Te quero

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⁠O quê eu quero
de ti nenhuma
grande fortuna
é capaz de me dar:
o seu abraço que
me salva do mundo.

⁠O desamparo fértil
das circunstâncias
da vida fala o tempo
todo nos ouvidos,
Eu quero saber quando
chega a liberdade
dos presos políticos.

Ah! A região sórdida
do inconsciente
que não deixa
a razão descansar
para encontrar
a saída para
se reconciliar
com toda a gente.

Este travesseiro
parece um mar
e a mente um
barco a balançar
lembrando
que o General
está preso injustamente,
uma tropa, paisanos
e um velho tupamaro
em trágica situação igualmente.

Tudo isso é de rasgar
a minh'alma abertamente
que aleatoriamente
segue como a poetisa
destes invisíveis incansavelmente

Confesso abertamente que,
não tenho nenhuma pena deles, porque cada um está escrevendo
com honra clara um capítulo
para mudar o curso da História
e devolver para a Venezuela a glória.

Os heróis jamais serão
dignos da minha pena,
Cada herói merece mesmo
é mais de um poema,
Assim como o Esequibo
merece aparecer em todos
os mapas que estão em equívoco.

Tenho pena mesmo
é dos covardes que insistem
em se abrigar na soberba
se distanciando de viver
a vida com paz, dignidade
e em reconciliação com a verdade.

⁠Quero acreditar
que você está
Em segurança,
porque a nossa
amizade, fé e amor
Por nossa gente
nunca arredarão,
A minha poesia
a embalar
A preocupação
virou escândalo
Sem reverso,
quer o fim
Do pesadelo,
faz jus a história
E tem a esperança
que tudo o quê não
Queremos passará,
e ao teu caminho
Você regressará.

⁠Eu sei que a Salvação é uma decisão muito pessoal, mas até a Eternidade eu quero Dividir com você.


A Salvação é um encontro íntimo entre a consciência e Deus, um “sim,” que ninguém pode dar por nós.


É travessia solitária, é escolha que nasce no silêncio da alma, é responsabilidade que não se transfere.


Mas a Eternidade…


Ah!?!


A Eternidade é grande demais para ser caminhada sem as amorosas sandálias da empatia.


Porque amar alguém é desejar que o tempo não seja suficiente.


É querer que os dias não terminem no calendário, que os abraços não sejam interrompidos pela finitude, que as conversas não se percam na poeira das horas.


Amar é desejar continuidade — não apenas no presente, mas para muito além dele.


Se a Salvação é pessoal, o Céu que imagino é relacional.


Não faz sentido sonhar com a luz sem querer compartilhar o seu brilho.


Não faz sentido falar de paz eterna sem desejar que quem amamos também a experimente.


Talvez seja isso que o amor faz com a fé: ele a expande.


Ele transforma a oração individual em intercessão.


Transforma a esperança silenciosa e solitária em promessa compartilhada.


Eu sei que a decisão é sua…


E respeito o seu tempo, suas dúvidas, suas batalhas e seus caminhos…


Mas até a Eternidade eu quero dividir com você — não por imposição, não por medo, não por obrigação…


Mas por amor.


Porque quando o amor é verdadeiro, ele não quer apenas estar junto na vida finita.


Ele quer atravessar o infinito de mãos dadas para viver a Eternidade.


Te amo!

Trouxeste-me com afeto
um cacho de Langsat,
o seu olhar feito de Universo,
Quero conhecer o mistério,
por antecipação já te quero.

Não quero te provar
absolutamente nada,
E para você também
desejo o mesmo,
Apenas quero você
com a alma lavada
e o humor leve
nesta caminhada.


Não é a primeira vez
que digo que não
estou em guerra contigo,
E tenho certeza que é
também o seu desejo
de manter comigo este ritmo,
tanto eu quanto você
queremos escapar vivos.


Habitar no paraíso afetivo
é o compromisso efetivo
que possamos viver
afetivamente instruídos
sem disputar por poder,
porque merecemos viver.


Apenas cultivar como
framboesas-silvestres
àquilo que dizem ser utópico,
e que para nós é poder
em plenitude viver
o nosso romantismo bem acordado,
livre e sem nenhuma queda de braço.

De nós quero o pós-canônico,
e se ais houverem sejam só
os envolventes e sinfônicos,
e caso não chegue a tempo,
não tem nenhum problema,
não tenho nenhuma vocação
para cantilena, não se esqueça,
que além da poesia, sou poema.


Porque sei ao menos terei
o seu amor no baú do sonho
do sentimento bem resguardado,
para adiante seguir o fadário,
sublime, encantado e apaixonado.


Enquanto isso vou propondo
o neo-romantismo contemporâneo
aos novos poetas inspirados
deixar este mundo menos enfadonho.

Lírio da Caatinga
explode em flor,
E eu quero levar
você para onde for.

... jamais diga:
'se Deus quiser'; diga: 'eu quero!'
Porém, um querer que, somado
aos teus melhores propósitos
te concilie com obem maior:
o Criador!

OUTRAS COISAS
QUERO CANTAR AO SEU OUVIDO, COISAS SUSSURADAS QUE TE FARÃO
SENTIR UM CERTO REGALO, PASSEANDO PELO CORPO.
SEGURAR TUA MÃO E DEIXAR QUE OS OLHOS CONTE-NOS COISAS PARTICULARES
QUE NA BOCA, A AUSÊNCIA DA CORAGEM NÃO PERMITE DIZER.

QUERO CONTAR-TE COISAS...
COISAS QUE TE FARÃO DESEJAR NA PELE A MINHA QUE É SUA,
DESENHADA BOCA, EM MARCAS DE BATON.
E MAIS FALAREI..

TE FAREI RIR, ESCULTURAR RUGAS EM TUA TESTA,
E DOS CIÚMES QUE TIVER, SERÃO DESFEITOS QUANDO,
A LÍNGUA MINHA, ENTRANHADA NO TEU CÉU, ROUBAR
TODOS OS PENSAMENTOS INGLÓRIOS.

QUERO CONTAR-LHE OUTRAS COISAS..
FALAR AO HOMEM QUE TOMA O VOLANTE EM NOSSO ACHEGO,
AO MENINO DE OLHAR QUENTE E MAROTO, A MULHER QUE ALVORA,
NO DISPARAR DO PEITO, DEPOIS DE SER O SEU PRÓPRIO ESPÍRITO EM CARNE.

CONTAREI ENTRE, OS MEANDROS DO TEU CORPO,
AONDE SE ENCONTRA A CRIANÇA ENGAVETADA,
QUE FOGE, PARA NO AMOR, NÃO CRER.

E CONTAREI ENTRE UMA PALAVRA E OUTRA,
QUE BASTA OLHAR-SE NOS OLHOS, SE QUISERES ME VER.
CONTAREI, CONTAREI, CONTAREI..
ATÉ QUE AS PALAVRAS, NÃO SOBREM.
POIS, QUEM PRECISA DE TANTAS,
SE TANTO SE REVELA NO VÔO QUE TE DEI.

Quando o amor da minha vida se foi..
Se pudesse eu gritaria;
Não vais amor, não podes, não quero...

Não pude.
Parei, atravanquei, me perdi no buraco,
E a voz, se afundou
Sob meus pés.
Chorei!
A vontade do meu amor, era tudo.
Então parti-me ao meio..
Deixei ir e também fui..

Não quero fazer parte do seu futuro,
pois nem sei do meu amanhã…
mas quero fazer parte do seu presente, todos os dias.

Não quero o toque contido, quero a chama que queima até o osso.


-Naldha Alves

Invento-me



Não quero viver na estreiteza
de quem precisa de provas para acreditar.
O que é visível me sufoca,
o que é lógico me aprisiona.
Eu escolho o impossível.
Prefiro tropeçar no abismo
do que caminhar reta na estrada dos que dormem.
Minha verdade é sopro,
mina razão é febre,
meu sentido é delírio.
E se me chamarem de mentira,
responderei:
— sou apenas a verdade que ainda não ousaram inventar.


Naldha Alves

Filha do meu Coração!

Olha minha magrinha,
filha do meu coração,
quero que tu saiba, que
te amo de paixão.

Dorme minha filha linda,
aproveite a madrugada,
cuidado com pesadelo,
para não acordar molhada.

Leve o meu Pandeiro !




No meu sepultamento, não quero choro e nem quero grito, mas se puder levem o meu padeiro e também alguns apitos.
Façam uma farra e cantem essa canção: Digam para todos, que Cristo é a solução.


Estou feliz, porque vou morar em um lindo País.
Em Rua de ouro e de Cristal, lá não existe tristeza e nem o homem do mau.
Vou para casa, que Cristo para mim conquistou; na bela Cidade, louvarei ao meu Senhor.

Senhor estou aqui !


Senhor estou aqui, preciso te ouvir,
Senhor vem mim falar, eu quero te escutar.
Senhor estou aqui, eu quero te ouvir,
Senhor vem mim falar, eu quero te escutar.


Ó vem meu Senhor, ó vem mim falar,
Que devo eu fazer ? Pra te engrdecer.
Estou aqui Senhor, precioso te ouvir,
Já é madrugada, e eu mim rendo a ti.


Me rendo a ti Senhor, meu grande Salvador, ao mundo eu falar, que Cristo vai voltar.

Senhor estou aqui.


Senhor estou aqui,
preciso te ouvir;
Senhor vem me falar,
eu quero te escutar.


Ó vem meu Senhor,
Ó vem mim falar.
Que devo eu fazer?
Para te agradecer?
Estou aqui Senhor,
Preciso te ouvir;
Já madrugada,
porque não me diz nada?


Eu me rendo a te Senhor,
Meu grande Salvador.
Ao Mundo eu vou falar,
Que Cristo as portas está.

O que quero dizer por “entender” as drogas mais pesadas é que consigo entender os que podem escolher esse caminho: a viagem rápida e brilhante e cair fora. Meio como um suicídio que entretém, sabe?

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

Eu não quero criar regras, mas se existe uma, é essa: os únicos escritores que escrevem bem são aqueles que precisam escrever para não enlouquecer.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.