o que foi bom em um lugar onde não doa mais, mas hoje eu escolho seguir o meu caminho, entendendo que o amor, para ser completo, precisa de dois corações batendo no mesmo ritmo.

Eu fico aqui tentando encontrar o ponto exato onde a nossa estrada se dividiu. Olho para trás e vejo tudo o que construímos — cada olhar que dizia mais do que qualquer palavra, os planos que fazíamos para um futuro que parecia tão certo e ao alcance das mãos.
​Eu me entreguei por inteiro, sem armaduras. Coloquei em você um tipo de amor que a gente só tem força para viver uma vez na vida; aquele que não guarda reservas e não conhece o medo. Eu realmente acreditei que o que tínhamos era inquebrável, que o nosso "nós" seria capaz de atravessar qualquer tempestade.
​Mas a vida, com sua ironia silenciosa, mostrou que a vontade de um nem sempre é o destino do outro. Aceitar que não foi o suficiente é, sem dúvida, o exercício mais doloroso que já enfrentei. Quando você partiu, não foi apenas um relacionamento que terminou; sinto como se uma parte de quem eu era tivesse se perdido pelo caminho, e hoje eu caminho um pouco mais incompleto.
​Fica esse vazio, esse silêncio no peito que grita o seu nome nas horas mais inesperadas. É uma saudade que não tem para onde ir, um amor que não encontrou mais o seu porto. Talvez eu nunca mais consiga olhar para alguém e sentir esse mesmo incêndio, essa mesma entrega. E tudo bem, porque entendi que esse amor... ele continua guardado em você, onde quer que você esteja.

“A maioria das pessoas passa a vida tentando ser entendida; eu passei a minha tentando não me trair — e foi assim que descobri que a solidão também pode ser uma forma de vitória.”

"O Jurista ao manejar o direito como aplicador da ordem se torna um 'arquiteto' tentando construir um castelo de cartas no meio de uma tempestade".

Tentando desenhar o que vi no sonho...
Um barco caravela da era colonial em um cais, muitas pessoas descendo e subindo do barco...
Eu desci, e logo vi alguém encostado no parapeito da orla, era ele novamente o 'C', nos olhamos profundamente, e rimos um para o outro.


Me despedi desse alguém, e dissemos um adeus que seria para sempre...
Porque enquanto eu estava descendo naquelas terras, ele estava indo para outras.


Eu continuei caminhando, e indo com a minha mala cheia de pertences, para não sei onde...


Eu estava tão feliz naquele instante, mas alguma coisa me dizia que eu deveria embarcar com aquela pessoa de volta, porque depois daquele momento, nunca mais nos veríamos.


Lembro que eu estava com roupas de camponesa.
Uma saia longa e uma blusa de meia manga branca...


Porém, tudo o que fiz foi andar para frente, e olhar para trás, até sumirmos das vistas um do outro.


Ele me olhava com amor e ternura, como quem dissesse "fica comigo e vamos viajar juntos, para nunca mais nos separarmos..."


Antes de partir, havia me aproximado dele e o abraçado. Era como se fosse o último abraço das nossas vidas.


Tão intenso.


É só disso que me lembro ❤️
10/11/2021

9 de junho de 2024... 21:02




Semana passada sonhei que estava tentando atravessar uma ponte, mas precisava repor uns troncos de árvores para passar por cima.
Quando peguei os 2 troncos para colocar em cima da ponte para que eu passasse, eles viraram pó e se desfizeram em minhas mãos.
A aparência de um deles, era como se fosse o rei Charles da Inglaterra deitado.

No fim das contas, a gente passa tanto tempo tentando parecer forte que esquece o básico, quase infantil, quase óbvio, mas ainda assim tão difícil: abrir a boca e dizer. Dizer o que incomoda, o que pesa, o que lateja baixinho no peito como quem pede socorro sem fazer barulho. Porque tem dores que não gritam, elas sussurram. E são justamente essas que mais machucam quando a gente decide ignorar.


Eu fico pensando que amar, de verdade, não tem nada a ver com esse teatro bonito onde ninguém erra, ninguém sente, ninguém reclama. Amar é meio bagunçado mesmo, meio torto, meio cheio de pausas estranhas no meio de uma conversa que deveria fluir melhor. Amar é ter coragem de olhar pra quem está do nosso lado e dizer com uma sinceridade quase constrangedora: olha, isso aqui me doeu. Não foi grande coisa pra você, eu sei. Mas aqui dentro fez barulho.


Porque quando a gente não fala, a gente cria. E a mente, ah, ela é uma roteirista dramática. Ela inventa histórias, aumenta detalhes, distorce intenções. O que era só um incômodo pequeno vira uma novela inteira dentro da cabeça. E aí a gente começa a se corroer por dentro, como se estivesse sendo consumida por algo que poderia ter sido resolvido em uma conversa simples, dessas de fim de tarde, com um café morno e um pouco de coragem.


Tem gente que acha que amar é aguentar calada. Que é nobre engolir o choro, fingir que não viu, que não sentiu, que não doeu. Mas isso não é amor, isso é acúmulo. E tudo que acumula uma hora transborda. Não como uma poesia bonita, mas como uma ferida aberta, daquelas que já poderiam ter sido tratadas lá no começo, quando ainda era só um arranhão.


Amar, no fim, é quase um exercício diário de manutenção emocional. É perceber o pequeno antes que ele vire gigante. É ajustar o que está fora do lugar antes que a casa inteira desmorone. É escolher conversar mesmo quando dá vontade de se fechar. Porque se fechar parece proteção, mas muitas vezes é só isolamento disfarçado.


E eu digo isso como quem já ficou em silêncio quando deveria ter falado. Como quem já criou mil histórias na cabeça por falta de uma frase dita no tempo certo. A verdade é que não existe amor que sobreviva bem ao silêncio constante. O silêncio até acolhe, às vezes, mas quando vira regra, ele distancia.


Então, talvez o que realmente importe seja isso mesmo: sentar, respirar e dizer. Sem ataque, sem defesa, sem roteiro pronto. Só dizer. Porque amar não é fingir que nada dói. É ter coragem de mostrar onde dói, enquanto ainda é possível cuidar.


E se tem uma coisa que a vida ensina, meio sem pedir licença, é que sentimentos ignorados não desaparecem. Eles só mudam de forma. E nem sempre a nova forma é gentil.


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Leveza:


Não passe a vida tentando adaptar-se para ter validação.


Isso não é liberdade e muito menos controle sobre se próprio.


A leveza de se viver é ter auto controle sobre suas emoções e decisões.


Aprenda controlar quem deve entar ou sair da sua vida.

Você não está apenas tentando recuperar autoestima, sonhos e sentido.
Está aprendendo a tornar-se um lugar seguro para a própria existência.

⁠Tem muita gente quebrando a cara na vida, porque estão tentando a sorte ao invés de deixar Deus agir.
Sortudo mesmo é aquele que espera com paciência no senhor.

Somos peças falhas tentando nos ajustar ao mecanismo perfeito, criado e projetado pelo engenheiro do universo!⁠

Quando a ignorância se veste de audácia para atacar a ciência, ela não está apenas tentando destruir a reputação de um homem, mas está tentando apagar a própria luz da racionalidade que nos impede de voltar à Idade Média.

Quem vive tentando caber na vida dos outros, acaba se perdendo do próprio destino, e morre sem ter vivido a própria história.