Tenho Cara de Metida

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Não vou desistir!
Tenho sonhos para realizar;
Pessoas para honrar;
E vidas para mudar!!

Eu descobri que tenho muito tempo para ti quando você decidiu não ter tempo para mim 😒

⁠Tenho medo de me conhecer.

Baco Exu do Blues

Nota: Trecho da música Me Desculpa Jay Z.

⁠Olha, não é fácil deixar o coração aberto, te torna vulnerável, mas não te torna fraca, e eu tenho que acreditar que vale a pena.

Não tenho muito para te oferecer, mas te ofereço tudo que tenho.

Aaaaahhh minha alma grita mais eu fico calado , não tenho medo de morrer , tenho medo de viver... Triste é saber que eu não consigo me matar

Ok ... agora quero saber cadê o contrato que assinei dizendo que eu tenho que ser legal sempre.

Tenho saudades...dos beijos que não te dei...
das juras de amor que não fiz...
dos abraços que me afastei...
Tenho vontade de te amar...
desejo louco de estar com você...
mas tenho que me conformar,
jamais poderei te ter!

Tenho esse simples problema, sou perfeita demais... Sou amiga demais, sou irmã demais, sou filha demais, amo demais quem não me ama, corro atras demais. Essa imensa vontade de fazer todo mundo feliz, tentar fazer as pessoas sorrirem, ser a melhor amiga, ser a melhor em tudo. Acho que é por isso que ninguém dá valor.
Acordo com o cabelo pra cima, não tenho olhos claros, sou indecisa, ciumenta,, não tenho um nariz perfeito, sou ansiosa, as vezes ignorante, nem sempre sou paciente, tímida demais... Mas, mesmo assim, sou perfeita. Posso não ser perfeita para você, e nunca tentarei ser perfeita pra você, eu sou perfeita pra quem quiser, não vou mudar por ninguém, nem pelo meu amor, goste de mim ou não, isso já é um problema seu.

Percebo que sou um caipira preso na liberdade de Goiânia. Tenho vontade dar uns cascudos na cabeça de quem plantou prédios, um lado do outro, no Setor Bueno. Penso que o pior lugar de Goiânia para se morar é aqui. Idiota de quem o inventou cheio de arranhas-céus de narizes arrebitados.Até a lua nesse lugar só aparece acima dos prédios. A impressão é a de que a lua do Setor Bueno é diferente de outros lugares; já surge no zênite. (Do livro de crônicas Romanceiro de Goiânia - Doracino Naves).

Tenho cada uma das minhas histórias cravada em mim. Cada momento que vivi faz parte da minha história, da minha vida, das minhas experiências, de mim. Com o tempo fui aprendendo a não tentar arrancar nada de dentro de mim, e sim a valorizar o que vivi, a aceitar as falhas, enaltecer as vitórias, e a ter fé num presente e futuro cada vez melhor. Amo o que ficou no passado, mas amo mais ainda o que ainda está por vir!!!

O aniversário não é tão mais querido
talvez será por que tenho tão pouco amigo,
Meu nome em germânico significa homem nobre e famoso.
é relativo.
meu conceito vem nessa base,.
mais onde fica o alicerce.
importa ter .
saber que posso contar com apenas um ao em vários
me apanhar pela costa.

Tenho um orgulho absurdo de ser quem sou. Já fui pisoteada várias vezes... mas, nem por isso, deixei de acreditar em dias melhores. Admiro a minha força, sabe por que? porque sou uma sobrevivente que jamais precisou enganar ninguém para ser feliz.

O céu feio e nublado anuncia uma tempestade. Vejo a chegada de um temporal, mas não tenho medo. Fujo procurando um abrigo seguro, longe dos meus ininterruptos pensamentos, para aportar o meu barquinho emocional. Assustada, me pego sapateando na chuva, lavando o meu ego sujo que se debate, mas ao mesmo tempo se alivia, pois está permitindo que águas claras revelem aqueles sentimentos que foram ocultados pelas sombras que um dia se apoderaram de mim, quando fechei os meus olhos, deixando de percebe-los... Ao me despir de pudores, vi uma ausência de cores, e elas ofuscavam fragmentos da minha personalidade em partes que se subdividiam e escondiam-se, negando-me o direito a liberdade. Naquele instante preferi não mais me ver... então, chorei... chorei de alegria e de dor, mas enfim, sobrevivi... eu sobrevivi...

Tenho pena em especial dos jovens do século XXI.

Luiz Felipe Pondé
Da alma e dos ossos: aforismos de crítica cultural: uma ciência melancólica. Rio de Janeiro: Edições 70, 2025.
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⁠Tenho escrito tanta coisa.
Tantos textos tristes.
Sobre o que perdi, o que estou perdendo, e o que ainda vou perder.

Às vezes me pego achando que estou me tornando um escritor.
Cheio de ideias.
Um cientista da dor.
Alguém que entende o peso das palavras e os silêncios entre elas.

Penso que talvez eu esteja ficando mais inteligente.
Mais lúcido.
Mais capaz de observar o mundo com uma clareza que antes me faltava.
Mas, no fundo, o que mais vejo — o que mais sinto —
é a minha tristeza.

Ela está em tudo que escrevo.
Mesmo quando tento falar de outra coisa, ela escorre pelas entrelinhas.
Como se fosse a única coisa que realmente não me abandona.

E é estranho isso:
transformar dor em frase,
solidão em parágrafo,
falta em ponto final.

De tudo que falam sobre o amor, tenho perdido o verdadeiro significado da palavra amor, não sei mais se é uma palavra pura ou deixou de ser pura. Quem sabe se misturou a paixão, e hoje apenas é visto como se fosse apenas uma chama, um fogo de futuras decepções.

Depois de falar contra a mesma pessoa que falou "contra diz", afirmando: "- não tenho nada contra!"

⁠Tenho ciúmes. Sim. Tenho ciúmes que começou lá atrás. Quando vi meu pai olhar com interesse por outra mulher que não era minha mãe. Está aí a base de toda dor causada pelos meus ciúmes.

Eu sei como é não se encaixar na família onde nasceu. E eu tenho fé em você.