Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Você me diz o que fazer e eu caladinha, só concordo. Estou aceitando a vida aos pouquinhos, da maneira que você me ensina. Andei fazendo besteiras demais. Quase entrei na casa dela ontem, mas você me disse que não era o certo e me puxou pra perto. Parece que você me conhece melhor do que eu jamais me conheci porque quando eu berro você sempre está ali e aqui. E em todos os lugares. Até quando eu não mereço. Até quando eu esqueço de te dar parabéns no dia do seu aniversário. E você nunca esqueceu de nada e nem do dia em que a gente se conheceu ou de quando a gente comeu comemorando o aniversário da nossa atriz preferida. Você me diz o que fazer e eu já quero correr pra sua casa quando me vejo complicada. É que o meu mundo se torna muito mais fácil quando você tenta me concertar. Mesmo que não adiante por um tempo, eu já imagino que um dia vou acordar te agradecendo por tudo isso. E por toda a força que você me dá. Você me diz o que fazer e eu não me vejo mais sem você. Nenhum desses dias que a gente passa sem se ver. Eu não imagino que vamos nos afastar pra sempre. Você me diz o que fazer e eu já fiz uma festa de boas vindas ao nosso futuro juntas e uma reza para que você continue sendo a melhor de todas as minhas amigas. Mesmo que as coisas um dia mudem. É de você que eu quero lembrar quando o mundo estiver de cabeça pra baixo ou quando o mundo desabar. Você me diz o que fazer e eu escrevo isso pra te convencer que o seu ombro é o meu melhor abrigo.
Você me diz o que fazer e eu te digo que não existo sem você!
Obrigada por existir!
Obrigada por ser feliz e me fazer feliz!
Rosiane!
As coisas ficam mais bonitas quando você chega. Só eu que me sinto feia. Você chega e o meu cabelo desarruma na mesma hora, como se fosse programado. Droga! Eu corro pra me arrumar. Eu corro pra me ajeitar, enquanto eu espero que você esteja congelada. Você só pode me encontrar bonita. Mas dai eu volto pra sala e as coisas já voltaram ao normal. Você chega e eu perco a noção do tempo. Eu preciso me olhar no espelho. Droga!
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Se você acha que eu estou sendo frio com você,acho melhor pensar 2 vezes,pois no dia em que eu resolver ser realmente frio,você vai ver...
- Amo o jeito que você anda.
- Eu também amo o jeito que tu andas.
Convidei-a para caminharmos juntos.
E então, assim, admirando o passo do outro, andamos pelo resto da vida.
Vontade de ver,
Vontade de ter,
Vontade... de você?
O tempo passa, as coisas mudam.
Eu... Você... Mudamos.
Mas e aquela curiosidade não investigada?
Aquele segredo com promessa de ser guardado a sete chaves?
Confesso que lembro de cada detalhe dito de como seria, e delicio-me em sorrisos - imaginando.
Depois de tanto tempo, a vontade (ainda) pulsa nas veias, acelera o corpo e contrai e descontrai os músculos.
O mistério intriga e atrai os olhares - provoca... Como se não fosse parar até ser saciado.
Por que essa vontade - incessante - de você?
Você me amou,
Não adianta negar!
Eu sei oque é ser amada,
Mas queria que você tivesse me ensinado
A amar...
As cores do mundo, estavam desbotadas, e você o coloriu, eu era um homem de aço, seu toque, fez meu corpo tremer, podia te ouvir, te cheirar, te sentir, me fez ficar louco, me fez ter planos, me fez brincar na chuva, me fez sonhar, pela primeira vez, me fez deixar recados em sua secretária, me fez gritar ao mundo, que é você a mulher que amo...
Se você quiser
Eu volto,
correndo..voando aos teus braços..
Eu
Quero voltar a esse passado..
Vamos voltar a nos conhecer
Vamos voltar a nos falar
ao telefone por horas..
Vamos voltar..a flertar....
apenas sorrir se olhando
Apenas voltar aqueles absurdos,
que cometíamos madrugada a fora
Em silêncio nos apalpando..
Nos beijando.
Você
a dizer-me..te gosto
e eu acreditando.
apaixonada
Vamos regressar a está ilusão
boba de nos falarmos todos os dias
Vamos voltar a suspirar..
Vamos voltar a brindar
nossas taças de vinho de champanhe.
E nos olhar com a cara ruborizada de vergonha..
Vamos voltar ao início quando eu não
sabia que acabaria por te amar..
cada vez mais.
..
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