Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Talvez eu não responda por medo de gostar demais,ou talvez eu não queira mesmo responder.Responder voce significa deixar os outros pra tras,seguir adiante.Nao sei se estou
plenamente pronta para tal,sou fraca,tenho recaidas,tenho medo de querer voltar e não ter mais
ninguem no preterito.Assumir algo assim tão sério nunca foi o meu estilo,curto e descurto a tal
frase:ninguem é de ninguem.Há momentos em que ela me é tao util,porém nos dias de frio ja não me
é tao eficaz.Eu vou sigo em frente com vários,mas na hora de voltar eu sei exatamente que é você o
meu ponto de paz.Somos um sucesso separados mas ainda mais arrasadores juntos,a nossa quimica é incrivel,você me completa.Eu tímida e quieta,você tao comunicativo,safado e fofo.Aliás
como é possivel alguém ser tão fofo e safado ao mesmo tempo?Sei que somos o suficiente para nós
dois,mas ainda assim não consigo largar a minha vida de noitadas.Eu amando?namorando?Me parece
um paradoxo.Sempre me gabei por: Pegar e não me apegar.De tanto falar me apeguei á você,e paguei pela boca..
Ás memórias não mudam, mas pessoas mudam, talvez seja por isso que eu me apegue às memórias, e não às pessoas.
Gostaria de gostar, menos das pessoas. Eu gostaria, de querer elas não tão bem. Talvez, com isso , as minhas decepções não seriam tão profundas...
Difícil não é deixar-te na certeza que irei voltar, difícil é saber que quando eu voltar talvez não esteja mais lá a me esperar...
Eu sempre tentei compreender o nosso meio-fim, mas nunca fui capaz. Eu não sei, talvez fosse falta de esforço, falta de vontade, tanto faz. Acho que nunca estive preparada para lidar com tudo o que restou de você. Eu sou essa desgraça que tem medo de lidar com a dor; essa que implora por mais uma chance só por ter medo de ficar sem algo que antes completava toda a minha rotina. Mas, ontem, eu estava deitada na minha cama – não vou negar, era justamente no lado esquerdo, onde você se encontrava nas nossas noites falidas – e eu não chorei. Não pensei. Não senti. Não lembrei. E, pode não parecer, mas diante de como eu estava destruída, isso foi um grande avanço. Por um instante, minutos, horas, talvez, eu me vi livre. Por Deus, eu não te queria mais. Era o fim, definitivamente, chegou o momento de encarar que não havia mais volta – e eu aceitei. Mesmo que eu já tinha repetido isso para mim diversas vezes. Somos reincidentes em finais. Eu apaguei teu número da minha agenda, risquei com um x bem grande os bilhetes que você grudava na geladeira, e substituí nossas fotografias nos porta-retratos por imagens que somente me estampavam. Era eu. Agora, seria eu. Guardei todas as tuas lembranças, pois não queria me confrontar com mais nada. Não queria ter uma recaída, ou qualquer outra coisa, como você preferir chamar. Mas, enquanto eu fujo de nós dois, algo sempre me puxa de volta. Dessa vez foi o espelho – eu não me reconhecia mais. Não me enxerguei mais, pois não sou mais a mesma, me perdi. Perdi você. E, por favor, quem eu quero enganar? Eu não sei te esquecer. Essa é a cruel e mais pura verdade. E é então que eu desabo. Eu não sei você, mas detesto chorar. Fraqueza demais. Mas, o pior disso tudo, é que sempre que me recordo de nós dois, eu choro. E eu sei que você não faz o mesmo, que você não sente falta, que você não sofre a minha ausência. Foi você que me pediu, que implorou para que eu te deixasse. Foi você que percebeu que nós dois já não deveríamos mais existir; digo, nossa união. O mais triste, é que eu não consigo mais ser uma pessoa comum. Me tornei tão você, que agora que eu já não te tenho mais, eu sou ninguém. Consegue entender? Consegue compreender o quanto você me destruiu? Eu tento, juro, tento seguir em frente, te deixar; mas aí eu vejo você na rua, mas não é você. E então eu ouço tua voz, mas não é a sua voz. Eu sinto o seu perfume, mas não é o seu perfume. E eu torço baixinho, para que eu não esteja ficando louca. E aí eu faxino você de minha vida – jogo fora tuas meias brancas e sujas que estavam na máquina de lavar, despejo teu perfume na pia, e a tua escova de dente que se localizava ao lado da minha foi parar do outro lado da janela. E eu me sinto tão madura, tão auto-suficiente. Tão você. E aí eu me dou conta, é você novamente. E eu caio. Será que isso vai passar? A gente esquece um amor desses? Tão fugaz, tão audaz. Mas eu repito a mim mesma que eu tenho que seguir em frente. Tenho que te deixar pra lá. Sei lá, cortar o cabelo, comprar roupas novas, sair com os amigos, talvez melhore, talvez eu deixe de pensar em você o tempo todo, talvez eu não te queira mais sendo o meu melhor amigo, meu amor, talvez eu já nem sinta mais nada. Mas eu não quero seguir em diante. Eu quero ficar onde estou, mesmo sem você. Eu não quero ficar bonita para alguém que não seja você. Por Deus, que ridícula que eu estou sendo! O fato é que eu não posso enganar a mim mesma; eu quero empacar para sempre numa esperança absurda de que você volte. Droga. Eu estou tão perdida. Vai passar, vai passar, você vai ver, vai passar. Já passou. É, já passou. O meu problema é o que ficou. E eu repito, a todo instante, de que nada aconteceu, de que não foi nada, de que tuas mentiras, tua farsa, tua falsidade não significou nada. Às vezes eu acredito, e às vezes eu sinto tanta raiva de você, que tenho vontade de correr até sei lá onde e te massacrar. Fazer você sentir um terço do que eu senti, pra tu perceber que dor física nenhuma se compara a isso. Eu adoraria te encontrar e te dizer os piores desaforos, gritar palavras estúpidas e sem sentido dessas que a gente diz quando bate o dedo numa quina. Mas eu não faço nada, fico em silêncio. Desses que nós ficávamos quando você estava com ciúme do cara que eu fui a fim a vida inteira – até chegar você. Eu vivo nessas recaídas, nesses altos e baixos, nessa minha loucura de acreditar que por fim estou te esquecendo e minutos depois me dou conta de que você continua vivinho aqui dentro. O desespero acalma, a vontade de ser tua também. Às vezes parece até mais fácil, talvez porque eu esteja fadada de tudo isso. Eu deveria te deixar pra lá e seguir a diante como você está fazendo, mas eu me sinto vazia. E, antes cheia de você me massacrando, do que vazia. Talvez qualquer dia desses eu te encontre na rua, e talvez eu esteja tão no alto, que não te note. Que teus olhos não me desestabilizem. Que teu cheiro não me enlouqueça. Talvez, quem sabe, te esquecer é o próximo passo. Bonita a época em que éramos um só; mas eu tenho que admitir, amor, conto de fadas não existem. Você não é um príncipe e eu não sou a princesa. Nós não fomos feitos para ser para sempre. Germana K. (icanbeyourcocaine)
Talvez eu seja só mais uma boba, me encanto tão facil pelas pessoas acho que gosto disso..Me fazer suspirar não tem segredo...Me manter apaixonada Também não, basta que as palavras se baseiem em atitudes!
Eu Não Queria
Eu não queria ter escutado
Talvez agora meu futuro eu tenha mudado
Aquelas palavras soltas viajaram na minha cabeça
Os pensamentos já não são mais os mesmos
Agora não importa o que aconteça
Mudei a história e os protagonistas
Talvez o passado adormeça
Quem sabe as velhas lembranças eu esqueça
Tomara que amanha um novo dia amanheça
Sem o roteiro do passado
Um novo início eu tenha criado.
Talvez quando a época da tristeza prevalecia eu fosse mais forte, mais real, mais cética, e quando me vem a tona o "açúcar, tempero e tudo que há de bom", o elemento X me faz tremer, o que em mim é inédito, mas não menos especial.
Olha. Bem no fundo dos meus olhos. Talvez meus olhos denunciem o que eu ando sentindo ultimamente. Me decifre. Mas não tire conclusões precipitadas. Eu posso te surpreender. Só os meus olhos mostrarão o que eu sinto de verdade. Eles não mentem. Nunca mentem. Por mais que eu tente fazer com que mintam
Sempre estive a procura, talvez por ser inocente demais, talvez por ser carente demais; eu realmente não sei o motivo principal dessa vontade toda existir em mim; a vontade de ter um Amor, mas não um amor qualquer, um Amor com A maiúsculo, daqueles muito mais empolgante que o da novela das 8, muito mais feliz que o romance-tragédia vencedor de 11 oscar’s... Um Amor pra dizer que vivi nesse mundo sabe? Talvez essa seja uma das raízes do desejo, quando era criança li que um homem precisa fazer três coisas na vida: “Achar um amor, plantar uma árvore e escrever um livro”... É, acho que é isso mesmo; ou talvez foi só destino ter te achado, gosto das duas alternativas.
Eu pelejei muito, até te achar, e até confesso, que antes de ti, já havia encontrado um sentimento forte o bastante para eu achar que era amor, mas não foi amor de verdade; não, foi uma obsessão. Um Romance de criança, que cativou meu coração recém-destruído. E só agora, só depois de te conhecer, te ter, te perder, achar que te tinha, achar que não te tinha, e finalmente te ter de verdade, e aí sim, eu entendi o que realmente significava essa palavra de quatro letras, e tantas definições...
Seu sorriso foi algo muito peculiar, que se impregnou no lóbulo esquerdo do meu cérebro, devastando memórias mais importantes, e menos galantes. Me apaixonei por ele, e mais tarde, o tempo veio me dizer, que estava amando a portadora desse sorriso tão... Sem definição, já que o infinito não se define.
Cata-vento, Sol, Dengo, Feiticeira. Você renasceu em tantas definições diferentes aos meus olhos e lábios, que a infinidade de sensações que você trouxe a minha vida, tornou meus orbes límpidos o bastante para ver que até chegar a você, minha trajetória foi de um preto-e-branco tão entediante quanto os classificados de obituário.
Enquanto sua nuca emanava um perfume digno de luar, fui aceitando que já tinha sido vencido, derrotado, e cá estava acorrentado, ao seu jeito, cheio de camadas, que me fascinava cada vez mais, como se o tear do destino estivesse me mostrando o melhor livro que eu jamais acabaria de ler, caso fugisse como sempre fugi. Não, com você eu segui em frente, me arrisquei, e decidi que se havia um tipo de mulher para mim, esse tipo era você.
Como já te repeti tantas vezes, é impossível explicar de verdade o que é o amor, é como uma fotografia de uma fogueira, você sabe que é uma lareira acesa, mas não chega nem a 10% da sensação de ver uma de verdade; de sentir o calor, o aconchego. Bem, essa comparação, sendo tão boa, ainda assim não demonstra a verdadeira distancia das minhas belas palavras quando tento explicar o que sinto por ti, é algo imensurável.
Eu li tantos romances, criei tantos personagens; a maioria baseados em mim, tentando imaginar como seria, quando eu encontrasse um amor de verdade, e todos eles, não passam de fantasmas velados, quase sem nenhuma semelhança quando comparado ao que achei em você.
O jeito como você dança, me abraça, me toca; me enfeitiça, e me faz pensar que eu finalmente posso ser eu mesmo, que na verdade, eu posso ser o que eu quiser, porque te tenho comigo; porque conquistei algo que é meu, só meu. E como egoísta que sou, só quero você pra mim, sem mais.
Pra você, guardei toda essa vontade, e um pouco mais. Guardei a esperança, de ter em você um ponto de felicidade indefinível, e como tudo que a vida me deu, você não foi aquilo que eu esperava, foi muito mais. Muito de um mais, que nem o infinito chega a beirar nele.
Pode parecer mentira, mas eu guardei isso tudo pra ti, não sou idiota ao ponto de afirmar que sabia que seria para ti, da pra entender? Eu guardei bem, para uma pessoa especial, mas não sabia que existiria uma pessoa na minha vida que tornaria isso que guardei real. Ficou confuso né? Acho que toda vez que tento falar sobre essa palavra de quatro letras, me atrapalho todo. Foi tentando te explicar, e sempre achando que a explicação era fraca demais para o que eu sentia, acabei por perceber, que explicação nenhuma isso requer. Como Nando Reis diz em sua música “Se o coração bater forte e arder, No fogo o gelo vai queimar”; e queimou. Todo o gelo acumulado por anos de atrofia sensitiva derreteu ao resplandecer do seu sorriso. Esse mesmo sorriso, que tem uma grandeza muito maior que a dais infinitas constelações que contemplamos durante a noite; tem um brilho muito mais áureo que o da Lua, na noite mais linda e romântica; tem muito mais calor que o sol pode transmitir no dia mais quente. E sempre me pego, sem aviso, admirando-o, achando, por mais estranho que pareça, uma parte nova, que me faz te amar cada vez mais.
A cada mudança no ciclo da lua, tento de novo e de novo, percorrer todo teu corpo, para decorar cada sinal, imperfeição, cicatriz, cílio, cravo, ou qualquer outro detalhe, insignificante para os outros, que me façam poder ter certeza que guardei todo o seu ser na minha memória. Mas é impossível, pois em todos os poucos segundos tentando te fotografar com os olhos, me perco admirando um detalhe tão normal, e que pra mim é perfeito, por mais idiota que isso possa parecer. E você pergunta ‘o que é você tava olhando?’ e eu respondo ‘Você’. É tão difícil de entender, que quando o assunto é você, existe muito mais que dê pra me saciar?
O Tempo às vezes passa tão rápido, e às vezes tão devagar, que pensando na teoria física, entendi que quando o assunto é o nosso amor, o tempo deixa de ser constante, ele se torna uma variável, totalmente dependente do nosso amor, assim como todas as minhas ações. Por isso eu sei que é amor; que o que sinto, vejo, inalo, presencio, abraço, acaricio e tenho tomando todo meu ser é a definição mais exata para a palavra Amor. Assim como me sinto eriçar cada célula do meu corpo quando meus lábios beijam tua pela, quando sinto o contato teu em mim, quando deixamos de ser dois, quando nos tornamos um só; quando somos mais que Deuses, quando tornamos o amor simples, quando tiramos o ‘s’ do nós, e assim ficamos só o ‘nó’, juntos. E por mais breve que esse momento seja, é mais eterno que mil nascimento de estrelas, que um milhão de arco-íris percorrendo o céu.
Eu sempre soube que você tinha o manual de instruções pra me ter, e só agora entendo porque você o tem, é porque você nasceu para ser minha, e eu para ser seu, e nós para sermos um nó, sem mais, sem menos. Sem precisar explicar, apenas amar. Pois gelo nenhum sobrará, enquanto o sol lhe iluminar.
Só há Um jeito de dizer, o que une nós Dois, em Três palavras, que define essa palavra de Quatro letras: Eu te amo. E isso, será pra sempre.
Talvez o que eu sinto hoje seja mesmo amor. E dos mais intensos e puros. Mas e se for? Não vejo problema algum. Há anos deixei de ser somente mais um adolescente, há muito mais uma criança. Por isso tenho a certeza de que não é a primeira vez e muito menos será a última. E isso que faz de mim alguém com a maturidade suficiente, os pés no chão suficiente para prosseguir. Lutar tem feito parte de meu mundo. Vencer, as vezes. Desistir? Nunca! Contos de fadas, há tempos deixei de acreditar. A ilusão do "viveram felizes para sempre" não tem espaço num momento em que tudo de mais simples na vida está tão banalizado. O que consigo acreditar hoje e tentar me apegar é na ideia de que quando menos eu esperar, encontrarei a pessoa que mudará meu mundo, colorirá minha vida e fará de mim alguém talvez mais completo e um pouco mais feliz. Encontrando um pouquinho da paz que há anos busco para mim.
Estou descobrindo que talvez eu pudess estar errada,
eu cai, então eu te peço: Fique comigo, é disto que preciso, por favor?
Talvez eu seja daltônico, e não consigo ver as verdadeiras cores da vida… vivo em um mundo de desenhos em preto e branco.
Sou criança crescida.
E eu aqui com uma vontade danada de voltar no tempo. Voltar assim uns momentos, talvez, só para ter em mim o sabor do teu beijo.
Em todos esses tempos não aprendi a te decifrar, a te entender. Talvez seja por isso que eu ainda esteja aqui, tomando meu café sentindo o vento bater na minha nuca, cuca fresca, pensamento vazio. Um pouco de paz para os que querem, porque eu quero só nós dois para ontem, hoje, amanhã, para daqui a vinte anos. Para sempre.
Vivo em busca do que desconheço, talvez seja apenas isso que eu preciso pra me reencontrar nessa vida, pois os meus rastros se apagam a medida que me projeto para o desconhecido. Vou além de onde posso ir... Sempre.
[…] Talvez tudo tenha sido ilusão. Mas pra mim era tão real, que eu nem imaginava que era ilusão. E o meu amor era tão forte, que conseguiu me fazer olhar-te em outros olhos. Me fez olhar-te com os olhos do amor. E eu me culpo por isso, me culpo todos os dias. Mas também, agradeço, por ter momentos bons ao seu lado. E a ilusão, me fez sentir algo inexplicável, me fez sentir ser amada pelo menos um pouco. Apesar de ter sido uma mentira. Mas eu consegui entender o amor de verdade, entendi tudo, principalmente a ser fria, curta e grossa com aqueles que hoje tentam me iludir. Enfim, por isso eu agradeço. Mas por outro lado, eu choro todos os dias, por ainda ter ciúmes de você, apesar de não te amar mais. O ruim é que eu estou me afogando no fundo da solidão sem você, eu preciso do seu amor, preciso de você. Enfim, que tal se você pudesse vir até mim e dizer que isso não passou de ilusão, porque você me fez de lixo? Me fez sentir-me uma completa idiota.
Eu.
Eu, sempre tendo problemas de definição de personalidade talvez.
Sempre achando que não estou bem o bastante para me reconhecer como Eu.
Sempre tendo problemas com a aparência, desejando ser mais atraente, mais legal... Menos tímida.
Só não dá.
Eu? Sempre dando trabalho pra mim mesma.
Sempre querendo ser livre.
Eu, sonhando acordada. Eu, com meu autismo por opção. Ou não.
Sempre sonhando em voar. Acreditando no íntimo que ainda existe mágica no mundo. Esteja ela em um filme belo, onde pessoas possam respirar dentro da água... Ou quando um beijo pode sarar feridas.
Sempre fugindo da realidade e então como um ímpeto! Encarando-a e me divertindo a vontade.
Eu, sempre eu. Sempre eu.
Sempre desastrada e brincando com feridas passadas.
Eu, sempre achando que ainda vou achar a cura para a fome do mundo. Sempre pensando o impossível.
E sempre pensando que o impossível é possível.
Sempre, sempre pensando.
Eu, egocentrismo exacerbado. Pensando em como encarar o dia seguinte antes do dia atual terminar.
Sem saber o que falar e falando a primeira besteira que me vem a cabeça. Ou então não falando nada.
Tenso.
Sempre rindo do nada, do babaca e do tal “impossível”.
Sempre achando que pra tudo tem cura, até para um coração partido. Mas quando vou cuidar de mim, ás vezes acabo esquecendo.
Sim, pensando em como vou resolver tudo sozinha. O Eu não gosta de envolver pessoas alheias em problemas que são seus, só Seus.
Sempre olhando os outros. Aqueles que o Eu se preocupa tanto que chega a ser bom e ruim. Um sentimento quase nulo. Quase eterno. Quase sem querer.
Pensando: “Será que eles estão bem hoje? E sorrindo.
Como se ninguém mais conseguisse tirar esse sorriso. O Sorriso que criou-se para eles. Até como se... Tivesse nascido deles.
E o eu? Ah.. O EU!
Como sendo esse Eu, tão sem noção imprevisível cheio de defeitos e algumas qualidades... O que seria do Eu?
Sem eles?!
Simples. (;
Não seria Eu.
Simplesmente um alguém sem ninguém. Um alguém sem eles.
Aline Batista Correia
15/05/2010
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