Tempo Devagar
TEMPO, SIMPLESMENTE, TEMPO!!!
Pare, pense e reflita, todos sem exceção, até mesmo aqueles que não querem assumir, dar o braço a torcer, quer seja por manter uma aparecia de inflexível ou de querer mostrar simplesmente que não se preocupa com nada, do jeito que estiver acham que ta bom, mas, em algum determinado momento acabam se vendo em meio a uma espécie de teia de pensamentos, refletindo, isso
é uma forma natural que cada ser em parte e em especial busca um tempo para rever determinados assuntos, tomadas de decisões, novos rumos, novas analises, um novo passo a ser dado, enfim, tudo, tudo necessita de um tempo que seja ele curto ou não, simplesmente um tempo, como diz a bíblia em Eclesiastes, Tudo tem o seu tempo determinado, há um tempo certo para cada coisa, Tempo para nascer, tempo para morrer; tempo para plantar, tempo para colher; Tempo para matar e tempo para curar; tempo para destruir, tempo para construir de novo; Tempo para chorar, tempo para rir; tempo para ficar triste, tempo para pular de alegria; Tempo para espalhar pedras, tempo para ajuntar pedras; tempo para abraçar, tempo para não abraçar; Tempo para procurar, tempo para perder; tempo para guardar, tempo para jogar fora; Tempo para rasgar, tempo para costurar; TEMPO PARA FICAR QUIETO, TEMPO PARA FALAR;Tempo para amar, tempo para odiar; tempo para guerra, tempo para ficar em paz, e as vezes somente tem que se dar tempo, para ter o tempo, sem justificativas ou cobrança de frações de ausência, só o simples aproveitar de alguns momentos a companhia de pessoas, amigos, o viver de uma vida real, simplesmente só um tempo!!!
Areias do Tempo, Colunas do Templo
Quem é capaz de compreender, no alvorecer, a transformação?
A rocha virou areia, com atenção, solidão e determinação.
São areias que mudam de lugar, empurradas e conduzidas pelo vento, seu irmão.
Areias estas, de nossas vidas: ilusão, frustração, decepção.
Vento e temporal assopram de igual forma para longe de nós, aquilo que foi desfragmentado.
Areias estas, que uma vez unificadas em nossas mentes e, somente nelas, formam-se em rochas interiores, aprendizados consolidados, analisados, repensados.
Rochas estas, construídas a partir daquilo que se foi que será à base das Colunas de nosso Templo, de nossa existência, de nossa vida, de nossa continuação.
Colunas, colunas, pilares sagrados de nossa concepção, de nossa reflexão, de nossa permissão.
Areias e colunas formadas uma a partir da outra, com sentimentos distintos e em épocas distintas.
As areias, transportadas, levadas e lavadas por nosso caminho, nos dão a condição de rever nossa ação, nossa reação frente às novas construções que buscamos realizar, para tanto, quando reagrupam-se para transformarem-se em colunas, querem nos dizer, intrinsecamente, que nossa etapa está completa, com ares de amorosidade, de companheirismo e, em última instância, de aprendizados.
Sou criança, sou menina, sou mulher ... A vida não se decifra pela quantidade de tempo que se vive e sim pela intensidade que se vive!
Com certeza para a felicidade, não existe um tempo exato, nem mesmo um lugar específico pra viver, ela é uma decisão, mas deve ser tomada a cada passo no caminho.
Eu não me arrependo das coisas que fiz, do tempo que perdi, e das palavras que gastei, não me arrependo de nada. Simplesmente tenho pena de quem passou pela porta e saiu assim que o vento bateu na janela, sem mais, nem menos, não como um passarinho que caiu do ninho e aprendeu a voar, mas sim como um lobo que se disfarçava de ovelha para que na primeira oportunidade desse o bote. Mas que lobo burro, mal sabia ele que a ovelha era um caçador, que estava completamente preparada para o que viesse.
O melhor remédio que existe é o tempo, com ele uma gripe cura, uma ferida cicatriza, uma dor passa. Mas a pior doença que o tempo não cura é aquela que você sente por ter deixado de fazer alguma coisa, é as lembranças do que um dia foi bom, é uma perda como um ente querido, é um amor não correspondido.
A eternidade me assusta, o passar do tempo também. Sempre me pego a espreita, de vigia nos ponteiros do relógio. É um tic tac de aflição, ele gira, sem parar. Mesmo que eu tire suas energias, ele passa, ele passa, só porque tem que passar, e esta é sua única função. No mesmo passo, ele vai, sem voltar, sem olhar pra trás, incansável, destemido. Pensando bem, eu gostaria de ter um pouco de ponteiro de relógio.
As dificuldades não permanecem o tempo todo, os instantes se renovam e inauguram oportunidades. Deus nos presenteia com mudas pra gente florir o jardim da vida, o que nos faz levantar com vontade de florescer. E o plantio para melhor colheita é o amor.
As vezes, o tempo que passamos só, serve para refletirmos sobre a falta que as pessoas que nós amamos nos faz!
Já faz tempo que não tenho certeza de muita coisa. Já faz tempo que muita coisa se perdeu, não só no meio do caminho, mas aqui dentro também, principalmente. Já não sei dizer o motivo de tudo o que se passa na minha vida. O rumo que ela tomou. Acredito que já faz tempo que não sei onde estou. Talvez esteja perdida em alguma esquina. Talvez tenha esquecido o caminho de casa… Ou o da minha vida. Talvez tenha esquecido de mim. Existem coisas que não dá pra se explicar. Um dia a gente apedreja, outro dia venera. Coisas que antes a gente antes criticava, hoje são essenciais. E a gente vai vivendo assim. Se enchendo, se esvaziando. Trocando de pele. Sendo muda, flor, adubo. E o ciclo nunca acaba. Mas as vezes a gente se enche de vazio e esquece que certos valores que tem que ter espaço reservado, fixo. E a gente acaba sem querer querendo preenchendo esses lugares com o nada. E demora até perceber que alguma coisa não faz parte do que a gente chama de ‘eu’. E nada disso faz sentido… Absolutamente nada.
Queria saber que tipo de jogo é esse que eu venho jogando há um tempo sozinha. Como se uma parte de mim se escondesse e a outra procurasse. Numa espécie de esconde-esconde infinito na qual nenhuma parece querer se render.
Fala que é perda de tempo beber, perda de tempo é aquele que você passa sofrendo por um babaca que ta pouco se lixando pra você.
As pessoas são egoitas, criticam um tempo chuvoso por nao poder se divertir, enquanto a terra suplica por agua
O amor e a amizade, quando verdadeiros, nascem no tamanho certo, não crescem nem morrem com o tempo. Já o ódio e a raiva brotam raquíticos, mas, se forem nutridos pela discórdia, tornam-se gigantescos. No entanto, a decepção, sozinha, implode os maiores castelos.
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