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Tardes

Cerca de 406 frases e pensamentos: Tardes

⁠Nas manhãs frias ou tardes ensolaradas,
Lá estão eles, fiéis e dedicados,
Com olhos que brilham de alegria,
Os cães, nossos amigos de cada dia.

Seu amor é puro, sem julgamento,
Eles nos seguem com devoção,
Nas tristezas e nas risadas,
Sempre ao nosso lado, sem hesitação.

Na solidão, encontramos abrigo,
Seus latidos, um consolo amigo,
Eles farejam nossas tristezas,
Transformando-as em lampejos de beleza.

Leais guardiões, protetores da casa,
Com patas ágeis e línguas que lambem,
Eles nos ensinam sobre fidelidade,
Um vínculo que transcende o tempo.

Então, ergamos nossos copos,
Aos cães que nos amam sem limites,
Com seus rabos abanando alegremente,
Eles são verdadeiros tesouros, nossos cúmplices.

Inserida por PatySdQ

As manhãs, caminham para a tardes,
Que correm para as noites...
Que soturnas, demoram um pouquinho mais..
Mas também passam...
Cedendo espaço para as manhãs,
Que correm para as tardes,
Que se atiram para as noites...
Que já não demoram tanto!
Tento conter o tempo veloz...
Quero poder sentir sua passagem..., não consigo...
As rugas em nossos semblantes, vão surgindo vagarosamente...
E, em minhas lembranças, tua imagem se faz e se desfaz, silenciosamente...
Como o tempo; que passa, simplesmente!

Juan Galvez ( pseudônimo de G.Oliveira, 1961, brasileiro, natural do Rio de Janeiro-RJ).

Inserida por GerardiOliveira

⁠A RESPOSTA

Nos encontros que nossa turma faz
para um chopinho em tardes de calor,
os meus verbais excessos em louvor
a Pedreiras viraram triviais.

Há nessa confraria um bom rapaz
que, um dia, me pediu para lhe expor
a razão de eu guardar tamanho amor
por uma terra onde não moro mais.

Só que o moço ficou meio sem jeito
quando eu, apontando para o peito
e expressando emoção, lhe respondi:

– É verdade que já não moro lá,
porém minha Pedreiras sempre está
dentro de mim, morando bem aqui!

Inserida por memoriadekleberlago

⁠Há de o riso resistir
zombando de todas as tristezas
rolando nos gramados feito louco, em tardes de verão
sem medo, ser feliz
acordar
nos fragmentos de uma tela
despertar o dom
há de ter amor, de sobra, de tanto
pelos cantos, pelas frestas, nas colinas
permanecer esparramado na esteira do tempo
e num riso de felicidade, dizer:
vida, valeu...

Inserida por OscarKlemz

"" Quem temerá as distâncias dos pensamentos
somente as tardes e as longas saudades
os acasos cometidos na fúria do tempo
ilesos sentimentos que por fim foram purificados
num poema de amor
quem fará a diferença
nessa crença sem despudor
talvez a dor (sic)
decerto ela saiba onde está o vaso quebrado e vazio
perdido da sua perfeita e insubstituível flor...

Inserida por OscarKlemz

"" E não haverão mentiras
jamais, olhos marejados
ouso acreditar em sorrisos
em tardes de sol
em festa no coração...

Inserida por OscarKlemz

New happy



"" Vícios novos
Vida esvai
Tempos vividos
As tardes caem

Vícios modernos
Mentem a solidão
Desconectam o mundo
Prendem na contra mão

Vícios
Somente vícios
De quem se perdeu...

Selfie deu...""

Inserida por OscarKlemz

Oh! Oceano Atlântico!
Eu sempre sonhei em ser como Vós Mercê
naquelas tardes em que a vida
sopeava na ternura do meu tempo
que brotava na beira-mar
do seu horizonte.

Inserida por MiriamDaCosta

Não adianta se esconder
ainda há um pouco de ti
para me aquecer em
tardes frias
#bysissym

Inserida por BySissym

⁠Entardeceres são sempre entardeceres

Haverão tardes que enxergaremos o pôr do sol
e outras que não o veremos.
Antes do pôr do sol, Olga tateia pela casa na companhia do seu inseparável, atento e fiel cãozinho..
Olga aos oitenta e poucos anos é a mais nova de nove irmãos, a cegueira lhe tirou a luz dos dias, mas nunca a alegria de se sentir viva.
Ouvinte e participante assídua de uma emissora de rádio.
Por decepção amorosa não casou e assim filhos não teve.
Foi alfebetizadora no pequeno lugarejo onde nasceu e cresceu.
Tinha uma maestria no crochê e ornava os eletros domésticos, mesas de casa e qualquer canto que vazio estivesse.
Mudou-se para capital, acompanhando os irmãos, seu trabalho foi continuado por um período na prefeitura municipal.
Aposentada passou a fazer ações sociais para uma paróquia da região metropolitana.
Muitos sobrinhos, sobrinhos-netos e sobrinhos-bisnetos lhe visitam o que lhe trás sorrisos..
Olga mantém a tradição de decorar a casa para os festejos juninos e com a ajuda do sobrinho Bartolo pendura as banderolas coloridas no terraço; já no início de dezembro são desencaixotados os brilhos natalinos e um antigo presépio que fôra de sua mãe e havia sido restaurado por sua irmã Aurora.
O sino da igreja..badala, como de costume é hora de fechar as janelas, entardeceu e Olga o sabe...

Inserida por jofariash

Se já fomos jovens tardes de domingos cheios de alegrias e ilusões! Hoje somos ainda mais jovens, só que em madrugadas tristes de desilusões...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Você não viria por mim, eu também não ficaria por você, chegamos tardes! Então adeus...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

TARDES DA NOITE DA MANHÃ

A tarde, caía
Quase semifria,
Com cor morna
À maneira da minha sorna,
E sempre que ela vinha assim,
Eu ficava sem forma
Ou jeito
Sem preceito,
Nem respondia por mim.

Previ coisa ruim,
Porque em meu peito,
Em frenesim,
Coisa molesta subia
E sentia então que crescia
Uma tristeza tíbia
Como se fosse coisa anfíbia
Que vive lá
E cá mora por despeito.

E quando as lágrimas
Ázimas
A brotar
Destes olhos quase a fechar,
Enchiam o globo a rebentar
Como prenhe mulher
Pela última vez a dar
Ao mundo, sem prazer,
O último filho por fazer,
Eu acordei
E olhei
O relógio
Quase meu necrológio
E vi as primeiras horas da manhã,
E no já,
Imaginei que a tarde
Já era então na manhã da noite
Sem ser preciso
O hoje ou o amanhã.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 27-02-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠QUE SOSSEGO

Era só a minha avó.
E em tardes de calmaria
Debaixo da velha ramada
Das folhas do morangueiro
O corriqueiro,
Americano,
Ela, aos botões, dizia:
- Que sossego! Bendito ano!

Ela não sabia
Que eu estava
Com ela,
Mirando-a de uma janela
Pequenita que havia
Logo atrás dela.

E eu ouvia tudo naquela viagem
Feita miragem
Que minha avó fazia,
De consciência apurada,
Sem precisar de andar
Ou sola dos chinelos gastar
Em qualquer estrada...

Foi ela que me ensinou,
Aqui onde vou,
Que para sonhar,
Só basta estar!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 29-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠TARDES NO MONTE DE VÉNUS

Naquela tarde dengosa,
Dolente,
Por fora quente,
Por dentro ansiosa,
Eram dois corpos revolvidos
Nos mais loucos sentidos
Da matéria vaporosa.

Passava uma brisa de vento
Quando ele lhe acariciou
Com a mão teimosa
A vegetação sedosa
Que ela tinha espessa e negra,
No monte de vénus, gostosa
E ele, em êxtase, beijou
Como se beijasse uma rosa.

Ela tremeu, ansiosa,
E ele osculou,
Beijou,
A entrada da mina dela
Naquela configuração
Da profundidade uterina,
E com os genes atribuídos
Ao seu aparelho de vida,
Processou
E procriou
Pela primeira vez
Um ser,
Sem até saber
Como se procedia...

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 20-08-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

ESTRADAS EMPOEIRADAS

Dos pardais cigarras e morcegos são os finais de tardes
O sol de verão bronzeia a solidão
De silhuetas anônimas nas colinas
E entre os nascentes e os ocasos adolescem as meninas.
Eu sei que o amor é pertinente a todos os sonhares,
Quem não se amou um dia se amará
E o que é solidão além do chalé branco sobre a duna,
Além da vela encardida que se aventura na imensidão domar
O que me faz pensar que a solidão até faz bem
É perceber que as coisas mais profundas
Afloram nos momentos solitários...
Penso que algum dia todos tiveram
Suas estradas empoeiradas com zumbis e ETs;
Suas fobias e inseguranças,
Mas um herói, uma oração, um talismã,
Qualquer crendice que nos protegesse
Todos tivemos; eu tinha uma sobrinha,
Meio tia por ser mais velha
Acho que ela foi o meu maior carinho de infância
Juntávamos latas ou apenas perambulávamos
Porque não é fácil ser anjo sem ruas de brilhantes,
Pétalas de estrelas
E ter apenas barracões com tetos de zinco para nos abrigar,
Mas eu tinha seu poder
Que suponho vinha da sua franja caindo nos seus olhos;
Não tinha ainda a idade do tempo,
Nem tempo de idade, nenhuma outra noção
Eu só tinha a sua presença e a sua mão;
Talvez eu tivesse algum poder,
Talvez o poder de não poder nada,
Talvez o catarro escorrendo do meu nariz lhe protegesse do mundo,
As minhas unhas sujas, os meus dentes proeminentes
Eu era um anjo, ainda não me encantava com dunas
E brancas casas de praia avarandadas,
Ainda não me encantava pelo que ostenta ou pelo que seduz;
Um saco, algumas latas, chicletes e amendoins,
sua franja e seu sorriso, sua mão; que viesse os zumbis e ETs...

Inserida por tadeumemoria

Tardes de alucinação...

Peito bate acelerado
Pergunto-me
Como pude te amar tão loucamente?
A resposta vem do meu coração...
Vi-te tantas vezes tão sozinho...
E eu te esperei todos os dias...
E morri mil vezes... E renasci outras mil...
E em todas às vezes foi por ti que me apaixonei...
E eu te amarei por mais mil anos...

Minha alma adormeceu... O tempo ficou quieto
Cada imortal suspiro... E teu coração ficava mais perto de mim...!

Um querer imenso, infinito...
E pensei:
“ser loucura, tão perdidamente te amar”
E como louca falo contigo e nem me respondes...
Vives a sonhar com outros amores...
E viras as costas aos apelos..
Aos versos... Às canções... As palavras de amor!

- ah! Se o teu coração se inundasse em deslumbramento...

Os amores loucos
São inventados de acanhados vácuos...
Amor de outras vidas... Se soubesses há quanto tempo...
Quais poemas escritos em tardes de alucinação... !

Inserida por celinavasques

⁠Talvez, esta semana que se inicia seja a melhor de todas as que eu já vivi, nas tardes de cada dia, quero me alegrar vendo o por do sol, e a noite o clarão da lua, de manhã observar o cantar dos pássaros alegres e felizes; e no final do dia, agradecer por tudo isso.

Inserida por otavio_mariano

⁠Brinca ao ar livre
a inocência.
Na frondosa árvore
brinca a pureza.
Alegria invade nas tardes que
o sol em ti renasce.
Quão preciosa é a amizade.
Infância feliz faz o futuro sorrir.

Inserida por Tati7082

Noites Frias;
Dias Quentes;
Tardes Mornas..
Qual a moral da História?
Se nem existe pretexto...

Inserida por _DNoNe-