Tenho um ser que Mora dentro de Mim

Cerca de 627122 frases e pensamentos: Tenho um ser que Mora dentro de Mim

Tenho pressa, tenho pressa de quem tem fome, fome por algo que ainda não sei, mas que me dá um vazio oco desses que ecoam na alma.

Inserida por MaelAzevedo

Eu tenho um coração quebrado. E está partido em mil pedaços, e nunca consigo colar. Minhas mãos se gelam, e meus olhos lotados de lágrimas. Aí eu peço para você ter controle… Quando nem eu mesma tenho. Quando eu sofro todos os dias um pouquinho mais do que deveria sofrer. Eu digo que não me importo, mas como me importo… E isto fica no meu cérebro até eu não querer mais viver, pois se torna inútil. Sim, eu sou tão fraca de vez enquanto… E que Deus me perdoe.

Inserida por TaiseCascaes

“ Tenho um estilo bem definido e tenho também um estilo bem definido das pessoas : - Os opostos até se atraem, mas não o absurdo. “

Inserida por DirceuKommers

Eu tenho muito a aprender, falar em dinheiro nunca foi um drama, ter impulsos por chocolates me fez uma pessoa mais controlada e me ajudou a parar de agir sem pensar.

Inserida por Arcise

Neste Natal vale um pedido para que Jesus possa obter
o que Ele sempre desejou: PAZ NA TERRA ENTRE OS HOMENS DE BOA VONTADE...
Se ainda existirem, podemos atende-Lo...
Eu tenho aprendido que em clima de paz, amor e amizade,
tudo se resolve melhor...
Certamente não existe nada melhor para começar o ano 2021,
depois de um 2020 pleno de problemas...
Osculos e amplexos espalhando amizade,
Marcial
TEXTO INSPIRADO EM TEXTO DE MESMO NOME, DE AUTORIA DE WILIAM SHAKESPEARE.

ASSIM EU TENHO APRENDIDO
Marcial Salaverry

Eu tenho aprendido que devemos ouvir mais e falar menos...
E pensar antes de falar...

Que o perdão é melhor do que a vingança...
Faz um bem para a alma...

Que por favor e muito obrigado nada custam e muito trazem...
Usemo-los adequadamente... Usemo-los SEMPRE...

Que a humildade é mais forte que a soberba...
É aprender que a humildade faz bem para a alma... Humildade, é também saber ouvir, entendendo que ninguém é dono da verdade...

Que orgulho nada nos traz de bom...
De que vale o orgulho? O fim sempre será o mesmo...

Que preconceitos impedem que vejamos a alma das pessoas...
E muitas vezes é muito mais linda do que o aspecto exterior...

Que devemos respeitar para sermos respeitados...
Seu direito termina onde começa o meu, e o meu, onde começa o seu...

Que tudo na vida tem um limite... Quando ela acaba, tudo termina... inclusive a própria vida...
Saibamos vive-la com paz e em amizade, aliás, como Ele nos pediu.

Que a paciência é uma excelente virtude...
Impede-nos de fazer besteiras...Vamos aprender a pensar antes de agir...

Que boas amizades devem ser mantidas...
Antes mesmo de pensar em novas...Não vale a pena perder amizades por questiúnculas...

Que devemos viver a vida, enquanto vivos estivermos...
Depois, será tarde demais...

Que não devemos fazer nada que possa prejudicar outrem...
Mesmo porque muitas vezes o feitiço vira contra o feiticeiro...Sempre é melhor um ato de solidariedade,
do que um simples "dar de ombros"...

Que a vida é um bem muito precioso... e devemos respeitar o direito à vida
alheia, como queremos que o nosso seja respeitado...
A vida, como os direitos, tem seus limites... Saibamos observá-los...

Enfim, que a coisa mais importante é VIVER E DEIXAR VIVER...
Que cada qual tenha o direito de usar seu livre arbítrio, mesmo que não estejamos de acordo...
Afinal, de quem é a vida? Vamos respeitar o pensamento alheio, esperando que o nosso também o seja...

Esperando que cada qual pense e analise à sua maneira, e utilize, se lhe for conveniente...
UM LINDO DIA, pleno de felicidade... é o que lhe deseja
este escritor teimoso que ainda pensa em paz e amizade...

Inspirado no texto de mesmo nome de autoria de William Shakespeare...
Marcial Salaverry

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠Não, não posso mais te amar desse jeito, você é um enigma o maior segredo, não te descobri TENHO MEDO....

Inserida por CICEROLYRA

⁠Coronavírus: te tenho como um cacto de espinhos mortais.

Inserida por leilaboas

⁠O místico conversava com um daqueles homens imparciais.
"ele dizia ao místico, mestre andei por vales e cumes, montanhas, cidades, vilarejos, e nestas andanças fiz de mim inúmeras fotos, mas previlegiei apenas a mim e aos lugares" .
E, o solitário místico que ouvia e via tudo em Silêncio fúnebre disse, "em meio à todas estas fotografias, quem é você?" Chegastes a alguma conclusão ainda que remota, ou mera, suposição?".
E o homenzinho disse é verdade, quem sou mesmo?
E os dois sorriram...

Inserida por dalainilton


Eu tenho um sonho esquisito, mas é o que me deixará feliz.

Inserida por samuelthorn

⁠Eu tenho comigo o que de mais precioso um homem pode ter...
Ter-se a si mesmo!!!

Inserida por deckfigueira33

Tenho tido preguiça de gente vazia, é um egoísmo dilacerante que perpetua no interior humano. A comunicação é escassa, não existe mais diálogo entre os humanos. É tudo muito apressado, sem embasamento algum.

Nelma Andrade

Inserida por NelmaAndrade

A fé que eu tenho
É maior quando eu
Preciso de um.
milagre.

Inserida por auloscarvalho

Eu não sei o que aconteceu naquela noite, ainda tenho dúvidas se era real ou um sonho.

Inserida por auloscarvalho

Eu tenho a impressão de que há algo mais Profundo, como um tesouro em terras Profundas e eu quero acha-lo!

Inserida por auloscarvalho

O relacionamento é como um diamante bruto. Tem que lapidar para chegar em sua mais bela forma. Eu não tenho o dom de lapidar, deveria vir pronto.

Inserida por MelissaSalles

DEFINE A SUA CIDADE

De dous ff se compõe
esta cidade a meu ver,
um furtar, outro foder.
Recopilou-se o direito,
e quem o recopilou com dous ff o explicou
por estar feito e bem feito:
por bem digesto e colheito,
só com dous ff o expõe,
e assim quem os olhos põe
no trato, que aqui se encerra,
há de dizer que esta terra
De dous ff se compõe.
Se de dous ff composta
está a nossa Bahia,
errada a ortografia
a grande dano está posta:
eu quero fazer aposta,
e quero um tostão perder,
que isso a há de perverter,
se o furtar e o foder bem
não são os ff que tem
Esta cidade a meu ver.
Provo a conjetura já
prontamente com um brinco:
Bahia tem letras cinco
que são BAHIA,
logo ninguém me dirá
que dous ff chega a ter
pois nenhum contém sequer,
salvo se em boa verdade
são os ff da cidade
um furtar, outro foder.

Fui um douto em sonhar tantos amores...
Que loucura, meu Deus!
Em expandir-lhe aos pés, pobre insensato,
Todos os sonhos meus!

E ela, triste mulher, ela tão bela,
Dos seus anos na flor,
Por que havia de sagrar pelos meus sonhos
Um suspiro de amor?

Um beijo — um beijo só! eu não pedia
Senão um beijo seu
E nas horas do amor e do silêncio
Juntá-la ao peito meu!

Foi mais uma ilusão! de minha fronte
Rosa que desbotou
Uma estrela de vida e de futuro
Que riu... e desmaiou!

Meu triste coração, é tempo, dorme,
Dorme no peito meu!
Do último sonho despertei e n’alma
Tudo! tudo morreu!

Meus Deus! por que sonhei e assim por ela
Perdi a noite ardente...
Se devia acordar dessa esperança,
E o sonho era demente?...

Eu nada lhe pedi: ousei apenas
Junto dela, à noitinha,
Nos meus delírios apertar tremendo
A sua mão na minha!

Adeus, pobre mulher! no meu silêncio
Sinto que morrerei...
Se rias desse amor que te votava,
Deus sabe se te amei!

Se te amei! se minha alma só queria
Pela tua viver,
No silêncio do amor e da ventura
Nos teus lábios morrer!

Mas vota ao menos no lembrar saudoso
Um ai ao sonhador...
Deus sabe se te amei!... Não te maldigo,
Maldigo o meu amor!...

Mas não... inda uma vez... Não posso ainda
Dizer o eterno adeus
E a sangue frio renegar dos sonhos
E blasfemar de Deus!

Oh! Fala-me de amor!... — eu quero crer-te
Um momento sequer...
E esperar na ventura e nos amores,
Num olhar de mulher!

Só um olhar por compaixão te peço,
Um olhar.... mas bem lânguido, bem terno...

Um homem precisa de ouvidos fortes
Para ouvir o que se diz sobre ele,
Quando é julgado com liberdade.

Paixão

Um soluço quebrando o pranto que rola pelo rosto, traz consigo a dor de uma saudade indolente. Rasga meu peito, abrem e fecham as correntes que prendem meu coração. Ah, esse amor... essa paixão que alucina, domina, entontece, enlouquece, e quanto mais penso que adormece, mais ela retorna, fortalecida, rodeada por uma chama ardente, incandescente, flamejante. E em meio a madrugada, quando tudo é silêncio, vem você na minha mente para fazer sofrer meu coração. Ah, mas a paixão... apesar de dolorosa essa ferida... não poderia viver sem ela.

Um plano genial

Joaquim Rebolão estava desempregado e lutava com grandes dificuldades para se manter. A sua situação ainda mais se agravava pelo fato de ter que dar assistência a um filho, rapaz inexperiente que também estava no desvio.

Joaquim Rebolão, porém, defendia-se como um autêntico leão da Núbia, neste deserto de homens e idéias.

O seu cérebro, torturado pela miséria, era fértil e brilhante, engendrando planos verdadeiramente geniais, graça; aos quais sempre se saía galhardamente das aperturas diárias com que o destino cruel o torturava.

Naquele dia, o seu grude já estava garantido. Recebera convite para um banquete de cerimônia, em homenagem a um alto figurão que estava necessitando de claque. Mas o nosso herói não estava satisfeito, porque não conseguira um convite para o filho.

À hora marcada, porém, Rebolão, acompanhado do rapaz, dirige-se para o salão, onde se celebraria a cerimônia. Antes de penetrar no recinto, diz a seu filho faminto:

— Fica firme aqui na porta um momento, porque preciso dar um jeito a fim de que tu também tomes parte no festim. Já estavam todos os convidados sentados nos respectivos lugares, na grande mesa em forma de ferradura, quando, ao começar o bródio, Rebolão se levanta .e exclama:

— Senhores, em vista da ausência do Sr. Vigário nesta festa, tomo a liberdade de benzer a mesa. Em nome do Padre e do Espírito Santo!

— E o filho? — perguntou-lhe um dos convivas.

— Está na porta — responde prontamente. E, voltando-se para o rapaz, ordena, autoritário e enérgico:

— Entra de uma vez, menino! Não vês que estes senhores te estão chamando?

(1955)
Extraído do livro “Máximas e Mínimas do Barão de Itararé”, Editora Record – Rio de Janeiro, 1985, pág. 40, organização de Afonso Félix de Souza.