Reflexão sobre o tempo e o amor
O amor liberta as emoções e se transmite em pensamentos.Vence a distância e o tempo superando as chuvas se revigorando no sol e no arco-íris é afetropia.
Natal é tempo de alegria e paz, agradecer a cada segundo pelo respirar, sentir o amor e ampliar o seu alcance, mostrar em cada sorriso a esperança e abraçar ao próximo demonstrando o verdadeiro sentido da vida.
Com o passar do tempo, você vai lembrar
De um grande amor que não quis aproveitar
Vai sentir saudade das nossas conversas
E a falta que eu faço vai ser uma certeza
Você vai se perguntar onde eu estou
E se ainda sinto a mesma dor
De ter amado alguém que não voltou
E que deixou apenas um vazio no coração
Eu sei que um dia você vai ver
Que o amor que tínhamos era pra valer
E que deixar escapar foi um erro fatal
Que só o tempo pode amenizar
Mas mesmo assim, meu querido menino
Não há garantia de voltarmos ao mesmo destino
Talvez tenhamos que seguir caminhos diferentes
E apenas guardar essa lembrança em nossas mentes
Que essa história sirva de lição
Para amarmos e valorizarmos a paixão
E não deixarmos escapar a felicidade
Que só o amor pode nos proporcionar de verdade.
Não quero falar de amores passageiros, prefiro dedicar meu tempo construindo discursos pelo amor capaz de vencer o tempo.
Não quero falar de amor bandido, quero falar de amor mocinho, que abandona os erros para viver em acerto.
Não quero falar da dor da perda, quero falar do compartilhamento pela eternidade.
O amor é em essência uma generosa descoberta e ao mesmo tempo uma grande aflição de revolta, quando não estamos previamente preparados. Algumas pessoas, descobriram por tão pouco que me amam tão intensamente que por conta disto, passaram a me odiar de forma contraditória pelo resto de suas vidas.
Quando se ama verdadeiramente,
O amor não pede tempo,
E nem perde tempo;
Todo o tempo é tempo de amor,
O amor constrói o seu templo.
Não quero e não permito
O meu coração ser ferido,
Por ti dei o melhor de mim,
E você não se fez esclarecido.
Não quero, não devo e não posso
De novo contigo me enganar,
Já passou tempo o suficiente,
E comigo você não quis falar.
Quando se ama verdadeiramente,
O amor não fere o sentimento,
E nem busca reafirmação;
Toda a cortesia é anseio,
Que o amor busca como meio.
Não quero o amor que me ame
porque precisa de mim,
O meu coração quer o amor
De alguém que precise
De mim porque me ame.
Não tenho outro meio
De internamente me curar,
Se comigo não quer falar,
A minha poesia só faz te julgar.
O tempo nunca será maior,
Do que o amor,
O tempo é senhor,
Mas tem princípio, meio e fim;
O amor é a eternidade dizendo
Que tu nasceste para mim.
Dizem que o tempo corrói o amor,
Contesto o que dizem sobre o tempo!
O tempo é o tempero do amor,
Ele é aliado – inefável – e o faz superior;
Não vire as costas para o tempo,
Ele é quem ressuscita o amor.
O tempo é senhor de sabedoria,
Ele tem didática própria,
Para nos ensinar a escrever,
- a nossa história;
Nos tira a retórica,
E faz de nós amantes da vitória.
O tempo cria a sua própria margem,
Ele constrói a sua própria ponte,
E concede ao amor a gentil passagem,
Colocando os destinos em ciranda,
E fazendo rimas com perfume de lavanda.
Na regente sinfonia, no ápice do amor,
E no pico da extâse - não me deixes,
Porque esse prazer não pode passar
- em branco -
[ele deve ser vivido nas fendas],
E saboreado nas [boas entrelinhas]...
Deixa-me escrever sobre nós em teu
Corpo, e não se pônha em fuga!...
Quero ser tocata na boa ré [maior],
E não me faço de rogada se como presa
Eu for executada em ré [menor]!...
O teu olhar rapino encontrou a vítima
perfeita [em pleno desamparo],
Talvez eu não alcance as vielas estreitas
Do teu coração [altar oculto],
Derramada diante dos teu olhos escuros,
Faço de tudo e desfaço-me de tudo,
Arrisco-me nesses versos vadios
Para um dia ser tua - e serva desse amor,
Despudorado que é o dono desses versos desnudos.
Iguais ao balanço do mar,
- o tempo há de nos
aproximar.
Busco por teu amor
Com a firme sabedoria
do tempo,
E na esperança de fazer
que o teu olhar
enxergue a luz
e a minh'alma serena:
Sou mulher,
mar de rosas
e amor,
Queira me
levar contigo
por aonde for.
À minha maneira
carrego a força
Dos poetas no exílio
que têm no amor
o vero farol:
converse mais comigo
como quem anda
de mãos dadas
Na beira do mar...
Talvez eu esteja
te pedindo demais...
Querendo o teu amor
- estou à procura
do teu cais;
- quero receber
o teu amor como
As flores recebem
o carinho do sol.
A tua atenção é
como uma estrela
No céu a brilhar,
- o brilho é tão esplêndido,
Que reflete no mar.
Assim o meu
coração fica
por ti a cintilar.
O meu silêncio
é proposital,
- é sentimental pelo teu
- barulho -
Quero que você se interesse
Por mim mesmo sem nenhum
- orgulho -
Estou aqui a te esperar.
Espero por você
da mesma forma
que um navio fica
aguardando
pelo passageiro
embarcar...
Esta sou eu
a te esperar,
Quero fazer
do teu amor: o meu mar.
Para volveres
os teus olhos,
- intencionalmente, silenciei.
Queres tu o meu amor?
O meu coração
é misterioso,
- o coração é um oceano...
Não adianta eu
te explicar;
Quando o tempo der
o sinal e alumiar,
Tenho fé que você
há de se atentar!
Amar com a liberdade
de um peixe
Nadando no mar
- não será demais -
Fazer do teu corpo
a rota para alcançar
- o mar do teu amor -
que hei de não
mais largar;
- e que sempre
encontrarei mais
um e outros motivos
para amar e navegar;
- o teu amor é o meu mar.
Prenda-me em liberdade
É tempo de embalar o amor
Prenda-me em liberdade
É tempo de abalar o amor
Prenda-me em liberdade
É tempo de mimar o amor
Prenda-me em liberdade
Para teres sempre o meu amor
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para que eu viva a me entregar
Prenda-me em liberdade
Para a gente nunca se largar
Prenda-me em liberdade
Para a gente sempre se amar
Prenda-me em liberdade
Para eu nunca te deixar
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para o amor nunca se perder
Prenda-me em liberdade
Quero te pertencer
Prenda-me em liberdade
Para mais do que me envolver
Prenda-me em liberdade
Quero mais do que te ter
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para que não falte a vontade
Prenda-me em liberdade
Para não dar brecha à banalidade
Prenda-me em liberdade
Para que não falte a verdade
Prenda-me em liberdade
Quero viver com intensidade
Prenda-me em liberdade
Adoro você em cada detalhe
Prenda-me em liberdade
Desejo ser tua propriedade
O amor tem a bondade
Dos prados acolhendo o Sol,
O tempo canta a milonga;
O desejo se prolonga
- sem sentir -
O amor é o elixir.
A milonga nasceu
Para o tango,
Ambos são bem mais
Que companheiros;
Os dois são cúmplices
[perfeitos]
Do amor primeiro.
A brisa batendo na pele
É como o nosso tango
que nada nos impede;
O tango aproxima,
Fascina e nos impele.
O tango nasceu
Para a milonga,
O meu amor se alonga
E alcança o teu;
Os teus passos me amam
- e calientes -
Alcançam os meus,
Os meus versos são teus.
O amor é primavera em todas as estações ,Floresce a qualquer tempo em todos os corações, Transcende o tempo e pode surgir a qualquer momento.
A harpa dedilhada música o tempo, É tempo de amar, é momento de amor, É tempo de cantar o bem que só o amor traz,O teu gostinho de quero mais.
É chegado o tempo do amor, Do amor assimétrico, Do amor florido, Do amor que compõe verso, Que vai além das linhas e do que é estético.
Repousa a noite sobre o nosso tempo, No faiscar de nossos beijos, Cintila a estrela do nosso amor - a nossa primavera sentimento.
Preste atenção em mim...! Não faz assim, Não vamos perder mais tempo, Vamos viver de amor, doçuras e contentamento...
Eu resolvi fazer de tudo para chamar a sua atenção, Vi que o que fiz acabei por perder até o seu perdão, E você ficou com o meu coração...
Deixa a chuva passar, O coração acalmar, E a vida nos encontrar...
Eu nem sei mais como me aproximar, O meu coração não para de te desejar, Chega mais perto, Vem aqui me abraçar...
Agora tenha a certeza de que as indiretas são diretas seguindo em linha reta.
Lanço versos intimistas no Universo, Só para ser por ti enxergada, E para ver se o teu amor floresce, E o teu coração me busque indiscreto...
Escuta, escuta, escuta... Assim bate o meu coração, Ele te busca em cada raio de Lua,E faz uma linda canção...
Não adianta fugir, Não adianta resistir, Dos meus versos você não vai se livrar, E o teu coração não irá parar de me desejar...
Entre nós não há segredo, Há uma liberdade e um universo, Não tememos a tempestade, Nadamos em mar aberto.
Seguem quatro rodas pela imensidão, É a carroça cigana desenhando o chão, Mesmo que a mente tente esquecer, Sempre relembra o seu coração.
I
Não existe tempo
para o amor,
Ele sempre chega
no seu próprio
tempo de amor;
Para uns como
um Ichiyo,
Florada julgada
como tardia
na Lua certa
no mundo da pressa.
Cerejeira tardia...
II
O amor vem,
e por ele coloco
as minhas duas
mãos no fogo;
A Lua absoluta
jamais nos trai,
Te garanto que
o amor vem,
Só quando for
para o seu bem.
Tardia cerejeira...
III
A formosura
da querida Lua
se confundiu
com a florada
da Jugatsuzakura,
E alguém disse
que eu é que
fiquei distraída
sonhando com você.
Cerejeiras tardias...
O amor é caminhar
no seu deserto,
E se alegrar com
o seu florescimento
no próprio tempo.
Onde nasce o Sol,
giram os astros
e se ergue a Lua;
O martírio não
pesa a quem ama.
Estar longe e perto
assim é o amor,
E por ele se vive
a entrega por dentro
sem medir o limite.
Onde nada foi dito
ali não é para ficar,
Porque quem ama
reconhece onde é
de fato o seu lugar.
Da Rota da Seda
dele é o aroma,
A astúcia do amor
brinca de mistério
e escapa em silêncio.
