Tarde
Em uma tarde de domingo
Você me prometeu o mundo
Em uma segunda você fugiu de mim
É que tínhamos um combinado de passar uma eternidade juntos
Mas toda eternidade sempre acaba
E a nossa durou pouco
AO FIM DA TARDE
Nao é somente a mente, o coração também é o mais atingido mas força, nasce da unidade.Uma vez quando fomos, voltamos sem chinelos e outra vez regressamos sem consciência.
Uma existência breve, não equivale a uma vida que valha a pena, porque apenas nos permite perceber o mundo sem apreciar plenamente a sua magnitude. E quando os nossos desejos mais profundos se tornam realidade, eles raramente perduram ao fim da tarde.
Quando a lei não diz a Bíblia diz e quando a Bíblia não diz a lei diz, intendo da alegria e da tristeza. A maioria optaram pelo estado onde a ética não prevalece, mas ninguém é mais privilegiado numa nação onde as crenças não são justas e não são baseadas em verdades profundas e claras.
E agora vejo algumas pessoas, não conseguem fazer contribuições financeiras, enquanto outras dispõem de amplos recursos. Eu nunca quis fazer parte de um movimento baseado apenas em aplausos, só se tudo não ao fim da tarde não tivesse preço algum.
E o futuro é oque mais importa, não importa a idade!
Além da queda das linhas de comunicação, existe restrições estritas ao número de voos permitidos ao fim da tarde.
É crucial enfatizar que, é dissuasão legal, e frequentemente ineficaz. Infelizmente! Quando são conduzidos processos judiciais, as leis ambientais nem sempre são tidas em conta.
Achamos bastante desconcertante como se espera que o mundo abrace e reverencie de todo coração. De uma forma triste, os três homens quando furiosos ganham mais acções, a matar vidas para salvaguardar outras ao fim da tarde.
Façam façam! Mas saibam que a ocorrência de mistura, dá origem a disparidades e é imperativo abster-se de discriminar essas disparidades, uma vez que elas têm origem no processo de mistura.
AO FIM DA TARDE
Nao é somente a mente, o coração também é o mais atingido mas força, nasce da unidade.Uma vez quando fomos, voltamos sem chinelos e outra vez regressamos sem consciência.
Estou vagando no mundo, à procura da felicidade queira Deus que eu a encontre antes que seja tarde. E sendo tarde perco tudo, até a simples alegria de viver. Escapa de mim a esperança resta apenas saudades de você. E essa saudade que me resta acelera ainda mais meu coração, deixa-me melancólico em meio a tanto paixão. Se é amor ao certo não sei dizer, só sei que essa bendita felicidade chama-se você.
A Dança das Palavras
Numa tarde amena, entre sombras e raios dourados de um sol prestes a se despedir, permita-me conduzi-lo por um passeio pelas vielas da linguagem. Não é uma viagem apenas de palavras, mas sim uma dança, uma coreografia intricada que molda nossas mentes e corações.
Comecemos pelos alicerces, pelos tijolos invisíveis que erguem o edifício da nossa compreensão do mundo. As palavras, como artesãs habilidosas, entrelaçam-se umas nas outras, formando uma tapeçaria que nos envolve desde o momento em que pronunciamos nosso primeiro "mamãe" ou "papai". Essas sílabas iniciais são como pedras lançadas em um lago calmo, criando ondulações que ecoam ao longo de toda a nossa existência.
À medida que crescemos, as palavras nos acolhem em seus braços, tornando-se uma extensão de quem somos. A linguagem não é apenas uma ferramenta de comunicação; é um espelho que reflete nossa essência. Como dançarinos em um palco, expressamos nossas emoções, pensamentos e anseios através de um balé de verbos e substantivos, cada frase uma pirueta que revela nossa narrativa única.
Contudo, a dança da linguagem é complexa, pois cada cultura contribui com seus próprios passos e ritmos. Somos moldados por idiomas que carregam consigo a bagagem de séculos de tradições, mitos e filosofias. O português, por exemplo, tece sua teia de sonhos de forma diferente do inglês ou do espanhol. Cada língua é uma pintura única, uma paleta de cores que pinta o mundo de maneiras distintas.
Mas cuidado, pois as palavras também têm o poder de aprisionar. Elas podem criar grades invisíveis que nos mantêm dentro de limites estreitos, definindo quem somos e quem podemos ser. As etiquetas que nos são atribuídas, os adjetivos que nos acompanham, tornam-se muralhas que nos separam do vasto horizonte de possibilidades que a vida oferece.
E assim, nessa dança constante entre a liberdade e a prisão, construímos nossas identidades. Somos marionetes e coreógrafos ao mesmo tempo, manipulando as palavras para contar a história que queremos que o mundo ouça. E, no entanto, não podemos esquecer que somos mais do que as letras que formam nossos nomes ou os adjetivos que nos seguem.
Então, à medida que o sol se despede e as sombras se alongam, permita-se mergulhar na poesia da linguagem. Celebre as palavras que dançam em seu coração, reconheça o poder que elas têm de criar e transformar. Pois, ao final dessa jornada lírica, é a dança das palavras que nos faz humanos, conectando-nos uns aos outros, entrelaçando nossas histórias num tecido único e eternamente fascinante.
"Onde a liberdade tem caráter de valor absoluto, cedo ou tarde a verdade perde os seus direitos políticos".
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[Construir qualquer Pólis numa noção de liberdade alheia ao conceito de verdade – enquanto "adequatio" da inteligência humana ao ser das coisas – é caminhar inexoravelmente para a anomia, o caos, a desordem.
Ou a verdade é a fonte de todas leis, ou se torna, ela própria, uma fora-da-lei.
Neste último caso, os cidadãos acabam por ser induzidos a confundir a sua liberdade com o cárcere em que escolhem viver.]
AO FIM DA TARDE
Nao é somente a mente, o coração também é o mais atingido mas força, nasce da unidade.
Nem todo fim é trágico.
Eu por exemplo, amo os fins de tarde.
Em um fim de tarde eu olhei para o céu e conforme ele ia escurecendo eu fui avistando um ponto de luz, uma estrela. Logo pensei; este ponto poderia representar o fim dessa história. Conforme a noite foi caindo ainda mais escura, avistei um outro ponto, e logo mais um e mais um, até que o céu ficou coberto de pontos.
Eu pensei; estes pontos podem representar muitos pontos finais em minha vida. Fim de muitas amizades, de alguns amores e até mesmo de sonhos.
Pensando nisso nem percebi quando os pontos foram sumindo aos poucos até que vi o sol nascer. Logo pensei; na vida podem ter muitos pontos finais mas enquanto o sol nascer para mim, ainda existirá uma oportunidade de recomeçar.
' DRACENA '
Espero encontrá-lo ávido,
No aconchego de seus braços,
Numa tarde chuvosa;
Beijar com carinho teus lábios,
Como uma gata manhosa !
Enquanto cai a chuva fina,
Plantarmos um novo jardim,
Um belo canteiro de rosas,
E o rocheado Jasmim;
Margaridas,Mirra, dracenas,
Sem esquecer a Açucena !
Juntinhos em frente a lareira,
Para nos aquecer;
Escrevendo uma história,
Que ficará na memória
Para ninguém esquecer !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
Eu bebo de qualquer maneira,
não me nego à diversão,
e durante a tarde inteira
só vou beber um garrafão.
I
Essa coisa do beber
vos conto meus amigos,
é este o destino que sigo
só para me entreter...
Já estou quase a ferver
por uma bela macieira
ou então uma bagaceira
daquela que não se fez,
bebo-a toda de uma vez,
eu bebo de qualquer maneira.
Ii
Essa é só a primeira
porque o vinho vem a seguir,
e o prazer do engolir
parece que tem cegueira...
A cerveja tem dianteira,
e o whisky, pois então,
bom é tê-lo sempre à mão
seja de noite ou de dia,
com um jarro de sangria
não me nego à diversão.
III
Bebo tal qual um leão,
não rejeito o absinto,
meus amigos, não vos minto
que é quase uma paixão...
pois bate-me o coração
por uma pinga de primeira,
penso só na bebedeira,
quase chego a estar morto
por uns litros do bom porto,
e durante a tarde inteira.
IV
O meu estômago é uma feira
de tanta mistura que faço,
desde o vodka ao bagaço,
do gin à aldeia velha,
bebo tudo o que me dá na telha...
Chego a não ter um tostão,
peço fiado na ocasião,
disso não me envergonho
e para provar o medronho
só vou beber um garrafão.
ela é sim ou não.
ela é agora ou nunca.
ela é aquele céu de fim de tarde ou aquela trovoada da madrugada.
ela é riso solto ou lágrima pura.
ela não trabalha com meio termo
Medita o bardo em silêncio profundo...
Na tarde cinza dum dia sem cor,
a alma chora seu revés sem rancor
mas, o coração se afoga em lago imundo!
Descem lágrimas em pingos de dor...
Cada suspiro é lamento rotundo
e, só a tristeza habita o seu mundo
desprovido da alegria do amor!
Sua alma é noite escura de agonia...
Porém, no fundo, uma luz a brilhar,
traz promessa de novo porvir, pois
a tristeza, embora possa durar,
é passageira como a ventania
que destrói, mas traz beleza depois!
Um filho é como um pássaro pousado em nossa mão. A gente sabe que mais cedo ou mais tarde as suas asinhas emplumam e ele voa. E, as vezes, voa pra longe. Tudo ao nosso redor, então muda, se torna tristeza e solidão e o que nos resta é um ninho vazio fazendo-nos lembrar a todo instante que a felicidade esteve ali e um olhar perdido no horizonte esperando o dia que ele volte para nos visitar trazendo a felicidade da sua presença de volta.
Nesta tarde nublada, o mundo se dissolve,
o canto suave invade o ar,
como brisas que acariciam folhas secas,
sussurros de outono em cada nota.
Fecho os olhos, deixo a melodia me levar,
navego em mares de sonhos esquecidos,
onde o tempo se curva e repousa,
na inocência das memórias que dançam.
Os sons embalam a alma,
como lençóis de nuvens que abraçam a terra,
encontro conforto na sua voz,
que ecoa como um eco distante de risos.
E assim, em sua idade dos sonhos,
mergulho na suavidade do instante,
deixo que o universo me ensine a sonhar,
nesta tarde nublada, envolta em serenidade.
