Tenho Cara de Metida
"Tenho tentado ensinar a vida que a revolta só leva ao caminho da morte,mas ela insiste em não me dar ouvidos"
Não tenho medo
Não tenho medo da vida
E com ela bato de frente,
Tenho a guerra em meu sangue,
Tenho um coração valente.
Medo um dia tive,
Mas medo terei jamais,
Pois hoje aprendi viver,
E vi quanto sou capaz.
Em guerras mergulhei,
E me afoguei na solidão,
Vivia sempre tristonho
Pois não tinha mas razão.
Hoje seu feliz ,
Pois na guerra não tenho medo,
De contar os meus segredos,
De tudo que um dia fiz.
E eu tenho vontade de chegar de fininho e falar bem baixinho: — Eu gosto de você um tiquinho, mas é um tiquinho à todo segundo.
As vezes me perco no meu silencio, lá vejo que tenho algo de bom. Tenho a Sabedoria que me persegue todos os dias. Sem precisar humilhar e nem me humilhar-se, vou vivendo a minha vida. Aproveito cada segundo dela, pois o amanhã é uma grande duvida.
Redefiní-me novamente, como sempre. Nunca paro quieto. Uma hora tenho a plena certeza que desvendei o universo, na outra, não sei nem quem sou de verdade. A capacidade de me auto-avaliar é de fato o que me faz pensar demais. Liberto minha mente quando estou em grupo, mas sozinho me afundo em pensamentos. Coisas que eu nem devia lembrar mais. Preciso fugir de mim mesmo às vezes.
Não basta fingir que não a vejo, não basta fingir não a quero, não basta mais esconder, tenho que expor seja por meio de palavras não ditas a você diretamente mais jogado aos céus.
Não me falta tempo para conhecer pessoas novas; Só acho isso desnecessário, o que já tenho me basta.
O que me mata é ver o tanto que a vida já me ensinou e mesmo assim vira e mexe ainda tenho atitudes de uma menina de 13 anos.
Para você acabaram as palavras
Não tenho mais nada a te dizer, minhas palavras acabaram...
Você me fez sofrer, mas do que eu possa crer...
Não tenho mais palavras,
por isso remeto-me ao silêncio
dos meus dias...
Calaram-se todas,
deixando-me nesta masmorra
triste, porque ainda amo você.
Mas o vazio por não te-lo dói-me na alma.
Abro a boca para falar
mas o som é mudo...
e sofre ante a minha impotência.
Não consigo mais falar nada pra você,
! Quero gritar e não posso!
Minhas palavras não saem quando chego perto de você,
Palavras estão prisioneiras na minha mente,
incontactáveis, sem futuro, sem presente.
Acabaram as palavras todas,
as de amor e as de dor,
as de jubilo e as de raiva.
Silenciaram-se,
emudeceram
prisioneiras em mim.
Os sentimentos remetidos ao silêncio
são vazios opressores
que doem na garganta.
Acabaram todas as palavras que eu poderia te dizer, agora colocarei você no inconciente do meu cerébro, e o meu coração terá respeitar minha decisão!
Sem você
Carinhos que não tenho mais
Carícias que não sinto mais
Essa solidão que me assola
Sinto-me como em um cais
Será que viverei sempre assim
Sempre assim sem você
Assim sempre a esperar-te
A esperar-te prá que?
Pois sei que não me amas
Sei que não voltarás
E eu cá com minha solidão
Hei de me virar
Não se pode esperar o que não vem
Não se pode forçar um sentimento
Deve-se deixar fluir
Caso contrário, é só lamento
Oh! Não mais lamentações
Tentarei trilhar-me sem resquícios teus
Pois não nascemos juntos
E você. Já me disse: Adeus.
