Tempos
Tempos difíceis de analfabetismo educacional e cultural de internet pelo Brasil. Por tradição e bons costumes de uma nação livre e soberana, nenhum partido digno e honrado pode se manifestar perante a uma celebração cívica de toda nação brasileira. E as cores a serem usadas devem ser as de nossa bandeira, verde, amarelo, azul e branco e nunca o vermelho que faz parte das cores da bandeira dos algozes que nos colonizaram ao julgo de exploração e sofrimento. Não tememos vermelho algum mas não faz e nunca fará parte das cores de nossa historia brasileira nacional. Somos iluminados por estrelas e dístico positivista pela ordem e pelo progresso.
Tempos de politica de " Coliseu ", não mais eleitores mas sim torcedores se alegrando com a barbárie alheia.
Tempos difíceis de insensatez, veio com o advento das academias de musculação, a cultura hedonista do super corpo, cresceu o numero de mulheres bonitas, pouco letradas mas com incontroláveis soberbas. A super exposição nas redes sociais, tornam a maioria delas por fotos com poses em lugares famosos, ilustres famosas desconhecidas. Os sonhos de consumo cada vez mais alto e amores utilitários milionários, sem noção do quanto custa ganhar cada moeda, parece me que todas querem sofrer de solidão e crise existencial do mesmo jeito, em Paris, com um "modelito" da Chanel afogando sua melancolia com uma bela taça de cristal Bacarat, bebericando um Château Lafite-Rothschild de 1868.
O que mais me entristece é saber que a humanidade insegura, cada vez mais nestes novos tempos líquidos, tem por mérito e culpa se omitir calado por medo de ser correlacionado, perante todas as maldades, as injustiças e as não respeitabilidades.
A receita certa para felicidade nos tempos atuais, é simples e só depende de nos mesmo. Devemos amarmos mais o pouco que temos, só ouvirmos e vermos o que nos interessa, acreditar mais em nossa intuição e se todo mundo corre para uma direção sempre ande ao seu tempo no sentido contrario.
Em tempos modernos, o melhor vendedor não é aquele que vende mais. O melhor vendedor é aquele que orienta o comprador a melhorar na busca do que ele realmente precisa.
(...)estes versos
contemporâneos
falam de tempos
estranhos,
e de sentimentos
latinoamericanos.
Versos que falam
que disseram que
Monsalve se
lançou do terceiro
piso após ter sido
torturado e detido.
Não quero entrar
em conflito,
Só quero que tudo
seja esclarecido,
Em nome da paz
que só faz bem.
Versos que falam
que insistem em
dar notícias que
levaram o General
para La Orchila,
Enquanto se sabe
que ele foi levado
para Fuerte Tiuna,
Há quem não
queira nem mais
ouvir de mim
palavra alguma.
Dá para ver de longe
que o General é inocente,
Espero que dessa história
ele saia sobrevivente(...)
Goste ou não
dessa máxima
quase poética
em tempos
de negação
da realidade:
discordar é
um direito
mesmo que
não seja
perfeito
ou do teu jeito.
Discordar não
tem a ver com
crime, traição
ou rebelião
para colocar
quem quer
que seja preso.
Discordar não
pede anistia,
por não ter
nada a ver
com rebeldia;
apenas pede
pronta libertação.
Em tempos de redes sociais e de comunicação de massa hiperdimensionada fique atento em narrativas construídas a partir de fotos isoladas, de vídeos recortados e repetição de certos assuntos de alta repercussão porque na maioria das vezes levam algum tipo de mentira implícita.
Comunicadores e marqueteiros abusam da leitura hipertextual que é um tipo de leitura onde a imagem ou recorte de vídeo se coordenam com o texto para comover multidões.
Geralmente, este tipo de narrativa não vem acompanhada de muitas fotos ou vídeos recortados, e independentemente da quantidade carecem de nitidez, de verificação crível e de clareza que de fato possa ser usada como prova.
Em tempos de giro radical na geopolítica mundial só digo o seguinte:
- Não espere estar longe ou até mesmo uma guerra para amar as belezas, exaltar a cultura e conhecer a História da sua Nação.
Tem gente em tempos de guerra dando a vida pela própria bandeira para protegê-la do invasor, e aqui no Brasil em tempos de paz tem gente que acha ruim exibir a nossa bandeira e a usa para agredir os próprios compatriotas. Façamos um exame de consciência urgente.
Tempos onde tudo
se tornava poesia,
os pares, os copos
e as facas se trocavam.
Todos dançavam
com a faca maruja
riscando o chão
e amolando no ar.
Tempos que só
se parava de dançar
quando a bebida
do copo acabar.
Tempos onde todos
sabiam se divertir,
e encontravam o seu par
para o coração entregar.
No Dia dos Namorados
receber poemas ou Petúnias,
Manifestar ternuras públicas
em tempos que demonstrar
afetos é algo revolucionário,
Entrego mais de mil inspirações
aos apaixonados para que
sigam acordados no amor
e desfrutando de silêncios
apaziguados que sejam
com vocês dois enlaçados.
O Pessegueiro-Bravo dá
sombra em tempos
de grande aquecimento
somente a sombra já
é uma grande utilidade,
Existe gente que é como
o Pessegueiro-Bravo,
que é melhor mesmo
deixar onde a pessoa
está para não se intoxicar:
cada um no seu lugar.
Neste novos tempos
para produzir falsos julgamentos
os velhos hábitos foram postos
no tabuleiro dos jogos de fome
(bloqueio naval no Mar Negro).
Tentar reescrever a história
territorial dos países que
sempre ofendeu é um hábito igualmente requentado.
Por parte de quem nem mesmo
com os próprios erros não aprendeu,
a fórmula de colocar generais presos
foi repetida em nome da disciplina,
e ao mesmo tempo tem se dado
(voz em excesso a propagandista).
Ninguém sabe ao certo
onde está o possível Parsifal
tão violento quanto o maldito:
(Só consigo escutar o alerta Austral).
Neste inferno no qual o povo
segue sendo morto e reprimido,
não que o Parsifal seja melhor,
é possível que tenha sido ludibriado,
mas se mostrou bem mais honesto
(onde tudo aquilo que
nem deveria ter começado,
desde o início começou muito errado).
Pensar. Esperar. Não se precipitar. Agir com calma na vida, no amor e em tempos de guerra. Ser poesia sempre por onde passar.
Guardiã do meu Sul
Em tempos de Céu
aberto ou fechado
ela sempre cuida
atenta de cada passo,
Assim é a Coruja-buraqueira
a guardiã do meu Sul
a quem confio cada poema.
Hibisco-Colibri
Flor nativa das três Américas
mel dos tempos infantes
e dos jardins de muitas memórias,
é o Hibisco-Colibri das nossas Histórias.
Fada de pétalas que surpreende
seja na cor rosa ou vermelha,
que além do mel diverte o paladar,
quero ver por muito o seu desabrochar.
Se por acaso o destino me agraciar,
quero deste mel poético na sua
companhia não importa o dia desfrutar.
Algo me diz que o quê o seu amor
e o seu carinho você não vai negar,
e pelos jardins do mundo vamos namorar.
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